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3.2 iNteRBANk systems
3.2.1 Norges Bank’s settlement system (NBO) Norges Bank is the ultimate settlement bank in the
PROFESSORES E PROJECTOS
OBJECTIVOS PEDAGÓGICOS /
ACTIVIDADES (COMPETÊNCIAS) INTERCULTURAIS
TRABALHO COLABORATIVO
Denysa Krizanová – Eslováquia
Pavel Vrtel –República Checa
Projecto: “Gingerbread House” Idade dos alunos: 6-8 anos
Joseph Molloy – Irlanda Jacqueline Vanhear – Malta Projecto: “Once Upon a Blog” Idade dos alunos: 4-11 anos
“Agora as crianças e eu olhamos para o mundo de forma diferente, com uma perspectiva mais alargada”.
“Aprenderam a pensar não apenas em si mesmos, o que devia ser um valor a pautar as suas vidas a partir de agora”.
“Para além da leitura, da escrita e das contas, temos desenvolvido um melhor conhecimento mútuo”.
“O meu parceiro eTwinning maltês e eu concordamos que o projecto alargou a experiência e horizontes culturais dos alunos e professores. O projecto fomentou a partilha de ideias e de valores culturais e integrou a dimensão europeia no currículo de ambas as escolas. Foi apresentada aos alunos a riqueza cultural de cada um dos países”.
“As meninas esperavam ansiosas pelas vídeo-conferências regulares, e tiveram a oportunidade de observar os aspectos semelhantes e diferentes29 nas duas
“Considero muito gratificante saber que alguém que está longe pensa em nós e que procura atingir os mesmos objectivos que nós”. “ O projecto ajudou as crianças a aprender a trabalhar em equipa e como pode ser importante esse trabalho para atingir objectivos comuns”.
“ Os principais actores foram as crianças: eles escolheram a lenda, desenharam como quiseram e escolheram a música. O professor estava lá para lhes apresentar as ferramentas e facilitar o processo”. “O tempo dispendido no projecto serviu para outras competências fundamentais para a vida, tais como a tomada de decisões, que são muito importantes e que tendem a ser esquecidas”.
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O uso de negrito remete para a identificação de unidades semânticas para classificação dos dados recolhidos, por forma a organizá-los em categorias de codificação. Isabel Monteiro – Portugal
Miguel Roa Guzmán - Espanha Projecto: “Comunicação à trois bandas”
Idade dos alunos: 16-19 anos
Paola Ferrera – Itália Projecto: “Facciamoci noi lezione! – Let’s teach each other!”
Idade dos alunos: 17-19 anos
“Consideramos que os alunos se tornaram mais responsáveis e autónomos. Alguns até alteraram os estereótipos que tinham relativamente aos outros países e mantiveram contacto e criaram relações de amizade com alguns dos seus parceiros, mesmo depois de o projecto ter terminado”.
“Os meus alunos desenvolveram as suas competências comunicativas, e também de espírito crítico na selecção e tratamento da informação”. “Os alunos utilizaram a língua estrangeira combinando tópicos de diferentes disciplinas, ultrapassando assim a própria aprendizagem linguística. Integraram língua e conteúdos, aumentando desta forma a sua motivação para o estudo. Trabalharam temas socioculturais e traduziam ou explicavam aspectos do ‘jargão’ falado pelos jovens através de ficheiros de áudio e de vídeo”.
“Para mim, o projecto marca a mudança do ensino transmissor para um modelo educativo em rede. No modelo de transmissão, que tem sido o instituído até agora, o professor está em frente da turma e assume uma posição de poder e de autoridade. O modelo em rede coloca o professor no meio e os alunos a trabalhar colaborativamente”.
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Tiina Sarisalmi – Finlândia
Jacqueline Vanhear –Malta
Projecto: “Learning Through Friendship”
Idade dos alunos: 11-13 anos
Libia Kowarik – Espanha Irma Sneideriene – Lituânia Projecto: “EuroFilm Factory” Idade dos alunos: 15-16 anos
escolas, por exemplo os uniformes; o facto de na turma irlandesa haver rapazes e raparigas enquanto que na nossa só temos raparigas; e o professor ser um homem e na nossa escola serem só professoras”.
“Aumenta a auto-estima e fortalece o sentido de identidade dos alunos”. “O rico mosaico de pronúncias e expressões que se podem ouvir nos podcasts e nas vídeo-conferências ao vivo acrescentam o sentido de aventuras marítimas e de intercâmbio cultural”.
“Os projectos eTwinning são uma forma inovadora de promover o ensino construtivista e sair da “educação repositória”. Os projectos eTwinning, apesar do tempo que consomem, colocam a tónica no processo, mais do que no
conteúdo e no produto. Se um professor acreditar, de facto, no processo holístico da educação, então os projectos eTwinning são uma ferramenta que o professor pode dispor para inovar a sua sala de aula! “
“Como professora de Inglês, tenho procurado várias maneiras de abrir a sala de aula ao mundo real (…) o eTwinning traz autenticidade ao processo de aprendizagem”.
“Os alunos partilham informação e experiências e, consequentemente, aprendem com os outros e fortalecem as suas competências comunicativas (…) e aprendem a usar as ferramentas TIC”.
“Estimula os alunos a procurar saber mais sobre outros países diferentes (…) a verdadeira revelação tem sido que, para além do clima e da língua, as pessoas na Europa são na essência muito semelhantes na partilha de valores e de
interesses. Sem dúvida que isto nos tem ajudado a ultrapassar preconceitos e
torna-nos mais abertos à cooperação intercultural”.
“O eTwinning nos ajudou a alargar os horizontes, a rever as nossas perspectivas, a aumentar a nossa auto-estima e a compreensão por outras culturas diferentes, a fortificar a tolerância e a provar que a ‘comunicação está na base da
compreensão’”.
“Comunicar com pessoas reais de outros países parece motivar os alunos de uma maneira muito especial”.
“Tenho uma forte convicção que o nosso projecto ajudou os alunos a
desenvolver competências práticas e a comunicação intercultural. À medida que os alunos apresentavam os seus países, elaboraram uma apresentação electrónica sobre a cultura e tradições. Isto permitiu-lhes sentir a sua identidade regional e cultural, tendo sido também educados no sentido da tolerância e no respeito pela cultura dos outros países”.
“Em termos de competências interculturais, a região onde vivemos tem recebido, nos últimos anos, milhares de emigrantes. (…) Este projecto proporcionou aos
“Independentemente do conteúdo temático ou das ferramentas que se utilize, o processo é sempre sobre aprendizagem, aprender com responsabilidade, activa e colaborativamente”.
“Motiva a cooperação entre professores e unifica a aprendizagem”.
“Fazer um filme deu aos alunos uma experiência que os aproxima da
vida real, porque têm de resolver problemas, de encontrar soluções
e trabalhar em equipa”.
“O trabalho de grupo foi muito benéfico para os meus alunos, dado que era um grupo desorganizado sem competências de interacção. Aprenderam a falar, respeitando a vez uns dos outros, a organizar e a distribuir o trabalho e a não desperdiçar tempo quando trabalhavam em grupo. Hoje em dia, este tipo de competências pessoais é
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Ewa Groszek - Polónia
Projecto: “Young People’s Search for Personal Identity”
Idade Alunos: 15-19 anos
Véronique Drujon - França
Projecto: “24 Pas” Idade Alunos: 15-16 anos Irène Indemans – Bélgica Marie-Christine Gerard and Hélène Williams – França Onute Kizaliene - Lituânia Projecto: “A Tale of Three Countries”
Idade Alunos: 12-15 anos
Nadezda Kadlecová - República Checa
Projecto: “Two Heads Are Better Than One”
Idade Alunos: 13-15 anos
alunos a oportunidade de conhecer o país de onde vieram e a sua cultura”.
“Ao se envolverem no projecto, os alunos embarcaram numa difícil rota para a
maturidade pessoal. Fizeram-no de uma forma que os prendeu, através da
utilização de tecnologias de ponta. Ao mesmo tempo, o projecto levou-os a alargar as suas perspectivas da cultura, ajudou-os a aprender a cooperar com pessoas de meios diferentes e mostrou-lhes a importância de trabalhar em
equipa. Desta forma, ele contribuiu para o aumento da motivação dos alunos e
consequentemente, para desenvolverem a sua competência linguística, ampliarem a sua literacia informática, tendo sido fortalecidas as competências sociais”.
“ Os participantes do projecto descobriram coisas sobre si próprios, aprenderam a emitir opiniões, reflectiram sobre os seus resultados, avaliaram aspectos fortes e fracos e estabeleceram objectivos para o futuro”.
“É esta combinação de trocas mútuas que lhes permite compreender as
diferenças e semelhanças entre as percepções e as referências de cada país”.
“Os alunos verificaram que a comunicação intercultural não é nada fácil e que as mensagens são muitas vezes interpretadas de maneira diferente, porque os parceiros vivem em culturas diferentes. Os alunos também descobriram que os cidadãos europeus têm interesses comuns, por exemplo, muitos alunos gostam dos mesmos desportos, do mesmo tipo de música e partilham actividades extra- curriculares semelhantes. (…) Os alunos também aprenderam mais sobre os seus vizinhos europeus, o que pode diminuir os preconceitos”.
“Os meus alunos podem comparar a vida escolar, tradições e costumes e orgulham-se de ter os seus próprios amigos num outro país. Para a maioria, é a primeira vez que põem em prática o seu conhecimento. O eTwinning trouxe a realidade para a sala de aula”.
exigido pela maior parte das empresas no recrutamento de pessoal”. “O maior benefício foi a motivação: estando interessados no que fazem, os alunos produziram muito trabalho, que nunca seriam capazes de fazer apenas com os manuais”.
“Encontrados os parceiros e iniciada a cooperação, fica-se contente com o projecto eTwinning ao ver o sorriso, a crescente motivação para a aprendizagem de línguas estrangeiras, a melhoria da compreensão multicultural e o orgulho de se ser cidadão da União Europeia”.
“Ao mesmo tempo que a cooperação avançava, geriam o trabalho em equipa, aprendiam a ultrapassar dificuldades e a partilhar os
resultados. Uma vez que o projecto envolvia a cooperação de alunos
de diferentes países, ele promoveu a abertura a outras culturas, a compreensão de diferentes modos de vida, de trabalho e respeito por todos”.
“Deixei o método tradicional de ensino e mudei completamente a minha atitude. Actualmente, não consigo imaginar as minhas aulas de inglês sem a metodologia de projectos. Até já comecei no ano passado projectos colaborativos com os meus alunos mais novos”.