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O PLS do Alto Minho 2014-2016 assenta na participação dos profissionais e da comunidade, no consenso alargado obtido em relação às prioridades de saúde e no compromisso político na sua implementação.

Plano Nacional de Saúde e Estratégias Locais de Saúde

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O PLS do Alto Minho 2014-2016 identifica as necessidades dos principais problemas de saúde da população do Alto Minho: Doenças cérebro-cardiovasculares, Tumores malignos, Doença crónica de fígado e cirrose, Diabetes mellitus, Perturbações depressivas e suicídio e Doença pulmonar obstrutiva crónica.

Com base, por um lado na evolução verificada e prevista e, por outro, na posição relativa do Alto Minho face à Região Norte e ao Continente para os indicadores disponíveis de mortalidade prematura, internamento abaixo dos 70 anos de idade e anos de vida potencialmente perdidos, o PLS propõe objetivos a atingir até 2016 para as doenças cérebro vasculares, a doença isquémica cardíaca, os tumores malignos do estômago, do cólon e reto, e da traqueia, brônquios e pulmão, a doença crónica do fígado e cirrose, a diabetes, a doença pulmonar obstrutiva crónica e as perturbações depressivas e suicídio. Tendo em conta os principais fatores de risco para a mortalidade global (elevada pressão arterial, tabagismo, aumento de glicose no sangue, sedentarismo e inatividade física, excesso de peso/obesidade, elevado consumo de álcool e incorreta nutrição), e alinhando a seleção com os eixos estratégicos do Plano Nacional de Saude (Equidade e acesso aos cuidados de saúde, Qualidade dos cuidados de saúde, Promoção da cidadania e Promoção de políticas saudáveis), o Alto Minho seleciona como determinantes prioritários para a intervenção a hipertensão arterial, a obesidade, o consumo de tabaco, o consumo de bebidas alcoólicas, a inatividade física e a reduzida acessibilidade à prestação de cuidados de saúde em alguns sectores.

O PLS prevê a implementação local de estratégias de saúde de prevenção primária, secundária e terciária, designadamente: reduzir os hábitos tabágicos na população, diminuir a ingestão de sal na alimentação e aumentar o consumo de hortícolas frescos, leguminosas e fruta, aumentar a percentagem da população que pratica atividade física, reduzir o consumo de álcool na população, vacinação, melhorar a vigilância da TA nos doentes hipertensos, melhorar a vigilância do IMC na população, nomeadamente nos doentes hipertensos e diabéticos, implementar/aumentar a cobertura dos programas de rastreio oncológico, melhorar a qualidade do diagnóstico e tratamento dos doentes com DM, melhorar a qualidade do diagnóstico e tratamento das doenças do foro mental, melhorar a qualidade do diagnóstico e tratamento dos doentes com DPOC, melhorar a qualidade do tratamento dos doentes com AVC e EAM.

Sendo as mudanças propostas neste PLS relativas à própria organização e ao nível de saúde da população do Alto Minho, prevê proceder à avaliação tanto da sua implementação como do seu impacto. A avaliação da implementação foca as dimensões do acesso e a continuidade e qualidade do processo organizacional; e a avaliação do impacto foca os resultados, tanto em termos de alteração do estado de saúde como em termos de ganhos obtidos em relação aos objetivos pré-estabelecidos.

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Na avaliação da implementação, os resultados do ano de 2015 já refletem o compromisso consolidado por parte da ULSAM com o PLS. Um olhar global a este conjunto de indicadores evidencia uma implementação do PLS até agora mais dirigida ao contexto interno da ULSAM. Embora alguns projetos de intervenção comunitária apresentam resultados positivos que refletem o compromisso dos profissionais e a participação da comunidade. Esta avaliação anual permite concluir que a ULSAM tem tornado evidente o esforço sustentado dos seus profissionais na melhoria da qualidade do desempenho e da gestão integrada da doença na população.

% primeiras consultas externas hospitalares realizadas em tempo adequado % de USF e UCSP com realização de espirometrias

% de instituições chave da comunidade que aderem a uma proposta de intervenção a selecionar na fase de discussão pública do PLS

% de doentes com HTA com pelo menos 1 registo de IMC nos últimos 12 meses % inscritos ? 14 anos de idade com pelo menos 1 registo de hábitos alcoólicos % da população escolar abrangida pela PODE

% de utentes com DPOC com pelo menos 1 registo de FeV1 nos últimos 3 anos % de mulheres com idade [45;70[ com rastreio do cancro da mama efetuado % de mulheres idade [25;60[ com rastreio do cancro do colo do útero efetuado utentes idade [50;75[ com rastreio do cancro do cólon e recto efetuado % diabéticos <65 anos de idade com o último registo de HbA1c ?6,5%

Avaliação da Implementação: INDICADORES

Processo

Profissional

Utente

Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por DCV Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por DIC Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por TMCR Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por TMEst. Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por TMTBP Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por DCFC Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por DM Taxa de mortalidade prematura (?65 anos de idade) por suicídio Taxa de aVPP até aos 70 anos de idade por DCV

Taxa de aVPP até aos 70 anos de idade por TMTBP Taxa de aVPP até aos 70 anos de idade por DCFC Taxa de aVPP até aos 70 anos de idade por DM

Taxa de internamento abaixo dos 70 anos de idade por DM Taxa de internamento abaixo dos 70 anos de idade por DPOC Estado de saúde

Ganhos em saúde

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UNIDADE LOCAL DE SAÚDE MATOSINHOS, EPE

PERFIL DE SAÚDE - UNIDADE LOCAL DE SAÚDE MATOSINHOS NO