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Nytolkning av kontroversielle Verset 3:34

In document Islam og kvinne (sider 68-76)

Analyse av Waduds Koran hermeneutikk 6.1 Amina Waduds tawhid hermeneutikk

6.6 Nytolkning av kontroversielle Verset 3:34

Nesta secção vai-se analisar o domínio do problema através de um diagrama designado por Modelo do Domínio. Assim, na Figura 3.15 encontra-se o Mo- delo do Domínio para a aplicação que se pretende elaborar, e onde constam as entidades principais do domínio do problema, para além das relações entre elas.

Fazendo uma análise do Modelo do Domínio da Figura 3.15, verifica- se que a entidade Utilizador deve, antes de tudo, autenticar-se com a conta OpenID da Google e obter a autorização para o acesso ao serviço Google Ca- lendar. Para tal, é necessário que a aplicação interaja com a Google, tanto no processo de autenticação (protocolo OpenID), como no processo de auto- rização de acesso ao serviço Google Calendar (protocolo OAuth).

Uma vez autenticado e autorizado, o Utilizador, recorrendo aos campos existentes na entidade Formulário, pode introduzir Parâmetros de Configu- ração. É importante referir que, apesar de no Modelo do Domínio da Figura 3.15 apresentar apenas uma entidade genérica designada por Formulário, essa mesma entidade é estendida pelas entidades subentendidas Formulário para a Visualização Full, Column, Bar e XML11. Daí extrai-se que vão exis- tir quatro formulários de configuração, com bastantes semelhanças e algumas diferenças, para os quatro tipos de visualização existentes.

Observando a entidade Parâmetros de Configuração, facilmente se veri- fica que esta é estendida por três entidades: “Params. Componente Visual”, “Params. Componente Comportamental” e “Params. Componente de Filtra- gem”. Por isso, é fácil deduzir que a partir do nome de cada uma delas se pode saber que se trata de parâmetros da componente visual, comportamen- tal e de filtragem. A explicação detalhada destas três componentes é feita na anterior secção, Descrição da Aplicação.

Concluindo o preenchimento do Formulário por parte do Utilizador, este pode e deve, antes de mais, clicar no Botão de Visualização12, existente no

11Estas quatro entidades não foram acrescentadas ao diagrama por motivos de espaço

e de compreensão do mesmo.

3.4 MODELO DO DOMÍNIO 55

Figura 3.15: Modelo do Domínio

Formulário, para a aplicação apresentar uma visualização de acordo com o que o Utilizador especificou. Assim sendo, a entidade “Subsistema Processa- mento Visualizações”, que corresponde a uma parte do sistema que processa configurações, recebe os parâmetros de configuração especificados pelo Uti- lizador e efectua um pedido à entidade Google Calendar para esta retornar Eventos em função dos “Params. Componente de Filtragem”. Por fim, a en- tidade “Subsistema Processamento Visualizações” retorna uma Visualização Full, Column, Bar ou XML, consoante o Formulário que o Utilizador sub- meteu.

Ainda quanto à entidade “Subsistema Processamento Visualizações”, é importante dizer que a Visualização retornada é “moldada”, em termos visu- ais, segundo os “Params. Componente Visual” especificados pelo Utilizador. Quanto ao comportamento da visualização, este é definido segundo os “Pa- rams. Componente Comportamental” também definidos pelo Utilizador.

Este processo todo, descrito desde o início desta secção até aqui, tam- bém pode ser feito através de uma “App Externa” (uma aplicação externa que pode corresponder ao serviço Ubisign.com ou a outra qualquer aplica- ção), enviando todos os parâmetros de configuração e um token de autenti- cação. Como resposta, a aplicação retorna a Visualização desejada e a “App

3.15, a acção de clicar nos botões existentes no Formulário, por parte da entidade Utiliza- dor, é apresentada por “A entidade Utilizador efectua operações na entidade Formulário”.

Externa” pode fazer o que for pretendido com essa Visualização (por exem- plo, melhorar esteticamente a Visualização ou enquadrar a Visualização num layout da “App Externa”).

Para além da operação comum de clicar no Botão de Visualização, ainda existem outras operações muito importantes que estão relacionadas com a entidade Base de Dados. Deste modo, o Utilizador pode efectuar operações básicas, disponibilizadas pelas bases de dados relacionais, como as de lista- gem, inserção, actualização e remoção de configurações (operações CRUD13). Quando o Utilizador clica no “Botão de Listar Confs. Utilizador” é efectu- ado um pedido à entidade “Subsistema Persistência de Configurações” para listar configurações. Essa entidade, que corresponde a uma parte do sistema que interage directamente com um motor de Base de Dados relacional (esse subsistema irá fazer parte da camada de dados da aplicação), efectua uma query para a entidade Base de Dados devolver a lista das configurações per- tencentes ao Utilizador (operação SQL de SELECT).

Se o Utilizador pretende persistir os Parâmetros de Configuração preen- chidos no Formulário, basta clicar no “Botão de Salvar Configuração”. Assim, os Parâmetros de Configuração são submetidos à entidade “Subsistema Per- sistência de Configurações” e esta, por sua vez, efectua o pedido de inserção de nova configuração de Utilizador à entidade Base de Dados (operação SQL de INSERT).

Quanto à operação de actualização de uma configuração existente na Base de Dados e pertencente ao Utilizador, é necessário, antes de mais nada, clicar no “Botão de Listar Confs. Utilizador” para que o Utilizador possa seleccionar a configuração a actualizar. Depois do Utilizador efectuar a se- lecção pretendida, tem que haver um mecanismo para preencher os campos do Formulário com a informação pertencente à configuração seleccionada. Neste momento, o Utilizador já pode efectuar as alterações nos campos que achar conveniente e, por fim, submeter as alterações, clicando no “Botão de Actualizar Configuração”. A configuração actualizada é submetida para a entidade “Subsistema Persistência de Configurações” e esta, por sua vez, efectua o pedido de actualização de configuração à entidade Base de Dados (operação SQL de UPDATE).

No que diz respeito à operação de remover uma configuração de Utili- zador, tal como na operação de actualização de configuração, é necessário clicar no “Botão de Listar Confs. Utilizador” para o Utilizador seleccionar a configuração a remover. Uma vez feita essa operação, o Utilizador já pode clicar no “Botão de Remover Configuração” e, como resposta, o identificador da configuração é submetido para a entidade “Subsistema Persistência de Configurações”. Finalmente, a entidade “Subsistema Persistência de Confi- gurações” efectua o pedido de remoção de configuração à entidade Base de Dados (operação SQL de DELETE).

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