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4.2 Distribution and representation of varieties in context

4.2.3 Non-native accents: national clichés or sensitive subject?

O trabalho está dividido em cinco capítulos, além destas Considerações Iniciais e das Considerações Finais. Cabe salientar que os capítulos possuem complementariedade, apesar de apresentar uma estrutura independente ao mesmo tempo. No primeiro capítulo da Tese (Capítulo 1) são evidenciados estudos que abordam a macroeconomia ambiental e como os modelos macroeconômicos se comportam quando a variável ambiental é neles inserida, destacando os componentes e o potencial do investimento verde. Na seção 3, descreve-se a importância do investimento e o papel da intermediação financeira. Na seção 4 o cenário de mudanças climáticas é analisado, assim como os princípios para adaptação e mitigação das

emissões de GEE. Na seção 5 a situação do investimento verde é analisada, particularmente quanto às bases teóricas sobre o investimento e as mudanças climáticas.

O Capítulo 2 apresenta diversas teorias relacionadas ao processo de intermediação financeira e suas relações com importantes variáveis econômicas. O capítulo tem como objetivo fornecer as bases teóricas para uma discussão apropriada dos temas em questão. As distintas visões compreendem no seu conjunto uma literatura extensa e a ideia é se aprofundar somente nos aspectos considerados mais importantes para o prosseguimento do estudo. Em particular, aquelas teorias que tratam do grau de importância atribuído ao setor financeiro e de como algumas variáveis de natureza financeira, como o financiamento do investimento, estão relacionadas com o capital natural e/ou mitigação das emissões de GEE2.

Em um contexto de aumento da importância do setor financeiro para mitigação das mudanças climáticas e escassa bibliografia específica sobre o tema, o Capítulo 2 analisa como esta relação se estrutura, iniciando na seção 2 com o sistema financeiro e FBKF no Brasil, descrevendo a evolução dos investimentos no âmbito nacional. Na seção 3 descrevem-se como os aspectos ambientais se inter-relacionam com as atividades da intermediação financeira, particularmente quanto ao risco ambiental e as possibilidades de benefícios quando critérios ambientais são considerados nas transações. Na seção 4 a atuação socioambiental dos bancos brasileiros é analisada, por meio de estudos e dos relatórios disponibilizados, identificando os desafios para o desenvolvimento de práticas eficientes.

No Capítulo 3 verificam-se os setores chave de emissão com maior impacto no Brasil, não apenas pelo quantitativo de emissão, mas pela importância na matriz produtiva, assim como na elasticidade da demanda, por meio da Matriz de Insumo-Produto Ambiental. Desta forma identifica os setores de emissão cujo investimento na redução das emissões seria mais eficiente. Apresentam na seção 2 os cenários e as projeções publicadas sobre as mudanças climáticas no âmbito nacional. A seção 3 destaca os programas, fontes de financiamento e políticas para mitigação e adaptação. Na seção 4 os métodos e procedimentos do Capítulo são apresentados, iniciando pela forma geral, passando para a matriz ambiental e o método de setores chaves. Na seção 5 são exibidos os resultados e realizada uma comparação com estudos anteriores.

No Capítulo 4 as ações e os financiamentos para mitigação das emissões no setor florestal são descritos, assim como análise dos investimentos realizados e necessários para o cumprimento das metas para o setor. Posteriormente é verificado o impacto do aumento da

2 Ainda não é possível verificar as ações e investimentos que concernem especificamente à aceleração das

demanda por investimento neste setor na matriz produtiva do Brasil. Apresentam-se na seção 2 os benefícios que o setor florestal pode trazer, assim como os motivos do desmatamento na região da Amazônia Legal assim como também em outras regiões. Na seção 3 descreve-se algumas das ações de mitigação neste setor e seus custos. Na seção 4 enfatiza-se algumas das oportunidades de investimento no setor, evidenciando algumas experiências desenvolvidas em alguns países. Na seção 5 descreve-se os procedimentos metodológicos, dentre eles análise de custos e multiplicadores da matriz insumo-produto. Na seção 6, 7 e 8 são evidenciados os resultados, quantificando os investimentos realizados, os investimentos ainda necessários e o impacto do aumento do investimento neste setor na matriz produtiva do Brasil. Na seção 9 são apresentadas as considerações sobre o referencial e metodologia aplicados, verificando as lacunas e potencialidades que devem ser levadas em consideração no financiamento no setor florestal no Brasil.

No Capítulo 5 as ações e financiamentos para mitigação das emissões no setor agropecuário são descritas, assim como análise dos investimentos realizados e necessários para o cumprimento das metas para o setor. Posteriormente é verificado o impacto do aumento da demanda por investimento neste setor na matriz produtiva do Brasil. Apresenta-se na seção 2 uma análise sobre a contribuição da agropecuária para as mudanças climáticas, assim como os impactos que o setor poderá sofrer diante de um aumento da temperatura e mudanças nos cicloes biogeoquímicos. Na seção 3 relaciona os principais instrumentos, medidas e desafios para mitigação da emissão no setor agropecuário, evidenciando algumas formas de investimento. Os métodos e procedimentos são apresentados na seção 4 e logo após os resultados são divididos em 3 seções: seção 5: análise dos investimentos realizados, seção 6: análise da projeção das emissões e possibilidade de cumprimento das metas de emissão, seção 7: análise da matriz insumo-produto do país, com ênfase no impacto do aumento da demanda por investimento no setor agropecuário. Por fim, a seção 8 destaca as considerações sobre o referencial e metodologia aplicados, verificando as lacunas e potencialidades que devem ser levadas em consideração no financiamento da agricultura de baixo carbono no Brasil.

1 CAPÍTULO 1

MACROECONOMIA AMBIENTAL, INVESTIMENTO E MEIO AMBIENTE: