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4.2 ’Tidlig fase’ vurderinger

4.3 Planlegging, design og marked,

Letra: William Edwin Entzminger Música: Emiline Willis Lindsey, 1916

Minha pátria para Cristo eis a minha petição Minha pátria tão querida, eu te dei meu coração;

Lar prezado, lar formoso, é por ti o meu amor; Que o meu Deus de excelsa graça te dispense seu favor.

Salve Deus a minha pátria minha pátria varonil Salve Deus a minha terra, esta terra do Brasil

Quero, pois, com alegria, ver meu povo tão gentil Aceitando o evangelho nesta terra do Brasil. “Brava gente brasileira, longe vá temor servil”.

Ou ficar a Pátria salva, ou morrer pelo Brasil.

O resumo da teologia Batista presente nas peças corais pode ser visto da seguinte forma: O amor de Deus por toda a humanidade, o perdão divino tão graciosamente dado por meio da fé, o sacrifício expiatório de Jesus Cristo, e a regeneração visível da ética do mundo e a expectativa da vida eterna no céu.

Estes fatores acima descritos certamente contribuíram para o encantamento do Coro no culto Batista brasileiro, como também a causa de sua duração por tantos anos.

A formação de uma nova consciência musical e o desencanto do coro

A partir da década de setenta aconteceram algumas transformações musicais no cenário evangélico e teve a ver com o desenvolvimento da tecnologia nos meios de comunicações, como por exemplo, o aperfeiçoamento dos recursos de áudio e vídeo. Houve também um aperfeiçoamento nos instrumentos musicais. Os acústicos deram lugar aos eletrônicos.

Na década anterior, o rock roll ditava o ritmo e chegou como “expressão musical da contracultura, isto é, como contestação e ruptura com a tradição musical Ocidental, seja erudita ou popular”.51

A influência deste movimento começou a ser percebida nas Igrejas Batistas brasileiras no final da década de setenta. Nesta ocasião, algumas igrejas permitiram a introdução, em seus cultos, da bateria, da guitarra, do órgão eletrônico e do contrabaixo. Como complemento, vieram outros equipamentos eletrônicos.

Algumas mudanças também aconteceram nos ritmos e na estrutura musical. As cifras passaram a ser usadas com mais freqüência. Os cânticos começaram a ganhar popularidade nos cultos e o coro passou a dividir o espaço com esta nova manifestação musical.

Com a inserção das bandas e dos “grupos de louvor”, a função desempenhada pelo coro, gradativamente foi se transferindo para estes grupos. É provável que tenha sido a partir deste evento que se desencadeou um processo de desencanto da prática coral. Conseqüentemente, diante deste contexto inovador há notadamente uma mudança na preferência musical, principalmente entre jovens.

Quanto à funcionalidade do coro, Mendonça entende que este se estabelece no culto brasileiro seguindo duas vertentes: uma se refere ao grupo coral enquanto manifestação estética.

“Nesta circunstância, o coro começa e termina em si mesmo, ou seja, não tem necessariamente implicação litúrgica, vez que seu papel é narrativo. Seu papel é o de expressar musicalmente a história da fé cristã em estilo épico ou romântico”.52

O Coro, percebido nesta função, teria um caráter performancista, passando a depender exclusivamente da técnica e do bom desempenho mus ical. Este aspecto pode ter contribuído para a perda de espaço da prática coral visto que a técnica instrumental das bandas sobressaiu principalmente para os meios de comunicações.

A outra vertente que pode explicar a função do coro segundo Mendonça é a de expressão coletiva, na qual o coro faz parte de um todo e é entendido dentro de um contexto litúrgico inter-relacionados. Mendonça afirma que:

Se quisermos entender a função do coro na liturgia temos de recordar sua origem no teatro clássico em que o coro era um conjunto harmônico de atores que, como representantes do povo junto aos personagens principais, declarando e cantando narravam a ação, e comentavam, e freqüentemente nela intervinham com ponderações e conselhos. No culto o diálogo evolui em duas direções assimétricas: ora entre o povo e o oficiante, ora entre o povo e Deus. O diálogo entre o povo e Deus pode ser direto através das orações coletivas e dos cânticos congregacionais, e indireto através dos atos do oficiante e da participação do coro. É neste sentido que a função do coro se torna semelhante à do teatro clássico: ora faz declarações divinas em resposta às orações do povo, através dos responsos e intróitos por exemplo, ora do povo ao chamado de Deus, como nos finais e améns; expressa, também, o sentimento coletivo de louvor e adoração através das doxologias, e assim por diante.53

Esta função interativa, anteriormente desenvolvida pelo Coro, é agora, desempenhada pela Banda que possibilita um maior envolvimento das pessoas durante os cultos.

52 ANTONIO Gouvêa Mendonça. A Crise do Culto Protestante no Brasil. p.47 53 Ibid., p. 47

Outro fator que pode também ter contribuído para o desencanto da prática coral na maioria da s comunidades Batistas é que as peças corais em sua maioria ainda são adaptações ou traduções de coletâneas americanas. Esta influência musical ainda é muito forte no culto protestante brasileiro.

Entretanto, a música gospel apresenta uma possibilidade de aproximação com a cultura brasileira. Isto é perceptível no uso de instrumentos musicais regionais e em músicas que descrevem mais da realidade brasileira através de repertórios nacional.

Atualmente, a função do coro, nas comunidades que ainda o preservam, não é clara e depende do tipo de liturgia que é praticada naquele grupo.

O Coro como meio de “Entretenimento”

O entretenimento pode ser considerado como uma terceira função a ser desempenhada na prática coral e não estar relacionada diretamente com as outras funções descritas por Mendonça. O coro de entretenimento não tem objetivos religiosos e não há necessariamente uma exigência de performance, visto que boa parte de seus regentes é voluntária sem tantos conhecimentos musicais.

Esta constatação veio da experiência que tivemos como regente do coro da Empresa Telefônica de Campinas. Neste contato percebemos que, ao contrário das Igrejas Batistas, o coro tem tido uma aceitação considerável fora do contexto eclesial. Obviamente que, como já dissemos, a motivação do Canto Coral neste contexto segue outras vertentes sem pretensões religiosas.

O importante a ser observado é que Canto Coral deixou de ser exclusivo da igreja e se expandiu para os diversos campos da sociedade, como é o caso das escolas, que como já dissemos, teve seu desenvolvimento no maestro Villa-Lobos. Mas também tem sido uma prática comum em empresas públicas e privadas, onde exerce uma função muito importante de socialização. O Canto Coral passou a existir como forma objetiva de integração entre funcionários de diversos setores seculares.

O educador musical Antônio Sérgio afirma que:

no dia-a-dia de trabalho, muitas vezes as pessoas se interage m superficialmente, pois cada um leva em consideração os seus próprios problemas. No ensaio coral, todos se unem para desenvolver uma mesma atividade. No grupo, o cargo que cada integrante exerce na empresa deixa de ter importância. (...) A música e a convivência entre os participantes despertam a sensibilidade de todos não só para as questões relacionadas às áreas de atuação de cada um, mas também para assuntos das organizações como um todo, através do coro.54

Na cidade de Campinas, existem várias empresas que oferecem aos seus empregados a oportunidade de participar de coros, como é o caso da: Telefônica, Tim, Bosh, EPTV, Pirelli, Lucent, Cica, DPaschoal e outras.

Nas apresentações destes coros, as empresas querem levar até a comunidade a sua preocupação com os aspectos culturais e educacionais. Além disso, transformam o coro num trabalho de marketing, já que estes grupos levam a marca de suas empresas e chegam ao público de forma acessível. Neste aspecto ele é comercial, mas muito mais de entretenimento.

Vladimir Silva vê com bastante otimismo este novo quadro musical, pois para ele “um dos pontos mais importantes e positivos dessa expansão tem sido, incontestavelmente, a geração de novos empregos. O mercado vem sendo sensivelmente modificado e podemos ratificar nossa afirmação quando assistimos, num encontro de coros, a grupos com distintas denominações e finalidades. 55

Uma outra constatação quanto à força do Canto Coral, fora do contexto eclesial, dá- se ao acessar a Internet. Numa rápida busca podemos encontrar uma variedade de grupos oriundos de todo país, reunidos tanto em associações como atuando de forma independente.

54 Esta citação foi encontrada numa folha avulsa sem possibilidades de constatação de fonte. 55 VLADIMIR Silva. Mão e Contra -Mão: Os (Des) Caminhos do Canto Coral Brasileiro. www.pianoclass.com

Existe uma associação brasileira de regentes de coros com publicação periódica desde o ano de 2002 que abrange todo o território nacional e é apoiada pelo ministério da cultura. A segunda edição desta revista, chamada “Canto Coral”, traz uma relação de atividades corais, tais como: festivais, congressos, workshop seminários e convenções, tanto nacional, como internacionalmente. Isto nos dá uma visão da abrangência desta prática não vinculada à pratica eclesial.

Conclusões Preliminares

A formação de uma nova consciência musical no meio Batista, certamente provocou um certo desencanto na prática coral, pois tanto a função estética, quanto a função interativa educacional, anteriormente atribuída ao coro, passou a ser melhor desempenhada pela banda.

Há uma comprovação de que houve mudanças na preferência musical. O grande problema que surge a partir desta realidade é que se estabelece uma tensão no âmbito das Igrejas Batistas – em particular as igrejas pesquisadas na cidade de Campinas – provocando uma série de mudanças no comportamento cúltico destas comunidades. No bojo destas mudanças existe a discussão sobre a contextualização da liturgia e a música atual seria um dos fatores que justificaria o abandono de práticas mais antigas, dentre as quais, o Canto Coral.

Entretanto, se por um lado esta música é capaz de falar com mais intensidade para uma faixa etária mais jovem, por outro é vista por uma parcela de pessoas mais adultas, como uma tipologia que se distancia dos ideais Batistas, seja pela ótica do tradicionalismo, ou seja, pela perspectiva teológica.

CAPÍTULO 2

ESTUDO DE CASO: Aplicação e mensuração do questionário “Sem música, a vida seria um erro”.

Friedrich Nietzsche

Introdução

Este capítulo tem como objetivo apresentar os resultados da pesquisa realizada em seis Igrejas Batistas na cidade de Campinas. A interpretação dos dados obtidos possibilitou- nos esclarecer com mais exatidão a existência de uma tensão gerada a partir de conceitos e práticas que envolvem a música tradicional e a música contemporânea.

O formulário

O objetivo do questionário foi verificar a importância e a influência que a música exerce sobre as pessoas. Acreditando que tanto o Coro quanto a Banda podem conduzir as pessoas a diferentes experiências, os pesquisados tiveram que expressar seus sentimentos em relação a estas duas expressões musicais.

O formulário apresentado aos pesquisados é o que segue abaixo. FORMULÁRIO DE PESQUISA CIENTÍFICA I – DADOS PESSOAIS

Nome do pesquisado:__________________________________________________ Idade: _____ anos Sexo ( ) F ( )M

Igreja a que pertence: _________________________________________________ Qual a sua escolaridade? _______________________________________________ II – COMPOSIÇÃO DO QUESTIONÁRIO

1 - A sua igreja possui coro? ( ) Sim ( ) Não

2 - O que isso significa para você? ( ) É Bom

( ) É Ruim ( ) É indiferente

3 - A sua igreja possui banda? ( ) Sim ( ) Não 4 - O que isso significa para você? ( ) É Bom

( ) É Ruim ( ) É indiferente

5 – Qual é a prioridade musical para a sua igreja? ( ) Ter um coro

( ) Ter uma banda ( ) Os dois

6 - Que tipo de reação a música coral desperta em você? ( ) Introspecção ( ) Emoção ( ) Bem estar ( ) Indiferença ( ) Nada acontece ( ) Não respondeu

7 - Que tipo de reação a música de uma banda eletrônica desperta em você? ( ) Introspecção ( ) Emoção ( ) Bem estar ( ) Indiferença ( ) Nada acontece ( ) Não respondeu

8 - Que função a banda deve desempenhar no culto? ( ) Didática ( ) Performance ( ) Louvor ( ) Adoração ( ) Louvor e Adoração

9 - Que função o coro deve desempenhar no culto? ( ) Didática

( ) Performance ( ) Louvor ( ) Adoração

( ) Louvor e Adoração

10 - Que tipo de música mais se identifica com os Batistas? ( ) Coro

( ) Banda ( ) Os Dois ( ) Não Sei

11 - No culto Batista, o que é mais envolvente? ( ) Musica Coral

( ) Cânticos ( ) Os Dois

12 – A relação entre a música tradicional (coro, hino) e contemporânea (banda, cânticos) no culto Batista é:

( ) Conflituosa ( ) Compatível

Aplicação do questionário.

As entrevistas foram aplicadas através do questionário tendo como objetivo a obtenção de dados qualitativos para se chegar a descoberta de “motivações, crenças, atitudes e sensações” 56 sobre a música como expressão da tradição e/ou da contemporaneidade.

Os dados recolhidos correspondem a 92% dos formulários entregues, visto que 8% dos entrevistados decidiram não participar da pesquisa.

Metodologia

A metodologia adotada está baseada no método comparativo, por entender que é o melhor instrumental teórico para a realização desta pesquisa. Segundo Lakatos, o método comparativo:

Realiza comparações com a finalidade de verificar similitudes e explicar divergências (...) é usado tanto para comparações de grupos no presente, no passado, ou entre os existentes e os do passado, quanto entre sociedades de iguais ou de diferentes estágios de desenvolvimentos.57

Através da interpretação dos dados colhidos na pesquisa de campo, procuramos identificar os possíveis pontos de tensão entre a música Coral, representando a tradição e a Banda como expressão musical contemporânea.

Critérios de Investigação

Para entender com mais exatidão a aceitabilidade da pesquisa, procuramos defini- la através de três critérios:

Por faixa etária

Por gênero

56 NARESH K. Malhotra. Pesquisa de Marketing: Uma Orientação Aplicada. p. 163. 57 EVA Maria Lakatos. Metodologia Científica. p. 92

Por nível de escolaridade

A pesquisa foi desenvolvida com pessoas que, de alguma forma, estão ligadas à música, participando em Coros ou em Bandas. Essas pessoas têm uma influência direta nas programações da igreja local e participam em muitas decisões, sobremodo no aspecto musical.

A maior participação de pesquisados está na faixa etária que vai dos 16 a 30 anos, com 44%. Em seguida a idade dos 31 a 45 anos, com 27%, e depois, pessoas com idade acima dos 46 anos, com 16%. Por último, a idade dos 7 aos 15 anos, que representou 13% do universo pesquisado.

Contexto da pesquisa. Região Metropolitana de Campinas

Campinas é hoje um dos maiores centros do país, sendo considerada a maior cidade interiorana do país, com aproximadamente 1 milhão de habitantes. Segundo a revista Metrópole,58 só nos últimos cinco anos mais de duzentas mil pessoas migraram para a região, elevando sua população num ritmo muito rápido. Isto por ser uma forte expressão tanto no comércio, indústria e lazer, como no turismo e pesquisa. A cidade, que aniversaria em 14 de julho, surgiu na primeira metade do século XVII.59

Tanto a cidade quanto a região que está próxima a Campinas, apresentam diferentes expressões e manifestações culturais, religiosas, turísticas e artísticas. E no campo religioso, há uma diversidade de práticas, que por sua vez, expõe um cenário inovador no aspecto musical.

Constatamos a existência de várias escolas de música de maior e menor expressão, e com maior repercussão, os cursos de graduação oferecidos pela Universidade de Campinas

58 A revista Metró pole é uma edição que circula sempre aos domingos incorporada ao jornal local Correio Popular. A que serviu de fonte para esta pesquisa data de 17 de março de 1997.

– UNICAMP. Acreditamos que todos estes fatores, de alguma forma, influenciam na prática musical das Igrejas Batistas campineira.

É neste contexto desenvolvimentista que os Batistas têm procurado se inserir, contando hoje com mais de cinqüenta igrejas só no perímetro urbano. Há mais de vinte anos, funciona o FTBC (Faculdade Teológica Batista de Campinas) que incorpora, além do curso teológico, um curso de música sacra.

A proposta é desenvolver a pesquisa considerando toda esta estrutura e o contexto apresentado, principalmente no aspecto musical.

Contexto Estatístico Batista Campineiro

Segundo dados da própria denominação, encontrados na agenda da Convenção Batista de São Paulo, (CBESP),60 os Batistas na cidade de Campinas e adjacências são aproximadamente 7.000 membros distribuídos em duas associações, compostas por mais de 60 igrejas e com uma média de 70 pastores.

As igrejas pesquisadas e identificadas abaixo são representações destas associações. As igrejas pesquisadas estão inseridas nestas associações e são as primeiras comunidades a se estabelecerem na cidade. Portanto, as que têm mantido por mais tempo a prática do Canto Coral e um culto mais conservador.

Outro fator importante, é que o autor da pesquisa atua como pastor e ministro de música em uma dessas associações e é professor da Faculdade Batista lecionando disciplinas que se aproximam do assunto pesquisado.

1ª Igreja Batista

Rua: Andrade Neves, nº 1848 - Bairro do Castelo/Campinas-SP Pastor: Carlos Walter M. da Silva

60 CBESP - Convenção Batista do Estado de São Paulo, é o órgão que reúne todas as igrejas e congregações do estado, sendo filiada a CBB – Convenção Batista Brasileira que é a instância máxima da denominação. Tanto as convenções estaduais quanto a nacional se reúnem uma vez ao ano para tomarem decisões de ordem administrativas, eclesiásticas e teológicas.

Ministro de Música: Helena Teixeira Data de fundação: 03 de outubro de 1907 Hoje a Igreja conta com 500 membros ativos É uma comunidade de classe média

Possui uma banda e três coros: coro misto, coro jovem e coro Infantil.

Igreja Batista Central

Rua Dr. Quirino, nº 930 – Bairro Centro/Campinas-SP Pastor: Leandro Borges Peixoto

Ministro de Música: Wanilton Mahfuz Data de fundação: 14 de dezembro de 1957 Hoje a Igreja conta com 1.237 membros ativos É uma comunidade de classe média alta.

Possui quatro bandas e cinco coros: Coro misto, jovem, adolescente, 3ª idade e coro infantil.

Igreja Batista do Cambuí

Rua Vieira Bueno, nº 20 – Bairro Cambuí/Campinas-SP Pastor: Isaltino Gomes Coelho

Ministro de Música: Afrâneo Tadeu Data de fundação: 1º de janeiro de 1931 Hoje a Igreja conta com 325 membros ativos É uma comunidade de classe alta

Possui uma banda e três coros: Coro misto, adolescente, infantil

Igreja Batista do Taquaral

Av. Júlio Prestes, nº 288 – Bairro Taquaral/Campinas-SP Pastor: Agostinho Césa r Martins Soler

Não tem mais Ministro de Música Data de fundação: 19 de abril de 1970 Hoje a Igreja conta com 280 membros ativos É uma comunidade de cla sse média baixa

Possui duas bandas, um grupo de coreografia e não possui mais coros.

Obs.: Esta igreja apresenta uma realidade litúrgica diferente pois adotou um sistema eclesiástico denominado G12. Esta condição provocou mudanças em sua prática musical levando-a a supressão da hinódia tradicional Batista.

Igreja Batista Nova Canaã

Rua: Almirante Richard, nº 364 – Bairro Chácara da Barra/Campinas-SP

Pastor: Rúbem Cleviton Lota

Ministro de Música: Moisés Cantus e Rúbens Daminelli Data de fundação: 27 de outubro de 1985

Hoje a Igreja conta com 150 membros ativos É uma comunidade de classe média

Possui uma banda e dois coros: coro misto e coro infantil Igreja Batista Satélite Íris

Rua: Pastor Samuel de Campos Chiminazzo, 129 – Satélite Íris/Campinas-SP

Pastor: Mário Gomes de Barros Diretor de Música: Luzier Tavares

Data de fundação: 27 de outubro de 1985 Hoje a Igreja conta com 280 membros ativos É uma comunidade de classe baixa

Possui uma banda e dois coros: coro misto e coro infantil Perspectivas

A elaboração do questionário teve uma escolha criteriosa das questões diante das inúmeras possibilidades que o tema apresenta. Foi necessário sintetizar o assunto para que através da especificidade se extraísse o maior número de informações possíveis e relevantes a esta pesquisa. Portanto, as perguntas presentes no questionário são específicas de campos mais abrangentes, conforme apresentado abaixo:

1. Música – tradição e contemporaneidade: coros e bandas 2. Música e Reação

3. Música e Função 4. Música e Identidade

Análise

Os 8% dos formulários não respondidos correspondem a membros que simplesmente não quiseram participar da pesquisa, devolvendo-os em branco.

As crianças com idade acima de 7 anos que responderam a pesquisa, são participantes de coros em suas respectivas igrejas. Objetivamos com a participação delas mensurar, além do gosto musical a influência da música tradicional e/ou contemporânea sobre elas.

Em todas as igrejas a participação feminina é perceptivelmente maior em quase todas as atividades musicais da igreja.

Somente três das igrejas pesquisadas possuem um nível social mais elevado. Nestas foram encontrada quase a totalidade dos 36% de pessoas cursando ou já com formação superior. É comum perceber a participação em coros de: médicos, engenheiros, dentistas, universitários e outros.

Música – Tradição e Contemporaneidade: Coros e Bandas

Nas questões de 1 a 4 foi investigada a preferência dos crentes em relação a música Coral e/ou Banda. Eles escolheram entre as opções: bom, ruim e indiferente, para conceituar a presença destes dois estilos musicais no culto. Dos entrevistados, 91% possuíam coros em suas respectivas igrejas e apenas 9% não contava com a participação coral em seus programas musicais.

Onde a participação coral é efetiva, 98% responderam que é “bom” que a igreja

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