• No results found

Norwegian trawl survey

In document G13.pdf (4.398Mb) (sider 33-0)

5.1 Surveys in 2004

5.1.2 Norwegian trawl survey

5.1.1 Estatura e Massa corporal

Figura 39 - Apresentação gráfica dos resultados dos testes de Massa Corporal (Kg)

A figura acima representa a média do resultado obtido no teste de massa corporal nos três períodos de avaliação.

Podemos verificar uma pequena variação crescente dos resultados em todos os escalões. No escalão de infantis verificamos uma variação de 2,1 Kg da primeira (início da época desportiva) para a terceira avaliação (fim da época desportiva), no escalão de

70

iniciados a variação ocorrida foi de 2,5 Kg, no escalão de juvenis foi de 1,4 Kg e por fim a variação existente no escalão de juniores foi de 1,5 Kg.

Neste seguimento, podemos verificar que o escalão onde existiu uma maior variação da média correspondente à massa corporal foi nos escalões de infantis (2,1 Kg) e iniciados (2,5 Kg), os escalões de Juvenis e Juniores, representam os escalões onde a variação da massa corporal foi menos.

Figura 40 - Apresentação gráfica dos resultados dos testes de estatura

A figura 40, representa a média da variação da estatura corporal dos atletas nos quatro escalões. Podemos desde já, observar que em todos os escalões houve um aumento da média de altura em todos os escalões, este facto, deve-se ao estado pubertário dos atletas avaliados, encontrando-se todos em processo de crescimento.

É verificado uma variação mais acentuada da altura dos atletas, nos escalões de Infantis e Iniciados, os escalões de Juvenis e Juniores verificou-se uma variação menos significativa. Neste seguimento, podemos observar que a variação existente entre a média da primeira e terceira avaliação no escalão de Infantis foi de 2,6 cm, no escalão de Iniciados foi de 1,7cm, no escalão de Juvenis foi de 0,8 cm e no escalão de Juniores a variação entre a primeira e terceira avaliação foi de 1,2 cm.

O peso corporal é um dos fatores mais evidentes da adiposidade corporal. O peso, nas crianças e na adolescência, é considerado como uma medida relativa, ou seja, o potencial de crescimento desta população específica, faz com que a análise da variação do peso seja relativa, considerando-se o aumento da altura como fator de variação do peso corporal (Nunes et al, 2008).

71

Na puberdade são ganhos cerca de 20% da estatura e 50% do peso final do adulto. O crescimento é mais visível através do salto pubertário, tendo o seu pico aproximadamente entre os 13 e 14 anos nos rapazes, após esta idade, ocorre uma desaceleração no crescimento, que diminui progressivamente com a idade. O peso sofre as mesmas fases de aceleração e desaceleração dos seus ganhos de massa corporal (Klajner, 2005).

Desta forma, podemos supor qua a alteração relativa ao peso e altura dos atletas, dá-se devido ao processo pubertário que a fixa etária avaliada atravessa. Tendo uma maior incidência nos escalões de infantis e iniciados, que coincide com o pico de crescimento da altura (Klajnes, 2005).

5.1.2 Percentagem de Massa gorda

Figura 41 - Apresentação gráfica dos resultados dos testes de Massa gorda

A figura 41, apresenta um crescimento negativo em todos os escalões desde o início da época desportiva até ao seu término, isto é, ao longo da época desportiva a percentagem de massa gorda diminuiu em todos os escalões. A média da massa gorda varia consoante os escalões, sendo os escalões de infantis e Juniores os que registaram uma maior variação na massa gorda, 1,5% e 1,4% respetivamente e, sendo os escalões de Iniciados e Juvenis, os que registaram uma variação menos acentuada, 0,9% e 1,2% respetivamente. É de referir que esta variação foi negativa, correspondendo a uma percentagem de perda de peso da primeira para a terceira avaliação.

72

A avaliação da composição corporal para atletas é de extrema importância. Os valores da composição corporal podem representar uma diminuição do rendimento desportivo, caso os atletas apresentem valores acima ou abaixo da média de gordura corporal (Miqueleto, 2006).

Os resultados atingidos no presente projeto, vão de encontro com as ideias de Mcardle et. al (2001) citado por Miqueleto, (2006), revelando que o treino provoca alteração na composição corporal, pois o acionamento de mecanismos anabólicos promove adaptações morfológicas a fim de superar a sobrecarga imposta pelo treinamento. Deste modo é explicado a redução de percentagem de massa gorda ao longo da época desportiva.

No estudo realizado por Montovani et al. (2008), podemos verificar que os resultados obtidos nos escalões de Juvenis e Juniores houve um decréscimo da percentagem de massa gorda de 0,59% e 0,79%. Os valores apresentados no presente projeto foram de maior significância, devido ao ao período de treino ser maior.

5.1.3 Massa Isenta de Gordura

Figura 42 - Apresentação gráfica dos resultados dos testes de Massa Magra

Na figura 42, podemos verificar a variação existente na massa isenta de gordura nos cinco escalões ao longo das três avaliações. A variação na média dos valores da massa isenta de gordura aumentou progressivamente em todos os escalões. Estes

73

valores vão de encontro aos registos observados na massa gorda, sendo que a diminuição da massa gorda leva a um aumento da massa isenta de gordura.

Esta alteração deve-se á prática de atividade física (Futebol), pois, esta tem uma influência direta no aumento da massa magra e diminuição da massa gorda (Vieira et al., 2002).

No escalão de infantis a média de variação da massa isenta de gordura foi de 3,2 Kg, nos Iniciados de 3,4Kg, nos Juvenis de 2,5Kg e nos Juniores de 2,9Kg. Neste seguimento, podemos verificar que o maior aumento da massa isenta de gordura deu-se no escalão de Iniciados e a menor variação no escalão de Juvenis.

Este aumento da massa magra dos atletas avaliados durante a época desportiva vai de encontro com o estudo realizado por Montovani et al. (2008), onde verificou um aumento da massa magra dos atletas avaliados após um período de treino de futebol.

O estudo realizado por Leães, (2011), também observou resultados que vão de encontro que os atingidos neste projeto, visto terem alcançado uma evolução positiva nos níveis de massa isenta de gordura e diminuição da massa gorda como resposta ao treino.

5.2 Capacidades Condicionais

In document G13.pdf (4.398Mb) (sider 33-0)