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Deverá ser realizado o levantamento detalhado do custo total de implantação do projeto da usina fotovoltaica de 3 MW com os valores das centrais inversoras, dos módulos fotovoltaicos, das caixas de junção, dos transformadores de potência, dos transformadores de serviços auxiliares, dos condutores e seus condutos, da mão de obra, dos switchgears, do estudo topográfico e da terraplanagem, dos serviços de alvenaria, das estruturas de suporte e todos os outros materiais e serviços envolvidos. Este levantamento poderá ser utilizado para calcular a atratividade financeira de instalação da usina no Campus do Pici e o tempo de retorno do investimento.

Uma vez que neste projeto foi considerada a tecnologia de módulos fotovoltaicos com células de silício policristalino, deverá ser realizada uma análise sobre as possíveis vantagens da utilização de outras tecnologias de células fotovoltaicas de silício, como a monocristalina, a microcristalina e o amorfo.

Deverá ser realizado um estudo aprofundado sobre a Taxa de Desempenho de sistemas fotovoltaicos e sobre os fatores que a influenciam, como a frequência de faltas da rede. Deverão ser solicitados à concessionaria local os valores das impedâncias reduzidas nas barras dos alimentadores de MT que abastecem o Campus do Pici, juntamente com os dados dos condutores desde a subestação até o ponto de entrega do campus, para que seja possível calcular todos os níveis de curto circuito no ponto de entrega e, consequentemente, em qualquer ponto da rede interna do campus. Estes níveis de curto circuito são importantes para o correto dimensionamento de qualquer condutor da instalação elétrica do campus e, juntamente com a Ordem de Ajuste da Proteção, para parametrizar os relés secundários de proteção dos disjuntores gerais de média tensão dos switchgears de cada subestação da usina fotovoltaica, de forma a manter a coordenação e a seletividade entre os dispositivos de proteção à montante e os dispositivos de proteção da usina.

Deverá ser verificada, por um Engenheiro Eletricista, a necessidade do Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) através da análise e gerenciamento de riscos, de acordo com a ABNT NBR 5419-2:2015 – Proteção Contra Descargas Atmosféricas - Parte 2: Gerenciamento de Risco, para estabelecer as medidas de proteção apropriadas a serem adotadas na usina de tal forma que não influenciem significativamente na diminuição da produção de energia elétrica devido aos sombreamentos que os subsistemas de captação e descida podem ocasionar no gerador fotovoltaico.

REFERÊNCIAS

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ANEXO A – FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO DE ACESSO PARA MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDA