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La seva mirada, què vol aconseguir l'alumne quan ve a classe?

Capítol 3: La classe des de la mirada de

3.4 Investigació dins l'aula mitjançant l'observació i interacció amb els

3.4.1 La seva mirada, què vol aconseguir l'alumne quan ve a classe?

Para o Componente integrado no Sistema Baseado em Componentes - SBC, o modelo de qualidade se decompõe nas seguintes características e suas respectivas subcaracterísticas:

• Funcionalidade – capacidade do componente de prover serviços que satisfaçam as necessidades especificadas, quando o componente for usado sob condições específicas.

• Acurácia – capacidade do componente de prover, com o grau de precisão necessário, resultados ou efeitos corretos, ou conforme acordados. Para verificar a acurácia, é avaliada, nos componentes, a precisão dos resultados obtidos com o que foi especificado pelo requisito do usuário.

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• Precisão – verificar a precisão dos resultados obtidos com o que foi especificado pelo

requisito do usuário.

• Segurança de acesso – capacidade do componente de proteger informações e dados, de forma que pessoas, componentes ou sistemas não autorizados não possam lê-los nem modificá-los, e que não seja negado o acesso às pessoas, ou componentes, ou sistemas autorizados. Para isso, é avaliada a capacidade do componente de criptografar suas informações, controlar o acesso aos seus serviços providos e verificar se o componente implementa algum mecanismo de auditoria, com capacidade para registrar os acessos dos usuários em suas funcionalidades e em seus dados.

Os atributos avaliados são:

• Criptografia dos dados – verificar a capacidade do componente de criptografar suas informações;

• Capacidade de controle – verificar se o componente é capaz de controlar o acesso aos seus serviços providos;

• Capacidade para auditar – verificar se o componente implementa algum mecanismo de auditoria, com capacidade para registrar os acessos dos usuários em suas funcionalidades e em seus dados.

• Confiabilidade – capacidade do componente de manter um nível de desempenho especificado, quando usado em condições especificadas.

• Recuperabilidade – capacidade do componente de restabelecer seu nível de desempenho especificado e recuperar os dados diretamente afetados, no caso de uma falha. Para isso, é avaliada a habilidade do componente em serializar seus dados e estado; assim, ele pode ser transferido para uma máquina diferente ou armazenado para persistência. É avaliada, também, a capacidade do componente de armazenar seu estado para uma futura recuperação; também se o componente provê qualquer interface para implementar transações com suas operações, e se o componente pode controlar situações de erros, por meio de mecanismos implementados, como, por exemplo: exceções.

Os atributos avaliados são:

• Serializabilidade – verificar se o componente é capaz de serializar seus dados e estado de modo que ele possa ser transferido para diferentes máquinas ou armazenado para persistência;

• Persistência – verificar se o componente possui a capacidade de armazenar seu estado para uma futura recuperação;

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• Transacionalidade – verificar se o componente provê qualquer interface para implementar

transações com suas operações;

• Tratamento de erros – verificar se o componente pode controlar situações de erros por meio de mecanismos implementados, por exemplo: exceções.

• Eficiência – capacidade do componente de apresentar desempenho apropriado, relativo à quantidade de recursos usados, sob condições especificadas (recurso diz respeito à configuração de hardware e software).

• Em relação ao tempo – capacidade do componente de fornecer tempos de resposta e de processamento, além de taxas de transferência, apropriados, quando o componente executa suas funções, sob condições estabelecidas. Para isso, é avaliado o tempo de resposta que o componente gasta, desde a requisição que é recebida até a resposta que ele envia. Também é avaliada a saída que pode ser produzida com sucesso, em um dado período de tempo, e também é medida a soma de entrada de informação que pode ser processada com sucesso, pelo componente, em um dado período de tempo.

Os atributos avaliados são:

• Tempo de resposta – verificar o tempo que o componente gasta, desde a requisição que é recebida até a resposta que ele envia;

• Capacidade de emissão – verificar a saída que pode ser produzida com sucesso, pelo componente, em um dado período de tempo;

• Capacidade de recepção – verificar a soma de entrada de informação que pode ser processada com sucesso, pelo componente, em um dado período de tempo.

• Em relação à utilização de recursos – capacidade do componente de usar tipos e quantidades apropriados de recursos, quando o componente executa suas funções sob condições estabelecidas. Para isso, é avaliada a soma de memória necessária para o componente operar, e o espaço em disco utilizado pelo componente, incluindo o espaço utilizado para armazenar seu código e partes constituintes e o espaço utilizado, temporária ou permanentemente, durante a execução.

Os atributos avaliados são:

• Memória requerida – verificar a soma de memória necessária para o componente operar; • Utilização de disco – verificar o espaço em disco utilizado pelo componente, incluindo o

espaço utilizado para armazenar seu código e partes constituintes e o espaço utilizado, temporariamente ou permanentemente, durante a execução.

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O modelo de qualidade para componente de software foi objeto de um projeto FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos -, desenvolvido pela equipe do CTI, e deverá ser aplicado em ambiente produtivo para consolidação da sua adequação.

Requisitos de qualidade e o processo de avaliação da qualidade serão assuntos do próximo capítulo. Os requisitos de qualidade serão abordados para COTS, usabilidade na interface e documentação de usuário.

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CAPÍTULO 5

Requisitos e avaliação da qualidade de software

Com estudos e pesquisas bibliográficas sobre o tema qualidade de produto de software e a identificação e exploração da necessidade de mercado, surge uma visão abrangente e profunda sobre o que deve ser a avaliação da qualidade de produto de software.

Assim, em busca de experiência de organizações nacionais e internacionais e de contatos com entidades nacionais representativas de desenvolvedores de software, tais como: ASSESPRO – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet e SOFTEX – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, surge uma visão de como implementar e aplicar um processo de avaliação da qualidade de produto de software, com o objetivo de verificar a qualidade deste em relação a requisitos de padrões reconhecidos internacionalmente.

Este capítulo apresenta normas específicas para executar uma avaliação. Essas normas são relativamente recentes; a mais antiga, internacionalmente, é de 1998, e as nacionais estão disponíveis desde 2002. Apresenta, também, normas específicas para ajudar na especificação de requisitos de qualidade, sendo elas para documentação de usuário, pacotes de software e usabilidade na interface.

Existem ainda poucos trabalhos práticos de avaliação de produto de software de âmbito internacional, mas indicam uma tendência na área e mostram a utilização das normas abordadas neste trabalho. É uma área de atuação muito recente, tanto da pesquisa como da aplicação.