• No results found

rettigheter i RuBeKa

4.2. Russland: nasjonalt regime og praksis

4.2.2. Nasjonalt lovverk

8.1 – CONCLUSÕES

A metodologia utilizada na determinação dos resultados dos ensaios foi autilizada no meio rodoviário. Para a presente dissertação, a partir dos ensaios, pesquisas e consultas pode-se concluir:

Para os solos do trecho 1 (solos A-2-4)

a) A utilização da energia na compactação do Proctor Internormal (PIN), proposto nesta dissertação, pode gerar economias significativas, em rodovias a serem implantadas e, consequentemente, contribuir demasiadamente para preservação ambiental.

b) Os ensaios de pós compactação na energia do Proctor Internormal demonstraram, pelos ensaios de granulometria por peneirameto, praticamente não houve quebra da estrutura do solo. Estes resultados granulométricos pós compactação, são demonstrados no quadro resumo de ensaios apresentados nos anexos I.7 a I.16

c) Houve alterações na densidade do solo, quando do acréscimo das energias, em média de 3,5%,da energia Proctor Normal para o Internormal. Para as demais energias, Proctor Intermediário e Proctor Modificado, o acréscimo na densidade foi em média 1%.

d) Verificou-se que no dimensionamento do pavimento, houve a eliminação da camada de sub-base do pavimento a ser implantado, confirmando ser vantajosa a adoção da energia do Proctor Internormal.

Para solos do trecho 2 (solos A-7-5, A-7-6):

a) O acréscimo de energia (PIN) resultou em uma economia de 8% por quilômetro de via a ser implantada, provocado pelo acréscimo de capacidade de suporte do solo. Através do acréscimo da capacidade de suporte do solo, podemos minimizar uma possível substituição do material do subleito.

b) Houve alterações variáveis na densidade dos solos quando do acréscimo das energias, porém não causou aumento significativo no suporte do subleito.

c) Por tratar-se de solo muito fino, mais de 90% passados na peneira 200, esse fator pode ter sido fundamental para a ausência de acréscimo do suporte de CBR. Não é um solo predominante de subleito, mas ocorre em várias regiões do Estado de Minas Gerais.

Para solos do trecho 3, seguimento siltosos (solos A-4, A-5):

a) O acréscimo de energia não resultou em acréscimo de suporte do subleito.

b) A expansão do solo já comprometia sua utilização em subleito, pois solos com expansão > 2% não podem ser utilizados em camadas de pavimento rodoviário. c) O acréscimo de energia aumenta a expansão destes tipos de solos, conforme citado por vários outros pesquisadores.

d) O acréscimo de energia não é recomendado para este tipo de solo. Para solos do trecho 3, segmentos argilo arenosos (solos A-7-5, A-7-6).

a) O acréscimo de energia resultou em um acréscimo na capacidade de suporte do solo, melhorando sua capacidade de suporte. Esse acréscimo poderá gerar até 14,5% de economia por quilômetro de via a ser implantada.

b) Por ser um solo fino, da ordem de 60% passados na peneira 200, respondem melhor ao acréscimo de energia que o solo do trecho 2.

c) Não se deve aumentar demasiadamente a energia deste tipo de solo: a resistência não sofre significativa alteração.

Genericamente podemos citar que os solos do grupo A-2-4, conforme classificação TRB, localizados em sua maioria no Triangulo Mineiro, respondem bem ao acréscimo de energia, podendo ser utilizado para a supressão de camada de pavimento, o que pode gerar grande economia para as estruturas aqui estudadas.

Os solos A-7-5 e A-7-6, conforme classificação TRB, com percentual passado na peneira 200 na ordem de 60%, também respondem bem ao acréscimo de energia, porém com fator limitador de energia.

Os solos de características expansivas não sofreram alterações com o aumento de energia quanto à resistência e expansão.

Para os tipos de solos de subleito estudados (exceto solos siltosos), verificou-se que a energia do Proctor Internormal (PIN) é suficiente para atender a um dimensionamento de

pavimento, não havendo necessidade de aumentar demasiadamente a energia de compactação, gerando um custo desnecessário em obras rodoviárias. Essa ultima conclusão também está sendo vivenciada pelos técnicos no DER-MG, através de implantações recentes pelo Governo do Estado de Minas do Programa Proacesso.

A energia de compactação PIN, se mostrou adequada para subsidiar projetos de pavimentação. Genericamente essa energia poderá vir a substituir a energia do Proctor Normal, comumentemente utilizada no meio rodoviário.

Os resultados dos ensaios das pesquisas realizadas no DER-MG confirmam também a tendência de utilização desta energia de compactação, do Proctor Internormal. Resta normatizar.

Para os solos constantes de outras classificações TRB, para utilização em subleito, deverão ser realizados estes mesmos estudos, objetivando reunir elementos que venham somar as conclusões aqui apresentadas.

8.2 – SUGESTÕES PARA FUTURAS PESQUISAS Objetivando sugerir futuras pesquisas pode-se propor:

a) Reunir todos os estudos/ensaios já realizados pelo DER e acompanhar seu emprego no campo, medindo a vida útil do pavimento através de acompanhamento rotineiro com coletas, ensaios de amostras e monitoramento do tráfego.

b) Mapear o Estado de Minas Gerais com seus trechos sobre solos ocorrentes em cada região, conseguindo, assim, orientar os futuros estudos de energia de compactação. c) Catalogar e divulgar esses históricos e estudos através de publicações, subsidiando,

d) Desenvolver um estudo baseado na economia e preservação ambiental, objetivando o acréscimo da energia de compactação, não somente para subleito estradal, mas também para materiais granulares a serem empregados na camada dos pavimentos rodoviários e urbanos (base e sub-base).

e) Efetuar esses estudos para as jazidas ainda existentes e com potencial para serem indicadas em projetos rodoviários.

f) Efetuar estudos de módulos de resiliência, verificando sua influência através das três energias de compactação (PN, 1,5PN, PI).

g) Verificar a modificação que o aumento de energia traz para o módulo de resiliência, que é o principal parâmetro utilizado pelos Métodos Mecanísticos.