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Minimal spenning

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4.1 ULIKE METODER FOR VURDERING AV SPENNING

4.1.1 Minimal spenning

Métricas são medidas utilizadas para maior integração entre as diferentes áreas de atuação da organização. Possibilitam apurar o valor monetário, avaliar a produtividade, avaliar a qualidade do que está sendo produzido e subsidiar a montagem do cronograma de trabalho. Para isso, existem os indicadores que possibilitam medir o desempenho desses aspectos que são monitorados pelo nível executivo da empresa.

Entretanto, é preciso ter um correto entendimento sobre a relação produtividade e produção. A produtividade está relacionada ao total produzido por unidades de input

utilizados, enquanto a produção diz respeito ao total de output produzido. Resta salientar que um aumento de produção não corresponde, necessariamente, a um aumento de produtividade.

A implementação de um sistema de métricas impulsiona a organização a adicionar valor às suas atividades, especialmente por mostrar uma significativa quantidade de fatos que servem de base para oferecer ao administrador a real situação da empresa.

Para uma avaliação mais precisa das empresas e seus processos com vistas à melhoria de desempenho, a produtividade e as variáveis deverão ser mensuradas, em virtude de interferirem nos resultados da eficiência e eficácia. Daí, para a realização das medidas de desempenho de uma organização, devem-se levar em conta a organização e o tipo de produção ou serviço que ela executa e o que é importante ser medido para melhorar o seu desempenho, em relação ao objetivo final, que são os consumidores.

Lima (1998) afirmou que o sistema de medição da produtividade, para ser eficaz, necessita de uma avaliação que seja entendida, simples de implementar, fácil de administrar e com custo-benefício que compense. Uma das etapas importantes na implantação desses sistemas é a geração de indicadores de desempenho.

Os indicadores de desempenho consistem em medir, registrar e indicar as atividades básicas relativas ao trabelho em uma organização. Servem como instrumento para identificar e definir as atividades mensuráveis, ou os indicadores de produtividade. Tais indicadores no sistema de produção são utilizados como ferramentas que dão suporte às estratégias gerenciais, bem como no nível operacional.

Entretanto, esse mesmo autor recomendou critérios orientadores, capazes de evitar medições inexpressivas, reconhecendo os critérios adotados por Takashina & Flores (1996) como essenciais para a geração de indicadores, os seguintes critérios: critério de seletividade ou importância - procura captar uma característica chave do produto ou do processo; critério da simplicidade e clareza - facilita a compreensão e aplicação em diversos níveis da organização, numa linguagem acessível; critério da abrangência - toma o indicador suficientemente representativo, inclusive em termos estatísticos, do produto ou do processo a que se refere; critério de rastreabilidade e acessibilidade - permite o registro e a adequada manutenção e disponibilidade dos dados, resultados e memórias de cálculo, incluindo os responsáveis envolvidos. Esse critério é essencial à pesquisa de fatores que afetam o indicador; critério de comparabilidade - facilita a comparação com referências apropriadas, como o melhor concorrente, a média do ramo e o referencial de excelência; critério da estabilidade e rapidez de disponibilidade - leva a uma condição perene. Gerado com base em procedimentos padronizados, incorporados às atividades dos executantes, este critério permite

fazer uma previsão do resultado quando o processo está sob controle; critério de baixo custo de obtenção - procura utilizar unidades adimensionais ou dimensionamento simples, como proporção ou percentual, unidade de tempo, taxa de variação, relação entre outros fatores. Esses critérios levaram em consideração o conhecimento organizacional. Também é importante a utilização de indicadores que possibilitem o estabelecimento de metas quantificáveis e análise crítica do desempenho organizacional, para tomadas de decisões.

Diorio (1980), conforme Severiano Filho (1995), sugere cinco critérios a levar em consideração quando da escolha das medidas de produtividade, de modo a garantir que a mensuração e a avaliação da produtividade possam ser traduzidas em resultados úteis para asorganizações. São os seguintes:

Economicidade – os benefícios descontados devem ser superiores ao custo de obtenção das

informações investigadas, o que significa que o ato deve valer a pena e que não deve ser mais caro medir do que produzir;

Validade – as medidas devem ser adaptadas conforme o uso que se quer fazer delas, refletindo

sempre o nível de produtividade esperado, o que significa que deverá ser aplicada uma análise constante em relação à adequação das medidas utilizadas, a fim de que possam sempre retratrar o que realmente é necessário medir;

Utilidade – os indicadores devem orientar a consecução dos objetivos, bem como a correção ou

ajustamento das situações. Isso significa que tais indicadores devem fornecer feedback que possa ser transformado em intervenções corretivas e em realinhamento de estratégias que levem à melhoria do desempenho global. As informações fornecidas pelas medidas devem servir de base para um melhoramento contínuo da produtividade, a fim de posicionar a organização em situações cada vez mais próximas de seus objetivos;

Comparabilidade – as medidas devem ser homogêneas no tempo e levar também em consideração

os mesmos elementos dos fatores observados. Isso significa a necessidade de as medidas serem comparáveis ao longo de determinados períodos de tempo, o que pressupõe uma necessidade de mantê-las homogêneas;

Complementaridade – pelo menos uma das medidas deve servir para a avaliação dos recursos

chave relacionados a uma atividade importante.

Entende-se que esses critérios devem proporcionar subsídios para o processo de planejamento das operações e para a definição das políticas organizacionais, assim como identificar onde os esforços devem ser concentrados, com relação a melhoramentos, percepção de pontos fracos e de sua conseqüente correção. Para tanto, é preciso que se formulem algumas questões como: grau de adequabilidade do processo de avaliação da produtividade para a organização, em termos de informações fornecidas; os índices de

produtividade obtidos pelos processos de avaliação e sua efetiva indicação do que a empresa necessita saber; o custo de avaliação da produtividade, e se esse custo está equilibrado com os benefícios obtidos com a medição; critérios adotados na escolha dos fatores a medir se permitem à comparação dos índices entre períodos; resultados obtidos são capazes de realimentar o sistema produtivo, permitindo correções e melhorias.

Verifica-se, assim, a necessidade de se estabelecer critérios expressivos que viabilizem uma mensuração confiável e que inviabilizem o risco de serem realizadas medições inadequadas e, conseqüentemente, incapazes de oferecer um cenário exato com relação aos pontos fortes e fracos, beneficiando-a com a melhoria de desempenho.

A literatura examinada aponta alguns aspectos que devem ser considerados como chaves para ações nesse campo. Estes aspectos podem ser sintetizados através da medição da produção ou saídas, medição dos insumos ou entradas, a avaliação da produtividade e a comparação entre estes.

As medições das saídas ou resultados podem ser aplicadas em uma planta manufatureira, desde o valor agregado a unidades produzidas na planta ou linha de produção. Esses resultados são usualmente expressos em termos de unidades físicas, custos financeiros unitários, através de preços constantes ou correntes.

Desse modo, cada modelo se ajusta melhor a uma determinada situação. Fabricant (1993) chamou a atenção para a uniformidade das medidas físicas e a existência de uma unidade comum que expresse a saída total. Com relação aos custos financeiros, o preço pode ser usado como meio de expressar o resultado das saídas em unidades monetárias. Todavia, Picanço (2003) reconheceu ser problemático usar valores, por serem afetados através de flutuações nos preços que não são relevantes em termos de eficiência e eficácia física. Daí sugerir que os valores medidos para saída, ao medir a produtividade através do tempo, devam ser primeiramente corrigidos os efeitos das mudanças no preço ao longo do período analisado, por intermédio de um processo de deflação.

O resultado da saída real é denominado saída e preço constante em oposição às saídas e preços correntes, que são afetadas por mudança de preço. Quanto às entradas no processo produtivo, podem ser representadas pelo trabalho e pelo capital. O trabalho pode ser expresso por unidade de tempo, que corresponde às horas de trabalho, ou pelo número de trabalhadores envolvidos na produção. A mão-de-obra corresponde à parcela da população envolvida nas atividades que geram saídas. O capital envolvido na análise da produtividade inclui instalações, estrutura de produção, máquinas e equipamentos.

Evidentemente, o crescimento da produtividade em determinado segmento produtivo não deve ser atribuído apenas ao esforço da mão-de-obra envolvida, pois o crescimento na produtividade do trabalho reflete ganhos nas saídas, porém são provenientes do efeito de um conjunto de influências relacionadas. Apesar da eficiência dos indivíduos, suas atitudes, níveis de habilidades, conhecimentos e outros fatores como investimentos em máquinas e equipamentos, nível de tecnologia agregada, eficácia do sistema, são, portanto, aspectos a serem considerados ao insumo do trabalho.

Quanto à produtividade do capital, as dificuldades para seu uso referem-se à falta de dados sobre o capital investido na produção, que não são disponíveis, além da falta de uma metodologia voltada para a forma de medição do uso do capital na produção.

2.3.4 Modelos de avaliação de desempenho do conhecimento e da produtividade em