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Moralske forpliktelser fra ideen om et journalistisk samfunnsoppdrag

D e modo a conhecer os entrevistados e investigar a importância da formaçã o no seu percurso, começou-se por conhecer o nível académico e o percurso profissional dos mesmos.

R elativamente ao percurso académico, o entrevistado A disse: “S ou licenciada em D ireito, terminei a minha licenciatura em 1996”, o entrevistado B afirmou: “S ou licenciado em E conomia, terminei a licenciatura em 1996. Possuo uma pós-graduaçã o na área de F iscalidade, tirei no ano 2000”. O terceiro entrevistado, o C , é formado em D ireito e pós-graduado em F iscalidade, conforme a seguinte afirmaçã o: “S ou licenciado em D ireito, concluí a licenciatura em 1994 e no ano 2004 tirei uma pós-graduaçã o em F iscalidade”. O entrevistado D afirmou: “S im, em Gestã o de E mpresas, terminei em 1999. T enho também um MB A em Gestã o de Negócios Internacionais”. O entrevistado E disse: “T enho o ensino secundário”. Por fim o entrevistado F disse: “Sou licenciado em E conomia pela Universidade Nova de L isboa.”

Nas entrevistas, analisou-se também, qual a postura dos entrevistados relativamente à procura de formaçã o, qual a importância dada à s formações e qual é a sua influê ncia no percurso profissional.

O entrevistado A , D , E e F demonstraram ter uma procura ativa em formações, salientando que procuram formações diversas vezes ao ano. O entrevistado A disse: “S im, procuro e bastante, várias vezes ao ano. Normalmente na área de direito laboral e contencioso tributário”. Por sua vez, o entrevistado D afirmou: “T enho procura ativa, procuro na área de economia, na área de fiscalidade internacional e na área política também. Procuro conforme sentir necessidade, no entanto normalmente 2 a 3 vezes ao ano com certeza”. O entrevistado E disse: “T enho procura ativa, normalmente de 6 em 6 meses. S ã o nas áreas de mediaçã o e angariaçã o imobiliária, gestã o de empresas imobiliárias, avaliaçã o de imóveis, comercializaçã o e marketing imobiliário.” Por fim, o entrevistado F disse: “T enho procura ativa ( … ) procuro diversas vezes ao ano consoante as necessidades (… ) na área de fiscalidade e auditoria.”

C omparativamente, os entrevistados B e C demostraram uma procura passiva em formações. O entrevistado B , refere que a procura de formações está relacionada com as suas necessidades, como podemos ler na seguinte afirmaçã o: “Hoje em dia nã o faço formaçã o anual, a última formaçã o que fiz foi há trê s anos em Harvard. A procura é conforme as minhas necessidades. Normalmente sã o na área fiscal e de gestã o de empresas”. Por outro lado o entrevistado C , afirma que a falta de disponibilidade impede-o de ter uma procura ativa, no entanto demonstrou interesse em atender uma formaçã o a curto prazo, como consta na seguinte afirmaçã o: “Nã o

tenho tido disponibilidade para tirar formações, espero no futuro próximo conseguir arranjar algum tempo para dedicar-me à formaçã o. F az parte dos meus planos”.

R elativamente à importância da formaçã o para o capital humano, todos os entrevistados afirmam que a formaçã o é importante e imprescindível para a sua carreira. Para o entrevistado A , existe uma necessidade de atualizar-se, principalmente na área de D ireito, como podemos constatar na seguinte afirmaçã o: “A cho que a formaçã o é importantíssima em especial na nossa área [ direito] , trabalhando numa área que é muito fiscal temos de estar sempre atualizados, ainda por cima a nossa legislaçã o é muito complexa e sempre a sofrer alterações”.

Por outro lado, o entrevistado B , considera que a concorrê ncia existente nos mercados cria a necessidade das pessoas procurarem mais formaçã o de maneira a vencerem nos mercados. E ssa interpretaçã o é sustentada pelo seguinte discurso: “Obviamente que sim, hoje em dia o mundo é muito concorrencial, as coisas sã o cada vez mais específicas e, portanto, sem formaçã o geral e especifica é muito difícil de vencer nos mercados”.

O entrevistado C , refere que as formações, sã o essenciais para adquirir competê ncias, desenvolver capacidades e iniciativas, como podemos constatar na seguinte afirmaçã o: “C onsidero importante, a formaçã o bem direcionada pode dar um contributo determinante para o bom desempenho organizacional”.

Para o entrevistado D , a formaçã o é fundamental para encarar os desafios profissionais de uma forma mais organizada. R elativamente ao exposto, o entrevistado D disse: “A bsolutamente. A formaçã o académica permite termos uma base científica para podermos desenvolver as atividades a nível prático, também permite-nos encarar a nível profissional todos os desafios de uma forma mais organizada”.

O entrevistado E afirma que a formaçã o é importante para criar ou melhorar as bases existentes. R efere que, através das formações conseguimos mais facilmente ultrapassar as barreiras existentes no mercado. O entrevistado E disse “as formações sã o importantíssimas para preparar os profissionais para ultrapassar as barreiras existentes no mercado de trabalho. S erve também para criarmos bases mais consistentes.”

Por sua vez, o entrevistado F , considera que o papel fundamental das formações é preparar os profissionais para responderem à s exigê ncias do mercado. O entrevistado F referiu: “Sim [ a formaçã o é fundamental] , a constante mudança da atividade económica faz com que só através de uma constante e permanente formaçã o se consiga responder à s exigê ncias que sã o impostas.”

No que respeita à importância do C apital Humano (C H) para as empresas, as opiniões dos entrevistados vã o ao encontro à s ideias de diversos autores, tais como B arro & S ala-i-Martin (2004), R uggeri (1998), S chultz (1960) e Z afalon, D uarte & R odrigues (2006). Os entrevistados consideram que o C H é um fator fundamental para o crescimento económico, evoluçã o e sustentabilidade das empresas. O entrevistado A , refere que as empresas que trabalham com o estrangeiro dependem de uma estrutura rica em C H. E sta interpretaçã o é baseada pela seguinte afirmaçã o: “sim [ considera o capital humano uma mais valia para as empresas] , em especial na Z F M, trabalhando com empresas estrangeiras e algumas trabalhando em áreas mais complexas do que é normal [ mercado regional] , acho que o capital humano é importantíssimo”.

O entrevistado B , reforça a importância do C H, afirmando aquilo que faz diferença numa empresa sã o as pessoas. S alienta ainda que, os conhecimentos linguísticos sã o de extrema importância principalmente dentro do C INM. O entrevistado B fez o seguinte discurso: “D entro do C INM diria que as línguas sã o de extrema importância (… ) olhando para a nossa empresa, que é uma empresa prestadora de serviços, o que faz a diferença sã o as pessoas, sã o elas que se dedicam a todas as áreas funcionais da empresa”.

Para o entrevistado C , o C H é o motor da empresa. C onsidera que no mercado bastante competitivo, o C H é o que faz a diferença. O entrevistado C fez a seguinte afirmaçã o: “considero fundamental o capital humano, é o motor do desenvolvimento das empresas. Nos dias de hoje, temos um mercado bastante competitivo, o capital humano faz toda a diferença”.

R elativamente a este assunto, o entrevistado D disse: “considero o capital humano o fator mais valioso dentro de uma organizaçã o”.

Para o entrevistado E , o C H é importante. C onsidera que o C H irá trazer mais valor agregado à empresa, o que permitirá que a empresa alcance os seus objetivos. E ste entrevistado disse: “O C H fará com que a empresa alcance os seus objetivos, o C H é quem traz mais valor à empresa”.

Por fim, o entrevistado F afirmou que, é o C H que faz a diferença dentro das organizações. C onsidera que as decisões sã o concebidas pelas pessoas e que é das ideias que as organizações dependem.

No que respeita ao percurso profissional dos entrevistados, procurou-se saber qual o seu perfil de mobilidade de empregos e qual o seu percurso profissional. Por um lado, estamos perante os entrevistados C e F , que apresentam um perfil de mobilidade baseado na rotatividade.

O entrevistado C já fez parte de quatro sociedades de advogados e de quatro managements. No decurso da sua atividade profissional passou por diversos cargos, como podemos constatar no seguinte discurso:

“A o longo dos meus vinte e cinco anos no mercado de trabalho passei por quatro sociedades de advogados e por quatro managements (… ) comecei como estagiário, depois associado júnior, associado sénior, fui sócio de trê s sociedades de advogados, e gerente de duas sociedades de gestã o de ativos de fundos de investimento. A tualmente ocupo o cargo de gerente nesta management”.

Por outro lado, o entrevistado E já foi gestor de stock, gerente de supermercado, técnico de redes informáticas e de telecomunicações, comercial no ramo imobiliário e atualmente é sócio gerente da C asa L egal.

R elativamente aos entrevistados B , C , D e F , apresentam um perfil de mobilidade baseado na longevidade. No decorrer dos seus percursos profissionais, os entrevistados B e C apenas tiveram uma experiê ncia profissional antes de ingressarem na atual empresa. O entrevistado B disse:

“Praticamente logo que terminei o meu curso, em 1996, vim trabalhar na Z F M, antes de vir para esta empresa trabalhei num escritório de advogados que trabalhava para a Z F M (… ) a minha mudança de empresa deve-se ao fato do escritório de advogados para o qual trabalhava ter vendido a sua carteira de clientes da Z F M à esta empresa (… ) atualmente ocupo o cargo de gerente, até há dois anos ocupava o cargo de advogada da empresa”.

O entrevistado C afirmou:

“E u nã o tive grande mobilidade, tive uma experiê ncia no governo regional, fui administrador de um fundo comunitário, todo o meu restante percurso foi aqui, entrei nesta empresa em 1996, comecei como assistente de contabilidade, fui subindo e já há dez anos que sou Managing Partner nesta empresa”.

R elativamente ao entrevistado D , entrou para o mercado de trabalho no ano 1999 e desde entã o tem trabalhado sempre na mesma empresa, como consta na seguinte afirmaçã o: “T enho mantido o mesmo emprego desde que entrei no mercado de trabalho, comecei por assistente, depois passei a gerente e ocupo o cargo de subdirector há 4 anos”.

Por fim, o entrevistado F , afirmou: “Iniciei a minha carreira profissional no ano 1985 (… ) comecei por economista, depois fui técnico da A utoridade T ributária e nos últimos 15 anos sou consultor fiscal e auditor”.