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Minoritetsorganisasjonene

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4 FORVALTNINGSMESSIGE FORHOLD

4.5 Minoritetsorganisasjonene

A realização de actividades laborais em regime de teletrabalho implica, necessariamente, a utilização de ferramentas tecnológicas da área dos sistemas de informação e de comunicação. Neste sentido, este estudo procurou investigar o grau de familiaridade e utilização destas tecnologias, visto que sem o seu domínio não é possível aplicar o teletrabalho.

Todos os colaboradores que participaram no estudo utilizam o computador como ferramenta de trabalho (ver Tabela 34), e a grande maioria – 88,4% - são utilizadores contínuos do computador, pois afirmaram utilizá-lo durante todo o dia de trabalho.

Frequência de utilização F % Média DP

1 - Não utilizo o computador 0 0,0 5,77 0,751

2 - Duas a três vezes por semana 1 2,3

3 - Duas a três vezes por dia 0 0,0

4 - Duas horas por dia 2 4,7

5 - Quatro horas por dia 2 4,7

6 - Utilizo o computador durante todo o dia de trabalho 38 88,4

Total 43 100,0

Tabela 34 – Utilização de computador como ferramenta de trabalho.

A utilização do correio electrónico – outra ferramenta essencial – também é generalizada neste público, como se pode verificar na Tabela 35. Todos os colaboradores são utilizadores do correio electrónico e 97,6% têm uma constante disponibilidade para a utilização do correio electrónico ao longo de todo o dia de trabalho.

Sobre o hábito de aceder à rede local, para partilha de informação ou utilização da mesma, observa-se que (ver Tabela 36) 67,6% dos inquiridos utilizam com regularidade a informação disponível na rede local. No entanto, há uma percentagem significativa (32,6%) que não utiliza a rede local.

Frequência de utilização F % Média DP

1 - Nunca, não tenho ligação à Internet 0 0,0 4,63 0,618

2 - Até três vezes por dia 1 2,3

3 - De três a dez vezes por dia 0 0,0

4 - Sempre que necessário, durante todo o dia 13 30,2

5 - Estou continuamente on-line ao longo do dia 29 67,4

Total 43 100,0

Tabela 35 – Utilização do correio electrónico.

Grau de utilização F % Média DP

1 - Nunca, não preciso de aceder à rede para trabalhar 14 32,6 2,98 1,551

2 - Até três vezes por dia 3 7,0

3 - De três a dez vezes por dia 2 4,7

4 - Sempre que preciso, durante todo o dia de trabalho 18 41,9

5 - Estou sempre a trabalhar em ficheiros da rede 6 14,0

Total 43 100,0

Tabela 36 – Utilização da rede local.

A Tabela 37 resume o grau de utilização das diversas tecnologias que poderão ser relevantes para a implementação do teletrabalho numa organização. Destaca-se a utilização do instant messaging com 90,7% de utilizadores destas importantes ferramentas de comunicação e do correio electrónico com 100%, como já referido anteriormente.

Tecnologias F % de utilizadores % de não utilizadores

E-mail 43 100,0 0,0

Instant Messaging 39 90,7 9,3

SMS 23 53,5 46,5

Serviços externos de partilha de ficheiros 13 30,2 69,8

Partilha de ficheiros em servidor da rede interna 20 46,5 53,5

Reencaminhamento de chamadas da central telefónica 7 16,3 83,7

VPN 4 9,3 90,7

FTP 7 16,3 83,7

Software que permite colaboração e gestão de equipas 1 2,3 97,7 Tabela 37 – Utilização de tecnologias de suporte ao teletrabalho.

O acesso via VPN (Virtual Private Network) e o FTP (File Transfer Protocol) são desconhecidos ou não utilizados pela grande maioria dos colaboradores (90,7% e 83,7% respectivamente). Numa perspectiva de utilização de ferramentas de gestão de equipas e colaboração, o cenário é ainda pior, com apenas um colaborador a ter experiência nessa área.

Sobre a capacidade interna das associações darem suporte técnico aos seus colaboradores (ver Tabela 38) pretendeu saber-se se existiam colaboradores internos

“especialistas em tecnologias de informação. Verificou-se, no entanto que, para os funcionários das associações, não está clara a definição desta função, visto que houve colaboradores da mesma associação a confirmarem a existência dessa função e outros a informarem do contrário. No entanto, salienta-se que, em termos gerais, os colaboradores reconheceram que existe alguém internamente que dá suporte técnico na área informática, com 55,8% a dizerem que isso é feito em regime de tempo parcial e 23,3% a informarem que tal função é desempenhada a tempo inteiro.

Existência de técnico F % Média DP

1 - Sim, a tempo parcial 24 55,8 1,65 0,813

2 - Sim, a tempo inteiro 10 23,3

3 - Não 9 20,9

Total 43 100,0

Tabela 38 – Disponibilidade de técnico de TIC para suporte a colaboradores.

Sobre as questões técnicas relacionadas com as residências dos colaboradores fez-se uma análise sobre disponibilidade de sinal de redes móveis (ver Tabela 39), para permitir as comunicações telefónicas deste tipo, e outra sobre a velocidade das ligações de dados (ver Tabela 40), para facilitar uma eficaz transferência de ficheiros e dados.

Facilidade/dificuldade de comunicação F % Média DP

1 - Nunca tenho problemas a fazer ou a receber chamadas 32 74,4 1,35 0,720

2 - Normalmente consigo efectuar e receber chamadas 9 20,9

3 - Não utilizo o telemóvel 0 0,0

4 - Por vezes consigo efectuar e receber chamadas 2 4,7

5 - Nunca tenho sinal para efectuar e receber chamadas 0 0,0

Total 43 100,0

Tabela 39 – Disponibilidade de cobertura de redes móveis.

Velocidades disponíveis F % Média DP

Muito rápida (superior a 2 Mbits) 30 69,8 1,35 0,613

Banda larga disponível mas c/ velocidade inferior a 2 Mbits 12 27,9

Só é possível através de ligação por acesso telefónico 0 0,0

Só por acesso telefónico, mas c/ velocidade inferior a 56k 1 2,3

Não é possível ligar à Internet no local onde vivo 0 0,0

Total 43 100,0

Tabela 40 – Velocidade das ligações de Internet.

A respeito das comunicações através de telemóveis, observa-se que 95,3% dos inquiridos nunca ou raramente têm problemas de captação de rede.

Quanto à velocidade das ligações de dados, a grande maioria dispõe de banda larga, com 69,8% dos colaboradores a disporem de velocidades superiores a 2 Mbits por

segundo e 27,9% com velocidades inferiores, mas ainda assim, com ligações rápidas para o tipo de teletrabalho previsto para organizações deste género.

Também se pretenderam identificar possíveis constrangimentos à implementação do teletrabalho relacionados com a utilização das tecnologias. Um dos possíveis problemas associados a este regime de trabalho é o da segurança da informação. Na Tabela 41 apresentam-se os resultados das opiniões dos colaboradores a este respeito.

Grau de relevância: 1 – Irrelevante 5 – Muito relevante 1 2 3 4 5 M DP F % F % F % F % F % Segurança da informação 8 18,6 7 16,3 14 32,6 12 27,9 2 4,7 2,84 1,174 Falta de tecnologia 10 23,3 18 41,9 8 18,6 4 9,3 3 7,0 2,35 1,152

Tabela 41 – Principais potenciais constrangimentos à implementação do teletrabalho.

Sobre a segurança da informação, os colaboradores mostraram opiniões muito diversas. Contudo, 34,9% dos inquiridos escolheram os graus de 1 e 2 e 32,6% escolheram os graus 4 e 5, numa escala do tipo likert, em que o 1 representa o grau “Irrelevante” e 5 representa o grau de “Muito relevante”. Se considerarmos que outros 32,6% dos colaboradores escolherem o grau intermédio, o 3, estas situações permitem concluir que não sendo uma barreira intransponível, a questão da segurança da informação será um problema a ter em consideração aquando da implementação do teletrabalho.

Relativamente à questão que incidia sobre a existência ou não da tecnologia necessária para a implementação do teletrabalho, os inquiridos evidenciaram opiniões que demonstram menos relevância desta variável, com 65,1% a escolher o grau 1 e 2 e, se incluirmos também os que escolheram o grau 3, chegamos a 83,7% de todos os colaboradores (ver Tabela 41).

In document Idébank for integrasjon (sider 37-44)