• No results found

MARKERS AND RELATION TO DEGREE OF POLYMERIZATION OF PAPER

6 CONDITION MONITORING

6.2 MARKERS AND RELATION TO DEGREE OF POLYMERIZATION OF PAPER

Não mêta fundos de floresta Nem de arbitrária fantasia... Não... Neste espaço que ainda resta, ponha uma cadeira vazia

Cecília Meirelles(1963:23)

Ao longo do trabalho analítico, Sofia, Piedade e Socorro puderam visitar seus modos de desejo e de gozo, portanto, tornou-se possível situar o quanto elas se encontravam fixadas na posição de filhas, a despeito de quaisquer outras contingências de suas vidas. Embora tenham alcançado o que seria imaginariamente adequado no âmbito social, tais realizações foram realmente efetivas para mantê-las no reino do padecimento e do sacrifício, onde subtraíam de si mesmas qualquer naco de prazer. Tais vivências funcionavam em prol da manutenção do status quo ante, situação em que se atribuíam um peso a ser carregado e, com isso, vinha a imposição de dificuldades para viver e construir suas próprias maneiras de se tornarem mulheres.

Haviam buscado tratamentos e intervenções cirúrgicas junto aos profissionais de saúde, visando à esperança ilusória da ideia de um saber pronto, ou a receita de uma medicação milagrosa que pudesse erradicar a dor de existir. Nessa empreitada, não mediram esforços. Estavam dispostas a submeter seus corpos a sacrifícios, castigados e doloridos por tantas intervenções, eram corpos oferecidos como objeto de gozo do Outro. Assim, aquelas mulheres padeciam.

A partir dos impasses que a clínica impõe à escuta de sintomas e do sofrimento que Isso envolve, o que esta tese pretende problematizar como a marca do sujeito imprime o recurso para persistirmos no caminho da aposta de que se possa transpor os avatares do gozo radical e

siderante. A constituição de tal gozo, sua inserção na trama simbólica, os jogos identificatórios dos quais a posição do sujeito se desdobra e é refém, confluem para a exigência de admitir um núcleo duro de Real. E o que fazer-com-isso? Eis a questão que uma análise pode enfrentar, e que, na presente tese, é apontada como uma construção que permitiria acessar ao gozo feminino, o que arrancaria do padecimento gozoso tão recorrente na história de qualquer um.

Nesse sentido, o desdobramento seria fazer do (in) suportável do sofrimento envolvido nesse padecimento uma questão que possa ser tomada como apelo quando endereçada a um analista, numa situação de análise. Cabe ao analista conduzir tal operação para a possibilidade desse encaminhamento, por envolver um discurso que não negligencia o núcleo duro envolvido na operação do gozo mais radical.

Assim, a psicanálise nos auxilia e possibilita abordar os adoecimentos sob a égide da trajetória de vida de cada um, das marcas de suas primeiras relações com o Outro materno e até mesmo daquelas que permaneceram cristalizadas. Desta forma, os sintomas que o analisante traz como queixa que o incomoda e o adoece ironicamente torna-se um bem precioso, pois ao mesmo tempo que o faz sofrer, rende-lhe uma forma de satisfação substitutiva, pelos ganhos secundários do sintoma.

Tendo em vista estas reflexões, o que os casos apresentados nos mostram é a dificuldade dessas mulheres acessarem ao desejo – e, subsequentemente, ao gozo feminino caminho que pode ser trilhado – , e como isso implica estarem presas à problemática da relação com suas mães. Cabe ressaltar que a separação em pauta para a menina – a filha separar-se da mãe, e a mãe da filha – , ao que tudo indica, constitui um processo difícil e doloroso. Isso porque a menina permanece à espera de um significante que designe seu ser de mulher, sem se dar conta que este não só não lhe foi dado, como nunca virá.

impasse que se coloca como demanda, uma vez que se trata de um percurso que convoca à elaboração de lutos que, embora dolorosos, podem levar alguém a suportar a legitimidade do abandono da crença de que existe um Outro completo, e consequentemente, a declinar da incauta tarefa de completá-lo, de atender à suposta, porém necessária demanda do Outro ( $ ◊ D)18. E isso nem sequer é tudo o que está em jogo. Ao contrário, como resolução edipiana, coloca-se o começo de uma jornada mais “sem forma”, concernente à perspectiva da ex(s)istência19 mais radical, em se deflagrar para uma menina o horror que o Real implica. Tal possibilidade não se daria sem antes passar pelos caminhos das perdas fálicas. Perdas, mas não danos, parafraseando a sétima arte20.

Nessa perspectiva, fica evidente que mudar de posição frente ao gozo não é uma tarefa fácil, requer certa prudência, persistência e um caminho a percorrer. Como nos mostra Lebrun em uma passagem de seu texto “O sujeito do inconsciente”:

(...) para ser sujeito, é preciso dizer duas vezes Sim! E uma vez Não! Uma primeira vez Sim! Aceitando entrar no jogo da linguagem, de ser alienado nas palavras daqueles que nos precedem. Uma vez Não! Apoiando-se na falta no Outro para se autorizar a fazer objeção àquilo que vem do Outro. E uma segunda vez Sim! Quando o sujeito aceita o que lhe vem do Outro, mas desta vez, com sua própria iniciativa, tendo tido a possibilidade de diferenciar-se, e aprontando-se para assumir as consequências das escolhas que ele coloca (Lebrun, 2008:167).

Sofia, Piedade e Socorro se viam à mercê de todo tipo de experiência e angústia dos excessos de gozo, mas não se declararam dispostas a arcar com os custos da perda destes excessos, que retornavam sobre elas evocando a castração. Nesse sentido, não há remédio, só desejo.

                                                                                                               

18

Matema para pulsões que envolvem o sujeito na relação com a demanda (não necessidade ou desejo). A fórmula da fantasia – implicando desejo – está frequentemente reduzida àquela da pulsão na neurose, já que o neurótico toma (ou interpreta erroneamente) a demanda do Outro por seu desejo. (Fink ,1998:212).

19

A grafia usada pela teoria lacaniana é “ex-sistência”. No entanto, optamos nesse momento da discussão usar esta nova grafia, “ex(s)istência”, como forma de articular as ideias do (in)suportável com ex-sistir.

20

Sob a ótica da psicanálise, frente à indagação contida no título desta pesquisa: “De que padecem as mulheres? O (in) suportável do sofrimento”, vimos que não há nada que possa ser respondido de maneira linear aos embaraços das mulheres, mas que há um caminho a ser perscrutado com vistas à seara do singular onde o gozo possa ser amigo do desejo (Leguil, 1993: 40).

A partir dos casos clínicos trazidos à discussão para a presente reflexão se fez digno de nota como aquelas mulheres se refugiavam na posição de filha-menina, resguardando-se do feminino, agarrando-se ao sintoma e à fantasia materna, posto que, a fantasia inconsciente tampona o que é da ordem do feminino, ou seja, tampona o furo estrutural, dando a ilusão de que a completude é possível, e por isso mesmo, deflagra a emergência do Real, por meio da dor, do sofrimento e do sacrifício.

A propósito, é premente admitir como uma mãe pode ser uma devastação para a filha, justamente porque porta a possibilidade desta filha constituir-se como uma mulher e aventurar-se pelos caminhos do gozo feminino.

As mulheres só poderão apropriar-se de seu saber-fazer-com-sua-feminilidade na medida em que consigam separar-se da demanda reivindicativa e dolorosa em relação à mãe e, assim, dar tratamento ao impossível. Trata-se, portanto, de um saber-fazer próprio, inventado e criado por ela mesma, e não de um saber teórico. É um saber-fazer diante do Real, da castração, do impossível que nos remete a algo que não para de não se escrever (Lacan, 1972-1973:127).

É importante sinalizar que se trata do impossível não como o contrário do possível, mas como sendo da própria limitação imposta a todos pela estrutura, sempre faltante. O impossível como estruturante é algo diante do qual não há como prever, escapar ou planejar. Ademais, é bom lembrar que esse impossível não é uma invenção de Lacan. Freud (1937: 265) já afirmara que psicanalisar, governar e ensinar seriam profissões impossíveis.

Lacan tece considerações dizendo que “fazer desejar” é também uma operação impossível, e eu acrescento: impossível, porém, necessária. Isso obviamente reafirma a ideia de que a experiência do processo analítico tenha condições de promover a oportunidade que permitiria às mulheres deslindar os caminhos em torno do “vazio” da própria estrutura, criando uma borda para que o vazio não permaneça um buraco aberto, a sugar as mulheres para seu interior. Nesta borda, repleta de possibilidades, o novo poderá advir. Se o significante fálico instaura uma borda e uma falta simbolizável, a borda agora em questão refere-se ao próprio Real da estrutura.

Mas não cabe negar este vislumbre aos homens, já que, em que pese as idiossincrasias de cada mulher nesta seara, é necessário repetir que o gozo feminino é uma perspectiva aberta a qualquer um que se demonstre disposto a percorrer o caminho, e a pagar o preço dIsso.   Nesta perspectiva, sublinha-se que, em sua vertente mais enigmática, o inconsciente é feminino.

Assim, as fórmulas lacanianas não se referem ao ter e ao não-ter, mas, sim, à oposição entre o todo e não-todo, revelando uma diferença entre os dois gozos, o fálico e um gozo a mais chamado por ele de gozo suplementar, específico da parte feminina, e muito presente nos poetas, nos místicos e nas mulheres.

Voltando para o ponto de onde partimos, o padecimento das mulheres, segundo a posição assumida nesta tese é a de que se trata da contingência de elas estarem mais dispostas a uma condição que, de fato, diz respeito a qualquer gênero. É inegável que por vezes muitas mulheres tentaram escapar da trabalhosa empreitada, porém profícua, de transformar o insuportável em (in) suportável do sofrimento. Todavia, ao tentarem esquivar-se de tal percurso, o preço a ser pago é o de se instalar no campo do sacrifício e do padecimento, esconderijo do gozo absoluto.

REFERÊNCIAS  

ALMEIDA, João Ferreira (1995) (ed). A Bíblia Sagrada - O Velho e o Novo Testamento. Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil: São Paulo.

ANDRADE, Carlos Drummond de (1928) Uma pedra no meio do Caminho. Rio de Janeiro. Editora Do Autor, 1967.

BROUSSE, Marie-Hélène (2002). Une dificulté dans l’analyse des femmes: le ravage du rapport à la mère. Ornicar? Revue du Champ freudien, 50,93-105.

BRAUNSTEIN, Néstor (2007). Gozo. Tradução de Monica Seincman. São Paulo: Escuta. CHEMAMA, Roland (1995). Dicionário de Psicanálise. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, CUNHA, Antonio Geraldo (1986). Dicionário etimológico da língua portuguesa, 2a ed., Nova Fronteira, 1986.

DRUMMOND, Cristina (2011). Devastação. In.: Opção lacaniana online nova série. Ano 2. Nº 6 novembro. ISSN 2177-2673.

FÉDIDA, Pierre (1991). A construção do caso. In: Nome, figura e memória: a linguagem na situação analítica. São Paulo, Editora Escuta.

FIGUEIREDO, Luís Claudio. (1999) Palavras cruzadas entre Freud e Ferenczi. São Paulo: Escuta.

FINK, Bruce (1998). O sujeito lacaniano; entre a linguagem e o gozo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

FREUD, Sigmund (1893-1895). Estudos sobre a histeria. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. II. Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996. ________ (1894). Rascunho E: Como se origina a angústia. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. I. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996 ________ (1901) A psicopatologia da vida cotidiana. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol.VI. Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996. ________ (1905[1903]). O método psicanalítico de Freud. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. VII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ (1905). Chistes e sua relação com o inconsciente. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. VIII, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996.

________ (1911). Formulações sobre os dois princípios do funcionamento mental. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ (1913[1912-13]). Totem e tabu. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XIII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996. ________ (1913). Sobre o início do tratamento (Novas Recomendações sobre a Técnica da Psicanálise I) In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ . ( 1915) Os instintos e suas vicissitudes. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XIV. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996. ________ (1916-1917[1915-1917]). Conferências introdutórias sobre psicanálise. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XV. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ (1916-1917[1915-1917]). Conferências introdutórias sobre psicanálise. XXIII – os caminhos da formação dos sintomas In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XVI. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ ( 1919). Introdução à psicanálise e as neuroses de guerra. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XVII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ (1920). Além do princípio do prazer. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XVIII, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996. ________ (1923). O ego e o id. Apêndice B: Grande reservatório da libido. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XIX. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ (1924). O problema econômico do masoquismo. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XIX, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996. ________ (1924 [1923]). Uma breve descrição da psicanálise. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XIX, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996.

________ (1925). Algumas consequências psíquicas da diferença anatômica entre os sexos. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XIX, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996.

________ (1926 [1925]). Inibições, sintomas e ansiedade. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XX. Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996.

________ (1930 [1929]). O mal-estar na civilização. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XXI, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996.

________ (1931). Sexualidade feminina. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XXI, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996. ________ (1933 [1932]). Ansiedade e vida instintual. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XXII. Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996.

________ (1933). Feminilidade. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XXII, Rio de Janeiro, Imago Ed., 1996.

________ (1937). Construções em análise. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XXIII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996. ________ (1937). Análise terminável e interminável. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XXIII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

________ (1940[1938]). O esboço da psicanálise. In.: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. XXIII. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996 ________ (1950[1895]). Projeto para uma psicologia científica. In.: Edição Standard

Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. vol. I. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1996.

LACAN, Jacques ( 1953). Função e campo da fala e da linguagem em psicanálise. In.: Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,1998

_______ (1955). Variantes do tratamento-padrão. In.: Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998

________ (1956-1957). Seminário, Livro 4: a relação de objeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1995.

________ (1957-1958). Seminário, Livro 5: as formações do inconsciente. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,1999.

________ (1959-1960). O seminário, Livro 7: a ética da psicanálise. Texto estabelecido por Jacques Alain-Miller. Tradução de Antonio Quinet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1997. ________ (1962-1963). O seminário, Livro 10: a angústia. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005.

________ (1964). O seminário, Livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Texto estabelecido por Jacques Alain-Miller. Tradução de MD Magno. 2 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.

________ ( 1966-1967). O seminário, Livro 14: a lógica do fantasma. Publicação não Comercial. Centro de Estudos Freudianos do Recife, 2008.

________ (1967). A locução sobre as psicoses. In.: Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.

________ (1969-1970). O seminário, Livro 17: O avesso da psicanálise. Texto estabelecido por Jacques Alain-Miller. Tradução de Ary Roitman. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1992. ________ (1972). O aturdito In.: Outros escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.

________ (1972-1973) O seminário, Livro 20: mais ainda. Texto estabelecido por Jacques Alain-Miller. Versão brasileira de M.D. Magno . 2a.ed.-Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985. ________ (1977-1978) O seminário, Livro 25: momento de concluir. Tradução de seminário inédito. Publicação fora do comércio. Edição heReSIa.

LEBRUN, Jean Pierre (2008). O sujeito do inconsciente. In: SALVATI, C et al. (orgs). Violência, paixão & discursos: o avesso dos silêncios. Tradução de Germaine Mandel. Porto Alegre: CMC Editora.

LEMINSKI, Paulo (2002). Uma dor elegante. In: GÓES, Fred (org.) Melhores poemas de Paulo Leminski. São Paulo: Global.

JORGE, Marco Antonio Coutinho (2010). Fundamentos da psicanálise de Freud a Lacan, vol 2: a clínica da fantasia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

LAPLANCHE, Jean. & PONTALIS Jean -Bertrand. (1988) Vocabulário da psicanálise. Sob a direção de Daniel Lagache. Tradução de Pedro Tamen. 10a.edição. São Paulo: Martins Fontes Ed.Ltda.

LEGUIL, François. (1996). A entrada em análise e sua articulação com a saída. Seminário EBPB . Durante o Forum Iniciativa Escola. Abril,1993 2a. Ed. Revisada, maio.

MEIRELES, Cecília. (1963) Encomenda In.: Antologia Poética. 2a.ed. Rio de Janeiro: Editora Do Autor.

MILLER, Jacques- Alain. (1996). A criança entre a mulher e a mãe. In.: Opção Lacaniana, nº 21, 1998.

________ ( 1998). O osso de uma análise. Conferência da Escola Brasileira de Psicanálise – EBPB. Salvador.

NASIO, Juan-David. (1991). Lições sobre os 7 Conceitos cruciais da psicanálise. 2a. ed., Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

NOMINÉ, Bernard (2005). Seminário angústia e causa do desejo. Conferência da Escola do Fórum do Campo Lacaniano, Belo Horizonte.

PASSOS, Ubirajara. Pequeno dicionário etimológico social - 3. Disponível em:

www.upassos.com . Acessado em 22/10/14

PERISSÉ, Gabriel (2010). Palavras e origens, 2a.ed. Rio de Janeiro: Saraiva.

QUINET, Antonio (1993). As 4 + 1 condições da análise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. ________ (2000) A descoberta do inconsciente: do desejo ao sintoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

REVIÈRE, Joan. A feminilidade como máscara. Disponível em:

http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-11382005000200002. Acesso em 26 mar 2015

SAFOUAN, Moustapha (1921). O fracasso do princípio do prazer; tradução: Regina Steffen. Campinas, SP: Papirus, 1988.

________ (1993). A palavra ou a morte: como é possível uma sociedade humana? Campinas: Papirus.

SOLER, Colette (2005). O que Lacan dizia das mulheres. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

VALAS, Patrick (2001). As dimensões do gozo: do mito da pulsão à deriva do gozo. Tradução de Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

VORCARO, Angela M.R. (2004). A criança na clínica psicanalítica. Rio de Janeiro: Companhia de Freud

ZALCBERG, Malvine. (2007) Amor paixão feminina. Rio de Janeiro: Elsevier.