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Chapter 3 Related Work

4.3 Machine Learning Models

4.3.1 Predictive Modelling

IDENTIFICAÇÃO COM A PROFISSÃO DOS FAMILIARES

“Iniciei por insistência da minha irmã mais velha que já era da área e acabei gostando e me identificando com a profissão.”

”Depois de tanto tempo, acho que foi por dom.Várias pessoas da minha

família trabalham em enfermagem.

“Cresci vendo meu pai e minha mãe saindo para trabalhar vestidos de branco; acabaram me apaixonando pela ideia de ajudar o próximo.” “Gosto de contribuir para a recuperação da saúde do individuo. Essa tarefa é nobre, sempre vi meus pais ajudando as pessoas no trabalho.

EXPERIÊNCIA ANTERIOR DE VIDA

“Eu decidi ainda adolescente; acompanhei o adoecimento do meu avô.” “Acompanhei um familiar doente, fui percebendo que gostava da profissão.”

“Desde pequena eu gosto de cuidar das pessoas. Quando alguém

próximo ficava doente eu gostava de ajudar, já adolescente me

interessava pela área da saúde e a enfermagem.”

“Eu cuidava de uma tia minha e fui me apaixonando pela área.” “Minha avó morava em casa e cresci ajudando a cuidá-la.”

AJUDA/CUIDADO COM O OUTRO

“Escolhi enfermagem por ser uma profissão na qual posso estar sempre agindo em beneficio ao próximo. Aprendo muito com meu trabalho, como por exemplo: que um sorriso vale mais que palavras.”

“Desde pequena eu gosto de cuidar das pessoas. Quando alguém próximo ficava doente eu gostava de ajudar, já adolescente me interessava pela área da saúde e a enfermagem.”

“Vejo nela a oportunidade de trabalhar ajudando os outros e tendo um retorno gratificante.”

“Sempre fiquei comovido com o sofrimento do próximo, fico feliz ao

amenizar a dor e trazer algum bem estar ao paciente.”

“Desde criança/adolescente, cresci desejando cuidar das pessoas e admirando minha profissão.”

“Amo cuidar de pessoas, me identifico bastante ao cuidar.” “Sempre tive satisfação em cuidar, ajudar as pessoas.” “Para cuidar dos outros e ser referência em momentos difíceis.” “Oportunidade de ajudar. É gratificante!”

“Cresci vendo meu pai e minha mãe saindo para trabalhar vestidos de branco acabaram me apaixonando pela idéia de ajudar o próximo.” “Por amar o próximo e poder ajudar o ser humano.”

“Idealismo sobre o cuidado e compaixão Pensar em ajudar alguém é gratificante.”

“Desde pequeno eu quis trabalhar em área assistencial, ajudar pessoas, pensava em ser bombeiro ou enfermeiro.”

“Gosto de contribuir para recuperação da saúde do indivíduo. Essa tarefa é nobre, sempre vi meus pais ajudando as pessoas no trabalho.”

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B- EXPERIÊNCIA COM A MORTE NO TRABALHO

Nas histórias experienciadas pelos profissionais, percebemos que as mortes dos pacientes com quem desenvolveram vínculos afetivos durante a internação (38%) foram mortes mais difíceis de serem enfrentadas pelos participantes; segue-se a compaixão (24%) e a dificuldade em aceitar a morte (24%); lidar com a morte de colega de trabalho (14%) foi citada algumas vezes como tarefa difícil. 38% 24% 24% 14%

EXPERIÊNCIA COM A MORTE NO TRABALHO

VÍNCULO AFETIVO

COMPAIXÃO

NÃO ACEITAÇÃO DA MORTE

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RESPOSTAS APRESENTADAS

COMPAIXÃO

“Uma senhora que estava aguardando transplante; acompanhei ela dez anos entre idas e vindas; quatro meses depois que operou, morreu. Falávamos entre os colegas, agora que ela iria ser feliz.”

“Uma jovem de 30 anos com câncer, cheia de planos e sonhos, esperava a cura. Era solitária e não tinha nem namorado e nem filhos. Triste ver alguém assim, sem possibilidade de vida.”

“Um paciente abandonado pela família, a doença progredindo e ele sempre sozinho, abandonado. Ninguém merece ser tão sozinho

assim.

“Não sei relatar um caso, as situações mais sofridas de forma geral

me abalam, sofro junto da família. Preciso melhorar isso em mim.”

“A gestante que morreu e pediu para cuidarmos do filho dela.” MORTE DE

COLEGA DE TRABALHO

“A perda do meu amigo; ele suicidou-se, faz mais de 3 anos. Penso se eu não podia ter lhe ajudado, encaminhado para algum tratamento. Me questiono sobre isto.”

“Perdi uma amiga de trabalho que foi atropelada chegando no hospital, sofri muito.”

“Foi a morte de um grande colega de trabalho. Eu fiquei um tempo lembrando dele, olhava os cantos do postinho onde ele costumava ficar.”

MORTE DE PACIENTES COM

VÍNCULO AFETIVO

“Teve uma senhora que me deixou muito triste quando morreu. Eu conversava muito com ela, ela falava sobre a vida que teve, as coisas que fez. Ela demonstrava muito amor por mim.”

“Algum tempo atrás num outro hospital eu cuidei de um senhor, durante um mês e meio, ele pedia para eu cuidar dele, mas sua situação foi piorando até o dia em que ele faleceu. Fiquei triste e abatida, parecia que

ele fazia parte da minha família.”

“Uma senhora que estava aguardando transplante, acompanhei ela dez

anos entre idas e vindas; quatro meses depois que operou, morreu.

Falávamos entre os colegas, agora que ela iria ser feliz.”

“Uns quatro meses atrás perdi uma senhora que eu gostava muito, cuidei dela uns dois anos. Ela me contava coisas sobre sua vida e sobre sua nora que a maltratava. Chorei bastante.”

“Antes de trabalhar aqui eu estava em outra instituição e senti muita falta

dos pacientes que acompanhava lá. Era como uma família.

“Um ano atrás eu atendia um senhor de 52 anos, muito bonzinho, ele estava super bem, fui fazer uma inalação em outro paciente e quando retornei ele estava caído; foi infarto. Foi duro para mim olhar para a esposa dele e pensar como era bom falar com ele.”

“No estágio acompanhei por um longo tempo uma senhora com câncer de ovário, conversávamos, eu sabia as preferências dela. Nos seus

últimos dias de vida eu sofri muito e ficar com os familiares dela depois

da morte.”

“Aproximadamente sete anos atrás perdi uma paciente que fizemos

amizade, era muito bom ficar junto dela. De repente o prognóstico foi

piorando rapidamente.”

NÃO

ACEITAÇÃO DA MORTE

“Todos são difíceis, tenho dificuldade em aceitar a morte, se puder eu fujo da situação.”

“Não recordo no momento. Acho sempre difícil.”

“Todas as perdas são difíceis, não tem uma especifica.”

“É muito difícil falar de um caso. Acho ruim quando sou pego de surpresa, às vezes a morte chega e me assusta.”

“Não lembro nenhum caso, eu não aceito a morte, acho que apago como mecanismo de defesa.”

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C– COMPORTAMENTO DIANTE DA MORTE DO PACIENTE

A equipe de enfermagem é o grupo que acompanha os momentos que antecedem a morte do paciente; na entrevista, demonstraram comportamento de racionalização para elaborar a morte do paciente (40%), fazendo reflexões sobre seu atendimento, compreendendo o estado de saúde do paciente e o sofrimento que ele enfrentava.

Alguns profissionais recorrem às suas crenças diante da morte, exercitando rituais de despedida (30%), como o cuidado com o corpo, orações, participação em velório e enterro. Aproximação da família (30%) também foi um comportamento apresentado por alguns dos profissionais que demonstram disponibilidade e afeto.

40%

30% 30%

COMPORTAMENTO DIANTE DA MORTE DO PACIENTE

RACIONALIZAÇÃO

RITUAIS DESPEDIDA

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