Todo empreendimento, independentemente de seu tamanho e complexidade deve ter procedimentos de planejamento e controle financeiro implantados para atingir o sucesso esperado.
Ao longo desse trabalho procurou-se demonstrar como o fluxo de caixa projetado pode auxiliar o processo de tomada de decisões dentro de uma pequena empresa de varejo de moda masculina. Dessa forma, buscou-se evidenciar a utilização da ferramenta do fluxo de caixa projetado, através de conceitos, objetivos, características e elementos necessários para sua implantação, elaboração e controle.
Na pesquisa realizada adotou-se a utilização do fluxo de caixa projetado em uma empresa dentro de um período e seu acompanhamento. Ao final desse período foi feita uma comparação entre as informações projetadas e as informações realizadas para medir a assertividade da projeção.
Percebe-se que, quando bem estudado, o fluxo de caixa projetado fornece uma visão adequada e esclarecedora do futuro financeiro do caixa da empresa, demonstrando, para os tomadores de decisão qual deve ser a situação do caixa ao final de um período. Essa informação se torna imprescindível aos tomadores de decisão, pois conseguem planejar ações de correção (tomada de empréstimos, negociação com fornecedores, negociação com devedores, adiantamento de recebíveis etc.) para que o cenário se torne mais favorável para a empresa.
Portanto, o fluxo de caixa projetado implantado dentro de uma empresa permite que o tomador de decisões, seja assertivo em suas ações de potencialização de resultados financeiros dentro da empresa.
ANEXOS
ANEXO A - Modelo de questionário para elaboração da projeção do Fluxo de Caixa
1. A empresa estabelece um Planejamento Financeiro, definindo as premissas básicas para a projeção, as metas de receitas, custos, despesas e investimentos para os próximos meses?
2. O EBITDA, a margem de contribuição, o lucro líquido e a rentabilidade sobre o PL médio e seu efeito no caixa são discutidos com os executivos da empresa?
3. São realizadas reuniões com os executivos para comparar os valores planejados, realizados e justificar os desvios relevantes na projeção? Os executivos estão comprometidos com a projeção do fluxo de caixa?
4. Os executivos têm conhecimento, hoje, se terá recursos ou não para saldar os seus compromissos no curto prazo?
5. A empresa possui um cronograma de informações por áreas de responsabilidade e com impacto no fluxo de caixa para elaboração do planejamento financeiro de curto prazo?
6. A empresa possui controles financeiros formais que demonstrem o valor de cada gasto realizado no mês e acumulado em relação à projeção do caixa?
7. A empresa possui controles financeiros por área de negócios que demonstrem o valor do superávit ou déficit operacional de caixa obtido no mês e acumulado?
8. A empresa demonstra conhecer e apurar corretamente a margem de contribuição dos produtos ou segmentos de negócios e seu impacto no caixa?
9. A empresa possui um bom controle da estrutura operacional, overhead e financeira para a formação de preço de venda à vista e a prazo dos produtos e serviços?
10. A empresa possui um controle adequado das contas a pagar por fornecedores, vencimento e família de produtos?
11. A empresa possui um controle adequado das contas a receber por clientes, vencimento e espécie de recebíveis?
12. A empresa identifica claramente a necessidade do capital de giro (NCG), o efeito tesoura e o gerenciamento das fontes de recursos?
13. A empresa possui uma política de estoques adequada ao volume de vendas? O prazo médio de rotações de giro dos estoques está sob controle e em sintonia com o fluxo de caixa?
14. Identificar se existe imposto pendente de pagamentos de valor relevante e ação judicial em andamento. Destacar uma linha específica no fluxo de caixa para projeção de contingências fiscais.
15. A empresa possui demonstrativos financeiros de fácil interpretação das atividades operacionais, de investimentos e financeiros de caixa e discute com os executivos seus efeitos na projeção mensal/anual do fluxo de caixa?
16. A empresa utiliza fontes adequadas de captação de recursos para investimentos fixos e de longo prazo (ex.: BNDES etc.)?
17. Como estão sendo gerenciados formalmente o ciclo operacional, econômico e financeiro na empresa, sua evidenciação e seu impacto na projeção do fluxo de caixa? 18. Existe descasamento entre os prazos médios de recebimentos e pagamentos no fluxo de caixa na empresa?
19. Existe déficit operacional de caixa crônico (estrutural) que obriga a empresa a captar recursos caros ou de curto prazo no mercado financeiro para sua cobertura? Quais foram as providências tomadas para sanar o problema de caixa?
20. A empresa está atenta ao processo de Overtrading - Grande expansão no volume de atividades da empresa com uso de recursos caros e de curto prazo?
21. O controle do fluxo de caixa é feito pelo método direto ou indireto ou por ambos? São conciliados periodicamente? Existem diferenças relevantes nas análises efetuadas?
22. Os controles e/ou indicadores prudenciais sobre o limite de alavancagem financeira e operacional estão sendo acompanhados e ajustados?
23. O índice de inadimplência das contas a receber do fluxo de caixa está dentro dos parâmetros aceitáveis pela empresa, e em sintonia em relação à média setorial do mercado ou a praticada pelos concorrentes?
24. O Mark-up para formação do preço de vendas considera em seu cálculo a provisão para devedores duvidosos com atualizações periódicas?
25. O controle das contas operacionais a receber e estoques que compõem o demonstrativo de Necessidade de Capital de Giro (NCG), bem como o saldo de tesouraria, são acompanhados diariamente, e seus ajustes ficam bem evidenciados? 26. As premissas econômicas e financeiras utilizadas para a projeção do fluxo de caixa e para elaboração do orçamento anual de caixa são revisadas e atualizadas em que periodicidade?
27. Qual a periodicidade em que é elaborada a projeção e controle do fluxo de caixa na empresa (diário, semanal, mensal, trimestral etc.)?
28. Existe uma segregação de funções na empresa entra as atividades de tesouraria e de contabilidade?
29. As contas a receber e a pagar entre tesouraria e contabilidade são conciliadas periodicamente para efeito de auditoria e ajustes de controles internos?
30. O plano de contas de tesouraria é adequado em nível de informação, conciliação bancária, consulta e controle interno?
31. Os controles de reciprocidades de tesouraria são acompanhados e refletidos formalmente no fluxo de caixa?
32. As contas a receber são controladas por espécie de recebíveis no fluxo de caixa, como por exemplo: carnes, cheques pré-datados, duplicatas, notas promissórias, cartão de crédito, contratos de confissão de dívidas, mútuos etc.?
33. A empresa possui operações com instrumentos financeiros - derivativos (em regime de caixa)? Os contratos são tratados em linha separada com destaque no fluxo de caixa (ganhos e perdas financeiras realizadas)?
34. As operações com Swap, Swap cambial reverso, trava de câmbio e ou hedge com ou sem caixa são sempre registradas em linha separada no fluxo de caixa, de forma transparente e com rigoroso controle financeiro das operações para efeito de apuração de perda ou ganho e seu impacto no curto prazo no caixa da empresa?
35. Os pagamentos e recebimentos não operacionais e/ou extraordinários relevantes são destacados em linha separada no fluxo de caixa e justificados?
36. Os dividendos e juros sobre capital próprio a pagar ou a receber são evidenciados no fluxo de caixa da empresa?
37. Os investimentos (desembolsos) em participações societárias relevantes eem empresas controladas e coligadas são destacadas no fluxo de caixa para efeito de controle financeiro dos projetos e futuros dividendos a receber?
38. As operações de contratos de mútuos relevantes com empresas ligadas são tratadas de forma destacada no fluxo de caixa para efeito de controle?
39. A projeção e o fluxo de caixa realizado são separados em operações nacionais, internacionais e, posteriormente, consolidados em um único demonstrativo financeiro global?
40. A projeção do fluxo de caixa é elaborada em duas moedas, real e dólar?
41. O controle do endividamento de curto prazo e longo prazo da empresa está demonstrado na projeção do fluxo de caixa (principal, juros, encargos, taxas, vencimento etc.)?
42. A empresa elabora também um fluxo de caixa utilizando a técnica do Valor presente, com escolha de uma taxa de desconto justa (ex.: WACC - custo médio ponderado de capital) para efeito de avaliação financeira do negócio?
43. São feitos inventários periódicos das contas a receber? Qual o nível de inadimplência atual? Qual o nível de sua concorrência?
44. Os valores e prazos de financiamentos das compras para pagamento aos fornecedores estão sendo discutidos satisfatoriamente e o custo financeiro está limitado às taxas de CDI?
45. O caixa mínimo de operação da empresa foi calculado adequadamente em relação à necessidade de capital de giro do negócio?
46. Quanto representa a projeção absoluta e percentual do fluxo de caixa livre no exercício para os acionistas da empresa?
ANEXO B – Estudo de Vendas a Vista (Dez/2015 – Fev/2016) Tabela 5 - Estudo de vendas a vista (Dez/2015 - Fev/2016)
19,44
R$
dez/15 SEG VALOR TER VALOR QUA VALOR QUI VALOR SEX VALOR SÁB VALOR DOM VALOR 01/dez R$ 4.110,86 02/dez R$ 8.036,03 03/dez R$ 8.040,50 04/dez R$ 8.036,42 05/dez R$ - 06/dez R$ -
07/dez R$ 55.683,64 08/dez R$ 6.851,44 09/dez R$ 6.428,90 10/dez R$ 7.593,85 11/dez R$ 10.332,68 12/dez R$ - 13/dez R$ -
14/dez R$ 65.627,02 15/dez R$ 7.673,77 16/dez R$ 14.464,74 17/dez R$ 8.487,15 18/dez R$ 19.899,80 19/dez R$ - 20/dez R$ -
21/dez R$ 41.762,58 22/dez R$ 5.755,33 23/dez R$ 16.072,06 24/dez R$ 15.634,35 25/dez R$ - 26/dez R$ - 27/dez R$ -
28/dez R$ 35.796,66 29/dez R$ 3.014,75 30/dez R$ 8.571,74 31/dez R$ 4.913,55 jan/16 SEG VALOR TER VALOR QUA VALOR QUI VALOR SEX VALOR SÁB VALOR DOM VALOR 01/jan 02/jan R$ - 03/jan R$ -
04/jan R$ 31.440,21 05/jan R$ 3.868,58 06/jan R$ 5.142,23 07/jan R$ 5.548,82 08/jan R$ 5.834,08 09/jan R$ - 10/jan R$ -
11/jan R$ 37.054,56 12/jan R$ 5.106,45 13/jan R$ 9.982,08 14/jan R$ 6.053,22 15/jan R$ 7.130,48 16/jan R$ - 17/jan R$ -
18/jan R$ 23.580,16 19/jan R$ 4.023,36 20/jan R$ 10.587,02 21/jan R$ 8.827,44 22/jan R$ 5.618,05 23/jan R$ - 24/jan R$ -
25/jan R$ 20.211,70 26/jan R$ 2.475,93 27/jan R$ 4.537,29 28/jan R$ 4.792,02 29/jan R$ 3.025,06 30/jan R$ - 31/jan R$ -
fev/16 SEG VALOR TER VALOR QUA VALOR QUI VALOR SEX VALOR SÁB VALOR DOM VALOR 01/fev R$ 28.573,82 02/fev R$ 7.656,66 03/fev R$ 7.269,90 04/fev R$ 7.844,50 05/fev R$ 8.247,79 06/fev R$ - 07/fev R$ -
08/fev R$ 15.874,30 09/fev R$ - 10/fev R$ 9.835,66 11/fev R$ 8.557,54 12/fev R$ 10.080,67 13/fev R$ - 14/fev R$ -
15/fev R$ 52.385,38 16/fev R$ 7.875,41 17/fev R$ 14.967,39 18/fev R$ 12.479,79 19/fev R$ 7.942,30 20/fev R$ - 21/fev R$ -
22/fev R$ 33.336,29 23/fev R$ 6.344,12 24/fev R$ 10.691,05 25/fev R$ 6.774,83 26/fev R$ 4.276,73 27/fev R$ - 28/fev R$ -
29/fev R$ 28.573,82 SOMA SEG R$ 469.900,15 TER R$ 64.756,67 QUA R$ 126.586,08 QUI R$ 105.547,58 SEX R$ 90.424,05 SÁB R$ - DOM R$ -
PESO DO DIA NA SEMANA 383,72% 52,88% 103,37% 86,19% 73,84% 0,00% 0,00%
Fonte: Lucas (2016)
ANEXO C – Gráfico do Fluxo de Caixa Projetado 24.034,40 -91.165,59 -65.798,75 -24.690,07 57.201,92 95.309,05 -6.300,88 -28.217,46 -19.356,66 16.300,06 -150.000 -100.000 -50.000 0 50.000 100.000 150.000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
ANEXO D – Tabela do Fluxo de Caixa Projetado
DATA DIA PROJETADO
A PAGAR PROJETADO A RECEBER PROJETADO A VISTA C o l
PAGO RECEBIDO RECEBIDO
A VISTA C o l PREVISTO A PAGAR PREVISTO A RECEBER A VISTA PREVISTO S L D SLD PROJETADO SLD REALIZADO2 SLD PREVISTO 01/03/2016 TER 47.018,03 59.245,80 6.345,60 0,00 0,00 6.345,60 47.018,03 59.245,80 6.345,60 24.034,40 #N/D #N/D 02/03/2016 QUA 16.789,82 30.031,36 12.404,40 0,00 0,00 0,00 16.789,82 30.031,36 12.404,40 49.680,34 #N/D #N/D 03/03/2016 QUI 36.200,51 26.185,51 10.342,80 0,00 0,00 0,00 36.200,51 26.185,51 10.342,80 50.008,14 #N/D #N/D 04/03/2016 SEX 43.824,74 28.707,80 8.860,80 0,00 0,00 0,00 43.824,74 28.707,80 8.860,80 43.752,00 #N/D #N/D 05/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 43.752,00 #N/D #N/D 06/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 43.752,00 #N/D #N/D 07/03/2016 SEG 274.017,55 93.053,56 46.046,40 0,00 0,00 0,00 274.017,55 93.053,56 46.046,40 -91.165,59 #N/D #N/D 08/03/2016 TER 28.771,49 47.792,73 6.345,60 0,00 0,00 0,00 28.771,49 47.792,73 6.345,60 -65.798,75 #N/D #N/D 09/03/2016 QUA 14.003,51 52.548,54 12.404,40 0,00 0,00 0,00 14.003,51 52.548,54 12.404,40 -14.849,32 #N/D #N/D 10/03/2016 QUI 84.055,23 63.871,68 10.342,80 0,00 0,00 0,00 84.055,23 63.871,68 10.342,80 -24.690,07 #N/D #N/D 11/03/2016 SEX 28.951,49 101.982,68 8.860,80 0,00 0,00 0,00 28.951,49 101.982,68 8.860,80 57.201,92 #N/D #N/D 12/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 57.201,92 #N/D #N/D 13/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 57.201,92 #N/D #N/D 14/03/2016 SEG 115.206,62 99.436,20 46.046,40 0,00 0,00 0,00 115.206,62 99.436,20 46.046,40 87.477,90 #N/D #N/D 15/03/2016 TER 64.388,08 65.873,63 6.345,60 0,00 0,00 0,00 64.388,08 65.873,63 6.345,60 95.309,05 #N/D #N/D 16/03/2016 QUA 44.955,23 23.737,68 12.404,40 0,00 0,00 0,00 44.955,23 23.737,68 12.404,40 86.495,90 #N/D #N/D 17/03/2016 QUI 50.284,03 25.692,02 10.342,80 0,00 0,00 0,00 50.284,03 25.692,02 10.342,80 72.246,69 #N/D #N/D 18/03/2016 SEX 91.482,47 25.134,23 8.860,80 0,00 0,00 0,00 91.482,47 25.134,23 8.860,80 14.759,25 #N/D #N/D 19/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 14.759,25 #N/D #N/D 20/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 14.759,25 #N/D #N/D 21/03/2016 SEG 159.935,67 92.829,14 46.046,40 0,00 0,00 0,00 159.935,67 92.829,14 46.046,40 -6.300,88 #N/D #N/D 22/03/2016 TER 25.660,02 29.917,32 6.345,60 0,00 0,00 0,00 25.660,02 29.917,32 6.345,60 4.302,02 #N/D #N/D 23/03/2016 QUA 20.802,21 30.051,68 12.404,40 0,00 0,00 0,00 20.802,21 30.051,68 12.404,40 25.955,89 #N/D #N/D 24/03/2016 QUI 95.641,39 31.125,24 10.342,80 0,00 0,00 0,00 95.641,39 31.125,24 10.342,80 -28.217,46 #N/D #N/D 25/03/2016 SEX 0,00 0,00 8.860,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 8.860,80 -19.356,66 #N/D #N/D 26/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -19.356,66 #N/D #N/D 27/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -19.356,66 #N/D #N/D 28/03/2016 SEG 124.474,34 142.105,56 46.046,40 0,00 0,00 0,00 124.474,34 142.105,56 46.046,40 44.320,96 #N/D #N/D 29/03/2016 TER 23.648,17 30.398,04 6.345,60 0,00 0,00 0,00 23.648,17 30.398,04 6.345,60 57.416,43 #N/D #N/D 30/03/2016 QUA 105.238,54 37.642,20 12.404,40 0,00 0,00 0,00 105.238,54 37.642,20 12.404,40 2.224,49 #N/D #N/D 31/03/2016 QUI 24.314,55 28.047,32 10.342,80 0,00 0,00 0,00 24.314,55 28.047,32 10.342,80 16.300,06 #N/D #N/D TOTAL 31 1.519.663,69 1.165.409,92 365.092,80 0,00 0,00 6.345,60 1.519.663,69 1.165.409,92 365.092,80 16.300,06 #N/D #N/D Lucas (2016)
ANEXO E – Gráfico do Fluxo de Caixa Projetado x Fluxo de Caixa Realizado 26.909,94 39.250,53 -92.343,31 -66.498,16 -17.256,09 91.278,09 67.984,60 21.432,56 -2.463,16 25.545,91 -25.557,72 45.183,38 55.974,34 6.161,42 -150.000 -100.000 -50.000 0 50.000 100.000 150.000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
ANEXO F – Tabela do Fluxo de Caixa Projetado x Fluxo de Caixa Realizado
DATA DIA PROJETADO
A PAGAR PROJETADO A RECEBER PROJETADO A VISTA C o l
PAGO RECEBIDO RECEBIDO A
VISTA C o l PREVISTO A PAGAR PREVISTO A RECEBER A VISTA PREVISTO S L D SLD
PROJETADO SLD REALIZADO2 SLD PREVISTO
01/03/2016 TER 47.018,03 59.245,80 6.345,60 49.528,23 61.973,70 9.003,44 0,00 0,00 0,00 24.034,40 26.909,94 #N/D 02/03/2016 QUA 16.789,82 30.031,36 12.404,40 18.294,91 32.851,74 13.167,17 0,00 0,00 0,00 49.680,34 54.633,94 #N/D 03/03/2016 QUI 36.200,51 26.185,51 10.342,80 36.590,23 22.739,30 9.309,32 0,00 0,00 0,00 50.008,14 50.092,33 #N/D 04/03/2016 SEX 43.824,74 28.707,80 8.860,80 43.841,68 24.189,91 8.809,97 0,00 0,00 0,00 43.752,00 39.250,53 #N/D 05/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 43.752,00 39.250,53 #N/D 06/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 43.752,00 39.250,53 #N/D 07/03/2016 SEG 274.017,55 93.053,56 46.046,40 274.582,16 95.309,27 47.679,05 0,00 0,00 0,00 -91.165,59 -92.343,31 #N/D 08/03/2016 TER 28.771,49 47.792,73 6.345,60 30.051,03 45.800,82 10.095,36 0,00 0,00 0,00 -65.798,75 -66.498,16 #N/D 09/03/2016 QUA 14.003,51 52.548,54 12.404,40 15.611,98 53.873,38 11.157,60 0,00 0,00 0,00 -14.849,32 -17.079,16 #N/D 10/03/2016 QUI 84.055,23 63.871,68 10.342,80 84.749,01 73.954,88 10.617,20 0,00 0,00 0,00 -24.690,07 -17.256,09 #N/D 11/03/2016 SEX 28.951,49 101.982,68 8.860,80 29.269,59 101.124,37 10.617,20 0,00 0,00 0,00 57.201,92 65.215,89 #N/D 12/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 57.201,92 65.215,89 #N/D 13/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 57.201,92 65.215,89 #N/D 14/03/2016 SEG 115.206,62 99.436,20 46.046,40 116.106,24 97.850,53 43.594,05 0,00 0,00 0,00 87.477,90 90.554,23 #N/D 15/03/2016 TER 64.388,08 65.873,63 6.345,60 69.036,35 61.436,36 8.323,85 0,00 0,00 0,00 95.309,05 91.278,09 #N/D 16/03/2016 QUA 44.955,23 23.737,68 12.404,40 45.371,14 24.991,71 13.539,46 0,00 0,00 0,00 86.495,90 84.438,12 #N/D 17/03/2016 QUI 50.284,03 25.692,02 10.342,80 54.160,23 25.773,11 11.933,60 0,00 0,00 0,00 72.246,69 67.984,60 #N/D 18/03/2016 SEX 91.482,47 25.134,23 8.860,80 93.322,14 35.161,24 11.608,86 0,00 0,00 0,00 14.759,25 21.432,56 #N/D 19/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 14.759,25 21.432,56 #N/D 20/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 14.759,25 21.432,56 #N/D 21/03/2016 SEG 159.935,67 92.829,14 46.046,40 162.217,41 89.163,10 49.158,59 0,00 0,00 0,00 -6.300,88 -2.463,16 #N/D 22/03/2016 TER 25.660,02 29.917,32 6.345,60 25.754,96 28.039,30 9.094,96 0,00 0,00 0,00 4.302,02 8.916,14 #N/D 23/03/2016 QUA 20.802,21 30.051,68 12.404,40 21.709,91 27.586,56 10.753,12 0,00 0,00 0,00 25.955,89 25.545,91 #N/D 24/03/2016 QUI 95.641,39 31.125,24 10.342,80 96.853,58 35.757,25 9.992,70 0,00 0,00 0,00 -28.217,46 -25.557,72 #N/D 25/03/2016 SEX 0,00 0,00 8.860,80 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -19.356,66 -25.557,72 #N/D 26/03/2016 SAB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -19.356,66 -25.557,72 #N/D 27/03/2016 DOM 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -19.356,66 -25.557,72 #N/D 28/03/2016 SEG 124.474,34 142.105,56 46.046,40 125.504,40 150.237,57 46.007,93 0,00 0,00 0,00 44.320,96 45.183,38 #N/D 29/03/2016 TER 23.648,17 30.398,04 6.345,60 25.280,09 30.596,70 5.474,35 0,00 0,00 0,00 57.416,43 55.974,34 #N/D 30/03/2016 QUA 105.238,54 37.642,20 12.404,40 105.489,44 33.968,26 11.078,52 0,00 0,00 0,00 2.224,49 -4.468,32 #N/D 31/03/2016 QUI 24.314,55 28.047,32 10.342,80 27.338,25 26.719,23 11.248,76 27.338,25 26.719,23 11.248,76 16.300,06 6.161,42 6.161,42 TOTAL 31 1.519.663,69 1.165.409,92 365.092,80 1.550.662,96 1.179.098,29 372.265,06 27.338,25 26.719,23 11.248,76 673.819,73 683.030,30 #N/D Lucas (2016)
REFERÊNCIAS
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dinâmicas, ideias inovadoras e dicas que realmente funcionam. 3ª. Ed. São Paulo: Campus, 2000.
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