Kapittel 8: Avslutning 8.1 Oppgavens fokus
8.5 Oppsummert: Relevant og treffsikker medvirkning
O primeiro estudo a ser recuperado é o de Kraemer (2001), intitulado Contabilidade ambiental como sistema de informações. A autora expõe como ponto de partida para suas
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O conceito Hotspotfoi criado em 1988 pelo ecólogo inglês Norman Myers para resolver um dos maiores dilemas dos conservacionistas: quais as áreas mais importantes para preservar a biodiversidadena Terra? Ao observar que a biodiversidade não está igualmente distribuída no planeta, Myers procurou identificar quais as regiões que concentravam os mais altos níveis de biodiversidade e onde as ações de conservação seriam mais urgentes. Ele chamou essas regiões de Hotspots. Hotspot é, portanto, toda área prioritária para conservação, isto é, de alta biodiversidade e ameaçada no mais alto grau. É considerada Hotspot uma área com pelo menos 1.500 espécies
endêmicas de plantas e que tenha perdido mais de 3/4 de sua vegetação original.
reflexões o fato de que, até algum tempo atrás, as organizações preocupavam-se apenas com a eficiência dos sistemas produtivos.Enfatiza que, em um curto espaço de tempo, essa noção revelou-se equivocada, porque ficou evidente que o contexto de atuação das empresas tornava-se cada dia mais complexo e que o processo decisório sofreria restrições cada vez mais severas. Um dos componentes importantes dessa reviravolta nos modos de pensar e agir foram o crescimento da consciência ecológica, na sociedade, no governo e nas próprias empresas, que passaram a incorporar essa orientação em suas estratégias. A autora também argumenta que a contabilidade, principal sistema de informação de uma empresa, não pode desconhecer essa realidade e ficar à margem dessas preocupações. Assim é que a contabilidade deve evidenciar as medidas adotadas e os resultados alcançados no processo de proteção e preservação do meio ambiente, já que ela é responsável pela comunicação entre a empresa e a sociedade.
Outro trabalho sobre utilização de informações ambientais é o de Calixto, Barbosa e Lima (2007). Os autores apontam que, com o advento da internet, grandes mudanças têm ocorrido na maneira que as empresas divulgam informações sobre o desempenho econômico, financeiro e ambiental de suas atividades. A divulgação de informações de natureza ambiental ocorre voluntariamente por parte das empresas, e essa é uma prática crescente entre elas. Os autores falam da crença de que essa é uma forma de as empresas responderem a mudanças estruturais e de estabelecerem um diálogo mais transparente com os seus stakeholders.
O estudo foi exploratório e teve por objetivo identificar as diferenças na divulgação voluntária de informações ambientais, via internet e via relatórios contábeis, de uma amostra de 60 companhias brasileiras que exercem atividades potencialmente poluidoras. Ao comparar o conteúdo de informações divulgadas via relatórios contábeis com as informações divulgadas na internet, os autores observaram diferenças significativas, ou seja, foram encontradas mais que o dobro de informações ambientais divulgadas voluntariamente na internet. Entretanto, também, foram identificadas muitas divergências na forma de divulgação entre empresas do mesmo setor, tanto através da internet como por meio dos relatórios contábeis.
Costa e Marion (2007), também na mesma linha e assunto do artigo anterior, escreveram um artigo que teve como objetivo verificar a uniformidade das informações ambientais entre os relatórios disponibilizados pelas empresas do setor de papel e celulose, através do site da Bovespa e de seus sites oficiais. Primeiramente, eles fizeram um embasamento teórico sobre a contabilidade ambiental, realizando uma comparação entre as suas definições e as utilizadas pela contabilidade financeira. Também abordaram as normas e legislações sobre a evidenciação das informações ambientais. Verificaram quais as demonstrações e relatórios utilizados pelas empresas para demonstrar o seu
comprometimento com o meio ambiente. Ao final, realizaram uma análise comparando as informações ambientais dos relatórios disponibilizados no site da Bovespa com as disponibilizadas pelas empresas em seus sitesoficiais. A conclusão a que chegaram é de que há grande dificuldade em analisar informações ambientais, devido à falta de uniformidade na estrutura dos relatórios disponibilizados pelas empresas.
O artigo de Caribé (1992) discute com muita propriedade a importância de se buscar subsídios para um sistema de informação ambiental no Brasil. A autora teve como objetivo identificar diretrizes que poderiam vir a ser seguidas pelo Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente – Sinima. Nessa linha, ela analisou os fatores contextuais que poderiam vir a influenciar a tomada de decisão e a demanda informacional da população que cumpre os objetivos e executa as atividades inerentes à área ambiental. A metodologia utilizada pela autora foi a de um levantamento (survey), e o referencial teórico, o do enfoque sistêmico.O artigo e a sua conclusão corroboram muito a discussão desta tese. Caribé concluiu que a área de meio ambiente possui características próprias que influenciam as necessidades de informação dos usuários e, consequentemente, deverão modelar o sistema de informação; que as unidades de informação dos órgãos responsáveis pela gestão ambiental no Brasil não contam com infraestrutura adequada para atender às necessidades de informação e que o usuário não conhece e não utiliza os serviços de informação que lhe são oferecidos.
O World ResourcesInstitute (WRI) (HAMMOND et al, 1995) fez um levantamento e acompanhamento de trabalhos que foram ou estão sendo realizados com indicadores de sustentabilidade, principalmente no que se refere ainformações ambientais, observando a evolução e o incremento de trabalhos nessa direção nos últimos seis anos. O evento de referência é a Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente (Rio-92), com a elaboração de seu documento final, a Agenda 21. Nele, em seu capítulo 40, é enfatizada a necessidade do desenvolvimento de indicadores por parte de cada país, em função de sua realidade (United NationsDevelopmentProgram). Cita também o Encontro sobre Indicadores Ambientais e de Desenvolvimento Sustentável, em fins de 1993, em Genebra, organizado pelo United Nations Environmental Program (UNEP). Hammondet al mencionam o trabalho desenvolvido pelo governo holandês, que desde 1991 tem o programa de indicadores ambientais que permite o monitoramento efetivo das ações de desenvolvimento, agilizando a tomada de decisões e tendo uma importante participação popular no processo.
Pode-se mencionar ainda, no contexto europeu, o Colóquio Internacional,tendo como tema Indicadores de desenvolvimento sustentável, realizado em 1996, na França (BOUNI, 1996). Na Alemanha, a Universidade de Bonn desenvolve o diagnóstico biótico, com objetivo de avaliar a biodiversidade (CLAIN, 1997).
Além desses trabalhos e iniciativas, encontram-se disponíveis online, via internet, documentos desenvolvidos por alguns municípios, como o de Rushmoor, na Inglaterra (MACDONALD, 1996), os quaisdesenvolvem sua própria Agenda 21, com seus respectivos indicadores, urbanos em sua maioria.
Existem ainda estudos efetuados em períodos anteriores àdécada de 1990 que propõem tecnologias para avaliar desempenhos na agricultura. Mas nem sempre é possível interpretá-los à luz dos novos conceitos trazidos pela discussão da sustentabilidade, pois estes representam um referencial maior, requerendo dos especialistas a ultrapassagem de linhas disciplinares bem estabelecidas, com o objetivo de desenvolver trabalhos multi e interdisciplinares (FREYENBERG et al, 1997). Além disso, deve-se considerar que, por estarem sendo desenvolvidos dentro de um quadro conceitual e metodológico ainda não totalmente claro, há grande dificuldade para se chegar a um consenso (MARZALL & ALMEIDA, 1998).
Santos (2011) apresentou tese com a finalidade de identificar e analisar fatores que contribuem para o sucesso da comunicação ambiental, segundo a percepção de especialistas em educação ambiental. Segundo a autora, os principais fatores de sucesso em comunicação da informação ambiental são: codificação da informação para um público, fornecimento de informações verdadeiras, abertura para feedbacks, comunicação para a compreensão, planejamento de comunicação, canais de comunicação alternativos, alta governança de atitude, participação social, mídia como aliada e adequada ao público, material didático para escolas e comunidade, formação de redes.