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3 Å måle og studere læreres UKM

3.6 Oversettelse og tilpasning av UKM- UKM-instrumentet

Nelson Marques, biólogo

nmarquesnel@gmail. com

Münchhausen (idem),1943, Josef von Báky, Hungria. Aventuras do Barão de Münchausen,As (Adventures of Baron Munchausen, The),1989, Terry Gilliam, EUA.

Um relato das supostas viagens e aventuras do Barão de Münchausen que sai em busca de seus amigos para salvar sua cidade, sitiada pelos turcos.

O

Barão de Münchausen talvez seja um dos personagens do mundo da

literatura e do entretenimento de maior característica internacional. A sua “ação” e aventuras, todas elas contadas de forma “verdadeira” pelo próprio personagem (ou seriam mentiras “verdadeiras”, ou “verdades” mentirosas?), se inicia com o livro Baron Munchausen, de Rudolph Erich Raspe, publicado em 1785, em Londres, contando as histórias de Karl Friedrich Hieronymus Von Münchausen.

Karl Friedrich Hieronymus Von Münchausen foi um militar e senhor rural alemão. Nasceu em 11 de maio de 1720, em Bodenwerder, e morreu aos 77 anos, em 22 de fevereiro de 1797. Alguém bastante longevo para os padrões da época. Durante a juventude serviu como pajem de Anthony Ulrich II, Duque de Brunswick-Lüneburg e, mais tarde, entrou para o exército russo,

onde serviu até 1750. Nesse período, participou de duas campanhas contra os turcos. Ao voltar para casa começou a espalhar várias histórias sobre as suas aventuras. De acordo com as histórias, recontadas por outros (e sabemos do dito popular que quem conta um conto, acrescenta um ponto!), os feitos incríveis do Barão incluíam viagens em balas de canhão, jornadas para a Lua, a fuga de um pântano ao puxar a si mesmo pelos próprios cabelos, ou pelo cadarço das botas, dependendo da versão, e por aí vai. . .

São os relatos de suas aventuras, como militar e explorador, que serviram de base para a série As Aventuras do Barão de Münchausen, publicadas, em 1781, por um autor anônimo (o próprio barão, talvez?) e que foram compiladas por Rudolph Erich Raspe e publicadas, originalmente, em 1785. Como podemos ver nas várias versões e edições do livro e nas diferentes versões realizadas para o cinema, são histórias fantásticas, muito exageradas e propagadas, sobretudo, no gênero de literatura juvenil.

É provável, no entanto, segundo a tradutora e adaptadora de histórias para crianças Heloisa Prieto, que as aventuras do Barão circulassem pela Europa, muito antes dessa data formal. Como ele acabou sendo conhecido como o maior mentiroso de todos os tempos, é muito provável que fossem histórias populares circulando de forma oral, ainda no tempo em que não havia preocupações com autoria, com uma concepção de tempo diferente, e mesmo de público e de obra.

A vida do Barão de Münchausen está muito longe de ser convencional e rotineira. O seu dia a dia de narrador-personagem é marcado por perigos incomuns, fugas impossíveis, fatos extraordinários, viagens fantásticas. Heloisa Prieto, no seu livro adaptado para crianças As Loucas Aventuras do Barão de Münchausen (publicado pela Salamandra, de São Paulo, em 2003), diz, em razão dessa forma de vida do Barão: “[. . . ] ou seja, por tudo que faz uma vida na Terra ser excepcional. Vida na Terra sim, pois o Barão escreve

de seu refúgio na Lua [. . . ]”. Segundo Câmara Cascudo, no seu Dicionário do Folclore Brasileiro, publicado em 1954, tendo diversas edições posteriores, “[. . . ] as histórias mentirosas, pilhérias, anedotas, casos estupefacientes [. . . ] são muito populares e constituem um gênero especial, onde a imaginação exagerada e livre se liberta dos limites da lógica [. . . ]”. De forma irônica, a veracidade das aventuras e “[. . . ] atestada e comprovada por outros grandes aventureiros da história da literatura mundial: Gulliver, Simbad, Alladin [. . . ]” (segundo Heloisa Prieto, em entrevista publicada no You Tube em 15 de

julho de 201026,), e brasileira, acrescento eu, na figura de Pedro Malasartes.

Este é o herói preferido das gentes simples, que adoram suas artes, quase sempre contra os mais ricos e poderosos. Explica-se assim a sua preferência pelo homem do povo. Através de Malasartes, os mais simples e humildes, “vingam-se” da sua posição subalterna vendo o personagem Pedro sair sempre ganhando, por sua astúcia e suas artes (nem sempre “boas”), dos que lhe são superiores. Torna-se uma figura semelhante à de Robin Hood, mas sem armas, apenas com a sua astúcia.

Pedro Malasartes (ou Pedro das Malasartes) é um personagem da cultura portuguesa e que faz parte da cultura brasileira também. Apesar de que, fundamentalmente, é um personagem universal, existindo de formas variadas em praticamente todos os países e em todas as épocas (lembro-me aqui da figura de Pedro Urdemalas, de Cervantes). Ele se destaca sempre por sua lábia, suas mentiras e o seu “jeitinho” (no caso, bem à brasileira), o que o torna o maior enganador ou mentiroso em todas as suas histórias escritas, ou contadas. Malasartes (ou das Malas-Artes, o que já indica o tom de suas histórias, pois é um vocábulo derivado de “artes más”, que designa pessoa trapaceira ou arruaceira) é uma das figuras mais importantes da tradição oral portuguesa e brasileira. É também curioso que as características físicas de Pedro, mesmo variando de região a região, é sempre a de um menino ou

jovem de origem humilde, que vive (ou “sobrevive”) com muita malandragem e consegue quase tudo o que quer, aproveitando-se de algum distraído. A sua figura já foi objeto de um filme, realizado por Mazzaropi, e filmado em 1960 (As Aventuras de Pedro Malasartes, 95 minutos, preto e branco, com Geny Prado, Genésio Arruda e o próprio Amácio Mazzaropi).

Como vimos, e ao que tudo indica, o Barão de Münchausen existiu de verdade. Ele ficou conhecido pelas mentiras que contava nas rodas das altas cortes europeias do século XVIII. Deve ter ficado tão satisfeito com a repercussão do livro de Raspe publicado em 1785, que não fez questão nenhuma de vir a público para condenar a publicação do livro, já que havia uma edição anterior (de autor anônimo, como vimos, provavelmente ele mesmo), e nesta exageravam-se ainda mais os seus feitos, incluindo até mesmo a famosa viagem à Lua. Não é à toa que um personagem com essas características tenha interessado Terry Gilliam, o diretor responsável pelas extravagâncias do lendário sexteto cômico Monty Python, da Inglaterra.

As Aventuras do Barão de Münchausen foi a quarta produção cinematográfica realizada por Terry, depois de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail), 1975, Jabberwocky – Um Herói por Acaso (Jabberwocky), 1977, Os Bandidos do Tempo (Time Bandits), 1981 e Brazil – O Filme (Brazil), de 1985. Mas é a terceira como obra solo, sem o envolvimento do grupo Monty Python. É difícil dizer qual deles é o melhor, mas o filme As Aventuras. . . acabou sendo uma das produções mais interessantes.

O que se pode dizer mais é que este foi um legítimo filme de Terry Gilliam, com todas as virtudes e defeitos que isso possa representar. A aventura cômica possui a extravagância visual e o senso de humor que irá caracterizar toda a obra solo do diretor. Apresenta ainda um dos temas centrais de Gilliam e que percorre toda a sua filmografia até o presente: a dualidade razãoxfantasia,

dando ênfase nesta última para a sobrevivência dos indivíduos numa sociedade decadente e doentia. Atrevo-me a dizer que o personagem Münchausen tem muito a ver com a personalidade do próprio diretor.

Isso fica ainda mais evidente se traçarmos um paralelo entre a jornada um tanto quixotesca do personagem e a figura de Gilliam na realização do filme. Nos dois casos, temos um sujeito um tanto adoidado, pelo menos de acordo com as descrições do que acontecia no set e fora dele, que enfrenta a tudo e a todos por um objetivo que parece racionalmente impossível. No entanto, a fé na fantasia termina por superar barreiras e, aparentemente, vencer no final.

A produção de As Aventuras do Barão de Münchausen está repleta de brigas, demissões, interrupções, atrasos e estouros no orçamento. O custo do filme, de US$ 46 milhões, bateu todos os recordes em 1988. Foi a terceira produção mais cara da história do cinema, pelo menos para aquele tempo (não tínhamos chegado ainda às produções supermilionárias do tipo Missão Impossível, Titanic e, mais recentemente, Avatar).

Ao lado das brigas internas entre os diversos membros da equipe, aconteceu também um desentendimento com a Columbia, que era o estúdio que sustentava a produção. O resultado disso foi que o lançamento do filme nos cinemas foi feito sem um trabalho competente de marketing e com uma quantidade de cópias absolutamente subdimensionada. O fracasso comercial, previsível; aconteceu de fato, mas não o de público que passou a cultuar o filme transformando-o, em curto espaço de tempo, num clássico cult.

Em termos de direção e roteiro, Gilliam procurou evitar que o filme se tornasse uma compilação de histórias ou casos engraçados. É uma narrativa coerente e bem-amarrada, em que a criação de um personagem (uma menina, Sally Salt – Sarah Polley) funciona como centro emocional do enredo. Ela tem um espírito aventureiro e um senso adequado de fantasia, que funciona como fio condutor para as séries de aventuras do Barão de Münchausen

(John Neville). O velho aristocrata precisa encontrar e reunir os seus antigos companheiros de aventuras, que estão dispersos pelo mundo, para liderar a resistência dos moradores da cidade onde mora a menina. A cidade está cercada e sendo bombardeada pelos turcos.

As aventuras incluem um passeio com um balão, a tal da viagem à Lua, encontros com o deus Vulcano e com Vênus e a indefectível passagem pelo ventre de um monstro marinho. Obviamente os efeitos especiais, com mais de 20 anos agora, parecem ultrapassados para o século XXI. Mas é interessante que, mesmo à época, eles foram feitos à moda antiga, o que, de certa forma, funciona a favor do filme (é só nos lembrarmos de uma das frases ditas pelo Barão “[. . . ] num mundo sem fantasia não há lugar para o Barão de Münchausen [. . . ]”). Essa frase parece resumir a filosofia de Terry Gilliam para este filme e que se aplica, creio eu, para toda sua filmografia. No filme deve ser destacada também a fotografia de Giuseppe Rotunno e os fantásticos figurinos de Gabriela Pescucci.

O filme Münchausen, de von Baky, realizado quase 50 anos antes da versão de Terry Gilliam, é uma preciosidade de estilo e de forma. O diretor narra as aventuras do Barão (que na sua versão tem cerca de 200 anos de idade e começa a contar as suas aventuras num baile promovido por um nobre alemão em pleno século XX) como um longo flashback, pois ele começa a contar as aventuras de sua juventude. O filme é uma sequência contínua de eventos maravilhosos e fantásticos. O Barão passeia pela Rússia, onde tem um affair com nada menos do que Catarina, a Grande; luta contra os turcos, e é preso pelo Sultão; faz a sua famosa visita à Lua. Tudo isso apresentando uma variedade enorme de experiências impossíveis. Faz uma visita, ainda, ao mágico Cagliostro, que tem o poder de se tornar invisível. É ele que dá a Münchausen a sua imortalidade! Se isso já não bastasse, o Barão “viaja” no ar sobre uma bala de canhão disparada numa das cidades turcas. Finalmente,

ele escapa da cidade de Veneza num balão. O filme é uma sucessão de ações e invenções muito interessantes e agradáveis de se ver.

Com relação ao filme propriamente dito, um destaque deve ser dado às ambientações e ao figurino, com roupas luxuosas e riquíssimas. São impressionantes e fabulosos, permitindo uma caracterização adequada para o senso de fantasia do Barão. Tudo isso é ainda mais realçado pelas cores delicadas e em tom pastel propiciadas pelos filmes Agfacolor utilizados na filmagem, o que dá uma aparência de sonho permanente. As atuações, apesar de não serem extraordinárias, são suficientemente boas. Hans Albers representa Münchausen, de forma suave e como um aristocrata refinado, mas mesmo não chegando a uma boa comparação com o Münchausen de John Neville, no filme de Terry Gillian, pelo menos não compromete o personagem.

Quem acompanha os filmes de Gilliam, e particularmente este Münchausen, e já viu o filme de von Baky, perceberá o quanto Terry se apropriou de ideias, cenários e figurinos. Desde o início, tanto um quanto o outro, com diferença de quase cinquenta anos, transformaram o livro de Raspe, de uma simples compilação de pequenas histórias e incidentes, numa narrativa coesa e consistente de uma “única” história fantástica. São décadas de separação entre eles o que dá, minimamente, o direito de precedência a von Baky. O mesmo poderia ser dito com relação a cenários e roupas. O melhor exemplo é a comparação entre os dois filmes no item “palácio do sultão” e as roupas utilizadas pelo sultão e a sua corte e os visitantes. É perfeitamente “visível” a inspiração de Gilliam para o seu próprio filme.

Feitas as ressalvas, os dois filmes são um prato cheio para quem gosta de aventuras em que uma narrativa criativa, com um visual belíssimo e agradável, ilustra de maneira clara a importância da fantasia para uma satisfação cultural e intelectual.

Curiosidades

1. Erich Kästnert, o autor do roteiro do filme húngaro de 1943, é

conhecido também como Berthold Bünger, principalmente neste filme. Esse pseudônimo foi usado em razão dele ter sido banido na Alemanha Nazista e seus livros alimentarem as fogueiras de livros durante os anos 30 na Alemanha.

2. O filme Münchhausen foi filmado a cores, apesar de ser produzido

em plena 2a Guerra Mundial. Foi uma opção do diretor que resolveu investir

os parcos recursos financeiros no produto colorido, em vez do figurino e do set onde não se investiu muito (mesmo com aparência de luxo), em razão de considerar que o filme não era sobre roupas e cenários, mas, sim, sobre o caráter mágico de Münchausen, e a cor ajudava bastante nesse sentido.

3. Outros filmes que tratam do mesmo personagem: Baron Prásil, de

Karel Zeman, uma animação tchecoslovaca, realizada em 1961, mesclando preto e branco com cor, com duração de 83 minutos; Les Fabuleuses Aventures du Légendaire Baron de Munchausen, de Jean Image, animação, colorida, realizada na França, em 1979, com 78 minutos; Priklyucheniya Myunkhauzena, de Anatoliy Solin, outra animação a cores, desta vez realizada na União Soviética, em 1982.

4. Antes de 1961, há quatro outras versões com o mesmo personagem:

Monsieur de Crac (título nos EUA, The Wonderful Adventures of Herr Munchausen), curta-metragem de Émile Cohl, realizado na França, em 1910; Les Aventures de Baron de Munchausen, de 1911, outro curta realizado na França, por ninguém menos que Georges Méliès; mais um curta, desta vez italiano, Le Avventure del Barone di Münchausen, de 1914, realizado por Paolo Azzuri e um curta-metragem de animação de Hans Helel, realizado na Alemanha, no mesmo ano de 1943, quando foi feito o filme de von Baky.

5. Em 2008, foi lançado, apenas no mercado de vídeo, um documentário da produtora e diretora americana Constantine Nasr, que é especializada em documentários sobre cinema e seus personagens. O documentário – The Madness and Misadventures of Münchausen – é sobre a filmagem do filme de Terry Gilliam, de 1988, e contém entrevistas com o diretor, equipe técnica e atores.

6. Há no mercado um RPG chamado Extraordinárias Aventuras do

Barão de Münchausen, da Devir Livraria. Neste, através de regras completas, um cenário histórico, mais de duzentas aventuras e de um inteligente sistema de resolução, que joga fora os dados e as cartas, usando apenas dinheiro e o mais fino vinho, vive-se aventuras extraordinárias em várias nações.

7. Há uma graphic novel– The 120 Days of Münchausen– com o

personagem Barão de Münchausen, realizada por um dos grandes ilustradores brasileiros, conhecido como Adriano the Merciless, que está no exterior já há bastante tempo, depois de fazer ilustrações para jornais aqui no Brasil. No exterior, ele trabalhou com a equipe do primeiro episódio de Matrix.

8. Há uma desordem psiquiátrica – Síndrome de Münchausen – que se

apropria da principal característica do Barão em sua descrição: as pessoas afetadas “fingem” doença ou trauma psicológico para chamar atenção ou simpatia para elas. O paciente, de forma compulsiva, deliberada e contínua, causa, provoca ou simula sintomas de doenças, sem que haja uma vantagem óbvia para essa atitude que não seja a de obter cuidados médicos e de enfermagem. É diferente da hipocondria, pois o paciente com a Síndrome de Münchausen sabe que está exagerando, enquanto o hipocondríaco acredita que está doente de fato. A Síndrome (ainda sem esse nome) foi descrita pela primeira vez em 1950 pelo médico Richard Asher, em razão de um padrão de autodano no qual os indivíduos fabricavam histórias, sinais e sintomas de doença.

Münchausen, 1943. Direção: Josef von Báky; Roteiro: Erich Kästnert; Produção: Eberhard Schmidt; Desenho de produção: Otto Guelstorff e Emil Hasler; Estúdio e Distribuição: Universum Film (UFA); Música original: George Haentzschel; Direção de Arte: Werner Klein; Figurino: Manon Hahn; Efeitos especiais: Konstantin Irmen-Tschet, Ernst Kunnstmann e Theo Nischwitz; Elenco: Hans Albers (Baron Münchausen), Wilhelm Bendow (Der Mondmann), Brigitte Horney (Zarin Katharina II), Michael Bohnen (Herzog Karl von Braunschweig), Ferdinand Marian (Graf Cagliostro), Hans Braunsewetter (Freherr von Hartenfeld), Hermann Speelmans (Christian Kuchenreutter), Marina von Ditmar (Sophie von Riedesel), Andrews Engelmann (Fürst Potemkin), Käthe Haack (Baronin Münchhausen), Waldemar Leitgeb (Fürst Grigorij Orlow), Walter Lieck (Der Läufer), Hubert von Meyerinck (Prinz Anton Ulrich), Jaspar von Oertzen (Graf Lanskoi), Werner Scharf (Prinz Francesco d’Este); Aventura, fantasia, comédia, 134 minutos (119 minutos na versão restaurada), cor.

As Aventuras do Barão de Münchausen,1988. Direção: Terry Gilliam; Roteiro: Terry Gilliam e Charles McKeown sobre o livro de Rudolph Eric Raspe; Produtor: Thomas Schühly; Desenho de produção: Dante Ferretti; Música original: Eric Idle e Michael Kamen; Edição: Peter Hollywood; Direção de Arte: Maria-Teresa Barbasso, Giorgio Giovannini, Nazzareno Piana e Massimo Razzi; Figurino: Gabriella Pescucci; Maquiagem: Iole Cecchini; Efeitos Especiais: Brian Mann; Efeitos Visuais: Michael Lamont; Elenco: John Neville (Barão de Münchausen), Eric Idle (Desmond/Berthold), Sarah Polley (Sally Salt), Oliver Reed (Vulcan), Charles McKeown (Rupert/Adolphus), Winston Dennis (Bill/ Albrecht), Jack Purvis (Jeremy/Gustavus), Valentina Cortese (Rainha Ariadne/ Violet), Jonathan Pryce (Horatio Jackson), Bill Paterson (Henry Salt), Peter Jeffrey (Califa), Uma Thurman (Afrodite/Rose), Alison Steadman (Daisy), Ray Cooper (Funcionário), Robin Williams (Rei da Lua), Terry Gilliam (cantor irritado), Sting; Aventura, comédia, fantasia, 126 minutos, cor.

Prêmios

Oscar 1990

Indicações: Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem; Melhor Figurino, Melhores Efeitos Visuais.

BAFTA 1990

Melhor Figurino: Gabriella Pescucci; Melhor Maquiagem: Maggie Weston, Fabrizio Sforza e Pam Meager; Melhor Desenho de Produção: Dante Ferretti.

A GUERRA DOS MUNDOS, TEMPOS