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Noen internasjonale begreper knyttet til naturskog

2 Naturskog – bruk av begrepet i norsk, nordisk og internasjonal sammenheng

2.3 Noen internasjonale begreper knyttet til naturskog

Como já foi abordado, com base em diversos autores, o compartilhamento do conhecimento revela-se um dos fatores que envolvem a gestão do conhecimento, e sua prática torna-se imprescindível uma vez que de nada adianta dispor de conhecimentos importantes se não se promove a sua partilha. A organização só se beneficia como um todo quando o conhecimento é difundido, transferido, compartilhado e alavancado, ou seja, quando existem efetivos fluxos de conhecimento. Fluxos de conhecimento são canais de rede de comunicação que facilitam a rápida difusão de conhecimentos e experiências.

As empresas buscam suprir a sua carência de conhecimentos em gestão empresarial, através do SEBRAE, que dispõe de pessoal especializado em diversas áreas para que possa ser suprida essa carência.

Foi demonstrado teoricamente que o conhecimento explícito pode ser expresso em palavras, números ou sons, e compartilhado na forma de dados, fórmulas científicas, recursos visuais, fitas de áudio, especificações de produtos ou manuais. O conhecimento explícito pode ser rapidamente transmitido aos indivíduos, formal e sistematicamente. E é isso que o SEBRAE faz desde a sua constituição, no serviço de apoio à Micro- ME e Pequenas Empresas-EPP, e desde 2008 também os Micro Empreendedores Individuais- MEI.

O que é analisado, é se esse compartilhamento de conhecimento é efetivo e eficiente para responder às carências de conhecimento dos empresários e se tudo o que aprende é aplicado na empresa. Tal resposta poderia ser uma das variáveis que explicaria o alto volume de empresas assistidas por capacitações e consultorias pelo SEBRAE que entram em falência em até dois anos.

De acordo com Takeuchi e Nonaka(2009), o tipo de conhecimento denominado tácito, não é facilmente visível e explicável, pelo contrário, é altamente pessoal e difícil de formalizar, tornando sua comunicação e compartilhamento dificultoso. As instituições e os palpites subjetivos estão sob a rubrica do conhecimento tácito. O conhecimento tácito está profundamente enraizado nas ações e na experiência corporal do indivíduo, assim como nos ideais, valores ou emoções que ele incorpora. Para ser preciso, existem duas dimensões para o

conhecimento tácito. A primeira dimensão é a dimensão técnica, que engloba as habilidades informais e de difícil detecção, muitas vezes captadas no termo “know-how”.

Know-how esse que é encontrado através tanto nos Consultores e Instrutores Credenciados SEBRAE, bem como nos colaboradores mais especializados na empresa, e que normalmente são os que são indicados para compartilhar conhecimentos.

Em resumo, observou-se que o conhecimento é criado a partir de uma combinação do conhecimento tácito e do explícito, havendo quatro modos de conversão do conhecimento: a socialização, a externalização, a combinação e a internalização, que é promovido não apenas no ambiente SEBRAE, mas também no ambiente empresarial.

A primeira pesquisa é realizada através de questionários no último dia do curso no CEE - Centro de Educação Empresarial, ocasião em que é verificado o nível de aprendizagem, o conteúdo aplicado, o instrutor, a coordenação e principalmente o atendimento da carência de conhecimento empresarial, quanto a sua compreensão e aplicação.

É nesse modo que o conhecimento tácito, que é pessoal, específico ao contexto e difícil de formalizar e comunicar aos outros, é convertido em conhecimento transmissível e articulado.

Quando a expressão adequada não pode ser encontrada, as metáforas e analogias tornam-se ferramentas úteis. As metáforas oferecem uma forma para que os indivíduos, baseados em outros contextos e com experiências diferentes, compreendam algo intuitivamente através do uso da imaginação e dos símbolos. As analogias esclarecem como duas ideias ou objetos são semelhantes ou não semelhantes e, portanto, propiciam um passo intermediário entre a imaginação pura e o raciocínio lógico.

Nesse aspecto, o SEBRAE reúne na mesma sala de aula, diferentes empresários mas com objetivos comuns que é aprender e compartilhar suas experiências, identificando soluções análogas ou não para problemas comuns

Citando Stewart (1998), podemos constatar que as necessidades da organização de hoje são muito diferentes daquelas de um passado relativamente recente. Por meio de profundas transformações no modo de trabalhar, nos processos de produção e no perfil do trabalhador,

percebe-se que outro recurso, além dos ativos físicos e financeiros, tem se mostrado com forte poder de agregar valor à organização.

Esse novo recurso diz respeito ao conhecimento e é visto, hoje, como um valioso e poderoso ativo da organização. Ele é o principal ingrediente do que se produz, faz, compra e vende. Assim, a geração, o compartilhamento, o armazenamento e a utilização do conhecimento vêm sendo cada vez mais difundidos e aplicados nas organizações.

Tornar o conhecimento pessoal disponível para os outros é a atividade central da empresa criadora de conhecimento. Isso se dá continuamente e em todos os níveis da organização.

Nesse aspecto é que entra a importância do SEBRAE, que reúne os melhores profissionais do mercado em 15(quinze) áreas do conhecimento, através de edital público, para atender potenciais e novos empresários em suas deficiências em Gestão Empresarial. O SEBRAE, se tornou ao longo dos anos, um grande parceiro no apoio às micro e pequenas empresas, que são as grandes geradoras de emprego e renda no país. SEBRAE(2009).

O compartilhamento do conhecimento revela-se um dos fatores que envolvem a gestão do conhecimento, e sua prática torna-se imprescindível uma vez que de nada adianta dispor de conhecimentos importantes se não se promove a sua partilha. STEWART (1998)

Em sua obra Sveiby(1998), refere-se à transferência do conhecimento: A fim de proporcionar o compartilhamento do conhecimento tácito, pode-se usar o compartilhamento do conhecimento pela tradição, ou seja, pela interatividade.

Finalmente, é por meio dos modos de conversão do conhecimento, que se identificam os modos de compartilhamento do conhecimento tácito e explícito. Na socialização, como foi visto, ocorre um processo de troca de experiências, pois o indivíduo compartilha seu conhecimento tácito diretamente com outro, pela linguagem, observação, imitação e prática. E é assim que é feito no SEBRAE, no momento que um Consultor mais experiente e qualificado como multiplicador, faz o compartilhamento do que sabe, para que outros Consultores possam ministrar cursos em áreas específicas, para o qual esteja habilitado, para um público alvo composto de potenciais empresários, micro e pequenos empresários.

Obtendo-se assim, o compartilhamento do conhecimento por meio da linguagem, observação, imitação e prática, como nos processos de combinação e internalização o conhecimento em questão é explícito, torna-se mais fácil o compartilhamento. Isso não quer dizer que após o compartilhamento do conhecimento no Centro de Educação Empresarial, conduzirá a aplicação do mesmo na imitação e na prática, dentro da empresa, conforme revelaram as pesquisas.

De maneira oposta, na socialização e na externalização, como o conhecimento em jogo é o tácito, revela-se o compartilhamento, por diversas vezes, demorado e ineficaz.

Os conhecimentos mais importantes estão justamente nas pessoas-conhecimento tácito, e não nas organizações-conhecimentos explícitos, ou seja, residem mais nos membros da organização do que nela própria.

Angeloni apud Grotto(2003), afirmou que a fim de proporcionar o compartilhamento do conhecimento tácito, pode-se usar também o compartilhamento do conhecimento pela tradição, ou seja, pela interatividade. Entretanto, são diferentes os dois modos de compartilhamento do conhecimento: por meio da informação e da tradição. Pela informação, o conhecimento é compartilhado de forma indireta-palestras, apresentações audiovisuais, manuais, livros, etc. Pela tradição, o conhecimento é compartilhado de forma direta, ou seja, o receptor participa do processo de transferência - acontece de indivíduo para indivíduo por meio do aprendizado pela prática.

Stewart (1998) afirma que o processo de aprendizado organizacional pode ser entendido como uma continuação do processo individual, por ser uma consequência deste último, uma vez que se caracteriza pela coletividade e pela captura dos conhecimentos dos membros da organização.

“Assim, aprendizagem organizacional é a capacidade de criar novas ideias multiplicadas pela capacidade de generalizá-la por toda a empresa”. (STEWART, 1998, p.25).

Finalizando Stewart (1998) afirma ainda que dentro desses preceitos, a aprendizagem organizacional parece se revitalizar na tentativa de permitir à organização a aquisição, a geração, o compartilhamento e a transformação do conhecimento, possibilitando uma perpetuação organizacional por meio da fluidez com que a empresa consegue passar pelos ciclos de mudanças.

Sabe-se que todas as organizações aprendem naturalmente, porém apenas aquelas que conseguem estabelecer mecanismos sistemáticos de gerenciamento desse aprendizado são as que realmente atingem a alavancagem do conhecimento.