• No results found

5.2 Politiverktøy og politistrategier

5.2.2 Politiinnsatsen mot broken windows

A metodologia utilizada para a elaboração do diagnóstico dos impactos das ações dos projetos de extensão da UCB permeia o contexto exploratório-descritivo, apresenta os resultados qualitativos em busca de uma visão geral das condições gerenciais dos projetos e os impactos na referida dimensão de Responsabilidade Social da Instituição.

O processo de amostragem, escolha dos documentos para análise, seguiu os quatro princípios básicos propostos por Richardson (2010, p. 232), com levantamento de todo o material dos projetos, ou seja, o portfólio; a representatividade do material; a homogeneidade da amostra e a adequação para o cumprimento do objetivo de caracterização do projeto.

Bardin (2009, p. 121) argumenta que para o desenvolvimento da análise de conteúdo é necessário passar por três fases, assim dispostas: 1) a pré-análise; 2) a

34

exploração do material e 3) o tratamento dos resultados, a inferência e a interpretação.

Por meio de estudo das informações obtidas nos relatórios anuais, foram extraídas informações referentes ao ano de 2010, acerca das ações dos projetos. Esses relatórios proporcionam, muito além da avaliação holística do processo, um detalhamento de informações a respeito das ações executadas e indicadores de desempenho que permitiram a caracterização e categorização das ações executadas pelos gestores, proporcionando uma visão geral do escopo dos projetos de extensão da IES. Também foram considerados os relatórios de gestão, publicados no sítio institucional, como forma de prestação de contas à Comunidade Universitária para a organização da matriz.

Para a modelagem da matriz de avaliação dos impactos também foram associadas abordagens qualitativas e quantitativas, divulgadas nos registros documentais dos projetos de extensão da IES. O levantamento de documentos foi realizado com a colaboração da Pró-reitoria de extensão da UCB e também pelo sítio da Instituição.

Os relatórios institucionais constituem-se de uma importante fonte de dados para a pesquisa e possibilitam o conhecimento dos mais variados aspectos dos projetos de extensão da Universidade. Para o conhecimento das especificidades dos projetos e elaboração de uma matriz de avaliação dos impactos das ações dos projetos foi necessário a realização de uma análise de conteúdo, que segundo Chaumier (apud Bardin, 2009, p. 47) se trata de [...] um conjunto de operações visando representar o conteúdo de um documento sob forma diferente da original ou ainda [...] permite passar de um documento primário para um documento secundário, que possibilita por classificação, identificar os elementos de informação dos documentos, o recorte da informação, divisão em categorias [...] .

Os sujeitos da pesquisa são os projetos de extensão da UCB, classificados segundo a sua característica de inclusão social, desenvolvimento econômico e social e defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural. A escolha dos projetos de extensão, para análise preliminar do modelo proposto, foi decorrente da análise de conteúdo dos relatórios anuais que possuíam mais de três anos consecutivos de atividades e,das características dos projetos,ademais os que atendem as especificidades de gestão de projetos de extensão universitária e também as Diretrizes de Extensão da UCB.

35

O método de avaliação dos impactos consiste na listagem, em forma de matriz, dos projetos existentes na IES referenciado na dimensão 3 (Responsabilidade Social da Instituição) do relatório de autoavaliação institucional do ano de 2010. Foram identificados os componentes característicos de Responsabilidade Social proposto pela CONAES/MEC, com listagem das ações e indicadores dos principais impactos dos projetos e programas, para visualização de um cenário preliminar acerca do cumprimento do compromisso social da IES.

Para escolha do método de avaliação de impactos considerou-se os seguintes critérios:

Adequação na identificação dos impactos;

Adaptação à uma grande variedade de projetos na comunidade e à análise dos seus efeitos;

Possibilidade de avaliação qualitativa dos impactos; Baixo custo;

Facilidade na interpretação dos resultados;

Indução de estudos aprofundados de outras ações formadoras de impactos.

O método de avaliação ambiental escolhido foi o método matricial proposto por Pastakia and Jensen (1998) onde são correlacionados as ações, os componentes ambientais dos projetos e os impactos causados por eles.

Os componentes ambientais considerados por essa matriz de avaliação são: Físicos/Químicos: cobrem todos os aspectos físicos e químicos do meio ambiente, incluindo os recursos naturais não renováveis (não-biológicos) e a degradação do meio ambiente físico pela poluição.

Biológicos/Ecológicos: cobrem todos os aspectos do meio ambiente, incluindo recursos naturais renováveis, conservação da biodiversidade, interações entre as espécies e poluição da biosfera.

Sociológicos/Culturais: cobrem todos os aspectos humanos do meio ambiente, incluindo questões sociais que afetam indivíduos e comunidades; junto com aspectos culturais, incluindo a conservação da herança e desenvolvimento humano.

36

Econômicos/Operacionais: para identificar qualitativamente as

consequências econômicas da mudança ambiental.

Segundo Pastakia and Jensen (1998) o Método matricial para Avaliação Rápida de Impactos (RIAM Rapid Impact Assessment Matrix) adota critérios e ponderações de avaliação dos impactos organizados em dois grupos, nominados de A e B.

No grupo A têm-se os critérios de importância para a condição e podem mudar individualmente a contagem obtida.

No grupo B verificam-se os critérios de valor para a situação, mas que individualmente não seriam capazes de mudar a contagem obtida.

O sistema de contagem requer a simples multiplicação das contagens dadas para cada um dos critérios.

O uso do multiplicador total para o grupo A (At) é importante porque assegura que o peso individual de cada contagem seja expresso, considerando que a simples soma poderá fornecer resultados idênticos para diferentes condições. A ponderação apresentada no grupo A é obtida através da equação 1.

Equação 01 Onde:

A1 - Importância da Condição: uma medida da importância da condição é avaliada comparativamente aos limites espaciais ou interesses humanos que serão afetados. As escalas são assim definidas:

4 - importante para os interesses nacionais/internacionais. 3 - importante para os interesses regionais/nacionais.

2 - importante para as áreas imediatamente fora da condição local. 1 - importante somente para a condição local.

0 - sem importância.

A2 - Magnitude das Mudanças/Efeitos: medida de escala dos benefícios/malefícios de um impacto ou uma condição, na forma:

+3 - grandes benefícios.

+2 - significativa melhoria no estado geral. +1 - melhoria no estado geral.

37

-1 - impactos negativos no estado geral.

-2 significativos impactos, negativos no estado geral.

-3 - grandes impactos negativos.

O método RIAM faz referência a magnitude das mudanças e/ou efeitos em uma dimensão negativa (Item A2), essa inferência também será considerada para o seguimento de projetos de extensão educacional, mesmo considerado que os impactos dos projetos objetivam melhorias no meio sócio/econômico/cultural.

A contagem para o critério de valor total do grupo B (Bt) é somada junta, para fornecer um somatório simples (Equação 02), assegurando que as contagens de valor individuais não possam influenciar a contagem global, mas que a importância

coletiva de todos os valores seja integralmente levada em consideração.

Equação 02 Onde:

B1 - Permanência: define quando uma condição é temporária ou permanente e deve ser vista somente como medida de status temporal da condição, com a escala:

1 - sem mudanças/não aplicável.

2 temporárias.

3 permanentes.

B2 - Reversibilidade: define se a condição pode ser mudada e é uma medida de controle sobre o efeito da condição. Não deve ser confundida ou equacionada com permanência, tendo a escala:

1 - sem mudança/não aplicável.

2 reversível.

3 irreversível.

B3 - Cumulatividade: Define se o efeito terá impacto direto simples, se será cumulativo no tempo ou efeito sinergístico com outras condições.

1 - sem mudança/não aplicável. 2 - não cumulativa/simples.

38

Para obter o resultado final da avaliação, denominada Enviromental Score

ES, é realizado a multiplicação do resultado do grupo A e B conforme demonstrado

na Equação 03.

Equação 03 O modelo de matriz idealizado é uma adaptação do RIAM e avalia os impactos das ações dos projetos selecionados, considera as orientações da CONAES, as diretrizes de extensão da UCB e os aspectos comuns na gestão dos projetos de extensão (Apêndice A).

Com base nas orientações propostas pela CONAES e no objetivo central dos projetos, foram enquadrados sete projetos em núcleos representativos, conforme Figura 2.

A avaliação global dos principais impactos observados foi realizada em parceria com os gestores dos sete projetos,são eles: Projeto de Educação Ambiental - PEA, Programa de Arte e Cultura - PAC, Projeto Ciranda, Centro de Convivência

do Idoso CCI, Projeto Alfabetização Cidadã, Serviço de Orientação Inclusiva

SOI, Projeto de Estágio e Empregabilidade PROJEM. Classificados segundo as

seguintes características:

1) Inclusão Social: Serviço de Orientação Inclusiva SOI, Alfabetização

Cidadã e Centro de Convivência do Idoso - CCI.

2) Desenvolvimento Econômico e Social: Projeto de Estágio e

Empregabilidade PROJEM e Projeto Ciranda.

3) Defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural: Projeto de Educação Ambiental e Programa da

Arte e Cultura PAC.

Dentre os projetos analisados existem os que possuem sinergia com mais de uma dessas características apresentadas acima. Eles possuem características dos três núcleos representativos das orientações do CONAES. Podem ser classificados tanto como inclusão social, como de desenvolvimento econômico e social, quanto de defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural. São projetos que vivenciam na integralidade todas as questões abordadas pelo CONAES, em decorrência de sua interatividade.São eles: o CCI e o Projeto Ciranda, ambos possuem as três características ponderadas pelo CONAES.

Figura

Fonte: elaborado pelo autor

escop levant enviad de co seguin forma

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

Figura

Fonte: elaborado pelo autor

P

ro

je

to

Figura 2: Núcleos Representativos

Fonte: elaborado pelo autor

Para d opo gera ntamento iados à P conteúdo, uintes co ação de

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

Figura 3: Escopo dos projetos de extensão da UCB

Fonte: elaborado pelo autor

Inclusão Social

Alfabetização Cidadã

: Núcleos Representativos

Fonte: elaborado pelo autor

a definir ral de tod nto do po Pró-reito do, desco compone de parce

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

: Escopo dos projetos de extensão da UCB

Fonte: elaborado pelo autor

Inclusão Social

Alfabetização Cidadã

SOI

: Núcleos Representativos

Fonte: elaborado pelo autor

ir o dese todos os portfólio itoria de e cobriu-se nentes: d cerias/fom

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

: Escopo dos projetos de extensão da UCB

Fonte: elaborado pelo autor

Alfabetização : Núcleos Representativos senho do s projeto io dos pro e extensã se que to : de form fomento;

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

: Escopo dos projetos de extensão da UCB

Desenvolvimento Econômico e Social PROJEM dos proje etos da e projetos e são, refe todos os rmação/e o; de ativ

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

: Escopo dos projetos de extensão da UCB

Desenvolvimento Econômico e Social PROJEM Núcleo ojetos qu extensão s e a leit ferentes os projeto /ensino; tividades

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

: Escopo dos projetos de extensão da UCB

Defesa: meio ambiente; memória cultural; produção artística; patrimônio cultural úcleos quanto a são da U eitura dos s ao ano etos de e o; de cap es de ar

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho. Defesa: meio ambiente;

memória cultural; produção artística; patrimônio cultural PAC PEA a nature UCB (Fig os relató no de 201 extensã apacitaçã arte/cultu

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho. Defesa: meio ambiente;

memória cultural; produção artística; patrimônio cultural PAC PEA ureza e f Figura 3) atórios me 010. Por são da U ação de ltura/espo

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho. Sinergístico formata ), foi rea mensais or meio d UCB pos e colabor sportiva;

para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho. Sinergístico CCI Ciranda ta ç ã o , e re a liz a d o s e a n u a d a a n á li o s s u e m o ra d o r; d ; d e a p o para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

Ciranda 39 e o do o uais álise os ; de poio para execução das atividades e de controle com formato avaliativo de desempenho.

considerando: ações/at se a c Extensão (Figura uma caract desígn

para com a sociedade.

Figura

Fonte: elaborado pelo autor

A aná considerando: as oficinas formativas. por m partici colaborador no desen de gra

externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações. encon

esportivas entre a comunidade universitária. espaços de formação.

entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Respe ações/ativida a classific Extensão (Figura As Dir a ação a acterizam ígnio edu

para com a sociedade.

Figura 4: Função das ações dos projetos de extensão da UCB

Fonte: elaborado pelo autor

análise d considerando:

Forma

oficinas formativas.

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, meio d

ticipação e

colaborador no desen Forma

graduação

externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações. Promo

ontros, s

esportivas entre a comunidade universitária. Ativida

espaços de formação. Apoio:

entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. peitadas idades qu ificação se Extensão (Figura 4). Diretrizes acadêm m a funç ducativo para com a sociedade.

: Função das ações dos projetos de extensão da UCB

Fonte: elaborado pelo autor

Político

de con ação/ens oficinas formativas.

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, de ofic

o em fóru colaborador no desen

ação de ção, de e

externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações. oção de

seminár

esportivas entre a comunidade universitária. idades de

espaços de formação. io: as pre

entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. s as co que ocorr segundo ). es de Ex mica que nção soci o instituc para com a sociedade.

: Função das ações dos projetos de extensão da UCB

Fonte: elaborado pelo autor

Político

onteúdo ensino: os oficinas formativas.

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, ficinas,

óruns, con

colaborador no desenvolvimento das atividades do projeto. de parcer

extensã

externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações. de event

ários, pa

esportivas entre a comunidade universitária. de arte/

espaços de formação. prestaçõe

entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. considera orreram e do o com Extensão que contr cial, técn tucional, c

: Função das ações dos projetos de extensão da UCB

Ético

o possib os cursos

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, , palestra

ongresso

volvimento das atividades do projeto. erias: as

são, de p

externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações. entos: as

palestras

esportivas entre a comunidade universitária. te/cultura/

ões de s

entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. erações a em 2010 mponent o (UCB, ntribui co cnica, cie l, como fo

: Função das ações dos projetos de extensão da UCB

Técnico

sibilitou os forma

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, stras, cu

sos ou o

volvimento das atividades do projeto. as parceri

pesquis

externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações. as ações

as, coló esportivas entre a comunidade universitária.

ra/esporti serviços

entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. apresen 10 segun nte do pr B, 2009b com a s ientífica, forma d

: Função das ações dos projetos de extensão da UCB

Técnico

a desc ativos a

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, cursos d

outras a

volvimento das atividades do projeto. erias inte

isa, de p externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações.

es de pr lóquios, esportivas entre a comunidade universitária.

rtiva: as os espec

entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. sentadas, undo as projeto d 9b, p.24) socieda a, ética e de mani

: Função das ações dos projetos de extensão da UCB

Social

escrição aos bene

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, de cap

atividade volvimento das atividades do projeto.

ternas co pós-gra externas, que auxiliam no desenvolvimento de ações.

promoçã , ativida as visitas ecializado entre as equipes, execução de tarefas administrativas.

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. s, elabo s suas ca de acord 4) consid dade, po e política nifestaçã Científico o desses neficiado

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, apacitaçã

des de m volvimento das atividades do projeto.

com curs raduação ção de f dades de itas a ce dos, refle

Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. borou-se caracterí ordo com idera que por meio tica . Rati ção da responsabilidade Científico ses com dos pelo

Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, ação pro motivaçã rsos e pr ão e as festas, de inter centros flexões t Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão. e a lista erísticas e m as Dire que a ex io de aç atificando responsabilidade mponente lo projeto Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho,

rofissiona ção para programa s parceria s, festiva teração o s cultura s temática Controle: as atividades avaliativas, de supervisão e de revisão.

istagem d s e, inicio iretrizes d extensão ações qu do, assim responsabilidade 40 ntes to e Capacitação do colaborador: a formação do grupo (equipe) de trabalho, onal, ra o mas erias vais, ou rais, ticas de ciou- s da ão é que im o responsabilidade

41

Considerando a classificação das ações dos projetos segundo as diretrizes de extensão da UCB, o passo seguinte foi listar os principais impactos das ações dos projetos para iniciar a avaliação qualitativa dos impactos gerados pelas ações.

A avaliação das características dos impactos foi idealizada com a participação dos gestores dos projetos de extensão da UCB, para melhor explanação qualitativa da nota atribuída, considerando tratar-se de especialistas na área de conhecimento do projeto.

Para a compreensão das argumentações sobre as notas atribuídas, quanto à percepção dos impactos dos projetos, é necessário o acompanhamento da Figura 6 que também foi descrito na metodologia.

Contudo o RIAM avalia como componentes ambientais os meios: físico/químico; biológico/ecológico; social/cultural e econômico/operacional.

Como argumentado anteriormente, os projetos de extensão da UCB se enquadram prioritariamente nos componentes econômicos e sociais. Sendo assim, optou-se por detalhar essa característica para que fossem contempladas as Diretrizes de Extensão publicada pela UCB em 2009.

Incluem-se no instrumento modificado os componentes ambientais segundo a Figura 5.

Figura 5: Componentes ambientais do instrumento modificado

Fonte: adaptado de Pastakia e Jansen(1998)

Físico/Químico

Biológico/Ecológico

Social/Cultural

Social

Político

Ético

Técnico

Científico

Econômico

impac anteri entendendo de ex população alvo Figura Fonte: Pastakia Os cr actos sã eriorment entendendo extensão população alvo Figura 6: Caracteriza Fonte: Pastakia critérios são os nte. Con que tod ão tem co

população alvo. Seguem os grupos considerados na avaliação:

: Caracterização dos Impactos

Fonte: Pastakiae Jansen

s adotad s mesm onsidera toda interv

como ob

. Seguem os grupos considerados na avaliação:

ção dos Impactos

Jansen(1998) ados para mos ado raram-se tervenção objetivo/m

. Seguem os grupos considerados na avaliação:

ção dos Impactos

) ara a av adotados se os ão promo o/meta a

. Seguem os grupos considerados na avaliação: avaliação

s no m aspecto ovida pe a promo

. Seguem os grupos considerados na avaliação: ão qualit

método ctos de pelos pro oção so

. Seguem os grupos considerados na avaliação: litativa d o RIAM, de efeito rojetos, p social, ec . Seguem os grupos considerados na avaliação:

das car M, confo

itos neg , program econômic . Seguem os grupos considerados na avaliação:

aracteríst nforme e egativos amas e a mica e cu ísticas do explicad s mesmo atividade cultural d 42 dos cado mesmo ades l da

atribuída. apresentado instrumento

Figura

Fonte: elaborado pelo autor Figura

Fonte: adaptado de Pastakia

impactos

após preenchimento das características do projeto e do c Característic Projeto Característic Projeto Legenda: Para