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Optimars tilnærming til innovasjon

Depois de se refletir sobre como fazer a pesquisa, decidir quem seriam os sujeitos percebeu-se que a melhor maneira de reunir os professores seria por meio de um curso de extensão universitária, o qual se concretizou com auxílio de uma professora do Centro Universitário UNIVATES, possibilitando que o curso ocorresse dentro das dependências desta Instituição e que os participantes recebessem um certificado de participação. Sabe-se que a formação continuada faz parte da avaliação individual de cada professor, na rede pública estadual. Também se percebe que não são muitas as oportunidades de formação continuada voltadas para os componentes curriculares, como por exemplo, Química, Física, Matemática. Sendo assim, a idéia de formar um grupo de professores vingou e os encontros aconteceram durante dez semanas, ou seja, de abril a junho de 2006, sempre às segundas- feiras à tarde, das catorze às dezessete horas.

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Após a proposta do projeto de formação continuada de professores de Química, ser aprovado pela equipe de pós-graduação da referida instituição de ensino superior, teve-se a disposição uma sala de aula, o laboratório de informática, e demais multimeios para desenvolver com sucesso os encontros.

Limitamos a participação aos professores com formação em Química e que estivessem atuando em sala de aula, acreditamos que o horário dos encontros serem um dos fatores que limitou o número de participantes. É preciso mencionar que para a constituição do grupo entrou-se em contato direto com os participantes para combinar um dia da semana que fosse favorável e comum a todos.

No primeiro encontro, após as apresentações entre os participantes foi discutida a proposta de trabalho. Se tratando de uma pesquisa-ação, sempre foi deixado claro aos participantes que durante os encontros tinha-se a liberdade de sugerir alterações e mesmo trazer para o grupo outros materiais para discussão, reflexão e ação. Sabendo-se que o interesse do grupo era currículo de Química organizou-se todo um programa, aberto, para os encontros previstos.

Após o intervalo nos dirigimos para laboratório de informática. O grupo teve algumas orientações de como trabalhar com o yahoo- grupos e, posteriormente, cada professor cadastrou um e-mail naquele site, para que pudessem ser convidados a participar do grupo “Currículo de Química – Reconstrução curricular de Química”.

No segundo encontro, o primeiro momento aconteceu no laboratório de Informática para que os professores participantes pudessem introduzir arquivos no grupo e ler materiais disponíveis. Posteriormente foi-se para a sala de aula. Começou-se a discutir sobre o número de horas-aula de Química nas escolas dos professores participantes.

O terceiro encontro iniciou-se com a reflexão sobre o texto lido em casa e discutido em conjunto, nesta oportunidade. Tínhamos previsto discutir sobre o que a LDB e o PCNEM apresenta para o currículo de química. Projetou-se a parte destinada a Química do PCN para facilitar a visualização e posterior discussão.

No quarto encontro, no primeiro momento o grupo foi para o laboratório de Informática, onde os professores abriram alguns arquivos, leram artigos sobre formação curricular. Voltando para a sala de aula e partindo de uma apresentação sobre “Bases Legais” do PCN, foi iniciada uma discussão a respeito dos aspectos que interessavam ao grupo. A apresentação tratava do novo ensino médio, a LDB, o papel da educação na sociedade tecnológica, a reforma curricular e a organização do ensino médio e as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. O grupo destacou como é importante a parte específica das

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áreas, pois percebeu que trata da organização do PCN e dos documentos oficiais que sustentam a organização do PCN.E compararam com os planos de estudos das suas escolas.

O quinto encontro iniciou no laboratório de Informática, para leituras. Depois se retornou à sala de aula.

Na sala, a discussão foi sobre a formação continuada do professor na escola. As escolas públicas possuem os dez dias de formação, nos quais as direções e coordenações pedagógicas devem se preocupar em arranjar palestrante, para trabalhar com os professores.

O sexto encontro também iniciou no laboratório de informática, onde o grupo analisou o CD room da revista Química nova na escola, também procuraram alguns sites que pudessem auxiliar seus trabalhos na sala de aula na escola. Depois se retornou à sala de aula.

Na sala de aula os professores trabalharam com os textos sobre os PCN, PCN+ , referenciais curriculares do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica), que muitos nem conheciam, nunca tinham lido, e a reformulação do PCN de Química, proposta para estudo no EDEQ de 2005, que duas professoras já tinham lido por terem participado do EDEQ.

O sétimo encontro foi dedicado a leituras, não foi presencial, o grupo tinha como tarefa ler o material do PCN que estava disponível no grupo virtual, para, posteriormente dar continuidade aos trabalhos.

No oitavo encontro, a tarefa do grupo para casa tinha sido analisar o material sobre o PCN que está no grupo virtual para discussão em conjunto. E logo que todos os participantes chegaram começou-se a trocar idéias.

No nono encontro, primeiramente na sala de aula, assistiu-se aos slides de uma unidade de aprendizagem sobre plantas medicinais desenvolvidas por um grupo de professores de Química e Biologia do mestrado que fazia parte do estudo.

No décimo e último encontro, pelo menos para esta etapa, pois o grupo tem interesse em continuar se reunindo, falamos sobre as revistas da editora Nova Geração que foram transformadas em um livro. Alguns professores nunca tinham visto as revistas e puderam manusear o livro durante o encontro.