• No results found

4.1   Informantenes  teoretiske-­‐  og  praktiske  forståelse  av  aggresjon

4.1.4   Kunnskap  og  kompetanse

As propostas descritas anteriormente foram baseadas nos diagnósticos realizados e na PEC 45/2009, que tem como propósito uniformizar as atividades de Controle Interno dos Estados e Municípios, assim como instituir carreiras próprias para os órgãos de controle interno. Contudo, sabemos que a mesma é só uma proposta e ainda está em tramitação no Congresso Nacional, sem saber se a mesma terá efeitos concretos nos órgãos de Controle Interno. O caso que temos como exemplo de órgão de Controle Interno, é a Controladoria Geral da União que tem em sua estrutura todas as macrofunções sugeridas pela PEC. Mas não podemos comparar uma estrutura Federal com estruturas Estaduais e Municipais que tem questões de ordem orçamentária, econômica e sociais completamente diferentes da União. Também podemos destacar dois Estados, Espírito Santo e Ceará, que adotaram em suas leis de Controle Interno as macrofunções, porém, não foram regulamentadas.

Também é preciso ressaltar as limitações de ordem política e econômica do Estado para que ocorram alterações na legislação do Controle Interno, na Lei do Plano de Cargos e Salários do órgão, na criação de novos cargos e na realização de concurso público. Todas as alterações precisariam de apoio político para serem aprovadas pela Assembleia Legislativa. Outra limitação é de ordem orçamentária e financeira, pois precisaria existir dotação orçamentária e financeira para realizar as mudanças no órgão. Também podemos destacar resistência interna dentro do próprio órgão e de outras secretarias por questões de disputas de recursos e politicamente, assim como pelo próprio governo do Estado, sem interesse de melhorar o seu Controle Interno.

Enfim, pela escassez de literatura sobre o tema, pois a proposta ainda é objeto de estudo do CONACI e ainda não foi aprovada e regulamentada.

O estudo não tem a intenção de demonstrar que as propostas apresentadas são a única e melhor solução para resolver os problemas da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte. Para isso, seria necessário um estudo bem mais aprofundado de ordem econômica,

política e social. Também não visa esgotar o assunto sobre os problemas enfrentados pelos órgãos de Controle Interno, mas apenas demonstrar que algumas propostas, se acatadas, amenizariam alguns dos problemas levantados nos diagnósticos.

7 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho teve como intenção apresentar uma proposta de intervenção para a Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte, tendo como objetivo propor mudanças na estrutura organizacional e de pessoal, com o intuito de fortalecer o controle interno, tendo como base os diagnósticos realizados e a PEC nº 45/2009.

Para conseguir alcançar o objetivo proposto, foram realizadas revisões na literatura e dois diagnósticos, um na área de gestão organizacional e outro sobre a área de gestão de pessoal do órgão.

Quanto ao diagnóstico da gestão organizacional, foram constatados os seguintes problemas: ausência das atividades sugeridas pela PEC nº 45/2009, de ouvidoria, controladoria e corregedoria, e pouca ou nenhuma atividade de prevenção e combate a corrupção; deficiências nas atividades de auditoria, como ausência de auditorias operacionais, preventivas e concomitantes, falta de importantes etapas nos trabalhos de auditorias, como pré-auditoria, plano de auditoria e monitoramento; descumprimento de normas de conduta na elaboração dos trabalhos de auditoria, como a falta de competência e conhecimentos necessários para realizá-las; realização de auditorias em sua maior parte por meio de denúncias, sem outros critérios para a realização das mesmas; ausência de planejamento de auditoria; ausência de manual de auditoria e normas técnicas; desconsiderações de técnicas de auditoria nas suas execuções, como, programa de auditoria, circularização, cut-off, rastreamento e outras; ausência de atividades que estimulem a transparência e o controle social; meios de comunicação ineficientes, sem disponibilização de relatórios de suas atividades e poucos serviços disponibilizados via internet.

Como resultado do diagnóstico na gestão de recursos humanos foram apresentados problemas como: quadro funcional envelhecido, com 80% de seus servidores em vias da aposentadoria; desvio de função, ausência de concurso público; ausência de carreira especifica para o setor de auditoria; plano de cargos, carreiras e vencimento sem regulamentação; acúmulo de funções, inexistência de uma política de capacitação e treinamento contínuo; ausência de avaliação de desempenho; clima organizacional tenso e hostil e atritos hierárquicos rotineiros e por fim, falta de envolvimento ou comprometimento por parte do titular do órgão.

Para amenizar os problemas expostos, foram feitas propostas nas duas áreas diagnosticadas.

Quanto às propostas na área de gestão organizacional, foram sugeridas alterações na lei de Controle Interno do Estado, acrescentando as atividades de ouvidoria, controladoria, corregedoria e promoção e combate a corrupção, assim como alterações no seu regimento interno, para detalhar as novas competências impostas. Também foram ventiladas propostas para reestruturar o setor de auditoria, com a criação de coordenadorias em áreas especificas e a extinção de todas as subcoordenadorias do órgão para substituí-las por coordenadorias, com o propósito de gerar maior eficiência operacional nos setores. Foram propostas a criação da Corregedoria Geral e Ouvidoria Geral com suas respectivas chefias e por fim, um novo organograma com a inclusão das novas atividades. Ao mesmo tempo, foi comparado por meio de quadros, a situação atual do órgão com a situação proposta, para constatar a vantagem da última sobre a primeira em questões de ordem social, eficiência operacional, combate a corrupção, justiça social e outras.

Na área de gestão de pessoal foram propostas mudanças a partir da alteração na lei de Cargos e Salários, com alterações de carreiras e criação de novos cargos, para se adequarem as competências exercidas no órgão. Como também a regulamentação da mesma, para regularizar a situação dos seus funcionários. Foi proposta a realização de novos concursos públicos em função do envelhecimento de seu quadro funcional e das novas atividades propostas em suas competências. Enfim, foram sugeridas a criação da Comissão de Avaliação de Desempenho e a criação de políticas de capacitação contínua para os funcionários do órgão.

Apesar de verificar as vantagens das propostas apresentadas, pelos motivos de suas limitações de ordem legal, política, econômica, orçamentária e financeira não pode ser considerada como proposta única e definitiva para resolver os problemas da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte.

Enfim, esta proposta de intervenção tem como objetivo, propor melhorias nos serviços de Controle Interno realizados pela Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte, principalmente nas questões referentes às áreas de gestão organizacional e de pessoal, para tornar a atividade de controle mais eficiente e eficaz nos dispêndios dos gastos públicos, visando a melhor aplicação dos recursos públicos e a prevenção e combate da corrupção no Estado.

REFERÊNCIAS

ABRUCIO, Fernando Luiz. Trajetória recente da gestão pública brasileira: um balanço crítico e a renovação da agenda de reformas. Rev. Adm. Pública, Rio de Janeiro, v.41, n. spe, 2007.

ANTUNES, Manoel Luiz Camilo de Morais. Controle interno no Brasil. Dificuldades de padronização. Jus Navigandi, Teresina, v. 14, n. 2258, 6 set. 2009. Disponível em: <http://jus.com.br/artigos/13435>. Acesso em: 20 fev. 2014.

AUDIBRA – INSTITUTO DOS AUDITORES INTERNOS DO BRASIL. Procedimentos de auditoria interna – organização básica. São Paulo: Audibra, 1990.

BARCELOS, Kátia Silva Macêdo; CARVALHO, Nerci Maria Rezende. O uso do controle interno preventivo na melhoria da gestão pública tocantinense. Disponível em: HTTP://www.artigonal.com/doutrina-artigos publicado em 05/01/2012.

BEUREN, Ilse M. O Papel da Controladoria no processo de gestão. In. Paulo Schimit. Controladoria: agregando valor para a empresa. Porto Alegre: Bookmann, p. 15-38, 2002. BERGUE, Sandro Trescastro. Comportamento Organizacional. Florianópolis: Departamento de Ciencias da Administração/ UFSC; Brasília: CAPES: UAB, 2010.

BIAGINI, Liane; GOMES, Marta Lopes. Ouvidoria: uma reflexão como instrumento de controle – RMP – Revista dos Mestrados Profissionais. v. 2, n. 1, 2013.

BORINELLI, Márcio Luiz. Estrutura conceitual básica de controladoria: sistematização à luz da teoria e da práxis. 341 p. Tese (Doutorado em Ciências Contábeis) – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, São Paulo: 2006. BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos. Reforma do estado para cidadania: a reforma gerencial brasileira na perspectiva internacional. São Paulo: 34ª ed. Brasilia: ENAP, 1998.

BULIGON, Diego, OLIVEIRA, Antônio Gonçalves de. Controle Interno na Administração pública: A tardia implantação nos municípios paranaenses e suas implicações como ferramenta de Governança e Gorvenabilidade. 2013.

_______, Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado Federal, 1988. _______, Decreto-Lei 200,1967.

_______, Decreto nº 13.745, de 16 de janeiro de 1998. Aprova o Regimento Interno da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte – CONTROL, e dá outras providências.

_______, Decreto nº 14.328, de 24 de fevereiro de 1999. Dispõe sobre as competências e estrutura básica e o quadro de lotação de cargos da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte, e dá outras providências.

_______, Secretaria Federal de Controle Interno. Instrução Normativa n° 01/2001, de 06 de abril de 2000. Definem, diretrizes, princípios, conceitos e aprova normas técnicas para a atuação do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. Disponível em < http://www.stn.fazenda.gov.br/legislacao/download/estados/Instn01_2001.pdf> Acesso em 31 mai. 2013.

_______, Instrução Normativa nº 16/1991 do Departamento de Tesouro Nacional.

_______, Emenda Constitucional nº. 75, de 20 de dezembro de 2012. Altera Dispositivos da Constituição de 1988/CE.

_______, Lei nº. 4.320, de 17 de março de 1964. Estabelece Normas Gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.

_______, Lei nº. 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais.

_______, Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000. Estabelece normas de finanças Públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Brasília, Diário Oficial [da].República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 5 de maio 2000.·

_______, Lei Complementar 150, de 09 de janeiro de 1997. Institui o Sistema Integrado de Controle Interno do Poder Executivo, cria e organiza a Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte e dá outras providências.

_______, Lei Complementar 157, de 23 de dezembro de 1997. Alteram disposições da Lei Complementar nº 150 de 09 de janeiro de 1997, e dá outras providências.

_______, Lei Complementar 163, de 05 de fevereiro de 1999. Dispõe sobre a organização do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Norte e dá outras providências.

_______, Lei Complementar 430, de 01 de julho de 2010. Institui o Plano de Cargos, Salários e Carreiras dos servidores da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte, e dá outras providências.

_______, Lei 7.902, de 28 de dezembro de 2000. Cria cargos de técnico de controle interno no quadro geral de pessoal da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte, fixa a sua remuneração, e dá outras providências.

_______, Lei 9.938, de 22 de novembro de 2012. Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Estado do Espírito Santo e dá outras providências.

______. Ouvidoria-Geral da União/CGU. Orientações para Implantação de Unidade de Ouvidoria. 5. ed. Brasília: ASCOM/CGU, 2009a. Disponível em: <http://www.cgu.gov.br/Publicacoes/OuvidoriaOrientacaoImplantacao/index.asp>. Acesso em: 20 jan. 2014.

______. Corregedoria Geral da União/CGU. Orientações para Implantação de Unidades de Corregedorias nos Órgãos e entidades do Poder Executivo Federal. Brasília: 2011

Disponível em:

<http://www.cgu.gov.br/.../manualimplantacaounidadesdecorregedoria//index.asp>. Acesso em: 20 jan. 2014.

______. Ouvidoria-Geral da União/CGU. Relatório Anual da Ouvidoria-Geral da União–

2009/Exercício 2008. 2009b. Disponível em:

<http://www.cgu.gov.b./Publicacoes/RelatAtividadesOuvidoria/Arquivos/rel_anual2008.pdf>. Acesso em: 20 jan. 2014.

CARDOSO, Antonio Semeraro Rito. Ouvidoria Pública Como Instrumento de Mudança. Texto para Discussão n° 1480. Brasília: IPEA, 2010. Disponível em . Acesso em: 26 de jan. 2014.

CASTRO, Domingos Poubel de. Auditoria, contabilidade e controle interno no setor público: integração das áreas do ciclo de gestão: contabilidade, orçamento e auditoria e organização dos controles internos, como suporte à governança corporativa. 3ª ed. São Paulo: atlas, 2010.

CONACI, Conselho Nacional dos Órgãos de Controle Interno dos Estados Brasileiros e do Distrito Federal. Projeto: Diretrizes Para o Controle Interno no Setor Público. Grupo de Trabalho 2010.

CONACI (2009). Diagnóstico do Perfil dos Recursos humanos dos órgãos de controle interno dos estados brasileiros e do Distrito Federal. Brasília. Conaci, 2009.

CONACI (2009). Diagnóstico da Organização e do Funcionamento dos Órgãos de Controle Interno dos Estados Brasileiros e do Distrito Federal. Brasília, 2009.

CONACI (2011). Programa Nacional de Modernização dos Órgãos de Controle Interno dos Estados e do Distrito Federal. Informações preliminares para subsidiar a viabilização de recursos junto ao Banco Mundial, visando a implantação do PROMOIN. Brasília, 2011. CHAVES, Renato Santos. Auditoria e Controladoria no setor público: Fortalecimentos dos Controles internos – com jurisprudência do TCU – Curitiba: Juruá, 2009. 156 p.

DIAS, Ronaldo. TD 1482 – As Carreiras no Serviço Público Federal Brasileiro: Breve Retrospecto e Perspectivas. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA. Brasília, 2010. FLORES, Allan Errol Rozas. Auditoria Y Mecanismos Anticorrupción. (segunda parte). Quipukamayoc. Lima (Peru): UNMSM. Facultad de Ciencias Contables, PP.91-100, segundo

semestre. 2004. Disponível em:

<http://sissib.unmsm.edu.pe/BibVirtual/publicaciones/quipukamayoc/2004/segundo/contenid o.htm>. Acesso em: 28. mar, 2014.

GABRA, Sandra Maria Mello e ROSSI, Denise de Bona. Ouvidoria Pública no Estado do Rio de Janeiro. Trabalho de conclusão de curso (pós-graduação em Administração pública – CIPAD). Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 2007.

GALDINO, Jonathan Alves et al. Controladoria governamental e a execução da auditoria sob a ótica da international organization of supreme audit institutions (intosai): O caso de uma prefeitura do norte do Brasil. Revista do Mestrado Profissional Gestão em Organizações Aprendentes, v. 1, n., 2013.

GANZENMÜLLER, Cristine Köhler; BALSANELLI, Kleber Alexandre. Revista da CGU/ Presidência da Rep- ública, Controladoria – Geral da União – Ano II, nº 2, outubro/2007: CGU, 2007. 102p.

GOMES, D. C.; SILVA, L; SÓRIA, S. Condições e relações de trabalho no serviço público: o caso do governo Lula. Revista de Sociologia e Política, v. 20. 2012.

GLÜER, Laura Maria. A Ouvidoria Universitária como espaço de interlocução com os diferentes públicos do ensino superior. In: INTERCOM - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, 28, 2005, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UERJ, 2005. Disponível em: Acesso em: 23 jan. 2014.

GREGORINI, Adilmar. Auditoria de detecção de fraude. Revista da CGU/Presidência da República, Controladoria - Geral da União. Ano IV, nº6, setembro/2009. Brasília: CGU, 2009. 134 p.

IFAC. International Federation of Accountants. Governance in the Public Sector. A Governing Body Perspective. International Public Sector Study13. Aug. 2001. <http://www.ifac.org>. Acesso em 19 de outubro de 2013.

IORIO, Luiz Carlos da Cruz. Criação da Corregedoria e Ouvidoria. Conteúdo jurídico,

Brasília – DF: 13 fev 2012. Disponível em:

<http://www.conteudojuridico.com.br/?artigos&ver=2357791seo=1>. Acesso em: 09 fev. 2014.

LUNKES, R, SCHNORRENBERGER, D; GASPARETO, V; VICENTE, E... Considerações sobre as funções da controladoria nos Estados Unidos, Alemanha e Brasil. Revista Universo Contábil, 5, dez. 2009.

LYRA, Rubens. Ouvidor: o defensor dos direitos na administração pública brasileira”. In: Autônomas x obedientes. A ouvidoria pública em debate. Rubens Pinto Lyra, João Pessoa: UFPB, 2004.

MARE. Plano Diretor da Reforma do Estado. Brasília: Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. 1995.

MATIAS-PEREIRA, Jose. Reforma do Estado e Controle da corrupção no Brasil . Revista de Administração Mackenzie. v. 4, n.1, p. 39-58, 2003.

MARCONI, Nelson . A evolução do perfil da força de trabalho e das remunerações nos setores público e privado ao longo da década de 1990. Revista do Serviço Público (Brasília), Brasília - DF, v. 54, n.1, p. 7-43, 2003.

MARCONI, Nelson. Uma radiografia do emprego público no Brasil: análise e sugestões de políticas. In: Loureiro, Maria Rita, Abrucio, Fernando Luiz e Pacheco, Regina. (Org.).

Burocracia e política no Brasil - Desafios para o Estado democrático no século XXI. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, v. , p. 219-275.

MARQUES NETO, Floriano de Azevedo. Os grandes desafios do controle da administração pública. In: MODESTO, Paulo. (Coord.). Nova organização administrativa. 2. Ed. Belo Horizonte: Fórum, 2010.

MEIRELES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro: 24ª ed. São Paulo: Malheiros, 1999, 749 p.

MEDEIROS, Paulo Cesar. LEVY, Evelyn. Novos Caminhos da Gestão Pública – Olhares e Dilemas. São Paulo: Quality Mark, 2009.

MORAES, Antônio Carlos Flores de. Legalidade, Eficiência e Controle da Administração Pública. São Paulo: Editora Fórum, 2007.

MOREIRA, Paulo da Veiga. Democracia e direitos fundamentais. Mestrado em direitos e garantias fundamentais. Faculdade de Direito de Vitória. Vitória, ES, 2009.

NUNES FILHO, Paulo de Souza. SENTO-SÉ, Jair de Oliveira. RODRIGUES, Antônio César Souza. ACHAN, Wilmina. Sistema de Correição do Estado da Bahia: Limites, possibilidades e resultados. III Congresso Consad de Gestão Pública. 2010

OLIVEIRA, João Elias de. Ouvidoria pública brasileira: a evolução de um modelo único. In A Ouvidoria Brasileira: Dez anos da Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman. São Paulo: Imprensa Oficial, 2005.

OLIVEIRA, Gilmar Castelo Branco de. A importância do controle interno nas finanças públicas. Dissertação (mestrado) – Universidade de Brasília, 2013.

OLIVIERI, Cecília. A lógica política do controle interno: o monitoramento das políticas públicas no presidencialismo brasileiro. São Paulo: Annablume, 2010.

PACHECO, Regina Silvia. Profissionalização, mérito e proteção da burocracia no Brasil. In: Loureiro, Maria Rita, Abrucio, Fernando Luiz e Pacheco, Regina. (Org.). Burocracia e política no Brasil - Desafios para o Estado democrático no século XXI. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, v., p. 277-305.

PACHECO, Regina Silvia. Política de recursos humanos para a reforma gerencial: realizações do período 1995-2002. RSP – Revista do Serviço Público. Ano 53, n.4 – out-dez. 2002. PEC – Proposta de Emenda à Constituição, Nº 45 DE 2009. Acrescenta o inciso XXIII ao art. 37 da Constituição Federal, dispondo sobre as atividades do sistema de controle interno. PEREIRA, Ricardo Martins. O Controle Social na Gestão Pública: as funções de fiscalização e de ouvidoria dos Tribunas de Contas do Brasil. 2003. Dissertação (Mestrado em Gestão Pública) – Mestrado Profissional em Gestão Pública para o Desenvolvimento do Nordeste, Universidade Federal de Pernambuco. Recife, 2003.

PETER, Maria da Glória Arrais; MACHADO, Marcus Vinícius Veras. Manual de Auditoria Governamental. São Paulo: Atlas, 2003.

RIBEIRO, Sheila Maria Reis. Controle interno e paradigma gerencial. Brasília: ENAP, 1997.

RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas,1999.

SILVA JUNIOR, Severino Francisco da, MACHADO, Marcus Vinícius Veras, PETER, Maria da Glória Arrais e NASCIMENTO, Cícero Philip Soares do. Controladoria na Gestão Pública Municipal: estudo no município de Fortaleza. XIV SEMEAD – Seminários em Administração. Outubro de 2011. ISSN 2177-3866.

SILVA, Pedro Gabril Kenne da. O papel do controle interno na administração pública. Disponível em <http://www.ufrgs.br/necon/pciap:pdf>. Acesso em 24 de janeiro de 2014. SERRA, Rita de Cássia Chió. , CARVALHO, João Rafael Chió. , CARNEIRO, Ricardo. Accountability democrática e as ouvidorias. Revista TCEMG – 2012. V.82. n.1

SOUZA, Fábia Jaiany Viana; SILVA, Mauricio Corrêa da; ARAÚJO, Aneide Oliveira; SILVA, José Dionísio Gomes da. Controladoria Privada e Governamental: uma análise comparativa. GOVERNET – Revista do Administrador Público. n. 63, julho, 2010.

SUZART, Janilson Antônio da Silva. , MARCELINO, Carolina Venturini. , ROCHA, Joseilton Silveira da Rocha. As instituições brasileiras de controladoria pública – teoria versus prática. Contabilidade e Governança. Brasília. v.14, n.1. p.44-56. Jan/abr, 2011.

SLOMSKI, Valmor. Controladoria e Governança na Gestão Pública, São Paulo: Atlas, 2005.

TEIXEIRA, Hélio Janny. , SALOMÃO, Sérgio Mattoso. Encruzilhadas e direções na gestão de pessoas no setor público. VI Congresso CONSAD de Gestão Pública. Brasília/DF – 2013.

VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.

APÊNDICE A – Roteiros de Entrevistas

Roteiro da Entrevista com o Auditor Geral e Equipe de Apoio do Setor de Auditoria da Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte.

Esta entrevista tem como propósito investigar quais as atividades que são desenvolvidas e como são desempenhadas na área organizacional pela Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte, a fim de gerar um diagnóstico sobre a real situação do órgão. Para o levantamento dos dados necessários ao trabalho é que solicito encarecidamente a colaboração de V.S.ª em me conceder esta entrevista, que tem duração estimada de 30 (trinta) minutos.

1) Quais atividades são executadas pela Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte? (pode ser marcada mais de uma opção).

(a) Auditoria (b) Controle interno

(c) Correição administrativa (d) Ouvidoria

(e) Prevenção e combate a corrupção (f) Contabilidade

(g) Administração financeira (h) Orçamento e planejamento (i) Tomadas de contas

(j) Outras _________________________________________________

2) Quais os tipos de auditoria que a Controladoria Geral do Estado do Rio Grande do Norte realiza? (pode ser marcada mais de uma opção).

(a) De regularidade ou Conformidade (b) Auditoria Operacional

(c) Auditoria de desempenho