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4.   VERDSETTING AV GARANTERTE SPAREPRODUKTER OG WARRANTS

4.1   N ORDEA  K RAFTOBLIGASJON  XIV   2007/2010

No ano 2011, para as variáveis número de folhas minadas e o número de ovos de L. coffeella, não houve diferença entre os volumes pulverizados e a testemunha. No entanto, houve uma redução significativa no número de folhas minadas no decorrer das avaliações, de modo que aos 21 DAP encontraram-se os menores números para a variável, refletindo a influência positiva dos tratamentos (Tabela 4 e Figura 5B). Para o número de ovos de L. coffeella, houve uma redução de seu valor entre 7 e 14 DAP, podendo ter sido indiretamente causada pela morte de adultos de L. coffeella após a pulverização. Um aumento considerável no número de ovos encontrados aos 21 DAP pode ser atribuído à migração de novos insetos adultos na área (Figura 5A).

Tabela 4. Efeito dos volumes de pulverização nos dois experimentos sobre as variáveis relacionadas a Leucoptera coffeella na cultura do café, considerando a média das três amostragens após a pulverização. Altinópolis – SP, 2011.

Ano 2011 Folhas minadas Número de ovos Larvas parasitadas

20 L.ha-1 2,87 a1 0,60 a 0,12 a 30 L.ha-1 2,96 a 0,74 a 0,19 a 40 L.ha-1 3,25 a 0,74 a 0,16 a 200 L.ha-1 3,05 a 0,92 a 0,19 a 400 L.ha-1 3,02 a 1,01 a 0,13 a Testemunha 3,22 a 0,65 a 0,15 a CV (%) 21,98 46,28 146,94 DMS 0,81 0,43 0,28

Ano 2012 Folhas minadas Número de ovos Larvas parasitadas

46 L.ha-1 2,73 ab1 0,73 ab 0,38 a 67 L.ha-1 2,82 ab 0,67 a 0,31 a 92 L.ha-1 2,84 ab 0,69 a 0,31 a 200 L.ha-1 2,65 ab 0,85 ab 0,20 a 400 L.ha-1 2,31 a 0,58 a 0,21 a Testemunha 3,15 b 1,19 b 0,11 a CV (%) 23,42 53,73 99,78 DMS 0,77 0,5 0,3

1Médias seguidas pela mesma letra na mesma coluna não diferem estatisticamente

Figura 5. Evolução dos valores das variáveis relacionadas a Leucoptera coffeella no decorrer das três avaliações após a pulverização em função dos volumes de aplicação no primeiro experimento (ano 2011). A. Número de ovos. B. Número de folhas minadas.

Ainda no ano 2011, o número de ovos variou aos 7 DAP, destacando-se o tratamento 400 L.ha-1, por apresentar maior valor, diferindo significativamente da testemunha. Aos 14 DAP, o número de ovos foi maior para os tratamentos 200 e 400 L.ha-1, ao passo que 21 DAP não houve diferença entre os tratamentos (Tabela 4). O número de ovos diminuiu em todos os tratamentos 7 DAP, e começou a aumentar no decorrer das próximas avaliações. Os volumes menores foram possíveis através da redução do tamanho das gotas de pulverização. Gotas menores são capazes de controlar com maior eficiência adultos de L. coffeella e, dessa forma, diminuindo a ocorrência de ovos na superfície das folhas de café. Gotas grandes estão sob forte influência da força da gravidade, depositando-se mais rapidamente, ao passo que gotas menores ficam suspensas por mais tempo (SPILLMAN, 1984).

Em 2012, as variáveis número de folhas minadas e número de ovos mostraram que os volumes diferiram significativamente da testemunha. Essas variáveis tiveram uma redução após a pulverização, porém sofreram um aumento no decorrer das avaliações (Tabela 4 e Figura 6B).

Aos 7 DAP, a redução no número de ovos e número de folhas minadas é resultado é reflexo da diminuição da atividade de adultos de L. coffeella, causada pela morte ou emigração dos mesmos após ser realizada a pulverização na área (Figura 6A). Porém, os aumentos no decorrer das próximas avaliações sugerem uma ressurgência de insetos adultos na área (Figura 6A).

O número de larvas de L. coffeella parasitadas não diferiu significativamente entre os tratamentos e entre os períodos de avaliação, não havendo influência da pulverização na população de insetos parasitóides no primeiro e no segundo experimento (Tabela 4).

Figura 6. Evolução dos valores das variáveis relacionadas a Leucoptera coffeella no decorrer das três avaliações após a pulverização em função dos volumes de aplicação no segundo experimento (ano 2012). A. Número de ovos. B. Número de folhas minadas.

4. CONCLUSÃO

Para as condições do presente trabalho, o volume de aplicação comumente utilizado nos pulverizadores convencionais, para o controle de Leucoptera coffeella em plantas de café, pode ser reduzido de 400 para 200 L.ha-1, mantendo a eficiência da pulverização e diminuindo-se os gastos com a pulverização.

O uso de pulverizador a ultra baixo volume com pontas de pulverização pneumáticas pode ser adotado na cultura do café, para o controle de L. coffeella, trabalhando sob volume de 70 a 90 L.ha-1, havendo eficiência da pulverização aliada a um ganho em autonomia de trabalho e redução de custos.

5. REVISÃO DE LITERATURA

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APÊNDICE I.

Valores em mN.m-1 de tensão superficial das dez caldas fitossanitárias (T1 a T10) mais a testemunha (T11) aos 5 e 180 segundos e em função da média das 180 leituras.

APÊNDICE II.

A. Valores em graus do ângulo de contato de gotas aplicadas em folhas de café, a

partir das dez caldas fitossanitárias (T1 a T10) mais a testemunha (T11) aos 5 e 180 segundos e em função da média das 180 leituras.

B. Valores em mm2da área molhada por gotas aplicadas em folhas de café, a partir das dez caldas fitossanitárias (T1 a T10) mais a testemunha (T11) aos 5 e 180 segundos e em função da média das 180 leituras.

APÊNDICE III.

A. Valores em graus do ângulo de contato de gotas aplicadas em superfície lisa de

vidro, a partir das dez caldas fitossanitárias (T1 a T10) mais a testemunha (T11) aos 5 e 180 segundos e em função da média das 180 leituras.

B. Valores em mm2da área molhada por gotas aplicadas em superfície lisa de vidro,

a partir das dez caldas fitossanitárias (T1 a T10) mais a testemunha (T11) aos 5 e 180 segundos e em função da média das 180 leituras.

APÊNDICE IV.

A. Concentração em µg do íon Mn2+depositado sobre a superfície de folhas de café nos pontos externos (1 e 3), internos (2 e 4) e duas alturas de amostragem nas plantas (Alto e Baixo) em função dos volumes de aplicação diferentes. Pontos nomeados com letras minúsculas diferentes diferem entre si pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Altinópolis - SP, 2012.

B. Concentração em µg do íon Mn2+ depositado por cm-2 de folhas de café após pulverização com volumes de aplicação em L.ha-1diferentes nos pontos externos (1

e 3), internos (2 e 4) e na altura Alto (a) e Baixo (b) de amostragem nas plantas. Volumes nomeados com letras minúsculas diferentes diferem entre si pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Altinópolis – SP, 2012.

APÊNDICE V.

A. Volume de inseticida depositado por cm-2 de folhas de café após pulverização

com diferentes volumes em L.ha-1 nos pontos externos (1 e 3), internos (2 e 4) e duas alturas de amostragem nas plantas (Alto e Baixo). Pontos nomeados com letras minúsculas diferentes diferem entre si pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Altinópolis - SP, 2012.

B. Volume de inseticida em nL depositado por cm-2 de folhas de café após pulverização com volumes de aplicação em L.ha-1 nos pontos externos (1 e 3), internos (2 e 4) e na altura Alto (a) e Baixo (b) de amostragem nas plantas. Volumes nomeados com letras minúsculas diferentes diferem entre si pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Altinópolis – SP, 2012.

APÊNDICE VI.

A. Variação do número de larvas de Leucoptera coffeella mortas no decorrer das avaliações, para cada tratamento, incluindo a testemunha. Altinópolis-SP, 2011.

B. Variação do número de larvas de Leucoptera coffeella mortas no decorrer das avaliações, para cada tratamento, incluindo a testemunha. Altinópolis-SP, 2012.