Hobbys, Sportmannschaften usw. sein
Appendix 6 - Interview with Kristoffer Lande, CEO Gobitech AS
1. Organization: Who works where and with what? (What kind of positions do you have in Norway and in the U.S) Which of these are
Mecanismo de financiamento e suporte para educação inadequado
Como mostrado nas Figuras 19, 20 e 21, o mecanismo de financiamento e suporte para educação de forma inadequada apresenta-se como uma causa de tendência constante e prioridade 2: assim está diretamente relacionada com algumas causas técnicas; entre elas pode-se destacar o baixo nível de escolaridade e a falta de qualidade profissional.
De acordo com a Lei Federal 11.494/2007 (BRASIL, 2007), que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), no artigo 1º está expresso que deve ocorrer “a aplicação de pelo menos 25% dos impostos e transferências em favor da manutenção e desenvolvimento do ensino”.
No entanto, de acordo o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o município de Pedras de Fogo está entre os vinte e quatro municípios que aplicaram investimentos abaixo de 25% de suas receitas na manutenção e desenvolvimento da Educação. Essa constatação é resultado de um levantamento realizado nos 224 processos de prestação de contas anuais de diversos exercícios, avaliados em 2014. Ainda segundo o TCE, os recursos do FUNDEB destinam-se ao pagamento do salário dos professores, diretores e orientadores educacionais, mas também podem ser aplicados em atividades, como financiamento de programas de melhoria da qualidade da educação; na formação continuada de professores; na construção e manutenção das escolas (JORNAL DA PARAÍBA, 2014).
Falta de indicadores de desempenho ambiental
Observa-se pelas Figuras 19, 20 e 21, que a falta de indicadores de desempenho ambiental para a região estudada apresenta-se como uma causa de tendência constante e prioridade 2, assim com forte relação com as causas técnicas, entre elas, o baixo nível de escolaridade e as práticas agrícolas inadequadas.
De acordo com a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Norma Brasileira (NBR) ISO 14031, a Avaliação de Desempenho Ambiental (ADA) é um processo de gestão interna que visa facilitar decisões gerenciais sobre o desempenho ambiental de uma organização, por meio da seleção de indicadores, coleta e análise de dados, avaliação da informação em comparação com critérios de desempenho ambiental. Segunda a Norma, essa organização pode ser uma companhia, corporação, firma, instituição pública ou privada, que tem funções e estrutura administrativa própria. A ADA abrange duas categorias de indicadores: Indicadores de Condição Ambiental (ICA) e Indicadores de Desempenho Ambiental (IDA) (ABNT, 2004).
Os ICA fornecem informações sobre a qualidade do meio ambiente local. Os dados para estes indicadores são geralmente coletados para fins, tais como, pesquisas científicas, desenvolvimento de normas e regulamentos ambientais.
Com relação aos IDA, estes pretendem apresentar práticas organizacionais no sentido de minimizar os impactos ao meio ambiente decorrentes de suas atividades. Referem-se ainda ao uso de recursos naturais exibidos em valores absolutos de quantidade ou consumo, levando em consideração os impactos significativos relacionados ao setor da atividade e às respectivas ações de minimização (GASPARINI, 2003 apud CAMPOS E MELO, 2008). Existem dois tipos de IDA: os Indicadores de Desempenho Gerencial (IDG), que fornecem informações sobre esforços gerenciais para influenciar o desempenho ambiental das operações da organização; e os Indicadores de Desempenho Operacional (IDO), que proporcionam informações sobre o desempenho ambiental das operações da organização.
Baixa atividade da organização social
De acordo com as Figuras 19, 20 e 21, a baixa organização social, aponta-se como uma causa gerencial do baixo nível socioeconômico, que ocorre nas áreas no entorno das nascentes estudadas, possuindo tendência constante e prioridade 1. Possui também relação com as causas técnicas, entre elas pode-se ressaltar a falta de qualificação profissional, baixo nível de escolaridade e práticas agrícolas inadequadas.
De acordo com Fernandes et al. (1997), as Organizações Sociais (OS) são definidas como um modelo de organização pública não-estatal com o objetivo de absorver atividades passíveis de publicidade mediante qualificação específica, sendo formada pelas associações civis sem fins lucrativos, que não são propriedade de nenhum indivíduo ou grupo e estão orientadas diretamente para o atendimento do interesse público. Ainda de acordo com os autores, são um modelo de parceria entre o Estado e a sociedade, onde o Estado permanecerá estimulando a publicidade das atividades e exercerá sobre estas um controle estratégico, através de resultados fundamentais para atingir os objetivos das políticas públicas. As OS facilitam o controle social por meio da participação nos conselhos de administração dos diversos segmentos representativos da sociedade civil e, também favorecem seu financiamento na compra de serviços e doações por parte da sociedade.
Carência de acesso às inovações tecnológicas
Segundo Cavalcanti et al. (2006), a inovação tecnológica tem sido bastante valorizada, como um poderoso instrumento para o desenvolvimento econômico, sendo, por isso, uma das principais motivações de diversos segmentos da economia mundial. Atualmente a busca por inovações tecnológicas tem aumentado cada vez mais.
As Figuras 19, 20 e 21, mostram que a carência de acesso a inovações tecnológicas foi identificada como causa gerencial de tendência constante e prioridade 2, assim como possui relação direta com diversas causas técnicas. Entre elas, pode-se destacar o baixo nível de escolaridade, falta de oportunidade no mercado de trabalho e práticas agrícolas inadequadas.
De acordo com Bomfim (2013), o município de Pedras de Fogo enfrenta um desafio constante pela falta de aplicação de políticas públicas em educação, principalmente nas zonas rurais. Para modificar essa realidade, o autor afirma que é preciso realizar investimentos em
novas tecnologias e na economia local, como, por exemplo, na agricultura de subsistência, por ser esse um dos setores de maior importância para as atividades econômicas do município.
Falta de planejamento das políticas de produção
A Lei Federal nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, institui a Política Agrícola, fixando os seus fundamentos, instrumentos, objetivos; ela prevê os recursos e estabelece as ações para a Política Agrícola. No artigo 4º desta Lei, fica estabelecido que o planejamento agrícola é um de seus instrumentos (BRASIL,1991) e, segundo seuartigo 9º, o planejamento agrícola deve ser coordenado pelo Ministério da Agricultura e Reforma Agrária (MARA), em articulação com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
Pelas Figuras 19, 20 e 21, verifica-se que a falta de planejamento das políticas de produção mostra-se como uma causa gerencial de tendência constante e prioridade 1, com relação direta com algumas causas técnicas, entre elas a falta de oportunidade no mercado de trabalho e práticas agrícolas inadequadas.
Segundo o Ministério da Agricultura, a Política Agrícola pode ser definida como um conjunto de atividades direcionadas para o planejamento, financiamento e seguro de produção. Essas podem ser divididas em três grandes linhas de atuação: gestão do risco rural, crédito e comercialização (BRASIL,1991).