3. Results
4.6 Photo-enhanced toxicity of crude oil
4.6.1 Possible photomodification of PAHs
O método de Puls modificado encontra-se em utilização desde 1949 tendo sido modificado por U.S. Bureau of Reclamation. Baseia-se em aproximações de diferenças finitas da equação de conservação de massa (Henderson, 1966).
Para o método de Puls modificado a equação da continuidade é descrita por:
+ . = 0
Sendo assim, a equação acima referida indica que a vazão de entrada lateral é insignificante, por o termo direito da equação ser zero permitindo variar a largura ao longo do canal. Recombinando a equação e incorporando as aproximações de diferenças finitas para as derivadas parciais:
(T− T= ∆L.∆.
Onde:
Ῑt – média de vazão rio acima durante um período ∆t;
Ōt – média de vazão rio abaixo durante o mesmo período;
∆St – mudança de volume no rio durante o período;
Este método pode ser útil para representar ressaltos hidráulicos devido a constrições de escoamento no canal, também com efeitos no ressalto hidráulico serem completamente contidos no rio (U.S. Army Corps, retirado de Avaliação da Vulnerabilidade de Barragens ao rompimento de pequenos barramentos localizados a montante de Mendes[2008]).
109
10.4.
Cenário 1
Seguidamente apresentam-se os passos para a construção do modelo no Cenário 1 (descrito no capítulo 6) do programa HEC-HMS, de modo a se obter os Hidrogramas pretendidos.
Figura 61 – Modelo traçado para o Cenário 1
110
Figura 63 - Dados genéricos da bacia 2 e selecção do método de perdas
111
Figura 65 - Parâmetros requeridos pelo modelo de perdas seleccionado da Bacia 2
Figura 66 – Tlag corresponde a 0.6 x Tc da Bacia 1
112
Figura 68 – Estação Met1 atribuída à bacia 1 e Estação Met 2 atribuída à bacia 2 no módulo meteorológico
113
Figura 70 - Definição da chuvada na Estação Met 1
114
Figura 72 – Hidrograma da Bacia 1
Figura 73 – Resumo dos Resultados da Bacia 1 (mm)
Tem-se um caudal de pico na bacia 1 de 13,80 m3/s, uma chuvada de 38,92 mm, dos quais 15,43 mm são perdas e 23,49 mm contribuem para o escoamento superficial.
115
Figura 74 – Resumo dos Resultados da Bacia 1 (m3)
No evento centenário da bacia 1 são precipitados 47900 m3 dos quais 28900 m3 afluem ao sistema de drenagem superficial no período do evento (1 hora≈tc da bacia).
116
Figura 76 – Resumo dos Resultados da Bacia 2 (mm)
Consta-se um caudal de pico na bacia 2 de 18,70 m3/s, uma chuvada de 39,66
mm, dos quais 16,08 mm são perdas e 23,58 mm contribuem para o escoamento superficial.
Figura 77 – Resumo dos Resultados da Bacia 2 (m3)
No evento centenário da bacia 2 são precipitados 67400 m3 dos quais 40100 m3 afluem ao sistema de drenagem superficial no período do evento (1 hora≈tc da bacia).
117
Figura 78 – Hidrograma Comparativo da Bacia 1 e 2 com o Hidrograma da “Junção” das duas Bacias
Figura 79 – Resumo dos Resultados da “Junção” das duas bacias (mm)
Obtém-se um caudal de pico combinado na “Junção” das duas bacias de 32,50 m3/s, e contribuem 23,54mm para o escoamento superficial combinado das duas bacias.
118
Figura 80 – Resumo dos Resultados da “Junção” das duas bacias (m3)
No evento centenário da “junção” das duas bacias afluem 69000 m3 no sistema de drenagem superficial.
Figura 81 – Resumo dos Resultados do Cenário 1 (Volume - mm)
119
10.5.
Cenário 2
Em relação, ao Cenário 2, seguem-se os passos para a construção do modelo descrito no cenário mencionado (descrito no capítulo 6) no programa HEC- HMS, de modo a se obter os Hidrogramas pretendidos.
Figura 83 – Modelo traçado para o Cenário 2
120
Figura 85 - Dados genéricos da bacia 2´ e selecção do método de perdas
121
Figura 87 - Parâmetros requeridos pelo modelo de perdas seleccionado da Bacia 1´
122
Figura 89 - Parâmetros requeridos pelo modelo de perdas seleccionado da Bacia 3´
123
Figura 91 – Tlag corresponde a 0.6 x Tc da Bacia 2´
124
Figura 93 – Estação Met atribuída à bacia 1´, Estação Met 2 atribuída à bacia 2´ em Estação Met3 atribuída à bacia 3´ no modelo meteorológico
125
Figura 95 – Definição da chuvada na Estação Met
126
Figura 97 - Definição da chuvada na Estação Met 3
127
Figura 99 – Resumo dos Resultados da Bacia 1´ (mm)
Verifica-se um caudal de pico na bacia 1´ de 13,40 m3/s, uma chuvada de 38,92 mm, dos quais 15,61 mm são perdas (infiltração e outras) e 23,31 mm contribuem para o escoamento superficial.
Figura 100 – Resumo dos Resultados da Bacia 1´ (m3)
No evento centenário da bacia 1´ são precipitados 47100 m3 dos quais 28200 m3 afluem ao sistema de drenagem superficial no período do evento (1 hora≈tc da bacia).
128
Figura 101 – Hidrograma da Bacia 2´
Figura 102 – Resumo dos Resultados da Bacia 2´ (mm)
Tem-se um caudal de pico na bacia 2´ de 18,50 m3/s, uma chuvada de 39,66 mm, dos quais 16,08 mm são perdas (infiltração e outras) e 23,58 mm contribuem para o escoamento superficial.
129
Figura 103 – Resumo dos Resultados da Bacia 2´ (m3)
No evento centenário da bacia 2´ são precipitados 66600 m3 dos quais 39600 m3 afluem ao sistema de drenagem superficial no período do evento (1 hora≈tc da bacia).
130
Figura 105 – Resumo dos Resultados da Bacia 3´ (mm)
Tem-se um caudal de pico na bacia 3´ de 1 m3/s, uma chuvada de 10,65 mm, dos quais 4,40 mm são perdas (infiltração e outras) e 6,25 mm contribuem para o escoamento superficial.
Figura 106 – Resumo dos Resultados da Bacia 3´ (m3)
No evento centenário da bacia 3´ são precipitados 400 m3 dos quais 200 m3 afluem ao sistema de drenagem superficial no período do evento (1 hora≈tc da bacia).
131
Figura 107 – Hidrograma Comparativo da Bacia 1´, 2´ e 3´ com o Hidrograma da “Junção” das três Bacias
Figura 108 – Resumo dos Resultados da “Junção” das Três Bacias (mm)
Tem-se um caudal de pico combinado da “Junção” para o cenário 2, de 31,90 m3/s e contribuem 23,23mm para o escoamento superficial combinado.
132
Figura 109 – Resumo dos Resultados da “Junção” das três bacias (m3)
No evento centenário da junção das três bacias afluem 68100 m3 no sistema de drenagem superficial.
Figura 110 – Resumo dos Resultados do Cenário 2 (Volume - mm)
133