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Prøvevolum for analyttene metadon, amitriptylin, nortriptylin, petidin,

6 Resultater og diskusjon

6.1 Optimalisering av ekstraksjonen

6.1.6 Prøvevolum for analyttene metadon, amitriptylin, nortriptylin, petidin,

Período: de 28 a 30 de abril de 2014

Leiria, 30 de abril de 2014 Na semana de Prática Pedagógica, compreendida entre os dias 28 e 30 de abril, a principal responsável concretização das propostas educativas foi a minha colega de estágio, dado que, na semana anterior, esse papel esteve a meu cargo. No desenrolar dos dias assumi o meu papel de apoio e, considero bastante importante a concretização do mesmo, dado que somos um grupo e, por isso, devemos apoiar-nos sempre que necessário. Considero o trabalho de grupo, uma excelente forma de crescer enquanto estagiária, enquanto membro de grupo, bem como uma forma de valorizar a cooperação ao longo da concretização de propostas educativas com as crianças.

Com o início da semana, a primeira proposta tem que ver com um projeto da professora cooperante, desenvolvido desde o início do ano, a cada segunda-feira, “Ler, Contar e Mostrar”, momento no qual as crianças são convidadas a partilhar alguns momentos que considerem relevantes. Durante este momento, apercebi-me de que as crianças, ao longo das semanas, mostram mais predispostas a partilhar e a questionar os seus colegas sobre o que lhes é contado. O interesse demonstrado pelas crianças enriqueceu, sem dúvida, o referido momento, uma vez que proporcionou inúmeras situações de diálogo, aquisição de novo vocabulário bem como o desenvolvimento das regras de interação e papéis sociais. De acordo com a ideia mencionada anteriormente, considero importante referir que, de acordo com o Programa de Português do Ensino Básico (2009, p. 16) a expressão oral refere-se a uma capacidade que “(…) implica a mobilização de saberes linguísticos e sociais e pressupõe uma atitude cooperativa na interacção comunicativa, bem como o conhecimento dos papéis desempenhados pelos falantes em cada tipo de situação”.

No mesmo dia, a atividade de audição de um excerto de um texto do manual, tinha como

principal objetivo preparar as crianças para as provas finais do 2.ºano de escolaridade, desenvolvendo a sua capacidade de atenção e concentração aquando os momentos em que existe um estímulo auditivo. Foi importante verificar que, muitas crianças, conseguiram partilhar e responder a muitas questões de interpretação, contudo surgiu uma pequena dificuldade da sua parte, perceber o que são emoções, o que quer dizer quando alguém se emociona, quais as sensações e sentimentos inerentes às emoções, entre outras questões. Assim sendo, com recurso a exemplos do quotidiano, a minha colega explicou às crianças o que eram emoções mas, mesmo assim, fiquei com a perceção de que é um excelente tema a trabalhar com as crianças, dado que, com o desenrolar da atividade, muitas delas se mostraram ainda confusas. No

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momento da leitura é de salientar que se evidencia grande dificuldade, já que muitas crianças ainda fazem leitura sílaba a sílaba. Ainda assim, identifiquei que, desde a última avaliação da leitura, muitas crianças começaram a auto corrigir-se.

No caso da matemática, identifiquei inúmeras situações em que as crianças demonstraram inúmeras dificuldades na resolução das operações de multiplicação o que, na minha opinião, tem que ver com o facto de a multiplicação se apresentar de forma mais abstrata nos exercícios e/ou problemas resolvidos. A dificuldade aumentou quando apareceram operações de multiplicação para além do número 10, ou seja, na minha opinião, as crianças parecem ter desenvolvido a referência de que a tabuada é apenas até às multiplicações com o número 10. Para além disso, tal como acontece com outras crianças, poderiam ter estabelecido as multiplicações com o número 10 como referência para resolver as que se seguissem, contudo isso não se verificou. Neste dia, a atividade de expressões não se realizou devido às dificuldades demonstradas pelas crianças, daí a atividade de matemática se ter prolongado de forma intencional, para exploração e reflexão em grande grupo sobre o raciocínio e estratégias utilizadas por cada criança.

No dia 29 de abril, considero que a atividade de matemática foi relevante para a revisão de conceitos já trabalhados e, por isso mesmo nem tudo o que estava planificado foi terminado. As crianças mostraram conhecer conceitos como um meio, um quarto, um terço, dando inclusive exemplos. Neste momento da aula, a minha colega procurou valorizar o conhecimento prévio das crianças em relação ao assunto em questão, deixando que elas se expressassem e dessem exemplos ilustrativos para explicar determinado conceito.

Na área da música, as crianças desenvolveram uma atividade de audição e interpretação que se revelou bastante empolgante e estimulante. Através do diálogo, mostraram ter adquirido conhecimentos do vocabulário ao nível musical, bem como a capacidade de identificar elementos de uma música (instrumental, vocal, vozes, refrão, entre outros), através de duas ou três audições. A interpretação da música porte das crianças foi um momento bastante importante para a sua motivação, já que algumas delas já conheciam a canção e os gestos e, por isso, assumiram em conjunto com a estagiária, a responsabilidade de ajudar os colegas e lhes ensinar de que forma deveriam fazer. Nestes contextos, sou da opinião de que a partilha de funções e responsabilidades, leva as crianças a sentir de que a sua participação e intervenção são revelantes para a concretização da atividade. Assim sendo, considero que o desenrolar da atividade mencionada respeita os princípios orientadores apresentados no documento Orientações Programáticas do Ensino da Música no 1.º Ciclo do Ensino básico (2006), dado que este refere o desenvolvimento de competências ao nível da criação e experimentação, a

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expansão de competências transversais que relacionem a música com outras áreas do saber e, ainda, o desenvolvimento do pensamento musical.

No dia 30 de abril, um dos momentos que considero mais marcantes decorreu aquando da exploração da área do português, de forma mais específica, quando é proposto às crianças a concretização de um esquema, de acordo com a conversa estabelecida anteriormente, sobre a profissão desejada por cada um. As crianças mostraram confundir o conceito de esquema com desenho ou ilustração, mas também alguma dificuldade em esquematizar a informação, apesar de lhes ter sido dada orientação nesse sentido e de terem estabelecido referentes de acordo com o tema. Com o desenrolar da atividade foi percetível que as escolhas de cada criança são, na realidade, influenciadas pelo contexto em que vivem, o seu quotidiano e contexto familiar, bem como as suas vivências ao longo dos anos. Ao longo deste dia, desenvolveram-se atividades na área da matemática e na área da música. Na primeira, as crianças estiveram a rever conceitos relativos à unidade de medida, tempo. Na segunda, as crianças iniciaram a atividade de criação, contudo, mostraram empenho e entusiasmo anteriormente, ou seja, quando a canção voltou a ser interpretada com recurso a gestos ou então quando foi marcado o ritmo com recurso a partes do corpo, mas apenas no refrão.

Para terminar, é importante referi que, na minha opinião, a concretização das propostas educativas, em conjunto com as crianças são uma mais-valia para o nosso crescimento e construção da identidade profissional. Por isso mesmo, é importante aceitar que aprendemos com as crianças, da mesma forma que lhes ensinamos e pretendemos com isso o seu crescimento e progressão. Assim, tal como é referido por Arends (2008), a aprendizagem cooperativa visa, não só progresso ao nível social, mas também ao nível do desempenho escolar. Referências bibliográficas:

- Arends, R. (2007). Aprender a Ensinar (7.ª Ed.). España: McGraw-Hill.

- Reis, C. (coord.). (2009). Programa de português do ensino básico. Lisboa: Ministério da Educação/Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular.

- Vasconcelos, A. (2006). Orientações Programáticas do Ensino da Música no 1º Ciclo do

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