3. Ozone measurements and trends 1979-2015
3.6 Ozone and UV measurements at Troll
Para melhor conhecer as características das PSF em crianças falantes nativas de PE e em crianças falantes nativas de PB foi realizada esta investigação, constituída por dois estudos (Estudo 1 e Estudo 2).
Na presente investigação foram analisados algumas medidas fonológicas que contribuem para a precisão do diagnóstico em PSF. O objetivo deste estudo foi comparar o desempenho das crianças falantes nativas de PE e das crianças falantes nativas de PB com PSF analisando um conjunto de 11 medidas fonológicas. Os resultados obtidos neste estudo vão ao encontro das expectativas iniciais. Era expetável não existirem substanciais diferenças entre o GPE e o GPB, uma vez que estamos perante duas variedades linguísticas com um sistema fonológico muito semelhante.
No Estudo 1, com uma maior amostra de fala, com estímulos iguais e diferentes, nas medidas fonológicas mais gerais não exitiram diferenças entre o GPE e o GPB; houve sim diferença no tipo de erro. No GPE ocorreram mais erros de omissão e substituição do que de distorção, não se verificaram diferenças significativas entre os erros de omissão e de substituição. No GPB não verificamos diferenças estatísticamente significativas entre os erros. Já no Estudo 2, com um universo de palavras menor (12 palavras), os resultados mostram que não há diferenças nas manifestações das medidas fonológicas em estudo, apenas existe a exceção da diferença no processo fonológico de palatalização (PAL).
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Importa saber qual o motivo de não existirem diferenças entre as medidas fonológicas (intragrupo no GPB e o porquê do processo de DESV não ocorrer no GPE). O Estudo 2 fechou as possibilidades de existirem diferenças entre o GPE e o GPB. O Estudo 2 é mais consistente, uma vez que a amostra de fala é igual para ambos os grupos, apesar de não ser possível verificar as consoantes em todas as posições e de não ser possível controlar todas as variáveis.
De seguida, iremos sintetizar as conclusões a que foi possível chegar e discutimos os resultados do Estudo 1 e do Estudo 2 à luz dos objetivos definidos, de forma a verificar em que medida os resultados respondem às questões.
4.1.1 Estudo 1
Nesta seção vamos sintetizar e discutir os resultados obtidos no Estudo 1 à luz das questões de investigação traçadas inicialmente.
Objetivo 1) verificar se o desempenho dos sujeitos com PSF do GPE e do GPB difere na prova de nomeação de imagens, no que se a PCC, PCC-R, PDI e IAS, IAO, IAD e IRS, IRO, IRD e ao número de processos fonológicos.
Com este objetivo pretendíamos verificar se o GPE e o GPB com PSF diferem relativamente a: PCC, PCC-R, PDI, IAS, IAO, IAD e IRS, IRD e IRO e ao número de processos fonológicos. Os resultados confirmam que relativamente ao PCC e PCC-R não existiram diferenças, o que mostra que o emparelhamento dos sujeitos pretencentes à amostra foi bem conseguido.
Para as medidas PDI, IAS, IRS, IAD e IRD não se verificaram diferenças estatísticamente significativas entre as crianças falantes nativas de PE e as crianças falantes nativas de PB. Através da medida fonológica PDI concluímos que, as crianças falantes nativas de PE produzem em média mais processos fonológicos do que as crianças falantes nativas de PB. Os resultados indicam que existem diferenças significativas para as medidas fonológicas de IAO e de IRO, em que no GPE se observam mais erros de omissão do que no GPB.
No que diz respeito aos erro de omissão, a literatura indica que este tipo de erro é o que menos ocorre nas diversas línguas do mundo (Wertzner, H.F., Santos, P.I.,
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Pagan-Neves, L.O., 2012; 2014). Já em relação à distorção este tipo de erro nem sempre é fácil de ser detetado pelo terapeuta da fala, porque depende da perceção e da discriminação, e muitas vezes não é transcrito, sobretudo em registos realizados no momento da produção, sem gravação aúdio ouvida posteriormente ou com recurso a um júri para validar as transcrições fonéticas. A distorção é um erro típico durante o desenvolvimento linguístico da criança que tende a desaparecer à medida que esta evolui, caso estejamos perante uma patologia de caratér fonético (Lousada, 2012).
Na patologia, a ocorrência de menos erros de distorção e mais erros de omissão não é típica das crianças com PSF; acontece mais nos casos de crianças com Perturbação Específica da Línguagem (Speech Language Impairment) (Wertzner, 2012), daí que para o GPE possamos estar perante uma amostra não homogénea, com casos com outro diagnóstico. É de extrema importância fornecer marcadores clínicos e metodologias para que o terapeuta da fala efetue a recolha da amostra de fala e estabeleça o diagnóstico diferencial de PSF.
Objetivo 2) identificar qual o tipo de erro – substituição, omissão ou distorção – mais frequente em ambas as amostras.
Para averiguar qual o tipo de erro mais frequente no GPE e no GPB, analisamos as medidas fonológicas de índice absoluto dos três tipos de erros (substituição, omissão e distorção). Na comparação dos diferentes tipos de erros no GPB os resultados revelaram não existirem diferenças entre as medidas IAD, IAO e IRS. As crianças falantes nativas de PE apresentam diferenças significativas entre as medidas IAO-IAD e IAD-IAS, verificamos que estas crianças realizaram mais erros de omissão e de substituição.
Estudos realizados em crianças com PSF falantes nativas de PB (Wertzner, Santos, Pagan-Neves 2012; 2014) mostram que o tipo de erro mais predominante é o de substituição para as crianças com uma maior gravidade de PSF. Este dado reforça os resultados obtidos neste estudo, uma vez que para o GPE o erro com maior ocorrência foi o de substituição.
62 Objetivo 3) verificar se os processos fonológicos com maior ocorrência em crianças com PSF diferem nas crianças falantes nativas de PE e nas crianças falantes nativas de PB.
Objetivo 4) verificar se o inventário fonético das crianças com PSF difere nos falantes nativos de PE e nos falantes nativos de PB.
Objetivo 5) identificar quais os fonemas que as crianças com PSF falantes nativos de PE e falantes nativos de PB produzem com menor de Percentagem de Acertos por Fonema (PAF).
Para dar resposta aos objetivos 3, 4 e 5 foi realizada uma análise descritiva dos resultados.
No que diz respeito ao objetivo 3, os resultados revelaram que nenhuma criança do GPB realizou os processos fonológicos de RSA e POS. Este dado está relacionado com as diferenças no processo de redução do vocalismo átono, que ocorre com grande extensão em PE e não em PB. Assim, em PE as sílabas átonas são mais vulneráveis e podem reduzir nestes casos de PSF, o que não acontece no PB.
Para as crianças falantes nativas de PB os processos fonológicos mais comuns são: SL, RGC, OCF, DES e DESV e para as crianças falantes nativas de PE são: RSA, OCL, POS, DES, SL, RGC, OCF.
Consideramos maior ocorrência dos processos fonológicos, quando três ou mais crianças pretencentes à amostra realizaram o processo,verificamos que, os processos fonológicos comuns com maior ocorrência entre o GPE e o GPB são: DES, SL, RGC, OCF e DESV.
Os processos de SL, RGC e OCF estão descritos em diferentes estudos como os de maior ocorrência para a população brasileira (Oliveira e Wertzner, 2000; Wertzner, H.F., 2002; Papp, 2003; Papp e Wertzner, 2006; Wertzner, et al., 2006, 2007; Castro, 2009). O presente estudo fornece evidências de que a presença deste processos fonológicos determina o estabelecimento do diagnóstico de PSF nas crianças falantes nativas de PB. Para o PE os processos fonológicos mais significativos descritos na literatura (Guerreiro e Frota, 2010) para a população com desenvolvimento típico, são a OCF e a RGC. Neste estudo, estes processos foram também detetados no GPE. Assim, com a análise dos processos fonológicos conseguimos de uma forma clara, objetiva e eficaz propor que os processos fonológicos OCF e RGC são os comuns quando estamos
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perante um caso de PSF (Yavas, Hermandorena & Lamprecht, 2002 in Guerreiro e Frota 2010).
No que diz respeito ao inventário fonético das crianças com PSF falantes nativas de PE e crianças falantes nativas de PB, para responder aos objetivos 4 e 5, podemos concluir que, não difere nas consoantes oclusivas nasais /m/ e /ɲ/ e nas consoantes oclusivas orais /p/ e /k/. Os fonemas com menor PAF tanto para as crianças falantes nativas de PE como para as crianças falantes nativas de PB são as fricativas /z/, /s/, /ʒ/ e /ʃ/ e que alguns grupos consonânticos, como [vr], [kr] e [pl], não estão adquiridos para estas crianças. Considerando que uma criança tem o seu inventário fonológico completo por volta dos seis anos de idade, quando a sua fala é semelhante à fala de um adulto, para o GPE e para o GPB os resultados dos fonemas /m, ɳ, p, k/ vão ao encontro do descrito na literatura, uma vez que, estão adquiridos e que devem estar adquiridos até aos três anos e seis meses. Os resultados são também compatíveis com os do estudo de Moutinho e Lima (2007), que consideram que as consoantes fricativas tem uma aquisição mais tardia.
Já Wertzner (2000) e Freitas (1997) assumem que os últimos fonemas a serem adquiridos são as líquidas, o que para esta amostra de falantes com PSF não se observou, talvez porque os contextos de líquidas /ɾ, l/ em ataque complexo (grupos consonânticos) foram contabilizados isoladamente e não integrados nos contextos de líquidas /ɾ, l/ em ataques simples e codas, adquiridos mais precocemente que os dos ataques complexos (Freitas, 1997).
No que respeita aos grupos consonânticos, Lamprecht, et. al, (2004) nos seus estudos referem que aos cinco anos de idade os grupos consonânticos estão dominados e estabilizados, mas o que se observa nas crianças com PSF deste estudo é que a sua maioria não tem adquirido os grupos consonânticos [vr, kr, pl]. Dada a aquisição mais tardia dos ataques complexos (grupos consonânticos), que integram líquidas, os resultados da aquisição dos grupos consonânticos parecem ser compatíveis com o observados por Wertzner (2000) e Freitas (1997) para o PB e para o PE.
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4.1.2 Estudo 2
Nesta secção vamos sintetizar e discutir os resultados obtidos no Estudo 2, tendo em conta os objetivos traçados inicialmente. Os objetivos para este estudo são iguais aos do Estudo 1. Os procedimentos e análises utilizados foram os mesmos. Neste estudo apenas foram contabilizadas as 12 palavras em comum nos dois instrumentos de recolha de dados utilizados para as crianças falantes nativas de PE e para as crianças falantes nativas de PB
Objetivo 1) verificar se o desempenho dos sujeitos com PSF do GPE e do GPB difere na prova de nomeação de imagens, no que se a PCC, PCC-R, PDI e IAS, IAO, IAD e IRS, IRO, IRD e ao número de processos fonológicos.
No que respeita a este objetivo, pretendemos verificar se o desempenho dos sujeitos com PSF falantes nativos de PE e falantes nativos de PB nas diferentes provas de nomeação de figuras nas 12 palavras comuns diferem nas medidas fonológicas em estudo. Os resultados obtidos mostram que as medidas PCC, PCC-R, PDI, IAS, IRS, IAO, IRO, IAD e IRD não apresentam diferenças estatísticamente significativas entre o GPE e o GPB. O IRS foi a medida fonológica que obteve uma média mais elevada tanto para o GPE como para o GPB. Este facto confirma os estudos que apontam os erros de substituição como os que ocorrem com mais frequência nas crianças com PSF (Wertzner, H.F., Santos, P.I., Pagan-Neves, L.O., 2012; 2014).
No caso das medidas fonológicas PCC e PCC-R já era de esperar este resultado uma vez que, o emparelhamento dos sujeitos da amostra foi feito com base nestas medidas. Um estudo de Wertzner, et al. (2012) refere que entre estas duas medidas fonológicas não existem diferenças, mas sim uma forte correlação, de 87.80% entre o PCC e o PCC-R (Wertzner, H.F., Santos, P.I., Pagan-Neves, L.O., 2012).
Objetivo 2) identificar qual o tipo de erro – substituição, omissão ou distorção – mais frequente em ambas as amostras.
Com este objetivo pretendemos verificar qual o tipo de erro mais frequente para as crianças falantes nativas de PE e para as crianças falantes nativas de PB. Os resultados mostram que o erro mais frequente para o GPE e para o GPB é o de
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substituição. Existem diferenças nos tipos de erros para o GPE e para o GPB entre o IAD – IAS. Este dado coincide com os estudos de Wertzner, H.F., Santos, P.I., Pagan- Neves, L.O., (2012; 2014) já referidos.
resultados coincidentes com os resultados apresentados no Estudo 1. Tal pode dever-se a um de dois motivos: ou as crianças não realizam este tipo de erro, ou os terapeutas da fala na sua recolha e análise de dados não foram sensíveis a esta alteração e efetuam um diagnóstico com subreposição entre PEL e PSF.
Objetivo 3) verificar se os processos fonológicos com maior ocorrência em crianças com PSF diferem nas crianças falantes nativas de PE e nas crianças falantes nativas de PB.
No que se refere a este objetivo, os resultados mostram que o processo de PAL é o único processo que verificamos existir diferenças estatísticamente significativas entre o GPE e o GPB. O grupo de crianças falantes nativas de PE produziu com maior ocorrência o processo de PAL do que o grupo de crianças falantes nativas de PB. Segundo Castro et al. (1997; 1999), Mendes et al., (2003), Wertzner et al. (2004) o processo de PAL deve desaparecer até aos quatro anos e seis meses de idade. Este processo não está descrito na literatura como sendo o mais frequente nas crianças com PSF, o que pode ser um novo marcador línguistico para a intervenção dos Terapeutas da Fala, pelo menos para crianças falantes nativas de PE.
Segundo a comparação dos grupos de crianças (GPE e GPB), verificamos que os processos fonológicos RSA e SL são os que ocorrem com menor frequência para as crianças falantes nativas de PE e para as crianças falantes nativas de PB, ao contrário do observado no Estudo 1. Este resultado vai ao encontro ao estudado por Wertzner (2007) que refere a SL como um dos processos fonológicos menos frequente, já que as líquidas são das últimas consoantes a ser adquiridas.
Para Mendes et al., (2009) a supressão dos processos fonológicos SL e RSA só ocorre na faixa etária [6:6 – 6:12[. Este dado é conforme os resultados deste estudo, uma vez que a média de idades dos participantes do estudo é de cinco anos e oito meses. Os mesmos autores consideram que as consoantes líquidas laterais (/l, ʎ/) só são produzidas corretamente na faixa etária dos [3:6 – 3:12[, já as consoantes líquidas
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vibrantes (/ɾ, R/) são produzidas corretamente pelas crianças na faixa etária dos [4:0 – 4:6[ (Mendes et al., 2009).
Na comparação intragrupos de falantes verificamos que os processos com maior ocorrência para o GPE são PAL, DES e RGC e para o GPB o processo fonológico de RGC. Assim, podemos concluir que, na comparação entre as crianças falantes nativas de PE e as crianças falantes nativas de PB o processo comum e com maior ocorrência é RGC. Segundo Mendes et al., (2009), Castro, et al. (1997; 1999) e Wertzner (200; 2003) o processo de RGC é um dos últimos a ser suprimido pelas crianças, só por volta dos sete anos de idade é que as crianças apresentam a fala igual à fala padrão de um adulto. Uma vez que a média de idades das crianças do GPE e do GPB é de cinco anose oito meses, o processo de RGC pode ser considerado ainda referente ao desenvolvimento típico e não decorrente da PSF que estes sujeitos apresentam.
Através da comparação entre o número total de diferentes processos fonológicos, o número total de processos fonológicos e o número total de consoantes corretas para o GPE e o GPB os resultados mostram que o número total de ocorrência dos processos fonológicos é igual para os grupos (GPE e GPB). Este resultado vai ao encontro do resultado do PDI, já que não verificamos diferenças no número de processos fonológicos.
Objetivo 4) verificar se o inventário fonético das crianças com PSF difere nos falantes nativos de PE e nos falantes nativos de PB.
Objetivo 5) identificar quais os fonemas que as crianças com PSF falantes nativos de PE e falantes nativos de PB produzem com menor de Percentagem de Acertos por Fonema (PAF).
Por fim, para verificar os objetivos 4 e 5 deste estudo analisamos os seguintes fonemas /t, k, d, g, f, s, ʃ, v, z, m, ɾ, pr, br, pl/ das produções das crianças com PSF no GPE e no GPB nas 12 palavras comuns (vassoura, mesa, sapato, faca, peixe, cama, garfo, prato, pasta, dedo, zebra, planta) que constam nos instrumentos de recolha de dados utilizados para esta investigação.
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Os resultados revelaram que, não existem diferenças estatísticamente significativas no inventário fonológico das crianças falantes nativas de PE em comparação com as crianças falantes nativas de PB. Este resultado era esperado, uma vez que existem poucas diferenças do ponto de vista fonológico nas duas variantes da língua portuguesa.
Na comparação intragrupos os resultados revelaram que para o GPE o fonema /ʃ/ obteve uma menor percentagem de acerto por fonema (PAF) e para o GPB os fonemas com menor PAF foram /z, ʃ, g/ e os grupos consonânticos [br, pl]. Este resultado está relacionado com o processo de PAL (a consoante fricativa dental é substituída por uma fricativa palatal) uma vez que a maioria das crianças não têm adquiridos os fonemas /ʃ, g/ (e.g. a palavra vassoura é produzida como [vɐˈʃoɾɐ]) e com o processo fonológico de DES (consoante fricativa palatal é substituída por uma fricativa dental) já que tanto no GPE como no GPB as crianças não tem aquirido o fonema /ʃ/ (e.g. a palavra chapéu é produzida como [
sɐˈpɛw])
.Concluimos que a grande contribuição do Estudo 2 é que, ao analisarmos o mesmo universo de palavras para as duas variantes da língua portuguesa (PE e PB), confirmamos as poucas diferenças nas medidas fonológicas estudadas e identificamos o que é efetivamente diferente. Assim, os fonemas comuns aos dois grupos (GPE e GPB) que estão adquiridos são /p, t, k, f, m/. O fonema com menor PAF tanto para o GPE como para o GPB é /ʃ/, isto é, podemos considerar que para esta amostra de crianças este fonema não está adquirido e pode ser um marcador linguístico de PSF para estabelecer um plano de intervenção terapêutico.