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5. ANALYSE OG DRØFTING

5.8. IDENTIFISERING AV OFFENTLIGE ROM

5.8.1. Interne offentlige rom

O processo sol-gel, que é baseado em reações de polimerização inorgânicas, podem ser definidas como a preparação de óxidos inorgânicos como os vidros e cerâmicas por métodos de rota química. As metas do processamento sol-gel em geral são controlar a homogeneidade da composição e a nanoestrutura durante os primeiros estágios de produção. Esta técnica de síntese é baseada nos precursores organometálicos, e os géis podem ser formados pelo crescimento de uma rede de arrumação de partículas discretas ou pela formação de uma rede 3-D interconectada pela hidrólise e policondensação dos precursores organometálicos simultâneas. O tamanho das partículas sol e as ligações cruzadas entre as partículas dependem de alguns fatores variáveis como pH, composição da solução, e temperatura, etc. Pelo

controle das condições de experimento, pode-se obter os materiais nanoestruturados pretendidos em forma de pó ou filme fino (YAN, SUN, CHENG, 2002).

3.5.1.1 Método dos Precursores Poliméricos (Pechini)

Uma preparação de um simples pó via precursores poliméricos feita com ácidos α-hidroxicarboxílicos, como ácido cítrico, lático,glicólicos etc., e etileno glicol foi primeiramente investigado por Pechini em 1967 (PECHINI, 1967). Esta invenção permitiu a produção de pós em nanoescala, filmes finos e fibras, e obtenção de óxidos multicomponentes tendo composição homogênea, e também estimulou o uso das técnicas de sol-gel.

O processo Pechini envolve a dissolução de sais metálicos em uma mistura de ácido hidroxicarboxílico fraco tal como ácido cítrico, e um álcool polidroxílico como o etileno glicol. Quando a solução é aquecida a certa temperatura usualmente abaixo de 100°C, um precursor orgânico viscoso é de senvolvido, o qual pode depois ser convertido após calcinação.

Etapa 1. Formação do gel

Misturas de reagentes dissolvidos em AC e EG (Ácido Cítrico e Etileno Glicol) em várias razões molares são magneticamente agitadas em béqueres sobre placas de aquecimento. Uma quantidade mínima de água (cerca de 0,5 ml de água por grama de ácido cítrico) é homogeneizado em cada amostra para ajudar na dissolução do AC. Três gotas de ácido nítrico, em alguns casos, para cada 100 ml de mistura é adicionada para catalisar a esterificação entre AC e EG.

Existem duas reação básicas envolvidas no processo Pechini para fazer precursores cerâmicos, Figura 9: (1) quelação do complexo entre cátions e ácido cítrico, levando a um citrato metálico; e (2) poliesterificação do quelato com o glicol em uma solução ligeiramente acidificada, levando a formação de uma poliéster.

Figura 9. Esquem O ácido atua como estão dissolvidos como s forma de cloretos, carb 1989). Os íons metálico homogeneamente distrib

A reação de polim reagentes em quantidade ao baixo custo e melhor requerida para obtenção Controle correto dos par razão de massa de subs mistura, pulverização ant

Os precursores o formadores da resina, m calcinação (GROSSIN, N CHENG, 2002). Se for negativo, pelo aumento excessiva normalmente em aglomerados parcia preferível a redução dos uso insuficiente de substâ insuficientemente quelad

ema das reações desenvolvidas no proces mo um agente quelante que liga quimicam

sais em solução aquosa. Os cátions pode arbonatos, hidróxidos, isopropóxidos e n os são quelados pelos grupos carboxíl ribuídos na rede polimérica.

limerização é normalmente aumentada pel de excessiva, historicamente o EG tem si or solubilidade. Uma resina intermediária

o de um pó monofásico, com grãos finos, arâmetros do processo é necessário. Es ubstâncias orgânicas e sais metálicos, co ntes da calcinação, e condições de calcina orgânicos não atuam somente como ag mas também fornecem calor de combus

NOUDEM, 2004; MUCCILLO, MUCCILLO r utilizado muito material orgânico, pode to da temperatura durante a calcinação.

e provoca uma reação fortemente exotérm ialmente sinterizados. Também por mot os orgânicos para uma quantidade mínima

stâncias orgânicas produz o gel em que os lados, então as resinas intermediárias,

esso Pechini.

mente os cátions que dem ser utilizados na nitratos (LESSING, xílico e permanecem ela adição de um dos sido preferido devido ria porosa e macia é s, e não aglomerados. Estes fatores incluem conteúdo de água na inação.

agentes quelantes e ustão nas etapas de LO, 1999; YAN, SUN,

de ocorrer um efeito . A matéria orgânica érmica, o que resulta otivos econômicos é ima. Por outro lado, o os íons metálicos são as, após calcinação,

formam pós coalecidos os quais podem até apresentar fases secundárias (SUN, CHENG, 2002; LESSING, 1989).

O processo mais comum consiste na dissolução de 1 mol do metal, em geral na forma de nitrato, e de 2 a 8 mols de AC e um excesso de EG até a formação de uma solução límpida. Com a remoção do solvente por evaporação, não ocorre à cristalização, em vez disso, uma resina polimérica é formada, contendo os metais “presos” na rede polimérica (TAI, LESSING, 1992).

Etapa 2. Decomposição térmica

Nesta etapa, a decomposição dos complexos do precursor orgânico acontece, e as substâncias orgânicas adicionadas para a preparação dos géis são quase completamente removidas, gerando pós amorfos.

O tratamento térmico em torno de 300 ºC provoca a quebra das cadeias poliméricas e a queima do material. A composição em massa na qual ocorre uma maior expansão da resina é a que apresenta a razão ácido cítrico: etileno glicol igual a 60:40, em massa (LESSING, 1989).

Etapa 3. Calcinação

Durante a calcinação, redução de poros ocorre devido a um processo de união das partículas devido à energia térmica. O aumento do tamanho das partículas é sempre acompanhado com o aumento da temperatura de calcinação entretanto calcinações a temperaturas mais elevadas por tempos maiores podem produzir amostras melhores cristalizadas (VAN VLACK, 1985).

Atmosferas ricas em oxigênio são usadas na calcinação para assegurar a eliminação dos orgânicos e aumentar a formação da fase cristalina desejada a temperaturas mais baixas.

Em alguns casos, a resina expandida com um volume grande precisa ser quebrada, em ambos os casos, resina mais porosa e a menos ideal, agregados devem existir. Pode ser entendido que a eficiência do aquecimento do material é mais baixa quando se calcina uma grande espuma porosa dentro de um tubo do que quando calcinando um pó espalhado de mesma massa. Como um resultado, as temperaturas requeridas para calcinação de resinas pulverizadas são mais baixas que aquelas para substâncias não reduzidas, o que é benéfico para a produção de

pós finos. Além disso as substâncias orgânicas em uma resina pulverizada são mais facilmente eliminadas. Considerando que os orgânicos podem funcionar como um ligante e causar densos reagregados de resina durante moagem, cristalitos coalescidos e partículas duras de óxidos são produzidos nesta etapa. Logo, a etapa de pulverização deve também ser otimizada para a preparação de materiais nanoestruturados,uma vez que a resina expandida é facilmente desaglomerada. O tamanho das partículas após a calcinação está relacionado com a forma e tamanho das partes da resina “queimada” (LESSING, 1989; SUN, CHENG, 2002).