3. Metode
3.3. Planlegging – utvalg og rekruttering
aplicados e das épocas de avaliação para os parâmetros analisados na leguminosa submetida aos diferentes solos (Tabela 9). Os níveis crescentes de Se apresentaram efeito significativo para os teores de cálcio, ferro e manganês, sendo que com base na literatura consultada não se encontrou explicação para este comportamento.
Tabela 9. Minerais nas plantas de Stylosanthes capitata submetidas a tratamentos com aplicação de níveis de Selênio no solo e ao longo do tempo
P S K Ca Mg Cu Fe Mn Zn Se g.kg-1 mg.kg-1 µg.kg-1 0 1,2a 1,0b 37a 18b 1,8a 8a 56b 60,95ab 96a 34,8b 10 1,3a 1,2b 37a 19b 1,8a 9a 53b 58,60b 99a 113,6ab Doses de Se (g.ha-1) 20 1,3a 1,4a 37a 20a 1,8a 9a 69a 70,2a 89a 135,9a 30 1,1b 1,1a 45a 21a 2,0a 9a 66a 46,74b 119a 159,8a Épocas de Avaliação (dias) 80 1,5 a 1,4a 29b 17b 1,7b 9a 53b 79,76a 71b 29,8a
Médias acompanhadas de mesma letra na coluna não diferem estatisticamente entre si por Tukey 10%
O teor médio de fósforo aumentou ao longo do tempo (p<0,0001) passando de 1,1 para 1,5 g.kg-1 e não houve efeito dos níveis de Se aplicados. Os teores situam-se abaixo da faixa considerada adequada para a leguminosa por Raij et al. (1996) que é
em fase de terminação, os teores obtidos foram suficientes para suprir a exigência, que se situa entre 5 a 11 g.dia-1 conforme o NRC (1996), de um animal a pasto consumindo 2,5% de seu peso vivo em massa seca de forragem.
O teor médio de enxofre foliar não apresentou efeito para as épocas de avaliação, mas houve tendência de aumento de 1,1 para 1,4 g.kg-1 da primeira para a segunda época. O aumento não foi suficiente para atingir a faixa considerada adequada para a leguminosa que é de 1,5 a 3 g.kg-1 segundo Raij et al. (1996) e conforme o NRC (1996), os teores obtidos não foram suficientes para suprir as exigências de bovinos de corte que é de 0,15% de enxofre na massa seca (1,5 g.kg-1).
Além dos baixos teores de S em consequência da ausência de aplicação de enxofre na fertilização, os níveis de Se aplicados (p=0,0001) apresentaram efeito linear positivo com o S (Figura 14) contrariando as perspectivas de redução que seriam justificadas pelo fato de competir pelos mesmos sítios de absorção que o Se (MALAVOLTA, 1980).
O comportamento do enxofre condiz com os resultados de Huang et al. (2008) em trabalho com milho e concentrações de 5 e 10 µM Se na solução na forma de selenato, em que verificou aumento no acúmulo de S em zonas de crescimento da planta em consequência do aumento da concentração de Se na solução aplicada.
Médias acompanhadas de mesma letra não diferem estatisticamente entre si por Tukey 10%
Figura 15. Teores médios de enxofre foliar em Stylosanthes capitata submetida a tratamentos com aplicação de níveis de Selênio no solo
O teor foliar de potássio médio reduziu do primeiro para o segundo corte de 45 para 29 g.kg-1 (p<0,0001) porém, mesmo com a redução os teores são interpretados como elevados considerando a faixa adequada entre 10 a 30 g.kg-1 para Stylosanthes conforme Raij et al. (1996), refletindo os efeitos das adubações potassicas de implantação e cobertura.
Os teores de potássio obtidos foram maiores do que a exigência nutricional para bovinos de corte que é de 0,6% de potássio na massa seca (6 g.kg-1), segundo NRC (1996).
O teor médio de cálcio apresentou efeito do tempo (p=0,0080) e dos níveis de Se aplicados (p=0,0080). Houve redução do teor médio de 21 para 17 g.kg-1 ao longo do tempo e destaque do tratamento com 20 g.ha-1 de Se que apresentou teor médio de 20,3 g.kg-1, enquanto a testemunha e a dosagem de 10 g.ha-1 de Se não diferiram entre
Os teores médios de cálcio obtidos encontraram-se contidos na faixa adequada que é de 5 a 20 g.kg-1 para o Stylosanthes segundo Raij et al. (1996) e apresentaram- se acima das exigências dos bovinos de corte, que segundo o NRC (1996) é de 6 a 14 g.dia-1.
O comportamento de redução no tempo foi observado em todos os níveis de Se aplicados conforme a interação tratamento x tempo (p=0,0177) apresentada na Tabela 10, assim como destaque da dosagem de 20 g.ha-1 de Se no primeiro corte.
Tabela 10. Teores médios de Cálcio foliar em Stylosanthes capitata submetidos a tratamentos com níveis de aplicação de Selênio no solo avaliados ao longo do tempo.
Teores Foliares Médios de Cálcio (g.kg-1) Tempo
Doses de Se
(g.ha-1) 30 dias 80 dias
0 19Ba 17 Ab
10 20Ba 17 Ab
20 23 Aa 17 Ab
Médias acompanhadas de mesma letra maiúscula na coluna e médias acompanhadas de mesma letra minúscula na linha não diferem estatisticamente entre si por Tukey 10%
O teor médio de magnésio foliar apresentou influencia do tempo (p=0,0008), passando de 2 para 1,7 g.kg-1 do primeiro para o segundo corte. Dentre os níveis de Se
aplicados, não houve diferenças sendo que, os teores médios obtidos estão contidos dentro da faixa adequada para Stylosanthes conforme Raij et al. (1996), que é de 1,5 a 4 g.kg-1.
O teor médio de cobre não apresentou efeito a nenhum dos parâmetros avaliados, porém apresentou tendência a aumentar conforme os níveis de Se aplicados (p=0,0795) com obtenção das médias 8, 9 e 9 mg.kg-1 para a testemunha e as doses 10 e 20 g.ha-1 respectivamente, sendo interpretados como adequados considerando a faixa entre 6 a 12 mg.kg-1 (RAIJ et al., 1996).
O teor médio de ferro foliar reduziu ao longo do tempo (p<0,0003) passando de 66 para 53 mg.kg-1 e foram observados efeito da aplicação dos níveis crescentes de Se (p=0,0019) em que a maior dose (20 g.ha-1 de Se) se destacou com 69 mg.kg-1 enquanto a testemunha e o tratamento com 10 g.ha-1 de Se apresentaram as médias 56
e 53 mg.kg-1 respectivamente, porém os teores foram considerados adequados conforme a faixa entre 40 a 250 mg.kg-1 (RAIJ et al., 1996).
Houve efeito da interação tratamento x tempo (p=0,0049) conforme Tabela 11 em que observou-se os maiores teores foliares de ferro para os tratamentos com aplicação de Se no primeiro corte, com sua redução no tempo e ausência de alteração no teor de ferro para a testemunha. Conforme Malavolta (1980) o selenato é a forma predominante na absorção das plantas e, diferentemente do Selenito, no solo esta não se fixa ao ferro, o que pode ter possibilitado a maior absorção de ferro e Se pela leguminosa nos tratamentos com Se aplicado na forma de selenato.
Tabela 11. Teores médios de ferro foliar em Stylosanthes capitata submetidos a tratamentos com aplicação de níveis de Selênio no solo avaliados ao longo do tempo
Teores Foliares Médios de Ferro (mg.kg-1) Tempo
Doses de Se
(g.ha-1) 30 dias 80 dias
0 57 Ba 56 Aa
10 59 Ba 47 Ab
20 83 Aa 54 Ab
Médias acompanhadas de mesma letra maiúscula na coluna e médias acompanhadas de mesma letra minúscula na linha não diferem estatisticamente entre si por Tukey 10%
O teor médio de manganês foliar aumentou no tempo (p<0,0001) passando de 47,7 no primeiro para 79,8 mg.kg-1 no segundo corte, o que poderia ser explicado pelo favorecimento da interação entre manganês e potássio segundo Rosolem (2005). Os níveis de Se apresentaram efeito quadrático positivo (p=0,0253) sobre os teores de manganês conforme pode ser verificado na Figura 15.
Médias acompanhadas de mesma letra não diferem estatisticamente entre si por Tukey 10%
Figura 16. Teores médios de manganês foliar em Stylosanthes capitata submetida a tratamentos com aplicação de níveis de Selênio no solo
O teor médio de zinco reduziu ao longo do tempo (p<0,001) passando de 119 para 71 mg.kg-1 e a aplicação dos níveis de Se não apresentaram efeito, no entanto, os teores foram interpretados como altos segundo a faixa considerada adequada para
Stylosanthes por Raij et al (1996), que é de 20 a 50 mg.kg-1.
Para os micronutrientes analisados visando os requerimentos nutricionais de bovinos de corte NRC (1996), os teores médios de Fe e Cu encontraram-se dentro dos intervalos requeridos que é de 50 a 100 mg.kg-1 para o teor de Fe e de 4 a 10 mg.kg-1 para o Cu, porém, os teores de Mn e Zn obtidos encontraram-se acima dos intervalos requeridos que para o Mn é de 20 a 50 mg.kg-1 e para o Zn é de 20 a 40 mg.kg-1.
4.2.3 Parâmetros químicos do solo submetidos à Brachiaria brizantha cv.