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Kyrkja sitt verneansvar som trussamfunn

In document NIKU Rapport 41 (346.2Kb) (sider 39-42)

Antes de começar a descrição de cada projeto, cabe definir, de acordo com a atual gestão, o que caracteriza o PP:

O projeto pedagógico é o plano orientador das ações da instituição elaborado pela equipe de educadores, com a participação dos pais e, à sua maneira, das crianças. Coordenado pela equipe pedagógica da unidade, o projeto pedagógico toma como ponto de partida uma concepção de criança, de aprendizagem, e como ponto de chegada as metas que se pretende para o desenvolvimento dos meninos e meninas que nela são educados. É assim um instrumento político que define as aprendizagens a serem promovidas em função de metas coletivamente traçadas. (SÃO PAULO, 2007, p. 26).

Esses projetos são revistos no início de cada ano, numa reunião de toda a equipe da escola e são aprovados no Conselho de Escola, passando pelos representantes das famílias. A SME adota como prática a publicação desse material no site da prefeitura, de forma que cada escola tenha a sua página, onde podem ser postadas fotos, textos de caracterização da instituição, projetos realizados e assim por diante. É uma forma de a comunidade ter informações sobre o trabalho realizado em cada instituição.

Nas duas EMEIs visitadas, é evidente que a ideia de base inicial para os projetos tem influência bastante grande das convicções teóricas de suas coordenadoras pedagógicas. Estando as duas há muitos anos em cada instituição, elas tiveram chance de, ao longo do tempo, discutir e aprimorar as ideias com cada grupo de profissionais. Essa discussão e atualização anual são necessárias, pois há sempre mudanças na constituição das equipes. Além disso, no início do ano também se propõe um “estudo de realidade”, ou seja, que os professores busquem conhecer as crianças e suas famílias, de modo a planejar as atividades de

acordo com as características e especificidades de seus grupos. Essa tomada de conhecimento é levada em conta na revisão do PP, uma vez que essa reunião geralmente é feita em março, e os professores já tiveram um mês de convívio com as crianças.

As duas coordenadoras revelam ainda que costumam contar para o grupo um pouco da história da EMEI e da trajetória do PP, mostrando dados de avaliações das famílias de anos anteriores, como forma de dar elementos para projetar o futuro.

A supervisora Anita relata que não costuma participar dos momentos de discussão do PP, mas que depois de pronto discute com as equipes as concepções colocadas, incluindo os professores. Quando lhe parece necessário, ela dá sugestões de bibliografias para que a escola possa refletir sobre determinado ponto.

3.1.1 PP da EMEI Henry Wallon

O documento de quatro páginas contém as seguintes informações (ver anexo 2): Título: Propiciar o desenvolvimento da identidade e autonomia da criança

Ano inicial dessa proposta: 2005

Teoria de base: Henry Wallon, conceito de “personalismo” Objetivos:

Nossa proposta pedagógica tem como meta de ensino propiciar o desenvolvimento da Identidade e Autonomia da Criança. Mas o nosso desafio é: Como trabalhar identidade e autonomia? Como colocar em prática estes conceitos tão importantes para as nossas crianças pequenas, que ficam no período integral e que estão na fase do Personalismo segundo Henry Wallon? (PP - EMEI Henry Wallon)

Metodologia de trabalho: trabalhar projetos com cada grupo de crianças por meio das múltiplas linguagens. Existem tanto projetos a serem desenvolvidos em cada turno, com cada professora, quanto projetos de sala que devem ser trabalhados nos dois turnos.

Projetos das classes: são “libertadores”, onde a professora possa organizar o trabalho atendendo as expectativas e interesses das crianças, seus conhecimentos e o que e como será o trabalho com a classe, de acordo com a realidade vivenciada e a exploração das múltiplas linguagens. O trabalho propicia a união de todos em um projeto e ao mesmo tempo respeita cada grupo. (PP - EMEI Henry Wallon)

Organização da programação:

Quanto ao desenvolvimento da Identidade da Criança, temos como ponto de partida: a adoção da Roda de Conversa como metodologia para o exercício do diálogo e onde todos possam expor suas ideias e se conhecer melhor; a importância do conhecimento do Corpo e do Movimento da criança -“tudo passa pelo corpo da criança”.

Quanto à questão da Autonomia para crianças pequenas, como exercitá-la? Percebemos que é vivenciando autonomia, e para que isso ocorra é fundamental a Organização dos Espaços e da Rotina de Trabalho (Tempos) da escola e das classes. É só no exercício, na vivência que podemos conquistar autonomia.

Assim sendo temos:

Ø Almoço e Lanche: as próprias crianças se servem;

Ø Brinquedos: as crianças são orientadas para escolher os brinquedos com que desejam brincar, as brincadeiras e até como conservar e guardar para que o próximo possa brincar;

Ø “Camarim da Literatura”: as crianças decidem o que “ler”, como (sentada, deitada ou outra maneira confortável) e até como conservar e guardar para que o próximo possa usar;

Ø Sala de Aula: possibilitar situações onde as crianças possam escolher e decidir o que vão fazer (atividades diversificadas), que possam trabalhar em um projeto próprio,“engenhocas”, e também perceber a responsabilidade das escolhas que fez;

Ø Parque: além de escolher como e com quem brincar, que também possam trabalhar um projeto próprio, individual ou coletivo, pensado e falado anteriormente (na roda de conversa por exemplo ). (PP - EMEI Henry Wallon)

O documento segue com duas colunas: “Identidade: quem eu sou? como sou? qual a minha história?” e “Autonomia: o que eu já sei fazer? o que eu consigo fazer?”. Não há uma explicação no documento dos pontos elencados ali. Mas a coordenadora explicou que eles foram sugeridos pelos professores como elementos a serem trabalhados com as crianças.

O projeto de sala para o ano de 2011 foi definido de antemão, uma vez que a EMEI estava fazendo 70 anos e a ideia era trabalhar com as crianças a história da instituição. Cada sala poderia explorar um período histórico.

“Foi aí que nós decidimos nessa reunião de março que seria o trabalho dos 70 anos da escola, quando cada classe trabalharia uma década. A gente trabalhou com todas as classes, o que representava para as crianças 70 anos. Então tem classe que vai trazer avós ou pessoas que já têm 70 anos, para elas contarem como é ter 70 anos, que memórias que ela têm” (Michele, coordenadora pedagógica).

A coordenadora pedagógica, Michele, esclarece que durante as reuniões bimestrais ela vai acompanhando o processo de cada grupo de uma maneira mais formal através dos planejamentos dos professores para os próximos meses. Isso faz com que o PP seja

constantemente revisto. “Eu não vou esperar até o meio do ano ou fim do ano para ver o que

deu certo, o que não deu. O PP é revisto durante todo o percurso. Mas existe uma linha mestra, que é a questão de propiciar o desenvolvimento da identidade e autonomia das crianças. De ela se conhecer, de conhecer o mundo, essa leitura de mundo, esse conhecimento do meio físico e social. E esse mundo natural e emocional, da autonomia. Do que ela pode fazer, do que ela tem capacidade, do que ela consegue fazer. Então a gente acredita muito nisso. Então os projetos de trabalho são para dar conta dessa identidade e autonomia.”

A diretora Nadine refere estar totalmente de acordo com a proposta da EMEI, explicando o que ela considera que deva ser trabalhado com as crianças.

“Acho que a questão da autonomia e da identidade é o grande aprendizado para a criança na educação infantil. Se ela sair dessa escola sabendo se comunicar com uma pessoa, conseguir expor uma necessidade, uma vontade, conseguir conversar, falar sem medo, com segurança, saber se colocar é porque a educação infantil fez um bom trabalho, deu espaço, deu chance para essa criança se colocar. Aqui a gente pergunta muito a opinião da criança, se ela gostou, não gostou, o que pode melhorar. Tudo isso é para trabalhar a autonomia da criança. Essa questão de ficar mais livre pela escola, poder andar. Poder fazer as coisas no seu tempo, não só no tempo do adulto, que ordena hora de comer, hora de ir ao banheiro. Acho que algumas coisas a gente ainda poderia melhorar muito... essa coisa da comida, por exemplo. Às vezes a criança está com fome e não pode comer porque não é o horário dela ainda, isso ainda tem que melhorar, no sentido de promover mais autonomia. A educação infantil tem que dar espaço para que a criança possa realmente experenciar projetos próprios, falar o que tem vontade e fazer o que tem vontade. Que isso seja garantido em algum momento.”

Em consonância com essa ideia de que as crianças devem aprender a expressar suas opiniões, a escola instituiu um “conselho de crianças”. A ideia é que as crianças se reúnam com a coordenadora, por representatividade (duas crianças de cada grupo), e conversem sobre suas expectativas em relação à escola, fazendo sugestões e críticas. Ela faz perguntas do tipo: “Vocês gostam da escola? O que tem que faz vocês gostarem? O que poderia melhorar? O que poderia ter que não tem? O que vocês gostariam de aprender na escola?”. A coordenadora costuma filmar essas conversas e apresentar nas reuniões de professores, do conselho de escola e de pais.

A coordenadora conta que as sugestões das crianças são levadas em consideração e discutidas em termos de sua viabilidade. Um exemplo disso aconteceu enquanto eu observava

a turma da leitura, do professor César. Michele entrou na sala e pediu licença para falar como as crianças. Anunciou que havia sido aprovada a compra de facas para elas fazerem as refeições, conforme o pedido que o grupo havia encaminhado no conselho de crianças. O grupo vibrou com a notícia.

Outro aspecto observado em relação ao estímulo da autonomia é o sistema de alimentação. “O sistema de alimentação é self-service, ou seja, as crianças se servem do que desejam e sentam às mesas com os colegas que escolherem. As crianças realizam isso com bastante desenvoltura e autonomia.” (Diário de campo, Observação turma da professora Aline, 26/04/2011)

As crianças ainda são estimuladas a realizar outras atividades da rotina, como lavagem de mãos, uso do banheiro, escovação de dentes, de modo autônomo. Em algumas situações observadas por mim, isso foi feito sem supervisão do adulto e as crianças não realizaram os procedimentos de higiene de modo minimamente adequado.

É ideia também que as crianças possam usar os espaços da instituição diariamente para atividades diversificadas e livres. A coordenadora comenta que é uma tentativa de estimular os professores a permitirem que as crianças escolham autonomamente o que vão fazer, pelo menos em uma parte do dia. Ela refere que alguns professores ainda têm um modelo bem “tradicional” e não estimulam as crianças a explorarem o espaço da sala e os materiais. No meu diário de campo, fiz uma observação, em relação à turma do professor César, exatamente nesse sentido: “Me parece um espaço que propicia a livre escolha (o espaço do parque), pois

permite que as crianças interajam e possam usufruir dos ambientes e materiais autonomamente, coisa que talvez não aconteça tão bem dentro da sala.”

Tanto Aline quanto César relataram que procuram usar os espaços; César comenta essa ideia do uso dos espaços da escola e sua posição em relação ao PP:

“Como um documento vivo, o projeto é enquanto ele acontece, eu acho que ele está bom, bem bom. A expectativa geral da escola é uma forte orientação da coordenação e da direção para o uso dos espaços da escola, para a utilização intensa dos espaços e dos recursos. Eu estou menos intenso do que eu deveria, principalmente com o uso dos espaços. A ideia de que a escola seja muito mais do que a sala de aula é legal. O projeto é que se consiga criar um espaço infantil, espaço em que a criança consiga ser criança e desenvolva sua autonomia nesse espaço físico, não restrito à sala de aula e a posições determinadas de professor e aluno, à autoridade e a quem se submete a ela.”

César reconhece que o momento em que as crianças têm mais liberdade de escolha é quando estão utilizando os espaços externos. Ele sente que ainda tem dificuldade em dar mais

autonomia às crianças. Ele costuma promover um debate com elas sobre a organização da rotina, influenciando as decisões sobre o que vão fazer a cada dia, e, algumas vezes, as crianças podem escolher os materiais com que vão trabalhar. Ele comenta: “No que diz respeito a decidir o que vai ser feito no dia, eles tem algum poder de decisão maior. Depende do debate que eu consigo criar com eles. Por mim eles teriam mais autonomia ainda para decidir. Mas eles têm pouca iniciativa para propor coisas.”

Quando perguntado sobre o modelo pedagógico que inspira o seu trabalho, César diz que é difícil especificar um autor ou uma teoria, que suas convicções teóricas têm sido construídas pelo acúmulo de leituras que ele fez durante sua trajetória e os debates nos espaço de formação continuada dentro das escolas em que trabalhou. Refere que o construtivismo tem bastante influência em seu modo de pensar:

“De alguma maneira, eu sou construtivista, por formação pessoal, eu estudei em escola construtivista quando criança, bem inovadora e interessante. Gosto mais da compreensão que se dá à construção do conhecimento e da função da escola como propiciadora de atividades, de espaços e de momentos para que as crianças possam interagir e construir seu conhecimento.”

Já Aline baseia o seu trabalho no método High/Scope e se sente bastante identificada com o PP da EMEI, pois pensa que promove bastante a questão da autonomia com seu grupo de crianças.

“Acho que o que está no PP da escola que é a questão da autonomia e da identidade está bem contemplado no meu trabalho. Porque na forma de trabalhar do High/Scope a criança escolhe com o que ela quer trabalhar, ela faz o que ela gosta mais. Ela pode experimentar e experenciar várias coisas e descobrir do que gosta. Ela está experenciando, explorando, vivenciando. Ela tem oportunidade de repetir, que eu percebo que é uma prática que muitos professores de educação infantil não entendem. Se a criança tenta uma vez e não dá, a criança precisa fazer a mesma coisa várias vezes. Para ela poder esgotar as possibilidades. Então, o High/Scope contempla tudo isso e principalmente quando eu vejo a troca entre eles, um ajudando o outro, isso é mágico. O interesse deles, o retorno que eles dão. Como professora, eu não consigo trabalhar de outra forma. Em relação ao plano maior da escola, eu creio que estou dentro do que é proposto.”

Tanto Aline, quanto César, mesmo tendo formas bastante diferentes de trabalhar, como veremos mais adiante, sentem-se em acordo com as propostas do PP da escola. No entanto, diretora e coordenadora pedagógica comentam que existem professoras que não concordam com a proposta do documento.

“Há varias iniciativas dentro da escola, desde a professora que trabalha no método High/Scope até a que quer alfabetizar as crianças de forma bem tradicional. Acho que esse é um grande problema. Aqui tem umas professoras bem progressistas, que pensam em uma educação libertadora, que escuta mais a criança, bem atentas a deixar o currículo acontecer com as crianças. E tem outras professoras que não, que são totalmente tradicionais. E isso é evidente. Você vê pelo ambiente de sala de aula se a criança tem mais possibilidade de caminhar, de brincar com o que quiser. E outras salas que você vê que a criança vai ficar sentada as quatro horas mesmo. Acho que esse é o grande nó da educação pública. E aí quando chega os pais na escola... Numa amostra cultural, eles vão ver desde dança contemporânea até trabalho de escrita bem estruturado de EMEF com crianças da mesma idade. O que se vê numa sala não se vê em outra. Então os pais questionam: Como é que é? Cada um faz o que quer aqui?. E acaba parecendo isso mesmo.”

A coordenadora pedagógica acha que o PP serve como maneira de se tentar manter uma certa unidade de trabalho, mesmo que em algumas situações isso tenha que ser constantemente trabalhado por ela.

“Tem algumas coisas que são permanentes, por causa do projeto de Identidade e Autonomia. Então não dá para a professora falar que não quer trabalhar o corpo da criança, porque ela acha que a criança tem que ficar sentada, isso não dá. Não pode, porque no projeto estamos falando diferente. Então esses combinados, que a gente fala no início do ano, temos que ficar reforçando o tempo todo. Porque senão vai se perdendo um pouco. É impossível você dizer que trabalha com autonomia e a criança nunca escolher o que quer fazer. O que ela gostaria de fazer. Um projeto dela, nem que seja brincar no parque na gangorra. E aí eu dou uma amarrada nessas coisas assim. Você pode ter uma professora que não tem a mesma concepção de infância que a gente tem. São raros os casos, mas tem. Que acha mesmo que é para alfabetizar, que acha que é balela essa história de educação infantil para brincar. Mas então eu chamo a atenção para o nosso projeto, que a questão da identidade e autonomia vai ter que se revelar na rotina. Não é porque eu quero, porque eu mando, porque eu sou a coordenadora pedagógica, é porque está no nosso PP.”

Michele explica um pouco essas concepções de infância e de educação infantil, nas quais o trabalho da EMEI é baseado: “Temos como pano de fundo a teoria de Wallon, para

entender as alternâncias e em que momento a criança está nessa fase do personalismo. A gente foca mais no Wallon, mas não só nele. A gente se baseia em autores mais atuais, no sentido de trazer a educação infantil numa perspectiva não só psicológica mas também antropológica, sociológica, histórica. É uma concepção de educação infantil, onde a criança

é a protagonista, usando uma metodologia de trabalho, de ouvir, de fazer um estudo da realidade, de valorizar o diálogo. Ah, isso é bem freiriano também.

3.1.2 PP da EMEI Loris Malaguzzi

O PP desta EMEI está redigido em diversas folhas (ver anexo 3), que intercalam textos descritivos, esquemas gráficos e listagem de objetivos. A primeira caracterização que gostaria de dar é que o projeto é representado graficamente por uma mandala. “A mandala foi

escolhida para representar o projeto pedagógico, pois essa imagem nos remete a ausência de início, meio e fim, se contrapõe à ideia de linearidade dos conteúdos pré-estabelecidos e sequenciais e expressa o movimento e as inúmeras articulações possíveis entre as atividades propostas (círculos rosa), linguagens (círculos amarelos) e objetivos (tiras azuis). Os círculos em branco representam outros possíveis conteúdos de trabalho que surgem das interações e interesses das crianças, compondo, assim, os três eixos do currículo (quadrados verdes)”.

Eixos do currículo: 1- Eu, minha identidade, minha origem; 2- Eu e a cultura e 3- Eu e a natureza.

Linguagens: Literatura; Ciências - Investigação; Comida - Alimentação saudável; Movimento - Dança; Teatro - Jogos - Brincadeiras; Música e Artes visuais.

Objetivos: Estética; Valores; Diversidade; Memória; Cuidado com o meio ambiente e Consumo consciente.

Propostas: Exposição no refeitório de obras de arte; Passeios culturais, teatro, parque; Oficinas de educação ambiental, projeto “Dedo Verde na escola”; Arte contemporânea, arte popular; Exploração de diversos materiais; Reciclagem; Levantamento de hipóteses; História da arte, apreciação; Exposição de produções das crianças; Experimentações, criar experiências; Mudanças de hábito, permacultura; Brinquedos de diferentes culturas; Reaproveitamento de material; Ampliar repertório musical; Festa junina - diferentes culturas; Projeto “Entorno”- leitura de histórias; Tradições orais; Caixa das memórias; Receitas - novos sabores; A transformação dos alimentos; 55 anos da EMEI; Diferenças de encaminhamento das famílias - rituais; Identidade, gostos e preferências; “Ontem e hoje”- figurinos, ritmos, comunicação, transporte, utensílios e Exposição de coisas antigas.

Há uma segunda página, que sintetiza o currículo, apresentando os três eixos e os projetos a serem desenvolvidos durante o ano: “Eu e a cultura - memória”; “Saberes e sabores (turno da tarde)” e “Projetos de interesse dos grupos”.

Na terceira página, há um pequeno texto sobre a proposta pedagógica, do qual gostaria de destacar os seguintes pontos:

Objetivos: “estimular o desejo de conhecer, num clima de afetividade, que faça a criança se sentir segura e assim possa explicitar sua curiosidade e os ‘saberes infantis’”.

“Sabemos que nossas crianças pertencem a diferentes culturas, assim teremos como objetivo reconhecer essas diferenças promovendo o sentimento de pertencimento ao grupo e valorização da diversidade cultural que é característica do nosso povo.”

“Queremos uma criança cada vez mais independente, que não tenha medo de errar, que

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