6 Yumaism – the religion of the Limboos?
6.6 Changes and ambivalence
6.6.2 Notions of ambivalence in claiming a tribal identity
PREVENÇÃO DA ESPASTICIDADE NO DOENTE COM AVC
- CUIDADOS DE ENFERMAGEM -
- Enquadramento teórico
- Postura Wernicke-Mann
- Avaliação da espasticidade
- Intervenções de enfermagem na prevenção e tratamento da
espasticidade
Conteúdos
programáticos
Destinatários
Equipa de Enfermagem
Local
Refeitório do serviço
Métodos
Método expositivo e demonstrativo
Data
15 de Novembro de 2012
Horário
Das 14h30 às 15h30
Preletores
- Enfermeira especialista em enfermagem de reabilitação
- Enfermeiro generalista
ENSINO CLÍNICO 1
Lisboa, 15 de Novembro
Enfª Enf
Enf Carlos Rodrigues
•
Enquadramento teórico
•
Postura Wernicke-Mann
•
Avaliação da espasticidade
•
Intervenções de enfermagem na prevenção e
tratamento da espasticidade
•
Incidência de DCV de 31 818 pessoas,
•
Segunda doença com maior número de
dias de internamento (331 818 dias)
•
Taxas
de
morbilidade
por
DVC
(92,5/100000 habitantes)
(DGS, 2012)
•
Dese volvi e to rápido de sintomas e/ou sinais
focais e por vezes globais (nos doentes em coma), de
disfunção neurológica, com sintomas que perduram
por um período superior a 24horas podendo
resultarna morte sem outra causa aparente que não
a de origemvas ula (OMS 2012; 2008)
•
O AVC é a 1ª causa de morbilidade em Portugal e a
•
Diminuição da força e/ou sensibilidade (ex.
espasticidade)
•
Distúrbios de linguagem
•
Distúrbios da deglutição
•
Perda de equilíbrio ou coordenação
•
Distúrbios visuais
•
Incontinência vesical e/ou intestinal
(Ferro, et al., 2006)
•
As lesões do SNC conduzem frequentemente a um
aumento do tónus muscular
(Ward, 2012)
•
A hipotonia que se verifica após o AVC,
normalmente dá lugar a um quadro de hipertonia
(McGuire & Harvey, 1999, Bobath, 1990)
•
O impacto da espasticidade nos indivíduos varia
entre
efeitos
relativamente
pequenos
na
qualidade do movimento, a grandes dificuldades
Disfunção do controlo sensório-motor, resultante
de uma lesão do sistema nervoso central (neurónio
motor central) a nível motor, apresentando
contracção muscular involuntária permanente ou
intermitente, levando a um aumento do tónus
muscular.
•
Paresia grave inicial e hemihipoestesia
•
Limitações motoras do hemicorpo esquerdo
•
“ o es aumentados da escala do AVC do
NIHSS
•
Tratamento conservador
•
Baixa pontuação do índice de motricidade
•
Diminuição do status funcional
•
Idade jovem
•
Fumador
•
Dor
•
Redução da mobilidade, limitando o potencial de
sucesso da reabilitação
•
Afetar a qualidade de vida
•
Aumenta a sobrecarga dos cuidadores
•
Aumentar risco de quedas e fraturas
(Ward, 2012; Ryu et al, 2010; Lianza & al, 2001)
21 – 24,5%
17 – 46%
Cabeça e pescoço
•rotação para o lado são
•inclinação para o lado mais lesado
Tronco
•inclinação lateral para o lado mais afetado
Membro superior mais afetado
•retração e depressão da escapulo umeral
•rotação interna do braço
•flexão com pronação do cotovelo e punho
•mão com desvio cubital
•dedos em flexão e adução
Bacia
•báscula anterior
Membro inferior mais afetado
•rotação externa e extensão coxofemural
•extensão do joelho
•inversão do pé e flexão plantar
(Menoita, 2012)
Escala de Ashworth modificada
0 Nenhum aumento de tónus muscula
1
Leve aumento do tónus, manifestado por um tensão momentânea ou por resistência mínima, no final da amplitude do movimento articular qdo a região é movida em extensão/flexão
1+
Leve aumento do tónus, manifestado por um tensão abrupta seguida de resistência mínima em menos da metade da amplitude do movimento articular restante
2 Aumento mais marcado do tónus muscular, durante a maior parte da
amplitude do movimento articular, mas a região é movida facilmente
3 Considerável aumento do tónus muscular, o movimento passivo é difícil
•
Intervenção precoce, ou tratamento profilático, pode reduzir ou até prevenir o desenvolvimento de espasticidade após o AVC bem como uma melhoria funcional(Lianza & al, 2001; Ward, 2012)
Posicionamento
Levante Utilização de talas
Estimulação nervosa transcutanea Biofeedback Medicação oral • Baclofeno • Diazepam • …
Bloqueio nervoso Toxina botulinica
Cirurgia Medicação intratecal
Movimentos ativos Movimentos
passivos Alongamentos
(Barnes, 1998; Brainin, et al 2001; Satkunam, 2003; Stevenson, 2010; Seneviratne & Reimer, 2004)
•
Posicionamentos na cama em padrão
antiespástico
•
Decúbito dorsal•
Decúbito lateral para o lado menos afetado•
Decúbito lateral para o lado mais afetado•
Levante para cadeira de rodas
•
Ponte
Fa vo re ce a e sp as ti ci d ad eA cabeça deve ficar apoiada numa almofada e inclinada para o lado menos afetado
A almofada deve chegar até ás omoplatas para fazer a sua protacção
O membro superior deve ficar apoiado numa almofada desde o ombro, em ligeira abdução rotação externa e extensão do cotovelo punho e dedos Os dedos devem ficar em abdução
O membro inferior deve ficar apoiado numa almofada desde a bacia até à região popliteia de modo a assegurar ligeira báscula posterior da bacia, ligeira flexão e rotação interna coxo-femural e flexão do joelho
(Menoita, 2012)
A cabeça deve ficar apoiada numa almofada mais alta do lado afetado para contrariar a inclinação lateral
O membro superior afetado fica apoiado na cama com abdução e do ombro, cotovelo, punho e dedos em extensão com antebraço em supinação
O membro inferior afetado é posicionado em ligeira flexão da coxo-femural e joelho
A cabeça deve ficar apoiada numa almofada mais baixa ou mesmo sem almofada
O membro superior afetado fica apoiado sobre uma almofada de modo a que o ombro fique em protacção e flexão a 90, antebraço em pronação e cotovelo, punho e dedos em extensão com com abdução destes
O membro inferior afetado deve ficar apoiado numa almofada à frente do menos afetado com ligueira flexão da coxofemural e joelho O pé fica em posição neutra
(Menoita, 2012)
O membro superior deverá ficar em posição antiespástica
Os pés devem ficar devidamente apoiados no chão
Se tolerar deverá cruzar o membro inferior menos afetado sobre o afetado
(estimulação por carga, corrigir rotação externa da coxofemural e evitar inversão do pé)
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Apêndice 10 – Espelho de reeducação funcional – justificação da sua