3. Buen Vivir
3.4 The Core Common Ideas
3.4.6. Overlaps with Other Ideas
2.1 Resultados
- Orçamento de atividades
Enseada do Curral – As análises indicaram que as diferenças não foram estatisticamente significantes para presença e ausência de embarcação: deslocamento (z= -0,114; n= 15 e p= 0,910), socialização (z= -0,459; n= 15 e p= 0,646), e forrageio (z= -0,114; n= 15 e p= 0,910). Vale ressaltar que a categoria comportamental de descanso foi observada em apenas quatro dias, e nunca na presença de barcos (figura 10a).
Enseada do Madeiro 1 – Estatisticamente as diferenças não foram significativas entre nenhuma das categorias comportamentais para as duas situações (presença e ausência de embarcação): forrageio (t= -1,355; n= 12 e p= 0,202), deslocamento (t= -1,258; n= 12 e p= 0,234), descanso (t= -0,253; n= 12 e p= 0,805) e socialização (t= 0,959; n= 12 e p= 0,358) (figura 10b).
Enseada do Madeiro 2 – No período após as chuvas, as diferenças também não foram significativas entre nenhuma das categorias comportamentais para as duas situações: forrageio (t= -0,425; n= 29 e p= 0,674), deslocamento (t= -0,238; n= 29 e p= 0,813), descanso (z= -1,537; n= 29 e p= 0,124) e socialização (z= -0,229; n= 29 e p= 0,819) (figura 10c). 51% 48% 5% 6% 3% 42% 44%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
Com Barco Sem Barco
Figura 10. Influência de embarcação no orçamento de atividades dos golfinhos na enseada do curral (a), na enseada do madeiro 1 (b) e na enseada do madeiro 2 (c).
- Distância entre os indivíduos
Enseada do Curral – Na presença de embarcação, verifica-se uma maior aproximação dos golfinhos, entretanto as diferenças não foram estatisticamente significativas entre as categorias de distância para presença ou ausência de embarcação: indivíduos distando entre si até 20 metros (t= 1,545; n= 15 e p= 0,145), até 40 metros (t= 0,398; n= 15 e p= 0,696) e até 80 metros (z= -1,376; n= 15 e p= 0,169) (figura 11a).
Enseada do Madeiro 1– Nenhuma diferença significativa foi encontrada nas categorias de distância frente à presença ou ausência de embarcação: indivíduos
21% 21%
6% 5%
3% 6%
69% 68%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
Com Barco Sem Barco
(c) 48% 42% 6% 4% 7% 8% 39% 45%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
distando entre si até 20 metros (t= -1,215; n= 12 e p= 0,250), até 40 metros (t= - 1,389; n= 12 e p= 0,192) e até 80 metros (t= -1,676; n= 12 e p= 0,122) (figura 11b). Enseada do Madeiro 2– No período após as chuvas, também não foi encontrada diferença significativa em nenhuma das categorias de distância: indivíduos distando entre si até 20 metros (t= -0,073; n= 28 e p= 0,942), até 40 metros (t= -0,786; n= 28 e p= 0,439) e até 80 metros (t= -1,544; n= 28 e p= 0,134) (figura 11c).
81% 73%
89% 87% 95% 94%
100% 100%
até20m até40m até80m acima80m Com barco Sem barco
(a)
83% 78%
91% 87% 96% 93%
100% 100%
até20m até40m até80m acima80m
Com barco Sem barco (b)
Figura 11. Influência de embarcação na distância existente entre os golfinhos na enseada do curral (a), na enseada do madeiro 1 (b) e na enseada do madeiro 2 (c).
- Sincronismo de atividades
Enseada do Curral – Na ausência de embarcações a análise do sincronismo de atividades realizado pelos golfinhos apontou que quando ocorria o descanso, 98% dos indivíduos presentes na área se encontravam engajados nesta atividade. Quando em deslocamento, 93% dos animais realizavam esta atividade simultaneamente. Quando em forrageio 89%, e quando em socialização 80%. Na presença da embarcação verifica-se que estes valores pouco diferem para o deslocamento (95%) e para o forrageio (94%), já para a socialização este valor se eleva (90%) Estatisticamente as diferenças não foram significativas entre os comportamentos para presença ou ausência de embarcação: deslocamento (t= 1,147; n= 14 e p= 0,272), socialização (t= 2,648; n= 5 e p= 0,057) e forrageio (t= 1,444; n= 10 e p= 0,183). A categoria de descanso não pôde ser computada, pois na presença de embarcação este comportamento não foi efetivado (figura 12a).
Enseada do Madeiro 1 – Estatisticamente a diferença foi significativa apenas para o comportamento de deslocamento (t= 3,989; n= 11 e p< 0,05), para as outras categorias comportamentais não houve diferença: socialização (t= 2,091; n= 3 e p= 0,172), descanso (t= -0,724; n= 5 e p= 0,509) e forrageio (t= -0,585; n= 10 e p= 0,573) (figura 12b). 73% 73% 84% 87% 88% 93% 100% 100%
até20m até40m até80m acima80m
Enseada do Madeiro 2 – No período após as chuvas nenhuma diferença apresentou-se significativa após análises estatísticas: deslocamento (t= 0,911; n= 24 e p= 0,372), socialização (t= 1,171; n= 13 e p= 0,264), descanso (t= 0,470; n= 7 e p= 0,655) e forrageio (t= -1,488; n= 28 e p= 0,148) (figura 12c). 95% 93% 90% 80% 98% 94% 89%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
Com barco Sem barco
(a) 96% 89% 84% 75% 93% 91% 92% 89%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
Com Barco Sem Barco (b)
Figura 12. Influência de embarcação no sincronismo de atividades dos golfinhos na enseada do curral (a), na enseada do madeiro 1 (b) e na enseada do madeiro 2 (c). * = diferença significativa.
- Respiração sincrônica
Enseada do Curral – Na ausência de embarcações observou-se que: 93% dos indivíduos em sincronismo de descanso, também apresentaram sincronismo de respiração, 71% dos indivíduos em deslocamento sincrônico também apresentaram sincronismo de respiração, 49% sincronizaram a respiração no forrageio e 8% na socialização. Na presença de embarcações estes valores em pouco se modificam para o deslocamento (73%) e para o forrageio (48%), já para a socialização este valor se eleva (17%). Contudo, estatisticamente os valores não diferiram de forma significativa: deslocamento (t= 1,055; n= 14 e p= 0,311), socialização (t= -1,631; n= 5 e p= 0,178) e forrageio (t= 0,408; n= 11 e p= 0,692). O sincronismo de respiração no descanso não foi analisado estatisticamente devido ao fato deste comportamento não ter sido registrado na presença de embarcação (figura 13a). Enseada do Madeiro 1 – A estatística apontou diferença significativa apenas para o deslocamento (t= -2,284; n= 11 e p< 0,05), para os outros comportamentos as diferenças não foram significativas: socialização (t= -1,00; n= 03 e p= 0,423), descanso (t= 0,07; n= 05 e p= 1,00) e forrageio (t= 0,230; n= 10 e p= 0,823) (figura 13b).
85% 85% 85%
77% 81% 82%
91% 94%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
Enseada do Madeiro 2 – Estatisticamente não houve diferença significativa para os comportamentos no período após as chuvas: deslocamento (t = 0,743; n= 24 e p= 0,465), socialização (z= -0,141; n= 12 e p= 0,888), descanso (z= -1,069; n= 08 e p= 0,285) e forrageio (t= 0,290; n= 28 e p= 0,774) (figura 13c). 73% 71% 17% 8% 93% 48% 49%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio Com barco Sem barco
(a) 75% 61% 2% 18% 96% 94% 57% 54%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
Com Barco Sem Barco (b)
Figura 13. Influência de embarcação na respiração sincrônica dos golfinhos na enseada do curral (a), na enseada do madeiro 1 (b) e na enseada do madeiro 2 (c). * = diferença significativa.
2.2 Discussão
Nossas análises não diagnosticaram influência significativa da presença de embarcações no comportamento dos animais, em nenhum dos parâmetros considerados: orçamento de atividades, distância entre os indivíduos, sincronismo de atividades e sincronismo de respiração.
O resultado desta pesquisa contrasta com o padrão verificado por Carrera (2004) em estudo realizado no mesmo local, mas numa época em que ocorria um tráfego desordenado de barcos. A autora verificou um decréscimo significativo no comportamento alimentar durante a presença de embarcações na enseada. Entretanto, Carrera (2004) comparou a freqüência de eventos de alimentação por minuto, enquanto nós utilizamos o estado comportamental medido a cada dois minutos. A contagem de eventos por minutos não foi considerada neste trabalho por duas razões. Primeira, a dificuldade (quase impossibilidade) de registrar todas as ocorrências de todos os eventos comportamentais como descrito por Carrera (2004). Assim, este método é mais propenso a vieses do que um método de registro comportamental regular como o adotado aqui. Segunda, os eventos de forrageio registrados pela autora refletem o momento final do comportamento em questão, e não o tempo total necessário e empregado pelo indivíduo. Assim, é possível afirmar que, mesmo que não haja mudança no estado comportamental durante a presença
76% 70%
12% 12%
87% 85%
58% 56%
Deslocamento Socialização Descanso Forrageio
de embarcações, o número de eventos de bote ou perseguição efetivos pode ser restringido.
O fato de que a presença de embarcações não afeta o padrão geral dos comportamentos estudados já foi verificado em outros estudos. Lusseau (2003), utilizando análises da cadeia de Markov, encontrou que o orçamento comportamental total da população residente de T. truncatus na Nova Zelândia não foi influenciado pelo tráfego de barcos. Foram verificadas, entretanto, mudanças na seqüência de comportamentos durante a presença das embarcações. Similarmente Acevedo (1991) também não encontrou mudanças comportamentais significativas do golfinho nariz de garrafa durante o tráfego de embarcações na enseada de La Paz no México.
Com relação à composição de grupo, Santos Jr. et al. (2006) encontraram diferença significativa apenas quando as embarcações entravam na enseada em que havia a presença de grupos com mais de um filhote. Os autores verificaram que grupos com mais de um filhote na presença dos barcos apresentavam significativamente menos atividades aéreas, menos socialização e mais deslocamento. Esta análise não pode ser feita neste trabalho, pois a presença de mais de um filhote na enseada foi rara (4 dias no curral 10 dias no madeiro), sendo menos freqüentes ainda a presença simultânea de grupos com mais de dois filhotes e embarcações dentro da enseada. Como análises estatísticas com baixo número amostral têm significância prejudicada, optou-se por não realizar o tratamento deste tipo de dados.
Por outro lado, quanto à coesão do grupo, verificamos neste trabalho que tanto na enseada do Curral como na enseada do Madeiro a distância entre os indivíduos se apresentou de forma similar (entre 70 e 80% dos indivíduos presentes nas áreas distam até 20m entre si). Porém, na enseada do Curral com a presença de embarcações houve um acréscimo (estatisticamente não significativo) do índice de coesão dos golfinhos quando estes distavam até 20 metros entre si. Concluímos então que nas áreas estudadas os golfinhos não alteram seu padrão de coesão frente à presença de embarcações.
Este resultado contrasta com o trabalho de Valle & Melo (2006), com S.
guianensis na mesma área de estudo, onde constatou-se que frente à aproximação
da embarcação (quando estas encontravam-se a menos de 100 metros dos animais) havia uma tendência para coesão do grupo: os animais que estavam separados se agrupavam. Quando as embarcações distavam acima de 100m, não houve diferença significativa na coesão dos indivíduos. Novamente, diferenças metodológicas podem responder pelos diferentes resultados. Valle & Melo (2006) utilizam a categoria coeso sem uma medição precisa. Por outro lado, as distâncias dos barcos aos animais foram precisas. Nowacek et al. (2001), também verificaram aumento da coesão durante a presença de embarcações, mas a categoria de separação entre os indivíduos utilizada pelos autores foi menor que a nossa (corpos de distância).
Com relação à simultaneidade de atividades, a presença de embarcações na área não afetou 3 dos 4 comportamentos estudados, havendo, entretanto, aumento significativo do sincronismo de deslocamento na presença de embarcações apenas na enseada do madeiro no período antes das chuvas. Apesar de uma ampla busca bibliográfica não foi encontrado nenhum trabalho referente à influência de embarcações na sincronia de comportamento de cetáceos (Hastie et al., 2003, estudaram sincronismo de respiração), o que nos leva a concluir que este resultado se apresenta de forma pioneira tanto para a espécie em estudo (S. guianensis) quanto para os cetáceos em geral. O aumento do sincronismo de deslocamento, pode ser indicativo de fuga dos animais. Nowacek et al. (2001) constataram mudança na direção e um considerável aumento na velocidade de natação numa população de T. truncatus na Baía de Sarasota, Flórida durante a presença de embarcações. Assim, é possível que os animais na enseada do madeiro no período antes das chuvas estejam reagindo à chegada das embarcações (com um aumento no deslocamento), mas que depois possam retornar as suas atividades normais (medida pela manutenção dos valores dos outros estados comportamentais).
Similarmente, na presença de embarcações os golfinhos da enseada do madeiro no período antes das chuvas aumentam seu sincronismo de respiração no deslocamento. Valle & Melo (2006) citam o sincronismo de respiração durante a presença de embarcações. Porém, este comportamento não foi quantificado
somente avistado, o que inviabiliza uma comparação com nosso trabalho. Já Hastie
et al. (2003) conseguiram quantificar a respiração sincrônica de uma população de T. truncatus na Escócia. Os autores verificaram que 30,5% de suas amostras de
grupo apresentaram padrões significativamente mais elevados de respiração sincrônica durante a presença de embarcações no local, entretanto, 69,5% dos grupos de golfinhos revelaram um padrão de respiração randômico quando expostos à presença de embarcações. Similarmente ao trabalho de Hastie et al. (2003), nossos resultados indicam que a presença de embarcações não influencia de forma significativa o sincronismo de respiração.
Em conjunto, os dados de nossa pesquisa demonstram que as embarcações não estão provocando alterações de curto prazo no comportamento dos golfinhos no que se refere a orçamento total de atividades, coesão entre os indivíduos e sincronismo de atividades e de respiração (as alterações verificadas ocorreram em apenas uma área para uma categoria de sincronismo comportamental). Apesar de diferenças metodológicas entre nossa pesquisa e as pesquisas de Carrera (2004); Valle & Melo (2006) e Santos Jr. et al. (2006) realizados na mesma área com a mesma população de golfinhos, sugerimos que as influencias de embarcações encontradas pelas outros estudos deve-se ao tráfego desordenado de embarcações que havia na época. Os dados desta pesquisa foram coletados quando a área já havia sido decretada uma Reserva de Fauna municipal, o que nos faz supor que medidas simples de controle no número de barcos e no tempo de permanência destes dentro das enseadas são eficientes, e que o comportamento dos golfinhos possivelmente não esteja mais sendo afetado de maneira significativa pelo tráfego de embarcações.
Na literatura especializada de cetáceos encontram-se trabalhos que relatam a influência de embarcações no comportamento dos animais, assim como trabalhos que mostram não haver esta influência. A variação pode estar relacionada a diversos fatores, como: espécie estudada (cosmopolita ou de distribuição restrita), disponibilidade de alimento na área e em áreas próximas, comportamento da presa, e, mais especificamente, número, tipo e comportamento das embarcações. S.
habitats com diferentes perfis e pressões antrópicas. Medidas de alterações comportamentais e de precaução de impactos devem ser tomadas de forma a contemplar a realidade de cada local.
3. Caracterização da dinâmica ecológica do sincronismo comportamental (sincronismo de atividades) dos golfinhos
Considerando a similaridades de padrões entre as áreas, as diferenças entre os períodos do ano e a influência de embarcações no sincronismo comportamental, as análises da dinâmica ecológica foram realizadas agrupando-se os dados do período antes das chuvas (período 1) e excluindo-se os intervalos de registro com presença de embarcações na área. (As metodologias de análise desta parte estão descritas nas págs 32 e 33).
3.1 Resultados
- Freqüência de sincronismo nos estados comportamentais
Período 1 – O orçamento de atividades sincrônicas foi: deslocamento: 46%; forrageio: 36%; descanso: 4,9%; socialização: 5,3%. Neste mesmo período o orçamento de atividades em grupo no período antes das chuvas (unindo-se as duas áreas) foi de: deslocamento: 48%; forrageio: 41%; descanso: 4,9%; socialização: 5,3%. Ao dividirmos o orçamento de atividades sincrônico pelo orçamento de atividades em grupo, verificamos que a freqüência de sincronismo em deslocamento foi 96% (46/48). Ou seja, mesmo estando em grupo 4% do deslocamento foi apresentado por um indivíduo solitariamente. No forrageio, este índice caiu para 87% (36/41), ou seja, mesmo estando em grupo 13% do forrageio foi apresentado por apenas um individuo. Quando em grupo, nunca os indivíduos descansavam sozinhos (100% de freqüência). Na socialização o valor sempre foi de 100% já que é impossível socializar sozinho.
Período 2 – O orçamento de atividades sincrônicas foi: deslocamento: 20%; forrageio: 64%; descanso: 4,9%; socialização: 5,7%. Considerando que o orçamento de atividades em grupo no período após as chuvas foi de: deslocamento: 21,8%; forrageio: 67,4%; descanso: 6%; socialização: 5%, verificamos que a freqüência de sincronismo em deslocamento foi 91,8% (20/21,8). Ou seja, mesmo estando em grupo 8,2% do deslocamento foi apresentado por um indivíduo
solitariamente. No forrageio, este índice foi de 94,9% (64/67,4), ou seja, mesmo estando em grupo 5,1% do forrageio foi apresentado por apenas um individuo. Novamente, quando em grupo, nunca os indivíduos descansavam sozinhos (100% de freqüência).
Comparação entre os períodos:
Foram estatisticamente significativas as diferenças de freqüências de sincronismo nos comportamentos de forrageio e deslocamento nos dois períodos estudados: forrageio (z= -4,297; n= 33, p< 0,05) maior no período dois e deslocamento (z= -4,494; n= 33, p< 0,05) maior no período um. O sincronismo de socialização e descanso não se alterou entre os períodos: socialização (z= -0,789; n= 33, p= 0,430); descanso (z= -0,228; n= 33, p= 0,820) (figura 14).
Figura 14. Porcentagem de sincronismo antes e depois das chuvas. * = diferença significativa.
– Duração do sincronismo nos estados comportamentais
Período 1 – O sincronismo de atividade em socialização tem duração de um