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3. Teori

3.8 Lasttyper i norsk byggeskikk

Para este local de estágio definimos os seguintes objetivos:

1.Sensibilizar a equipa de enfermagem para a importância da formação sobre a epilepsia

A equipa de enfermagem da Consulta de Neurologia é constituída por 3 enfermeiras sentindo a necessidade de se elaborar um folheto com informação pertinente para os utentes na consulta. Neste contexto, realizaram-se reuniões informais com a equipa, de forma que todos os elementos dessem sugestões para elaborar este documento com a finalidade de nos apoiar na prática de cuidados.

Consciente da partilha de sentimentos de angústia e receio manifestado pelos pais quando as crianças se encontram na escola, esclarecemos que se pretendia (promover um ambiente físico, psicossocial, cultural gerador de segurança e proteção dos indivíduos e grupo), no sentido de minimizar esses sentimentos. Seria importante, após o conhecimento do diagnóstico da doença, quem estiver em contacto com a criança saiba lidar adequadamente com ela e de acordo com as orientações da instituição de saúde, nomeadamente numa situação de crise epilética. Isso passaria por uma informação escrita à família, ao professor e à enfermeira de saúde escolar.

Indo ao encontro às Orientações da Direção Geral da Saúde (nº2/2012) no Programa Nacional de Saúde Escolar, “o estabelecimento de educação e ensino deve solicitar o apoio de saúde escolar (do agrupamento de centros de saúde da sua área) sempre que existam dúvidas, ou haja necessidade de apoio por parte de um profissional de saúde” e tendo em conta a importância da continuidade de cuidados, necessariamente terá de haver uma comunicação inter institucional. De acordo com LUCAS (2010), no interior de uma equipa todos os elementos são importantes, pois cada um fornece contributos diferenciados que dão fundamento às decisões e qualidade às ações, no entanto as falhas de comunicação poderão comprometer este processo. Para que o trabalho em equipa seja bem-sucedido, é fundamental uma adequada comunicação interdisciplinar, abertura e confiança. A comunicação interdisciplinar é hoje uma exigência e um desafio para todos os

profissionais, instituições de saúde e organismos, pois permite cuidados mais completos e eficazes e centrados nas necessidades dos utentes (LUCAS, 2010). Atkinson & Murray (1985) citados por LUCAS (2010, p.11) referem que “não é fácil manter uma comunicação de qualidade. Esta é uma habilidade profissional que requer não só o estudo como a prática para alcançar um alto nível de proficiência”. A comunicação interdisciplinar é uma competência prática, que tem vindo a ser cada vez mais reconhecida nas organizações de saúde, permitindo desfragmentar a evidente necessidade de continuidade de cuidados da pessoa através da articulação e partilha de conhecimentos e saberes, mantendo a responsabilidade individual e a qualidade de cuidados. A comunicação no seio de uma equipa multidisciplinar representa a partilha de informação especializada entre os vários profissionais de saúde de forma a intervir com maior fundamento e abrangência, ou seja, através de uma avaliação holística da situação do cliente como refere LUCAS (2010).O Artigo 85º do Código Deontológico do Enfermeiro (OE, 2005) refere acerca do dever de sigilo que o enfermeiro, assume o dever de partilhar a informação pertinente só com aqueles que estão implicados no plano terapêutico, usando como critérios orientadores o bem-estar, a segurança física, emocional e social do indivíduo e família, assim como os seus direitos. Também a Comissão Nacional da Saúde da Criança e do Adolescente, citada pela OE (2011) recomenda que os cuidados parentais à criança e adolescente devem ser prestados em parceria com a família, em continuidade e complementaridade com os Agrupamentos de Centros de Saúde. Seguindo este fio condutor elaborámos dois folhetos, um para os pais (APÊNDICE XII) e outro para os professores. O folheto destinado aos pais continha informações sobre a epilepsia, medidas gerais de segurança e de prevenção, como intervir e colaborar no tratamento da criança e o que devem fazer numa situação de crise com movimentos tónico-clónico generalizados. Para os professores (APÊNDICE XIII), além das informações anteriores é explicitado o que devem fazer se um aluno tiver crises epilépticas. Seguindo as Orientações da Direção Geral da Saúde (nº2/2012) no Programa Nacional de Saúde Escolar, acrescentámos em ambos os folhetos o que os pais e professores devem fazer, para se articularem entre si, quando têm uma criança com epilepsia:

comunicar ao educador ou diretor de turma, por escrito (…) a dosagem e o horário de administração dos mesmos, bem como outra informação que entendam pertinente. (…) procedimentos a adotar pelo estabelecimento de educação e ensino deverá ser a solicitação aos pais de autorização para administração de medicamentos em situações agudas que possam ocorrer em contexto escolar (…)”

Sendo as crises tónico-clónicas as mais assustadoras, elaborou-se o folheto com indicações do modo de atuação para este tipo de crises, para as restantes (crises de ausências, crises parciais simples e parciais complexas) é-lhes explicado oralmente. Caplan (1983) citado por HUNTER (1993) sublinha a importância de se dar aos doentes informação complementar, tanto escrita como verbal, para as suas necessidades educativas. Jobling & Cole (1985) referidos por HUNTER (1993) também nos recordam a importância das explicações verbais apoiadas por informação escrita para os doentes. Fornecer aos doentes informações sobre os cuidados e procedimentos é um aspeto vital dos cuidados de enfermagem. Fincham Gee (1992) referido por HUNTER (1993) salienta que as informações dadas no início, podem ajudar o doente a manter um elevado grade bem-estar e autocuidado e prevenir a reativação da doença.

O que se pretendia inicialmente era elaborar um folheto individualizado salientando, além das características das crises, a medicação e os seus efeitos no utente. Contudo, não o pudemos fazer, pois só após o diagnóstico da doença é que é implementada a medicação e, portanto, nunca poderíamos descrever no folheto as suas implicações farmacológicas. Os alertas em relação aos efeitos secundários dos fármacos são dados aos pais, de modo a que fiquem mais vigilantes para prevenir o aparecimento de complicações. Para o professor, as informações relativas aos efeitos da terapêutica anti-epiléptica só lhes seriam transmitidas posteriormente, caso se verificassem.

De acordo com a pesquisa bibliográfica e pelas entrevistas informais que fomos fazendo, concluímos que todas as famílias têm necessidade de informação.

2.Estabelecer contacto telefónico com as equipas de enfermagem dos Centros de Saúde da área da criança e do jovem.

Após o diagnóstico da doença, nas consultas que realizámos fomos questionando as crianças, os pais e adolescentes sobre a articulação com a enfermeira de saúde escolar de forma a responder às dúvidas surgidas em contexto escolar. Na consulta onde desenvolvemos atividades, projetámos estabelecer articulação com dois Centros de Saúde da área da criança e do jovem, mas pela pertinência da situação a articulação foi alargada a outros Centros de Saúde. Contactando os enfermeiros dos diversos Centros de Saúde foi-lhes dada a informação acerca da criança: o nome, data de nascimento, o motivo pelo qual é seguido na consulta, o tipo de crises, a medicação prescrita, a dose e horário, nome da professora e da escola e o grau de escolaridade, bem como alguns aspetos do seu desenvolvimento e atitude dos pais. De acordo com NEVES (2001), as avaliações e os aconselhamentos, isolados, à família, por parte dos diferentes técnicos, produz normalmente afirmações contraditórias, conflituosas e geradoras de confusão. Assim, uma vez que as crianças com doença crónica impõem cuidados de saúde específicos e de maior complexidade, acreditamos que só através de uma intervenção interdisciplinar se poderá garantir uma maior rentabilização dos recursos e otimização das respostas às suas necessidades.

Neste contexto, para que haja uma continuidade de cuidados, é fundamental uma boa coordenação e integração dos diferentes profissionais, quer dos cuidados de saúde primários, quer dos cuidados de saúde diferenciados, mediante uma colaboração articulada que deve ser feita através de uma boa comunicação, sendo um fator primordial para a continuidade de cuidados. Este trabalho pressupõe a presença de um profissional de enfermagem com funções a nível do estabelecimento da continuidade de cuidados e simultaneamente um elemento de referência para a criança e família. Só a partilha de informação entre os diferentes técnicos que constituem as equipas, poderá contribuir para uma intervenção holística, coerente e em continuidade perante cada criança e família (NEVES, 2001). A pedido dos pais e da própria criança, falámos também com os respetivos professores, que se mostraram disponíveis e agradados com o nosso contato, manifestando disponibilidade para colaborarem em situação de crise epilética. A informação fornecida aos professores compreendia: o nome do enfermeiro da Saúde Escolar a quem poderão recorrer em caso de necessitarem e o motivo do contacto.

Furthermore et al. citados por RAMOS (2001) definem o empoderamento como um processo educacional desenvolvido para auxiliar as pessoas a desenvolverem saberes e competências e assumirem responsabilidades na tomada de decisões promovendo a qualidade de vida. Para isso, os profissionais de saúde devem desenvolver uma comunicação eficaz e assertiva, no sentido de encorajar as pessoas na participação de cuidados e controlo da sua doença. Após o estabelecimento da articulação, contatámos os pais telefonicamente com o objetivo de avaliarmos a sua opinião sobre o processo desenvolvido. Todos os contatados informaram-nos que estava tudo encaminhado e que as próprias professoras se sentiam mais seguras.

De acordo com Ferreira (1996), citado por MOTA, COELHO & PEREIRA (2006), um dos pré-requisitos para a melhoria da qualidade dos cuidados é a sua contínua monitorização permitindo confrontar os profissionais de saúde com os seus êxitos ou limitações e contribuir para o desenvolvimento da organização. Por outro lado, os utentes ao experienciarem os referidos cuidados podem, com base nos seus valores, avaliá-los constituindo um contributo fundamental para a avaliação da sua qualidade. O que se pretendia era transmitir segurança aos pais ao terem de deixarem a criança com epilepsia na escola, e que os intervenientes da comunidade escolar soubessem atuar adequadamente, cumprindo as indicações emanadas pelos profissionais de saúde, evitando complicações e riscos desnecessários. Ao termos falado pessoalmente com os professores de algumas crianças com epilepsia, ficámos com a sensação que a ligação é importante e que todos estamos a trabalhar em prol de um objetivo comum: o bem-estar da criança e do jovem.

Neste contexto, e no domínio da Gestão dos Cuidados (C2), desenvolvemos as Competências Comuns de Enfermeiro Especialista (OE, 2009), na liderança e a gestão dos recursos às situações e ao contexto visando a otimização da qualidade dos cuidados em que avaliámos riscos para a prestação de cuidados associados aos recurso, utilizámos os recursos de forma eficiente para promover a qualidade, e aplicámos estratégias de motivação da equipa para um desempenho diferenciado e usando os processos de mudança para influenciar a introdução de inovações na prática especializada. As nossas dificuldades cingem-se, sobretudo à extensa área

geográfica de que fazem parte estas crianças, não se limitando à grande zona de Lisboa e, por isso, ser mais trabalhoso em termos de se conseguir os contactos seja por telefone ou por outra via. Outra dificuldade com que deparámos foi o tempo “gasto” ao telefone. O fato de possuirmos os contactos telefónicos de alguns Centros de Saúde (Anexo II) e o respetivo enfermeiro de referência facilitou, de algum modo, o nosso percurso. Em alguns contactos telefónicos, explicando a situação de uma adolescente com uma epilepsia mioclónica juvenil (e portanto com os diferentes tipos de crises) a enfª da saúde escolar manifestou desconhecimento, informando- nos que seria útil, terem formação acerca desse tema. Num trabalho realizado por ROSA (1997), os dados obtidos mostraram a necessidade de haver treino para os profissionais da área de saúde, com finalidade de atualizar os seus conhecimentos sobre epilepsia e poderem oferecer atendimento aos pais.

Para cada referenciação tivemos necessidade de construir uma folha para registarmos os resultados dessa referenciação (APÊNDICE XIV). Após a partilha de resultados com os restantes elementos da equipa, sentimos ser uma mais-valia para as famílias. Como a equipa de enfermagem tem reuniões diárias com a equipa médica de neuropediatras, ficam com uma visão dos internamentos de crianças com o diagnóstico recente de epilepsia (e outros) e a alta. A equipa de enfermagem, aquando da alta das crianças e jovens desloca-se não só ao Serviço de Internamento de Pediatria, como ao Serviço1Sala1, outro Serviço de Internamento. O facto da enfermeira se dirigir à enfermaria, apresentar-se aos pais e mostrar a sua disponibilidade, dá-lhes segurança e apoio na alta hospitalar: saem munidos com os contatos telefónicos, (tendo uma linha mais direta para o utente com epilepsia) e de um manancial de informação, não só relacionado com a doença e suas implicações, mas capacitando-os para o coping emocional e funcional, baseado no apoio e na escuta ativa. Foi assim elaborada uma folha para registarmos as atividades desenvolvidas nesse 1º contato para facilitar a continuidade de cuidados em contexto de consulta (APENDICE XV).

Outra atividade que desenvolvemos neste local foi uma ação de formação para enfermeiros sobre “A criança e o jovem com epilepsia e família- atendimento de enfermagem”, solicitada pela enfermeira chefe da Consulta Externa de Pediatria. A

enfermeira chefe e os enfermeiros da Consulta de Pediatria, Cirurgia, Ortopedia, Genética e Endocrinologia, manifestaram interesse em aprofundarem os conhecimentos sobre esta temática.

Na sociedade atual, verificamos uma evolução rápida do conhecimento. A formação é um instrumento indispensável na estratégia de Gestão de Recursos Humanos, para atingir os objetivos, desenvolver estratégias e novas competências. Cada vez mais, a formação é entendida como um processo de transformação individual, que visa envolver os diversos saberes em toda a sua dimensão. Estes saberes são fundamentais para que haja da parte dos enfermeiros um saber-transformar, adaptando-os aos diversos contextos de trabalho. Neste sentido, a enfermeira chefe solicitou-nos uma ação de formação sobre a criança com epilepsia, no sentido de responder as necessidades dos enfermeiros das diversas Consultas (APÊNDICE XVI). A divulgação da formação e o planeamento encontram-se no (APÊNDICE XVII) e (APÊNDICE XVIII), respectivamente.

A formação em serviço constitui um espaço de reflexão, de análise e de trocas de saberes, conduzindo ao desenvolvimento de competências, a mudanças de atitudes e de comportamentos e consequentemente, à melhoria da prestação de cuidados de enfermagem. COLLIERE (1999, p.339) refere também que “os serviços são lugares

de expressão da prática profissional e é aí que se podem mobilizar e ajustar os conhecimentos (...), é ai que é possível aliar a reflexão à ação. É aí que podem ser estudadas as condições indispensáveis para assegurar cuidados de enfermagem (...).” Na esteira de VALA e CAETANO (2002), podemos definir algumas conceções,

nomeadamente: corrigir défices de competências nas organizações; constituir-se um catalisador de mudança; contribuir para o sucesso da organização (organizações mais competitivas); dinamizar um clima de aprendizagem permanente e promover o desenvolvimento de talentos.

Para KÉROUAC (1994), na formação existem três saberes inerentes ao cuidar:

saber (que integra os conhecimentos, a compreensão, a análise clínica e a síntese); saber-fazer (que se refere às habilidades relacionais e técnicas); e saber-ser ou estar (que se relaciona com os valores, convicções, crenças e atitudes).

Consideramos a formação fundamental para o desenvolvimento de competências dos enfermeiros e para o seu desempenho profissional. O Artigo 88º do Código Deontológico (OE, 2005) refere que o enfermeiro procura, em todo o ato profissional, a excelência do exercício, assumindo o dever de manter a atualização contínua dos seus conhecimentos. No desenvolvimento profissional, são competências dos enfermeiros (OE, 2003) contribuir para a formação e para o desenvolvimento profissional de estudantes e colegas; assumir a responsabilidade pela aprendizagem ao longo da vida.

Nesta experiência, desenvolvemos as Competências Comuns de Enfermeiro Especialista (OE, 2009), no domínio do desenvolvimento das aprendizagens profissionais (D2), em que baseando na práxis clínica especializada, em sólidos e válidos padrões de conhecimento atuámos como formador oportuno em contexto de trabalho, favorecemos a aprendizagem e contribuímos para o conhecimento novo e para o desenvolvimento da prática clínica especializada. Para que haja mudança na profissão de Enfermagem, torna-se necessário passar por uma mudança de atitude. Para isso, é fundamental que os enfermeiros detenham competências fundamentais para o desenvolvimento contínuo de saberes e experiências refletidas, dando visibilidade à competência do enfermeiro e credibilidade à profissão. Refletir sobre a prática é fundamental e contribui para a melhoria da qualidade dos cuidados.

Após abordagem do tema de formação proporcionámos um momento de partilha e de reflexão, concluindo-se com a avaliação (ANEXO III).Pelos resultados obtidos na avaliação da formação (APÊNDICE XIX), a realização foi positiva tendo nós expectativas de que o conhecimento adquirido fosse potenciador de melhores cuidados.

Fomos desafiados pela enfermeira chefe a criar uma norma de atendimento à criança e jovem com epilepsia (APÊNDICE XX). O Hospital D. Estefânia é acreditado pela King’s Fund Organizational Audit. Concordamos com VIDALL (1998), embora o programa de acreditação ofereça normas rígidas, os auditores que realizam as auditorias não se limitam a verificar a conformidade ou não das normas, ajudam os colaboradores da organização a criar aumentar a qualidade dos cuidados prestados.

As próprias normas são continuamente atualizadas através do contínuo processo de aprendizagem e verificamos que as guidelines do processo de auditoria têm vindo a ser cada vez mais focadas no cliente.

A elaboração e aplicação de protocolos constituem também uma das atividades de enfermagem, como parte integrante dos programas de melhoria da qualidade dos cuidados, e de acordo com a OE (2009), desenvolvemos as Competências Comuns do Enfermeiro Especialista na área da Gestão da Qualidade, no que se refere à (B2) conceção, a gestão e colaboração em programas de melhoria contínua da qualidade. Ao longo de todo o processo de aprendizagem, estabelecemos parcerias com as crianças, jovens e família negociando a sua participação no cuidar, rumo à independência e bem-estar; utilizámos estratégias motivadoras para cada um assumir o seu papel em saúde; fizemos ensino individual a cada criança, jovem e família, facilitando o desenvolvimento das suas competências, estabelecemos redes de recursos comunitários de suporte à criança e família com necessidades de cuidados e apoiamos a inclusão de crianças e jovens com necessidades de saúde e educativas especiais- estando conscientes de termos desenvolvido uma das Competências Específicas do Enfermeiro Especialista, ao cuidar da criança, jovem e família na maximização da sua saúde (OE, 2009). No trabalhar em parceria, o enfermeiro desenvolve uma prática profissional ética e legal, no respeito pela autonomia do utente e família e os direitos humanos, que no Domínio da Responsabilidade Profissional Ética e Legal (A1), são Competências Comuns do Enfermeiro Especialista (OE, 2009).

4.6- Unidade Cuidados Intensivos de Neonatologia do Hospital