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6 Conclusion

8.1 MATLAB code pricing Principal protected notes

8.1.2 MATLAB code pricing Principal protected notes with basket option

Apesar de não ser um fenômeno em completo conhecido, com relação às suas causas, processos e consequências, esse é de fato um processo que se revela de modo preocupante em todas as regiões secas (áridas, semiáridas e sub-úmidas secas) ao redor do globo. Nesse caso, é interessante destacar, segundo ressalta Verdum et al (2001), ueà esseà oà à u à p o essoà ge e alizadoà deà deg adaç oà glo alà e à dete i adasà e ozo as ,à asàu aà o i aç oàdasàva i veisàlo aisàe voltoàdeàu aàsi gula idade.

Cerca de aproximadamente 30 milhões de quilômetros quadrados (19,0% da superfície terrestre do planeta) estão ameaçados pela desertificação, distribuídos em mais de dois terços do mundo e cerca de 150 países. Entretanto, se pautados na natureza do solo e da vegetação, incluindo áreas de desertos e semidesertos, a área total se aproxima dos 43,0% da superfície terrestre do planeta. Nesse caso, nota-se ainda uma considerável extensão afetada por um avançado processo de desertificação (9,115,000 Km²), se constituindo, pois, em uma área maior que o Brasil (UNCOD, 1977). Nota-se com o contexto exposto, que as áreas afetadas pela desertificação se encontram, pois, diretamente relacionadas com as regiões secas do mundo. Ao passo que quase metade da superfície terrestre da terra, igual a 6,45 bilhões de hectares, ou 47% é composta de terras secas, ainda habitadas por um quinto do mundo população ou 1,2 bilhões de habitantes no ano 2000. (UNEP, 1997).

A diferença dessas zonas áridas, semi-áridas e sub-húmidas está possivelmente no seu grau de aridez. Nesse caso, esse se apresenta como sendo o resultado da interação entre vários elementos climáticos e evapotranspiração. Igualmente importante, segundo documento da UNESCO, a base ambiental dessas regiões é definida pelas características, a saber: baixos totais de precipitação, ainda pouca frequente, irregular e imprevisível; grandes variações diárias de temperaturas; solos pobres em matéria orgânica e, especialmente frágeis; vegetação esparsa; escassez ou falta de água para consumo humano e animal; com biota adaptada as variáveis climáticas. Some-se à complexidade social paralelo à capacidade de suporte do meio.

Para o Brasil, de acordo com os dados oficiais, as áreas susceptíveis à

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por mais de 30 milhões de pessoas (BRASIL, 2004; SOUSA, ARTIGAS E LIMA, 2015). Algo que corresponde, basi a e te,àaoà ueàseà o he eàofi ial e teà o oàse doàoà Polígo oà dasà“e as à . . àK ² àeà ueàseàe o t aàpe iodi a e teàsujeitoà àpe íodosàdeà estiagens (CARVALHO, 1988). Essas foram determinadas seguindo os pressupostos norteadores da UNCCD, que propõem a adoção do índice de aridez (IA), base da classificação climática de Thorntwaite (1941). Em dados mais recentes, divulgados pelo CGGE (2016), essas áreas podem ser melhor identificadas, a saber:

Fonte: CGEE (2016)

Oficialmente, de acordo com o PANBRASIL, entre as áreas onde os processos de desertificação estão mais avançados, destacam-se os núcleos de desertificação com destaque no Brasil aos núcleos de Cabrobó (PE), Gilbués (PI), Irauçuba (CE) e Seridó (RN). Por definição, esses podem ser considerados como áreas com degradação da cobertura vegetal e do solo em uma condição de irreversibilidade, reflexo da excessiva exploração e pressão antrópica (BRASIL, 2004; VASCONCELOS SOBRINHO, 1971).

Especificamente no que diz respeito ao núcleo do Seridó (RN/PB), o qual a presente tese encontra-se estruturada, segundo destaca Duque (1953, p.45), ainda em eadosàdaàd adaàdeà ,àessaà àaà egi oà aisàe odidaàdoàNo deste ;àdeà odoàaàj à oà aisà existi à soloà asà oli asà eà asà vo esà eà osà a ustosà seà lo alizam muito dista iadosàpelaàdifi uldadeàdeàe aiza e to .àT ata-se de um núcleo de desertificação (ver Figura 07) que, apesar das incongruências quanto ao método de análise, se destaca como consenso em torno da problemática exposta.

Figura 07: Diferentes níves de susceptibilidade à desertificação no estado potiguar

Fonte: Carvalho, Gariglio e Barcelos (2000)

Conforme é ressaltado por Pereira Neto e Fernandes (2015), em recente estudo sobre o referido núcleo de desertificação, a degradação ambiental torna-se ainda mais preocupante nas áreas de maior fragilidade potencial, onde as condições geoecológicas impedem ou dificultam a regeneração da vegetação em meio à uma possível oportunidade para o reestabelecimento de seu tênue equilíbrio.

Nesse caso, as manchas de maior instabilidade integram e tendem a compreender os municípios componentes do núcleo de desertificação do Seridó. Sobre o recorte pesquisado, merecem destaque os trabalhos, a seguir:

1. Silva et al. (2001) - caracteriza os recursos naturais de um fragmento do núcleo de desertificação do Seridó (RN – PB).

2. Costa et al. (2002) – destaca-se pelo uso do sensoriamento remoto, em uma interessante análise da biomassa regional do Seridó/RN.

3. Oliveira-Galvão (2003) – como tese de doutoramento faz uma interessante análise do fenômeno da desertificação, a partir da integração de diferentes indicadores, enfatizando ainda o núcleo do Seridó potiguar.

4. Carvalho (2003) – referência ao mapeamento de áreas susceptíveis à desertificação no Rio Grande do Norte, com destaque para as áreas em avançado processo no núcleo Seridó.

5. Costa et al (2009) – analisa o nível de degradação de um recorte da Caatinga no núcleo de desertificação do Seridó (RN/PB), a partir do emprego dos procedimentos fitossociológicos.

6. Almeida (2012) – realizou pesquisas de mestrado e doutorado no núcleo de desertificação do Seridó paraibano;

7. Pereira Neto (2013) e Pereira Neto e Fernandes (2015) – pesquisa de identifica e analisa a fragilidade ambiental da bacia hidrográfica do Seridó (RN/PB), com destaque para a instabilidade e desertificação.

8. Damasceno e Souto (2014) – apresenta uma análise de indicadores biológicos do núcleo de desertificação do Seridó na Paraíba.

9. Pereira Neto e Fernandes (2016) – destaca a fragilidade emergente e os aspectos de degradação da bacia hidrográfica do Seridó.

Apesar da importância das referidas pesquisas, segundo é destacado por Souza, Suertgay, Lima (2009), ao fazer referência ao Cariri paraibano, somente a partir da década de 1990 é que esse problema começa a ser realmente pesquisado, ao passo que até agora, são poucos os trabalhos em específico. Nesse sentido, com base no desmatamento, erosão e a consequente perda ou diminuição da fertilidade, os referidos autores (op. cit) ressaltam não haver quase nenhuma análise laboratorial que comprove essas observações. É um contexto, que certamente recai também sobre a realidade do núcleo do Seridó (RN/PB).