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Modelling the INERIS ammonia fields experiment with FDS

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5 INERIS – LES modelling of outdoor ammonia releases

5.2 Modelling the INERIS ammonia fields experiment with FDS

Cinco escudetes firmados em chefe recordam e simbolizam uma série de fatos da história local e circunstâncias da vida mogiana ANTIGA E MODERNA. No primeiro escudete, partido, ocorre, no primeiro quartel, a pipa de ouro, em campo vermelho, das armas de Braz Cubas; no segundo, o cardo verde, em campo de prata das armas dos Cardoso. Estão, aí, pois, lembrados dois vultos inesquecíveis da história mogiana: BRAZ CUBAS, dono da sesmaria e da fazenda sobre a qual se ergueu a vila de SANT ANNA DAS CRUZES DE MOGI; e BRAZ CARDOSO, fundador da vila, erecta em 1611. No segundo escudete, uma sérpe de ouro numa faixa de prata em campo verde, traduz a denominação "MOGI" - Rio das Cobras - no dizer dos maiores sabedores de nossa Língua Geral. No terceiro escudete, três cruzes vermelhas, da ordem de Cristo, postas em roquete, e em campo de prata,

15 Os desmembramentos são indicados no Sumário de Dados 2001 de Mogi das Cruzes, pág. 13e fazem parte do

Sumário de Dados da Grande São Paulo, Emplasa, 1994. As mesmas informações foram ratificadas no Sumário de Dados de Mogi das Cruzes, 2004, pág. 15.

16 Transcrito de texto da Lei n 19 de 27/02/1948 da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, apud “Sumário de

evocam a antiquíssima tradição dos três cruzeiros chantados no adro da primeira igreja Matriz, fato de onde proveio a esta denominação de Mogi das Cruzes. No quarto escudete, vem duas corôas muraes de ouro, tudo em campo de sinople (verde). Simbolizam as corôas muraes a fundação de cidades por mogianos mineradores de ouro, partidos das margens do Tietê, o grande rio paulista das entradas e monções, No quinto escudete uma roda dentada, de engrenagem, simboliza a existência de já notável indústria moderna na cidade. Como tenentes do escudo, dois bandeirantes revestidos do característico "GIBÃO D’ARMAS" um deles empunhando uma bandeira de Santana, orago da cidade, e o outro armado de arcabuz. Como suportes, ramos de fumos e hastes de cana, ao natural, rememoram as duas lavouras tradicionais do município. No listal, em letras prata sobre fundo vermelho inscreve-se a divisa que se pode traduzir como "SOU DA GREI

BANDEIRANTE", "PROCEDO DOS BANDEIRANTES" ou seja: “BANDEIRANTES GENS MEA".

Convém notar que já na época da aprovação do Brasão da Cidade havia uma ênfase ao seu desenvolvimento industrial que o legislador comenta ao descrever o quinto escudete do Brasão.

FIGURA 5 – BANDEIRA DO MUNICÍPIO

Fonte: Arquivo Histórico Secretaria da Educação e da Cultura

Segundo o que se observa nos dados históricos quanto às representações oficiais da cidade a Bandeira acima exibida tem as seguintes descrições:17

Tanto quanto o brasão, a bandeira representa o município. Mogi das Cruzes tem sua bandeira, oficializada por Lei Municipal n.º 804 de 29 de novembro de 1956. A bandeira de Mogi das Cruzes tem três faixas horizontais, sendo a de cima de cor preta, a do meio branca e a de baixo vermelha. Elas representam a população de que se formou o município, através das três raças: branca, negra e vermelha (índios). As faixas preta e vermelha tem cada uma 1/4 do total e a do meio tem 2/4, por ter sido bem maior a contribuição da raça branca. No canto esquerdo, um triângulo de lados iguais com o vértice voltado para a direita e representando a Santíssima Trindade e, por extensão, Sant'Ana, padroeira da cidade. Esse triângulo de cor azul, simbolizando o nosso céu, tem uma estrela dourada, em cada um de seus três ângulos. Lembrando a expansão dos bandeirantes mogianos nos sentidos norte, noroeste e sudoeste. Ainda sobre este triângulo, mais a direita o brasão da cidade e a esquerda uma cobra fumando, lembrança da participação dos mogianos na Força

17 Fonte: Arquivo Histórico - Secretaria Municipal de Educação e Cultura. - Secretaria Municipal de Educação e

Expedicionária Brasileira a 2ª Grande Guerra, participação essa que foi a maior dentre todas as cidades do interior do Brasil.

Estas condições históricas são o ponto de partida para o estudo, pois, faz-se necessário um posicionamento da origem e formação da cidade. A evolução do sistema de cidades e as causas das transformações observadas neste fenômeno interferiram na evolução e desenvolvimento destas, daí o desmembramento de vários distritos transformando-se em cidades. Da mesma forma, fatores históricos e econômicos certamente influenciaram o crescimento urbano destes povoados, vilas e cidades e ainda o processo de industrialização brasileira, em especial no Estado de São Paulo influenciou de forma diferenciada cada cidade.

Munford (1982, p.111) explica que, uma primeira motivação para o surgimento das aglomerações que deram origem às cidades veio da necessidade humana de ampliar as possibilidades de relacionamento, evitando seu isolamento. No caso de Mogi das Cruzes ela se definia como caminho para o Rio de Janeiro sendo um dos primeiros pólos de desenvolvimento fora do litoral, ou seja, se não fosse este caminho São Paulo de Piratininga estaria isolado do Rio de Janeiro e vice-versa.

Encontramos também fundamento em Castells (1983, p.19) quando nos lembra que, as cidades como modo de vida urbanizada, existem a cerca de 5500 anos (desde em torno de 3500 a.C.) com a característica de que, ao contrário do que vemos atualmente eram cercadas por grandes comunidades agrícolas, ou seja a maioria absoluta da população vivia no meio rural sendo que no caso de Mogi das Cruzes, na atualidade 71,40% de sua área é Rural embora haja uma gradativa redução de população no campo como será demonstrado ao longo do estudo.

Não ocorreu no exemplo de Mogi das Cruzes o proposto por Davis (1972, P.13), ao escrever que as cidades eram rodeadas por maioria substancial de gente do campo reforça ainda que, facilmente regrediam à condição de vilas.

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