OVERVÅKING AV LUFTFORURENSNINGER FRA BILTRAFIKK 1990
2 NITROGENOKSIDER, NOX
1.2 Que factos históricos estiveram na origem desta batalha?
1.3 Sintetiza o conteúdo deste episódio, resumindo as seguintes sequências
narrativas:
- 1ª - introdução – estrofes 28 e 29 - 2ª - desenvolvimento – estrofes 30 à 41 - 3ª - conclusão – estrofes 42 à 45.
2. Presta atenção às estrofes 28 e 29. 2.1 Que sinal anuncia o início da batalha?
2.2 Que efeitos produz esse sinal na Natureza e nas pessoas? Transcreve do texto expressões que indiquem esses efeitos.
2.3 Recorrendo ao texto, descreve o estado de espírito dos combatentes, momentos antes da contenda.
3. «Começa a travar-se a incerta guerra» (estrofe 30)
3.1 Indica os motivos que impelem ambas as partes à luta. 3.2 A quem se referem os pronomes «uns» e «outros»? 3.3 Identifica a figura histórica que aí se destaca.
3.3.1 Caracteriza-a, atendendo ao texto na sua globalidade.
4. Nas estrofes 31 e 32, o poeta fornece-nos algumas informações importantes sobre:
• A violência dos combates;
• A superioridade numérica das tropas castelhanas;
• O facto de alguns portugueses (irmãos de Nuno Álvares Pereira e grande parte da alta nobreza) lutarem contra a própria Pátria.
4.1 Localiza-as.
4.2 Segundo a opinião do Poeta, o que é mais grave: lutar contra o irmão ou contra o rei e a Pátria?
5. Na estrofe 33, são referidos alguns traidores famosos. Qual a intenção do Poeta ao incluí-los neste episódio?
6. O valor e as ações de D. João, Mestre de Avis, assumem uma posição de destaque durante a batalha.
6.1 De que modo?
6.2 Com que intenção profere o seu discurso?
7. As últimas três estrofes descrevem as diferentes reações/atitudes dos vencidos e vencedores.
7.1 Recorrendo ao texto, caracteriza o estado de espírito e os sentimentos das tropas castelhanas.
7.2 Relendo a estrofe 44, indica a consequência mais nefasta de qualquer batalha.
8. Completa o quadro que se segue:
Fig. estilo Exemplos Expressividade estrofes
Gradação 28
Hipérbole 28
Personificação 28
Perífrase 41
Sinédoque 41
9. Classifica as orações presentes nos versos que se seguem:
«Com torva vista os vê, mas a natura/Ferina e a ira não lhe compadecem» (estrofe 35)
Bom trabalho!
Venâncio Pedro
Tempestade
(Canto VI, estrofes 70 à 93)
Lê, atentamente, este excerto (páginas 228 a 232 do manual), de forma a responderes às perguntas com excertos do texto.
1. Retira do texto os versos que comprovam a chegada da tempestade e o tom de voz do mestre.
2. A tripulação fica apavorada e desnorteada. Retira do texto versos que exemplifiquem esse desnorte.
3. Retira do texto expressões que comprovem o efeito da tempestade nos navios.
4. A tempestade adquire um carácter divino. Retira do texto expressões que o comprovem. 5. Nos primeiros versos da estrofe 76 que recurso estilístico encontramos?
6. Vasco da Gama tem dificuldades em compreender o castigo da Divina Guarda. Retira do texto a expressão que corrobora esse sentimento.
7. Vasco da Gama não que perecer aos braços da Natureza porque acha que é uma morte pouco honrosa. Em que morte honrosa crê Vasco da Gama? Procura no texto.
8. Vénus decide ajudar os Portugueses. De que maneira? Exemplifica com expressões do texto.
9. Por fim, depois de a tempestade amainar, os Portugueses avistam pela primeira vez a Índia. De que maneira agradeceu Vasco da Gama?
Os Lusíadas de Luís de Camões - Guião de Trabalho
O Adamastor
(Canto V, estrofes 37 à 60)
Lê, atentamente, este excerto (páginas 217 a 221 do manual), de forma a proceder à sua análise.
Deves responder às questões de maneira sucinta e recorrendo, sempre que possível, ao texto para justificares as tuas respostas.
1. O excerto apresentado constitui o episódio do Gigante Adamastor, figura literária criada por Camões.
1.1 Delimita os momentos fundamentais da ação: introdução, desenvolvimento e conclusão.
1.2 Apresenta resumidamente o seu conteúdo.
2. Centra-te nas estrofes 39 e 40.
2.1 Caracteriza fisicamente o Adamastor.
2.2 Como reagiram os Portugueses à aparição do Adamastor?
2.2.1 Retira da estrofe 40 uma expressão comprovativa dos seus sentimentos.
3.1 Em que termos se dirigiu aos portugueses?
3.2 Qual é o seu parecer acerca da «Gente» que tem diante de si? 3.2.1 Retira do texto duas frases comprovativas.
3.3 Explica o sentido dos seguintes versos: «E navegar meus longos mares ousas, / Que eu tanto tempo há já que guardo e tenho,/ Nunca arados de estranho ou próprio lenho:»
3.3.1 Indica as figuras de estilo presentes nestes versos.
4. Ao longo do discurso, o Gigante expressa sentimentos antagónicos em relação aos Portugueses.
4.1 Prova a veracidade desta afirmação, justificando com elementos textuais.
5. A partir da estrofe 42, o Adamastor vaticina algumas profecias reveladoras de inquietantes acontecimentos.
5.1 Enumera-as.
6. O valor dos Portugueses é reconhecido por esta personagem mítica. 6.1 Retira do texto elementos comprovativos.
7. Entretanto, Vasco da Gama interrompe o Gigante para o questionar. 7.1 Que pergunta lhe faz?
7.2 Qual é a intenção do «Forte Capitão»? 7.3 Como reage o Adamastor?
7.3.1 Que sentimentos manifestou ao contar a sua história? 7.3.2 Transcreve os versos que sintetizam o seu infeliz destino. 8. Por fim, o Adamastor deixa passar os Portugueses.
8.1 De que forma é descrito este momento? 8.2 Como reage Vasco da Gama?
Bom trabalho! Venâncio Pedro
Grupo I – Leitura (100%)
Parte A (40%)
1. Lê atentamente o texto:
«A ideia de realizar um poema heróico sobre a expansão portuguesa manifesta-se já desde o século XV, dentro e fora de Portugal. O humanista italiano Ângelo Policiano ofereceu-se a D. João II para cantar em verso latino os seus feitos, e Luís Vives exaltou os Descobrimentos numa dedicatória a D. João III. No prólogo do Cancioneiro
Geral, Garcia de Resende lamenta que os feitos dos Portugueses não estejam
condignamente cantados. António Ferreira, apesar da sua aversão – várias vezes manifesta – pela vida guerreira e marítima, encorajou mais de um confrade a escrever a epopeia, e ele mesmo ensaiou o estilo heróico […]. Este projecto dos Humanistas relaciona-se com a ambição de ressuscitar um dos mais nobres géneros greco- romanos. As viagens dos Portugueses prestavam-se a uma comparação emuladora com as de Ulisses, dos Argonautas e de Eneias, assim como os seus feitos guerreiros com os dos Gregos e Troianos. […]
Foi precisamente o desiderato da ressurreição da epopeia clássica segundo o padrão homérico que Camões procurou satisfazer, levando a cabo um objectivo característico dos escritores humanistas. O ambiente marítimo do assunto central aponta para a filiação do poema sobretudo na linhagem da Odisseia, da primeira metade da Eneida e dos poemas sobre os Argonautas escritos pelo grego Apolónio de Rodes e pelo romano Valério Flaco. […]
À ideia da epopeia pátria andava associada certa ideologia nascida da expansão, e cujas raízes encontrámos já em Zurara. Segundo essa ideologia, os Portugueses cumpriam uma missão providencial, dilatando tanto o Império como a Fé: eram os Cruzados por excelência.»
In ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA E ÓSCAR LOPES, História da Literatura Portuguesa (com supressões)