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Os sensores virtuais implementados em software podem ser utilizados em uma arquitetura maior de automação. Um trabalho futuro seria a integração destes sensores com os outros sistemas de controle em nível de chão de fábrica. Tal informação teria o mesmo efeito de uma medição real, porém, com um controle mais robusto e preciso..

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APÊNDICES

Apêndices 153

APÊNDICE A DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO DE

MEDIDA DE TEMPERATURA

A.1 PROCEDIMENTO

No turno de Miscelânea, a seção inteira é medida com os termopares. A equipe tem a tarefa de fazer a medição em um horário dentro do turno, que são 8 horas. A medição deve ser feita em todos os 30 fornos. Em média, leva-se de 5 a 10 minutos para medir a temperatura em um forno. Os dados são registrados em uma prancheta e posteriormente inseridos no Score. Mais tarde os técnicos de processo fazem a importação dos dados do Score para o Sisred, incluindo não apenas as medidas de temperatura como também os resultados das amostras dos fornos.

Figura A 1 Resumo do Procedimento de medida de Temperatura

O procedimento consiste em inserir o termopar entre os anodos 4 e 5, 5 e 6, 13 e 14 ou 14 e 15 a uma profundidade de 20 cm. Para tal, será necessário um rompimento da crosta através de britadeiras.

Figura A 2 Layout dos Anodos na cuba

O termopar começa a medição e dura cerca de 5 minutos para se estabilizar. O Valor é anotado e o termopar é retirado. Espera-se mais um tempo até que o termopar se

estabilize para evitar o choques térmicos. Em seguida a medição continua nos demais fornos.

Os termopares são trocados a cada 20 medições, devido a condições hostis do eletrólito, o que pode causar muito ruído nas medições. Os conversores A/D e D/A usados são mantidos, porém são calibrados seguindo uma agenda regular.

Apêndices 155

APÊNDICE B

Separação dos Conjuntos de Treinamento, Testes e Validação