PART 2: MODELS FOR DESIGN AND DEVELOPMENT
3. DEVELOPMENT OF RADIOWEB
3.4 Ongoing Evaluation
O MS PowerPoint é um software que faz parte do MS Office desenvolvido pela Microsoft, é um dos softwares mais conhecidos e utilizados em todo o planeta, destina-se a apresentações gráficas dinâmicas com recursos de multimédia, como sons, filmes e figuras (Gennari, 1999).
Também no ensino a inclusão das novas tecnologias pode ter um impacto muito significativo. Quando bem utilizadas, estas ferramentas ajudam na construção da aprendizagem em diversas áreas, pois desenvolvem atitudes mais criticas e uma visão mais detalhada e ampla dos conteúdos abordados tanto dos alunos como dos professores (Masetto, 2000).
Polito & Tufte (2003) referem que os recursos audiovisuais são uma poderosa e eficiente ferramenta para o sucesso de uma apresentação, mas é preciso que seja usada com certos critérios, o professor não pode simplesmente ser substituído pelo recurso à informação apresentada em slides.
Também Fifield & Peifer (1994) demonstram num estudo, que a inclusão de multimédia nas apresentações faz aumentar a motivação e o interesse dos alunos. Assim o computador pode ser usado como uma nova ferramenta e um catalisador para uma mudança de paradigma educacional, (Valente, 1993).
As apresentações em PowerPoint devem ser usadas para apresentar conteúdos bem definidos e envolver os alunos nesses conteúdos, solicitando a discussão e a reflexão (Masetto, 2000).
Assim, há que dar especial importância à apresentação dos conteúdos educativos, que devem ser simples, claros e eficientes, apresentando um texto claro, conciso, e ser essencialmente atrativos, recorrendo à interatividade, a imagens, vídeos, som, tabelas e esquemas (Lima & Capitão, 2003).
Tendo em conta que i) a escola está apetrechada convenientemente com computadores e estes têm instalado o sistema operativo Windows, e o Microsoft Office; ii) as respostas analisadas dos questionários dos alunos da turma; e ainda, iii) por ser bastante comum a sua utilização nas camadas estudantis, seleciono a aplicação Microsoft Power Point para ser o suporte à criação das apresentações que faz parte do conteúdo programático da disciplina. Considero uma aplicação bastante comum e de fácil utilização por todos, tal como nos diz Sandholtz (1997) “um software educacional pode tornar o aprendizado mais agradável e interessante,
devido à possibilidade da inclusão de sons, fotos, imagens e animações, entre outras Mídias. Este tipo de software pode contribuir no processo de ensino e aprendizagem, tornando as aulas menos monótonas e despertando no aluno o interesse à investigação e à descoberta”.
O Microsoft Power Point está difundido massivamente em toda a parte e nas mais diversificadas formas de utilização, quer em apresentações simples às mais sofisticadas e importantes conferências ou seminários, devido aos seus recursos multimédia é possível a inserção de som imagem e efeitos especiais (incluindo jogos), que lhe dão uma forma de apresentação muito agradável e simples de visualização e o seu sucesso de popularidade. É comum hoje em dia a proliferação de mensagens difundidas na internet elaboradas neste suporte. Tal como nos diz Oliveira (2004) com o programa é possível organizar, ilustrar e dispor ideias de maneira fácil e profissional, seja em uma reunião de negócios, palestra ou em aulas.
É acima de tudo uma ferramenta de trabalho onde todos podem partilhar e criar conteúdos e um auxiliar de aprendizagem partilhada. Como nos diz Masetto (2000) as apresentações de Power Point devem ser usadas para apresentar os conteúdos de forma sucinta, mas também para o envolvimento dos alunos… criando cenários para reflexões, discussões e debates em sala de aula.
Destaco ainda a importância do uso desta ferramenta, pois como diz Lima (n.d.) “é relevante a utilização do PowerPoint pelo professor não apenas como um mero reprodutor de apresentações, mas também como uma ferramenta de criação de atividades lúdicas que despertem o interesse dos seus alunos”.
4. Investigação
4.1. O Professor
Como diz Ponte (2002) o professor precisa experimentar formas de trabalho que levem os seus alunos a obter os resultados desejados. Para isso, é indispensável compreender bem os modos de pensar e as dificuldades próprias dos alunos. O professor tem hoje em dia que desenvolver práticas de investigação que o levem a melhorar e a compreender o seu papel e a experimentar novas metodologias e estratégias.
Como refere Alarcão (2001) “não posso conceber um professor que não se questione sobre as razões subjacentes às suas decisões, que não se questione perante o insucesso de alguns alunos, que não faça dos seus planos de aulas meras hipóteses de trabalho a confirmar ou a infirmar no laboratório que é a sala de aula, que não leia criticamente os manuais ou as propostas didáticas que lhe são feitas, que não se questione sobre as funções da escola e sobre se elas estão a ser realizadas”.
Liberman (1994) salienta que o desenvolvimento profissional é um processo de aprendizagem, em que a interrogação crítico-reflexiva das práticas assume um papel decisivo.
Assim um professor deve adquirir as suas próprias competências, investigando e procurando novas dinâmicas e metodologias com o objetivo de melhorar a aprendizagem dos seus alunos, ele deve ser sempre um professor crítico, tanto nas práticas educativas como também na sua forma de ensinar, tentando sempre melhorar a sua postura e as suas práticas pedagógicas.
Seguindo este pensamento, posso dizer que os professores têm na sua prática, um campo enorme para explorar, o professor deve assumir esse papel crítico dele próprio, para que esteja continuamente em evolução, sabendo autoavaliar-se e tirar daí as mais-valias necessárias para evoluir profissionalmente.
É com esta postura que vou, preparar a minha intervenção, recorrendo à investigação, tanto de metodologias, estratégias, ferramentas e não menos importante, ao conhecimento prévio da turma que tenho em mãos.
Por tudo isso, este meu estudo começa pelo conhecimento e pela caraterização das condições socioeconómicas dos alunos e do meio envolvente bem como da escola e da turma. Entender ou conhecer os alunos, os seus
comportamentos, as suas atitudes e aspirações, é algo que favorece enormemente a forma como um professor deve saber chegar até cada um, sempre com o objetivo de o despertar para uma aprendizagem de sucesso.
Aliado a esse conhecimento, conseguir selecionar um método ou uma estratégia de ensino, que possa favorecer a aprendizagem, conseguir chegar a cada aluno, para que ele entenda e se envolva nessa mesma aprendizagem como parte integradora do desenvolvimento da própria aprendizagem, é algo que compete ao professor, recorrendo a todo o seu conhecimento prévio da turma.
Compete também ao professor saber balancear tudo isto com os conteúdos a abordar, de forma a ser o mais homogéneo e integrador na sua forma de conseguir o desenvolvimento das competências por parte de todos os alunos.
Foi com esse ponto de vista que após enormes e prolongadas pesquisas, tendo em consideração os conhecimentos já adquiridos dos alunos e também dos conteúdos a lecionar, optei por recorrer à metodologia de sala de aula Aprendizagem Baseada em Projetos (BIE). Este método promove o trabalho colaborativo e pretende a realização de um projeto final que é a criação do jogo “SuperCEF”, conforme fundamentado neste relatório. Esta foi a estratégia que considerei para este caso concreto, ser a mais adequada tendo em conta a fundamentação também já feita neste relatório.
Como suporte a todo este trabalho colaborativo, vou recorrer à ferramenta on-line, TeamLab, apresentada na secção anterior, por incorporar dentro dela todos os recursos necessários para acompanhar um projeto deste tipo, fazendo com que os alunos ganhem hábitos de trabalho colaborativo, e interagindo entre eles, também está fundamentado este recurso neste relatório.
A minha questão crítica é, após a realização da minha intervenção, e com a obtenção dos dados da avaliação realizada na turma, perceber se realmente, os alunos adquiriram as competências que se esperavam e se realmente este método e esta estratégia conseguiram e foram eficientes e eficazes, contribuindo para esse sucesso que espero a turma alcance.
Não posso esquecer de mencionar aqui a importância da colaboração entre mim e o professor cooperante neste projeto, o professor Luís Roque, que através das
todos possam evoluir e melhorar as suas competências pedagógicas. Como diz Hargreaves (1998) referindo-se às relações colaborativas enquanto estratégia de desenvolvimento dos professores, salientando que elas “conduzem este desenvolvimento para além da reflexão pessoal e idiossincrática, ou da dependência em relação a peritos externos, fazendo com que os professores aprendam uns com os outros, partilhando e desenvolvendo em conjunto as suas competências”.
Segundo estudos publicados6, os professores despendem muito pouco tempo na preparação das suas aulas, especialmente no que diz respeito ao uso de meios tecnológicos, ainda muito menos, quando falamos de inovação ou mesmo da introdução de novas estratégias que possam ter em contas novos métodos pedagógicos inovadores que possam levar os alunos a novas descobertas e enquadrá- los na realidade dos nossos dias. Apesar da maioria dos professores entender a importância desta tecnologia ainda encontramos uma resistência enorme no seu uso na sala de aula, podemos ouvir como desculpa muitas vezes que esse uso não traz nenhuma melhoria à aprendizagem.
Segundo Coutinho (2006), apesar desta atitude, os professores são quase unanimes quando questionados sobre o potencial educativo das TIC no ensino, quase todos consideram que a tecnologia é importante e deve ser utilizada na aprendizagem, mas esta aparente contradição, e segundo o mesmo autor, tem a ver com a formação inicial e contínua dos professores ser muito fraca, e diz mesmo Coutinho (2006), “de facto, a natureza inovadora das práticas pedagógicas com as TIC, se não for acompanhada por ações de formação que suscitem uma atividade prática e reflexiva dos professores, não tem capacidade, por si só, de operar grandes mudanças nas práticas dos docentes”.
Por isso a formação contínua do professor é fundamental, para este ir adquirindo sempre novos conhecimentos e novas atitudes, e ser capaz de integrar a tecnologia no contexto curricular das TIC na sala de aula, para que os alunos possam na prática interagir com a realidade dos nossos dias.
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Clara Coutinho - Universidade do Minho, Braga. Utilização de blogues na formação inicial de professores: um estudo exploratório.
4.2. As TIC
Na educação as TIC, têm vindo a enfrentar desafios e mudanças muito complexas e difíceis de ultrapassar, muitas vezes relacionadas com as políticas dos governantes que se alteram conforme são ou não eleitos para os destinos deste país, que ultimamente tem favorecido a parte material em vez dos conteúdos e da qualidade da formação.
Segundo Peralta & Costa (2007), num estudo publicado sobre a competência e a confiança dos professores no uso das TIC’s, diz-nos que “que não há muitos professores competentes no uso das TIC no ensino, pelo que se torna necessário investir na sua reeducação. Mesmo os professores que estão agora a iniciar a sua profissão não foram adequadamente preparados para o uso das novas tecnologias”.
Considero este estudo representativo e contrário à ideia generalizada, que muitos professores têm, de que, para ensinar TIC não é necessário muita formação, pois o seu conteúdo programático está ao alcance de qualquer professor.
Como venho a referir neste relatório, o professor de TIC tem que ser um profissional com formação adequada e com grande experiência prática, capaz de levar para a sala de aula a sua prática de domínio dos temas do currículo e também capaz de envolver os seus alunos em projetos interessantes e que levem os alunos a pensarem e a intervirem numa aprendizagem eficaz e envolvente para todos.
As TIC são importantes, não só por ser a tecnologia recente, mas por aquilo que formos capazes de fazermos com elas, como nos diz Teixeira (2011).
Segundo Ribeiro, Dias, Dias & Fernandes (2011) o software mais utilizado, para interagir com os seus alunos incluem-se programas como o Word (76,9%), o PowerPoint (76,9%), a internet (65,4%) e o Excel (57,7%)”, vemos por aqui a importância que estas ferramentas têm no nosso sistema de ensino.
Mas as TIC não ficam por aqui, se analisarmos o programa em pormenor ao longo dos anos e dos cursos envolvendo esta disciplina, veremos que ele é muito mais do que a mera utilização destas ferramentas a que muitos de nós, professores e alunos, já usam no seu dia-a-dia.
Posso concluir com dois comentários importantes:
interagir com os seus alunos e poder criar novas e inovadoras formas de aprendizagem às quais os alunos possam aderir facilmente.
Segundo, que a disciplina de TIC, não é somente composta por estas ferramentas que todos conhecemos, mesmo que para muitos não sejam bem dominadas, mas muito mais do que isso, quando falamos em módulos como a programação ou de análise de sistemas ou mesmo base de dados. Claro que para esta disciplina o professor deve estar bem preparado e detentor de uma formação adequada.
Assim, as TIC, tem também um papel integrador da sociedade moderna, e é parte fundamental do desenvolvimento da sociedade tecnologicamente em evolução, quanto mais preparados estivermos tecnologicamente mais preparados estamos para sobreviver na sociedade moderna, por isso precisamos de estar enquadrados sempre com o futuro, pesquisando e encontrando novos caminhos, novas descobertas e novos ambientes capazes de contribuírem para a evolução dos jovens de hoje, que estarão melhor preparados para enfrentar este nosso mundo, onde a tecnologia é cada vez mais utilizada nas coisas mais comuns do dia-a-dia.
Para Bennet (2008), por exemplo, "o que se entende por conhecimento relaciona-se com algum domínio específico, situação e contexto, um ambiente em mudança insinua alterações nas necessidades de conhecimento" e por isso precisamos de nos ajustar continuamente nos conceitos e nos processos de aprendizagem, "para fazer delas ferramentas capazes de contribuírem para o desenvolvimento cognitivo e socio-afetivo dos alunos" como diz (Osório, Ramos, & Valente, 2005).
5. Intervenção
5.1. Questão ética
De acordo com Badiou (1995) a palavra ética, em grego, refere-se à busca de uma boa conduta humana, à sabedoria da ação. O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Atualmente, podemos definir ética como um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.
Como professor tenho um papel fundamental na educação e na transmissão de posturas coletivas e sociais que devemos transmitir aos jovens. Assim entendo que a ética embora não seja nem possa estar associada às leis, tem um papel importantíssimo no equilíbrio e na justiça social.
Segundo nos diz o jurista Chaves (n.d.) em relação ao uso da imagem de outrem, "não se pode impedir que outrem conheça a nossa imagem, e sim que a use contra a nossa vontade, nos casos expressamente previstos em lei”. Desta forma e de acordo com D’Azevedo (2001) tomei todos os cuidados para que esta minha intervenção, não ferisse de alguma forma os alunos nos seus direitos de imagem e de privacidade, segundo os artigos 79.º e 80.º do código civil, respetivamente o direito à imagem e o direito à reserva sobre a intimidade da vida privada, por isso distribuí a todos os encarregados de educação um documento explicativo da minha intervenção e do uso de imagem com fins da obtenção de dados para a elaboração deste relatório, pedindo a sua aprovação com a devida assinatura, documento que junto a este relatório (anexo B).
Tomei também o devido cuidado de assegurar que todas as atividades desenvolvidas, assim como o uso de todos os recursos necessários à minha intervenção, estão devidamente suportados pelas leis orgânicas da escola em causa.
incerteza, são histórias sobre a forma que o mundo pode assumir amanhã, histórias capazes de nos ajudar a reconhecer as mudanças do nosso ambiente e a adaptar-nos a elas. Podemos assim dizer que, com base num referencial dado, cada um de nós vai construindo a sua história, a sua aprendizagem para atingir um futuro novo. Desta forma tal como disse Godet (1987) “Um cenário é um conjunto formado pela descrição de uma situação futura e do encaminhamento dos acontecimentos que permitem passar da situação de origem à situação futura.”.
Com base nestes conceitos, apresento no anexo G, o cenário criado para este trabalho, pretendo com ele deixar as bases de trabalho para que qualquer professor possa interagir através dele e criar a sua própria história, capaz de criar ou recriar outra alternativa, de igual modo válida na construção do saber e do conhecimento na história que cada um tem para contar.
5.3. Objetivos
Este cenário e esta intervenção têm como base o Programa da Componente de Formação Sociocultural - Disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação - Direcção-Geral de Formação Vocacional 20057.
Ao desenvolver esta intervenção, estou consciente que estou a contribuir para um reforço e uma melhoria da minha capacidade pedagógica, contribuindo para isso, toda a experiência e conhecimentos adquiridos no âmbito deste mestrado e das leituras e pesquisas conceituadas que fiz.
Assim o objetivo desta intervenção é que no final os alunos tenham adquirido a capacidade de utilizar uma aplicação informática de criação de apresentações (PowerPoint), com o objetivo de aprender a criar apresentações de capacidade multimédia. Para isso os alunos deverão aprender os conteúdos que referencio e que constam do conteúdo programático deste módulo e que são:
Aplicar esquema de cores a diapositivos;
Inserção de imagens, sons e vídeo;
Editar, adicionar e eliminar objetos;
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Pode consultar este programa no endereço: (http://www.sitio.anq.gov.pt/programas/i006138.pdf).
Executar convenientemente uma apresentação de diapositivos;
Reconhecer os atalhos de navegação para aceder a diapositivos;
Aplicar transições entre diapositivos;
Movimentarem-se entre diapositivos;
Animação personalizada.
Desta forma os alunos deverão adquirir as seguintes competências:
Saber escolher som, imagem, vídeo, capazes de ilustrar convenientemente as ideias e a informação.
Editar e modificar texto, gráficos, tabelas, imagem, cliparts etc., de modo a fazer de tudo isto elementos de leitura clara e precisa.
Saber aplicar e gerir a maior das potencialidades deste tipo de ferramentas que está na transição entre elementos, nos constituintes dessa mesma transição e nas animações.
Trabalhar em equipa de projeto que, desde o desenho ao produto final, crie apresentações de capacidade multimédia.
Para levar os alunos a adquirir todo este conhecimento e estas competências irei recorrer à estratégia da criação de um jogo didático e multidisciplinar a que vou chamar de “Super CEF”. Desta forma pretendo que os alunos se sintam mais interessados e integrados, que se envolvam num trabalho coletivo e que se sintam no seu “ambiente natural” e possam através desta atividade, adquirir as competências desejadas.
Para organizar o trabalho de sala de aula, irei recorrer a uma metodologia de aprendizagem baseada em projetos - PjBL, usando o software colaborativo TeamLab. Neste software começarei por criar equipas de três alunos, e organizar as ferramentas que permitam aos alunos trocar conceitos, experiências, fazer pesquisas, discutir, saber definir qual o objetivo final e as metas a alcançar, que consigam gerir o seu tempo, e atribuir tarefas a cada membro da equipa, enfim poder desenvolver realmente um trabalho colaborativo. Estando reunidas as condições para, com todo este trabalho, adquiriram algumas das competências do Séc. XXI. Uma das minhas
como propósito, desenvolver as capacidades cognitivas dos alunos. Assumindo assim um papel de facilitador na aprendizagem dos alunos, um orientador e deixar os alunos percorrerem o seu caminho de aprendizagem colaborativa e de desenvolvimento de competências.
Para que todo este projeto seja possível os alunos terão ao seu dispor alguns recursos como os computadores, a internet, o PowerPoint, o TeamLab, o projetor, o telemóvel e outros que acharem de utilidade para a inclusão de elementos multimédia no produto final.
As equipas, desde a primeira sessão, conforme o plano em anexo, já sabem qual é o produto final a desenvolver, que é o jogo e também o planeamento ou as metas com os deadline bem definidos, ajudando assim à organização das equipas e da sua disciplina entre os elementos de cada equipa.
No final cada equipa deverá apresentar o seu produto final à turma com uma apresentação que não poderá durar mais que 10 minutos, deverão ser claros e concisos, distribuindo a apresentação de forma equitativamente pelos elementos da equipa.
Para terminar a minha intervenção resta fazer a avaliação dos alunos e para isso irei recorrer a um registo por sessão onde farei as anotações das minhas observações segundo os indicadores que constam na ficha no anexo 13. Este registo irá contribuir também para a avaliação do produto final, onde irá constar a aplicação prática dos conteúdos indicados, a própria apresentação final da equipa (anexo 14), uma auto e heteroavaliação e ainda uma avaliação posterior feita pelo professor