O primeiro grupo temático considerado, “Mudanças na dinâmica da comunicação” é o que congrega tópicos que compreendem ideias desenvolvidas pelos articulistas do youPIX a respeito da forma como se dão as relações comunicativas em um ambiente que conta com tecnologias digitais de produção e transmissão de informações e uma cultua na qual a digitalização do consumo de diversos tipos de conteúdo se faz presente. Os temas identificados como relativos ao grupo mostram-se, assim, mais abrangentes, fazendo referência a fenômenos e situações culturais que não necessariamente dizem respeito a um determinado recurso da internet ou de dispositivos digitais. Por conta disso, as reflexões sobre esse grupo terão como característica marcante a possibilidade de diálogo com os demais grupos, já que várias das mudanças comunicacionais nele refletidas resultam ou dependem das questões trabalhadas nos demais grupos.
Também é o terceiro grupo com maior variedade de tópicos identificados, 23 no total. Desses, destacam-se a ocorrência dos conceitos “sociabilidade em rede”, que se repete seis vezes ao longo do corpus, e “poder de influência”, verificado cinco vezes.
Em linhas gerais, a grande ideia expressa pelos conceitos do grupo é em relação aos efeitos da digitalização das relações comunicativas e a ascensão de espaços como os blogs e as redes sociais, nos quais qualquer agente pode ser um emissor e receptor de mensagens e, por consequência, de conteúdos. São os efeitos do que Lemos (2006) considera como a liberação do polo emissor, ou seja, a mudança de um cenário comunicacional em que essa capacidade era restrita aos
meios de comunicação tradicionais constituídos - jornais, rádios, emissoras de tv - e agora passa a ser qualquer usuário das redes.
Dentro dessa grande ideia, os artigos desenvolvem argumentações a respeito de questões como os novos fenômenos culturais que ocorrem em rede e a adaptação cultural do público desses novos meios e o desenvolvimento de novas linguagens para esses meios e conteúdos. Isso pode ser percebido em “Por que youtubers não são apenas idiotas falando para uma câmera” (15 mar. 2015), de Bia Granja, que analisa o impacto cultural do surgimento do fenômeno “youtuber”, que compreende a criação de conteúdos em vídeo por usuários comuns dar redes e veiculação livre no youtube.
Ao longo do texto, a produção youtuber é situada dentro do cenário cultural atual e é possível verificar que desse fenômeno partem diversas linhas de reflexão trabalhadas em outros artigos do corpus. Tal fato explica o porquê de esse novo fenômeno cultural estar presente de forma constante ao longo do corpus - a unidade temática “youtuber e youtubers” é a segunda mais recorrente.
Bom, esses ~youtubers~ não são apenas “caras falando pra uma câmera”, eles são criadores de conteúdo que influenciam a cultura e se transformaram em verdadeiros agentes de transformação do nosso tempo: eles tem atitude, são criativos, democratizam o acesso à informação, tem opinião, discutem e ensinam coisas, muitas coisas, questionam o status-quo, inspiram, entretêm (sic)… e eles fazem todas essas coisas sob uma perspectiva muito humana e muito real. Por isso que criam tanto identificação nas pessoas e acabam gerando fanbases gigantescas, engajadas — e, sim, muitas vezes histéricas. (GRANJA, 2015b)
Dessa maneira, o artigo associa o fenômeno cultural dos youtubers às transformações culturais possibilitadas pelo digital, colocando-os como agentes dessas mudanças. Tais transformações dizem respeito ao fato de, por meio do acesso a ferramentas de produção e espaços de difusão desses conteúdos em vídeo, os youtubers contribuírem com uma considerada democratização de acesso à informações, difusão de conhecimentos e estabelecimento de novos modelos e linguagens por meio da criatividade. Essa contribuição cultural seria responsável por promover o diálogo e a troca de informações entre produtores e consumidores de conteúdo e entre o próprio público consumidor, aumentando as relações de sociabilidade por meio dos conteúdos em rede.
O Youtube é uma modinha tanto quanto a internet é uma modinha. Todos esses caras falando pra câmeras juntos representam uma revolução comportamental gigantesca. Antes da internet, ter um canal de expressão com audiência sempre esteve ligado à ter poder financeiro. Todos esses caras falando pra câmeras roubaram da TV Globo, da Folha e de outros veículos tradicionais o poder de determinar o que é informação, entretenimento, opinião e notícia. (GRANJA, 2015b)
Fica claro o valor dado pelo youPIX à possibilidade de qualquer usuário das redes de ser um produtor de conteúdo, situação que materializa a reflexão de Lemos (2006) a respeito do deslocamento do polo emissor. Também é possível identificar que o site considera tais mudanças dentro da comunicação como decisivas para o surgimento de mudanças também em outras esferas culturais. Assim, ao exercerem influência em relação à comunicação, acabam por modificar também toda a cultura midiática, o que engloba hábitos e valores que permeiam a relação entre homens e mídias e a forma como elas medeiam as relações sociais.
Em “Por que o mercado está enlouquecido com apps de livestreaming?” (26 mar 2015), também de Bia Granja, esse impacto que o uso de um novo recurso midiático gera no campo cultural exemplificado no comentário feito a respeito da expansão dos usos de aplicativos para dispositivos móveis voltados para o livestreaming, as transmissões em vídeo ao vivo.
O Twitter já representava o mundo em tempo real, só que em formato de texto e fotos. A live era o que faltava pra completar o serviço do maior Big Brother que existe no mundo. O livestreaming eleva a Cultura do Selfie à um novo patamar. E quem pode dizer que a sociedade não está imensamente inserida nessa cultura? Além disso, a própria tecnologia está mais preparada pra esse tipo de coisa: a onipresença de smartphones, redes sociais e de planos de dados cada vez melhores e mais baratos faz com que uma parcela grande do mundo esteja andando por aí com excelentes câmeras e uma enorme capacidade de transmitir suas vidas com os outros. [...] O hype do livestreaming é apenas um desdobramento da nossa passagem pra Era do Vídeo aqui na internet e ele está apenas começando. (GRANJA, 2015c)
É possível observar que o uso pontual dos aplicativos de livestreaming não é considerado pelo youPIX como fenômeno isolado, mas sim deriva de usos culturais das tecnologias que caminharam para essa configuração. É o que Santaella (2003)
sustenta ao colocar que o surgimento de uma nova mídia ou novos recursos carregam consigo inovações no meio cultural e na forma como as pessoas se relacionam com base neles. Ao colocar que “o twitter já representava o mundo em tempo real” e que “a live era o que faltava para completar o serviço” o youPIX destaca dois aspectos importantes desse cenário: a influência que as mídias e seus usos exercem na cultura e na sociabilidade e a capacidade do público usuário de mídias de se adaptar e incorporar essas mídias as suas expressões culturais.
Ainda a respeito da expansão dos recursos de livestreaming observados pelo youPIX, outros tópicos apontados na análise enquadram-se nos usos feitos desses aplicativos: os novos hábitos de consumo de mídia, consequência da própria dinâmica de circulação de conteúdos na web, que acabam por implicar em um consumo que ocorre em fluxo constante, facilitado pelo acesso às informações concentrado nas redes sociais e a qualquer momento e em qualquer lugar por meio das mídias móveis. A análise desse consumo concentrado em redes sociais sustentado pelo youPIX terá mais destaque nas reflexões feitas no grupo cinco, “Novos campos de acesso à informação”. A respeito das mudanças na dinâmica da comunicação, serão aqui destacados dois pontos com implicações diretas na questão do livestreaming: os aspectos da instantaneidade e de impermanência na forma com que se consomem informações na internet.
Em linhas gerais, o youPIX encara a forma com que os conteúdos são produzidos e oferecidos para consumo nas redes sociais e em aplicativos para dispositivos móveis como um cenário midiático que favorece em muito a instantaneidade com que os usuários de mídia acessam conteúdos, o que faz com que a demanda também seja por informações instantâneas. Isso acabaria tendo como consequência o estabelecimento de um estado de conteúdos impermanentes, ou seja, a partir do momento em que busca-se informações instantâneas, não havia mais a necessidade de esse conteúdo ser preservado, não haveria a demanda por históricos de informações, sobretudo as de caráter pessoal. O cenário também teria implicações na noção de propriedade intelectual sobre conteúdos.
No texto “Bem-vindos à era da expressão instantânea (18 ago 2015), de Patrícia Moura, a reflexão sobre a instantaneidade e a impermanência é aplicada à expressão de recursos como o Periscope e o Snapchat, aplicativos de vídeo cujo foco é o consumo instantâneo.
Visibilidade: tudo “deve” ser visto, fotografado, registrado, compartilhado, comentado. E assistir é um comportamento adquirido em massa desde o surgimento da TV na década de 50, no auge da juventude de nossos pais e avós. Mobilidade: “quando falamos em mobilidade, o natural é que a primeira imagem que venha a nossa cabeça é o celular”. O Brasil tinha 180 milhões de celulares em 2012. Alcançou 282 milhões de celulares em Junho de 2015, segundo a Teleco. Desses, 154 milhões estão conectados à internet, segundo a FGV. Agora: A quarta e última característica desta era é o timming, ou seja, o AGORA. É poder acessar tudo em tempo real. Se apoiando na soma de todos esses paradigmas, Evan Spiegel, o fundador do Snapchat, aplicativo que melhor materializa essa era onde tudo parece caminhar para a impermanência, deletou todos os seus tuites, alegando que ele "prefere viver no momento". Para ele, a mobilidade deu mais poder ao conceito de "expressão instantânea". (MOURA, 2015)
No trecho destacado a autora argumenta a respeito de como a produção e o consumo de informações na internet caminharam para um cenário de impermanência por meio do que coloca como “quatro paradigmas”. O primeiro, não destacado, é o que chama de “internetização”, ou seja, o processo geral de digitalização e de mediação tecnológica pelo qual a cultura contemporânea se encontra. Em seguida, utiliza dois conceitos que se mostram como condicionantes para o quarto paradigma, o timming, que corresponderia ao cenário de impermanência: a visibilidade e a mobilidade.
O que é colocado nesse caso é o fato de que, com a possibilidade de utilizar os recursos digitais disponíveis por meio de plataformas móveis, o usuário de redes sociais passa a ser um constante produtor de informações, através de compartilhamentos ou exposição do próprio cotidiano e, por estar presente em um ambiente de usuários que produzem esses conteúdos, o desejo por consumir tais informações imediatas também é grande, impulsionando sua demanda. Por isso, a combinação de ambos favorece o estado da impermanência, do consumo imediato, exemplificado claramente pela ascensão do Snapchat, aplicativo de mensagens audiovisuais que não as salva em histórico para acesso posterior. Cada usuário só acessa as mensagens uma única vez, que ficam indisponíveis depois.
A respeito desse consumo de informações estruturado de forma tal que conduz à instantaneidade e impermanência já é, de certa forma, explicado pela autora ao mencionar que esta é uma cultura que remonta o desenvolvimento da
televisão nos anos 1950. Ao tecer esse comentário, o texto remonta indiretamente a reflexão de McLuhan a respeito da sociabilidade humana dentro de um cultura estruturada pela escrita e a passagem para uma elétrica, baseada em imagens e sons - note-se que as reflexões de McLuhan se deram no período de ascensão da televisão. O que o autor coloca a respeito daquele contexto e que permanece como explicação para o uso e consumo de aplicativos como o Snapchat e o Periscope é a sensação de integração que eles conferem aos usuários. Sobre a sociabilidade pelos meios elétricos, McLuhan colocou:
Porque o mito é a visão instantânea de um processo complexo que normalmente se prolonga por um longo período. O mito é a contração ou implosão de qualquer processo a velocidade instantânea da eletricidade confere dimensão mítica a todas as corriqueiras ações sociais e industriais de hoje. Nós vivemos miticamente, mas continuamos a pensar fragmentariamente e em planos separados (MCLUHAN, 2007, p. 41)
McLuhan então sustenta que a sensação de integração, colocada por ele como mito, se deve ao fato de o cotidiano mediado pelas tecnologias parecer mais apreensível, palatável e acessível a todos. Assim, isso tempo como efeito a sensação de integração social. Tal pensamento pode ser aplicado ao uso dos dispositivos mencionados no artigo sob o ponto de vista de que o consumo de informações pessoais de forma imediata produziria também esse efeito de integração, já que se tem acesso ao cotidiano de quem se segue nesses aplicativos. Acrescente-se que, no caso do Snapchat, a ausência de histórico levanta essa questão da impermanência, ao mesmo tempo que pode aprofundar a sensação de integração defendida por McLuhan, já que para ter acesso a um conteúdo é preciso estar em ligação constante com os demais usuários.
Acompanhando a visão de McLuhan, o youPIX apresenta uma visão positiva desse cenário de impermanência. Ainda no texto de Patrícia Moura, é colocada a ideia de que o fato de esses aplicativos não trabalharem com históricos estimula as marcas e empresas que desejam se utilizar desses recursos a compreender como os usuários de rede se comportam e interagem tornando-se promotores também de sociabilidade. Já em “O suposto controle que você tem sobre seu conteúdo na internet” (28 mai 2015), de Bia Granja, a questão é aplicada ao domínio sobre a produção e divulgação de conteúdos em rede. Ao rebater críticas sobre a decisão do
youPIX de deixar o formato de blog e migrar para o Medium, a autora sustenta a visão de que no cenário de conteúdos impermanentes, o que mais importa à criação de conteúdo e a preocupação com a qualidade dele.
Acho que faz mais sentido se preocupar com arquivo quando você se dedica à escrever matérias mais profundas ou análises opinativas que continuam tendo valor um mês depois da postagem. Mas mesmo assim, sem neura. A sua relevância enquanto produtor de conteúdo só existe se você está produzindo conteúdo HOJE e sempre. Perder artigos que você escreveu no passado é uma merda? Sim! Ninguém quer. Essa é sua história e te levou até onde você está. Mas se você continua produzindo, refletindo, publicando e postando, seus leitores vão continuar te acompanhando e sua marca vai continuar presente. Presença é o que importa. (GRANJA, 2015d)
Ou seja, na visão do youPIX, o cenário de instantaneidade e impermanência torna imperativa a produção constante de conteúdo, sendo que quanto mais um produtor alimentar essa dinâmica, mais seu conteúdo tem relevância. O valor então está no conteúdo, atual e constante, desobrigando o produtor a fixar sua produção em um veículo com força midiática. A partir do momento em que o valor está na qualidade do conteúdo, este pode ser veiculado em plataformas diversas - tal discussão sobre a redução da importância do meio em si para a difusão de conteúdos também será aprofundada no grupo cinco.
A questão da relevância é um ponto bastante discutido pelo youPIX no que diz respeito às mudanças na comunicação. No caso, o tema é abordado nas discussões do site em relação ao poder de influência que os criadores de conteúdo digital adquirem no meio cultual.
Essa característica que alguns agentes de determinados campos culturais têm de exercer influência não é um aspecto inédito a ser verificado dentro da dinâmica desses campos. Os próprios estudos voltados à comunicação de massa empreendidos por Lazarsfeld (WOLF, 2009) analisam a existência dos então chamados líderes de opinião, indivíduos que, combinando conhecimento e uma facilidade de estabelecer conexões sociais, atuam como mediadores entre os meios de massa e o grande público. Também são conhecidos os estudos de Pierre Bourdieu a respeito da dinâmica dos campos de produção e consumo cultural e a existência de agentes que atuam como legitimadores de novas ideias e valores.
No entanto, o poder de influência colocado pelo youPIX aos criadores de conteúdo digital - sobretudo os que produzem para o youtube - é, segundo o site, determinado a partir da qualidade de seu conteúdo e o poder dele de comunicar com grupos específicos, os nichos. Com isso, esses conteúdos teriam valor pelo engajamento que geram entre os diversos públicos.
Como já foi verificado, o conceito de engajamento aplicado à comunicação digital se sustenta na ideia de que, ao se produzir um conteúdo com o qual o público se identifica e o acessa em plataformas que permitem uma recepção ativa, por meio de comentários, compartilhamentos e pela possibilidade de apropriação e recombinação, esse público será responsável por garantir a difusão do conteúdo a mais pessoas, tornando-o relevante nas redes. Conforme analisa Shirky (2011), o que é compartilhado nas redes nesses processos de comunicação é o conhecimento alguns fatores favorecem o engajamento visando essa atuação do público.
Aumento do tamanho da comunidade, redução dos custos de compartilhamento e aumento da clareza são todos fatores que tornam o conhecimento mais combinável, e nos grupos em que essas características crescerem a combinabilidade também crescerá. Essas três condições são ampliadas por um meio que é global e barato, e que permite que um número ilimitado de cópias de informação seja difundido à vontade, mesmo entre grupos grandes e fisicamente dispersos. (SHIRKY, 2011, p. 128-129)
Ou seja, o engajamento ocorre quando existem condições de ordem prática, econômica e tecnológica - a estrutura das redes - e a identificação com o conteúdo, que existe quando ele tem qualidade para atingir determinada comunidade. Em “O incrível mundo invisível dos youtubers influentes” (17 nov. 2015), de Gabriel Cadete, esse fator de transmitir um conhecimento e, por meio disso, engajar e tornar-se relevante no meio cultural é aplicado à realidade dos youtubers.
Isso gera sempre muita discussão, mas tem um certo fundamento: afinal, só é influenciador quem influencia alguém. Mas o buraco é mais embaixo que simplesmente ter audiência. Segundo Michael Wu, do Lithium (citado nesse texto aqui), o poder de influenciar depende de dois fatores: credibilidade, a expertise do influenciador em um determinado assunto; e o que ele chama de “largura de banda” (bandwidth), que é a habilidade do influenciador de transmitir esse seu conhecimento. (CADETE, 2015)
Duas questões merecem atenção nesse trecho. Em primeiro lugar, o youPIX considera como fator de influência o quanto um criador de conteúdo tem a capacidade de falar sobre um determinado tema. Essa capacidade não é definida apenas por conhecimento específico, mas também o quanto o criador mostra-se autêntico ao tratar de um assunto, o quanto aquilo aparenta ser verdadeiro para ele, sendo também para ser público. Outro fator de influência seria a capacidade de esse criador influente comunicar-se de forma efetiva com determinados públicos.
Nesse aspecto, fica clara a defesa feita pelo youPIX da comunicação com públicos de nicho, mudança que altera a própria lógica dos meios de massa, mas que seria uma vantagem tanto para integrar o público no processo de produção de conteúdos, que se sente parte dele pelos processos de engajamento, quanto os próprios meios e marcas, que se fortalecem envolvendo seus público engajado e, por consequência, mais fiel.
Em “Como identificar um influenciador digital” (2 dez. 2015), de Bia Granja, são colocados vários itens que caracterizam o poder de influência no meio digital. Destacam-se alguns deles que mais explicitam essa visão de influência do youPIX.
3) Pessoas "da internet" não são influenciadoras DIGITAIS, elas são influenciadoras e ponto! Não existe mais on e off. [...] 7) Se um influenciador não é apaixonado pelo que faz, ele não é um influenciador, ele é um oportunista. [...] 15) O que define um influenciador não é o quanto ele é conhecido, e sim o quanto ele é reconhecido. [...] 17) A “cultura de massa” não se aplica à esse universo de influenciadores. [...] 22) Se o influenciador não gera identidade, ele não é influenciador. (GRANJA, 2015e)
O primeiro ponto a considerar é o fato do influenciador das redes sociais ser um influenciador cultural, questão que reafirma os conceitos básicos de cibercultura já verificados no início da pesquisa. Em seguida, é colocada a questão da paixão com que o criador de conteúdo exerce seu papel. Tal paixão mostra-se na própria expertise do criador de conteúdo defendida pelo site, que se reflete no quanto esse conteúdo torna-se autêntico ao público, gerando a identificação necessária para gerar engajamento. Por fim, ao colocar que a influência na produção de conteúdos