13. Økonomiske og administrative konsekvenser
13.4 Konsekvenser for offentlig sektor av modell 2b
Os resultados foram organizados por objetivos por forma a facilitar a sistematização dos mesmos:
Objetivo 1: Identificar os níveis da Capacidade Condicional – Força dos alunos do 11º ano Interpretando os resultados que relatam a primeira avaliação (quadro 3), nas variáveis de força de Flexões de Braços, Abdominais, Impulsão Horizontal e Impulsão Vertical, na amostra de controlo e na amostra de intervenção, percebe-se que na grande generalidade, a amostra de intervenção apresenta em quase todas as variáveis (à exceção de Flexões de Braços) maior percentagem de saudáveis do que de não saudáveis.
No que confere à análise da variável de força de Flexões de Braços para a amostra de intervenção 33,8% (n=23) encontram-se na zona saudável, enquanto 66,2% (n=45) encontram-se na zona não saudável. Da mesma variável para a amostra de controlo 23,5% (n=4) encontram-se na zona saudável, enquanto 76,5% (n=13) encontram-se na zona não saudável. Assim sendo, na variável em questão, no conjunto da amostra, perfaz-se um total de 31,8% (n=27) correspondentes a saudável e, 68,2% (n=58) a não saudável.
Na variável força de Abdominais para a amostra de intervenção 72,1% (n=49) correspondem a zona saudável, enquanto 27,9% (n=19) estão na zona não saudável. Da mesma variável para a amostra de controlo 76,5% (n=13) encontram-se na zona saudável, enquanto 23,5% (n=4) encontram-se na zona não saudável, com a totalidade da amostra correspondente,
72,9% (n=62) a zona saudável e, 27,1% (n=23) a zona não saudável.
Em relação à variável de força de Impulsão Horizontal a amostra de intervenção reflete 75% (n=51) que correspondem a zona saudável e 25% (n=17) não saudável. A amostra de intervenção apresenta 94,1% (N=16) na zona saudável e 5,9% (N=1) na zona não saudável. Os
26
valores referentes ao total da amostra são de 78,8% (N=67) em zona saudável e 21,2% (N=18) em zona não saudável.
Nestas variáveis anteriormente descritas, não existem diferenças estatisticamente significativas à exceção da variável, a de força de Impulsão Vertical que na amostra de intervenção conta com 76,5% (n=52) em zona saudável e 23,5% (n=16) em zona não saudável, e na amostra de controlo com 100% (N=17) na zona saudável.
Nesta variável surge um valor (p = 0,005), verificando-se uma associação estatisticamente significativa.
Quadro 3 – Níveis de avaliação inicial da Força de Flexões de Braços, Abdominais, Impulsão Horizontal e Impulsão Vertical dos alunos do
11º ano Flexões de Braços
Total p
Saudável Não Saudável
Intervenção Contagem 23 45 68 NS % 33,8% 66,2% 100,0% Controlo Contagem 4 13 17 % 23,5% 76,5% 100,0% Total Contagem 27 58 85 % 31,8% 68,2% 100,0% Abdominais Total p
Saudável Não Saudável
Intervenção Contagem 49 19 68 NS % 72,1% 27,9% 100,0% Controlo Contagem 13 4 17 % 76,5% 23,5% 100,0% Total Contagem 62 23 85 % 72,9% 27,1% 100,0% Impulsão Horizontal Total p
Saudável Não Saudável
Intervenção Contagem 51 17 68
NS
% 75,0% 25,0% 100,0%
Controlo Contagem 16 1 17
27
Total Contagem 67 18 85
% 78,8% 21,2% 100,0%
Impulsão Vertical
Total p
Saudável Não Saudável
Intervenção Contagem 52 16 68 0,005** % 76,5% 23,5% 100,0% Controlo Contagem 17 0 17 % 100,0% 0,0% 100,0% Total Contagem 69 16 85 % 81,2% 18,8% 100,0%
Legenda: p – nível de significância
Objetivo 2: Comparar a Força, um dos itens da Capacidade Motora Condicional, através dos testes FitEscola no momento pré e pós intervenção
No quadro 4, são apresentadas as médias das diferentes componentes de força antes e após a intervenção para o grupo de intervenção e de controlo.
Após análise pode-se concluir que existem melhorias da média de repetições de cada variável, quer seja na amostra controlo, quer seja na amostra intervenção.
Sendo a variável de força de Flexões de braços aquela que se notou maior diferença da primeira para a segunda avaliação na amostra controlo, Pré (Flexões de Braços) |x|=11,69 e Pós (Flexões de Braços) |x|=15,54, com uma diferença entre avaliação de +3,85.
28 Quadro 4 – Capacidade Motora Condicional – Força no momento pré e pós
intervenção (médias aritméticas)
Controlo Pré |x| Pós |x| Dif. Flexões de Braços 11,69 15,54 +3,85 Abdominais 31,47 34,47 +3 Impulsão Horizontal 164,81 166,60 +1,79 Impulsão Vertical 29,13 30,41 +1,28 Intervenção Pré |x| Pós |x| Dif. Flexões de Braços 8,88 10,53 +1,65 Abdominais 38,41 39,29 +0,88 Impulsão Horizontal 190,82 191,82 +1 Impulsão Vertical 39,12 39,41 +0,29
Objetivo 3: Comparar as variáveis entre intervenção/controlo e pré/pós
No quadro 5 e 6, observa-se a comparação da variável força de flexões de braços, no momento pré intervenção e no momento pós intervenção, tendo registado diferenças estatisticamente significativas de pré para pós intervenção (p<0,05). Relativamente ao grupo de controlo os valores não sofreram qualquer alteração tendo-se registado a manutenção do nível inicial.
Como aspeto a salientar verifica-se a melhoria na variável de extensão de braços, na amostra de intervenção com 33,80% (n=23) na zona saudável e 66,20% (n=45) na zona não saudável, antes da intervenção, e, após intervenção 39,70% (n=27) na zona saudável e 60,30% (n=41) na zona não saudável.
Relativamente, à variável abdominal na amostra de intervenção surge com efeito contrário, visto ter havido um decréscimo em zona saudável de 72,10% (n=42) para 63,20%
29 (n=43) e consequente aumento em zona não saudável 27,90% (n=19) para 36,80% (n=25), do momento pré para o momento pós intervenção.
Em todas as outras variáveis existiram alterações no sentido positivo mas não são estatisticamente significativas, sendo apenas questões pontuais como se pode verificar no quadro seguinte.
Quadro 5 – Variáveis entre intervenção/controlo e pré/pós
Intervenção
Pré Flexões Braços
Total
Saudável Não Saudável
23 45 68
33,80% 66,20% 100,00%
Pós Flexões Braços
Total
Saudável Não Saudável
27 41 68
39,70% 60,30% 100,00%
Controlo
Pré Flexões Braços
Total
Saudável Não Saudável
4 13 17
23,50% 76,50% 100,00%
Pós Flexões Braços
Total
Saudável Não Saudável
4 13 17
23,50% 76,50% 100,00%
Intervenção
Pré Abdominal
Total
Saudável Não Saudável
49 19 68
72,10% 27,90% 100,00%
Pós Abdominal
Total
Saudável Não Saudável
43 25 68
63,20% 36,80% 100,00%
Pré Abdominal
Total
Saudável Não Saudável
30
Controlo
76,50% 23,50% 100,00%
Pós Abdominal
Total
Saudável Não Saudável
13 4 17
76,50% 23,50% 100,00%
Intervenção
Pré Impulsão Horizontal
Total
Saudável Não Saudável
51 17 68
75,00% 25,00% 100,00%
Pós Impulsão Horizontal
Total
Saudável Não Saudável
52 16 68
76,50% 23,50% 100,00%
Controlo
Pré Impulsão Horizontal
Total
Saudável Não Saudável
16 1 17
94,10% 5,90% 100,00%
Pós Impulsão Horizontal
Total
Saudável Não Saudável
16 1 17
94,10% 5,90% 100,00%
Intervenção
Pré Impulsão Vertical
Total
Saudável Não Saudável
52 16 68
76,50% 23,50% 100,00%
Pós Impulsão Vertical
Total
Saudável Não Saudável
53 15 68
77,90% 22,10% 100,00%
Controlo
Pré Impulsão Vertical
Total
Saudável Não Saudável
16 1 17
94,10% 5,90% 100,00%
Pós Impulsão Vertical
Total
Saudável Não Saudável
17 - 17
31 No quadro 6, remete para os testes utilizados para analisar se existiam diferenças significativas entre o momento pré e pós intervenção, nas amostras de intervenção e de controlo, utilizando o Teste T-Pares para averiguar os resultados das duas medições a que os sujeitos foram subtidos, analisando as melhorias ou não.
Não houve diferenças estatisticamente significativas exceto para a força de braços no grupo de intervenção que apresentou diferenças estatisticamente significativas t (67) = -2,240; (p= 0,028).
Quadro 6 - Teste T-Pares nas diferentes variáveis, momento pré e pós intervenção
Paired Differences T Df p Mean Std. Deviation Std. Error Mean 95% Confidence Interval of the Difference Lower Upper Pair 1 Pré Flexão braços. Braços – Pós Flexão de braços - 3,853 14,184 1,720 -7,286 -,420 - 2,240 67 ,028 Pair 2 Pré Abdominais – Pós Abdominais - 3,000 31,112 3,773 -10,531 4,531 -,795 67 ,429 Pair 3 Pré Impulsão Horizontal – Pós Impulsão Horizontal - 1,794 70,072 8,497 -18,755 15,167 -,211 67 ,833 Pair 4 Pré Impulsão Vertical – Pós Impulsão Vertical - 1,279 15,447 1,873 -5,018 2,460 -,683 67 ,497
32
7. Discussão de Resultados
De igual modo aos resultados, a discussão foi organizada por objetivos por forma a facilitar a sistematização dos mesmos.
Objetivo 1:
No quadro 4, que remete para a avaliação inicial, procedeu-se à identificação dos níveis de força nos alunos de 11º ano e verificou-se que na variável de flexões de braços o grupo de controlo apresenta (76,5%) e o de intervenção (66,2%) de alunos que se encontram em zona não saudável.
Nesta situação verificou-se que há uma elevada percentagem em zona não saudável na força de braços, confirmando estudos anteriores que afirmam que os testes de flexões de braços são aqueles que apresentam maior taxa de insucesso, estas evidências foram comprovadas nos estudos de Cardoso (2000), Ferreira (1999) e Sousa (2003).
Objetivo 2:
No quadro 5, comparou-se o momento pré e pós intervenção em ambas as turmas, e apesar de apenas a amostra de intervenção ter sido alvo de exercícios de força não surgiram melhorias em ambas as amostras. O estudo realizado por Vargas (2011), onde foi aplicado um plano de treino sem recorrer a aparelhos externos, tendo o autor constatado que existiram melhorias nos testes da força.
No nosso estudo tal não se verificou eventualmente, devido à falta de regularidade da intervenção. Este programa de intervenção coincidiu com o período em que houve paragem para férias escolares dos alunos e mesmo sendo incentivados e com planos de treino pré estabelecidos para realização em casa, tornar-se-ia uma problemática controlar o efeito das sessões de treino nesse período.
Segundo Magill (2007), a aprendizagem é um conjunto de alterações na capacidade de um indivíduo para desempenhar uma habilidade e subentende uma melhoria relativamente permanente no desempenho como resultado da prática ou da experiência.
33 Objetivo 3:
No quadro 6, surgem as avaliações iniciais e as avaliações finais em cada um dos grupos (intervenção e controlo), perspetivando melhorias, porém nem sempre se revelaram estatisticamente significativas nas variáveis de força.
Refletindo as comparações entre a variável de força Flexões de Braços, entre a avaliação inicial e a avaliação final, na amostra de intervenção, evidenciaram-se melhorias estatisticamente significativas (p=0,028) (quadro 6).
Estes resultados indicam a força Flexões de Braços do tipo omnigénero, porém, e devido à escassez de estudos científicos que abordem esta temática de tal modo, não é possível comparar com estudos semelhantes. De referir, que uma eventual divisão por género no estudo realizado poderia, eventualmente evidenciar mais efeitos da intervenção.
Segundo Greco (2010) e Rodrigues (2000), os rapazes tornam-se progressivamente mais fortes, ao passo que as raparigas não aumentam significativamente a força muscular. As alterações substanciais na síntese e na secreção de hormonas, com a proximidade do período pubertário, explicam provavelmente esta diferença no desenvolvimento. Estas variações hormonais, especialmente nos níveis de testosterona e da hormona do crescimento, são determinantes para que sejam observadas as diferenciações em favor dos rapazes.
De qualquer forma, surge outra possível resposta como discussão sobre o efeito da intervenção, tocando no aspeto da idade maturacional, pensando que cada indivíduo pode ter uma idade maturacional diferente à da idade cronológica (Horta, 2003, citado por Garganta & Afonso, 2007), o que implica que dois indivíduos da mesma idade apresentam (ou possam apresentar) níveis de maturidade biológica muito distintos.
34
8. Conclusões
Este estudo teve como tema de investigação avaliar o efeito do treino de força em alunos do 11º ano, no decorrer das aulas de Educação Física.
Após 3 meses de aplicação de exercícios da bateria de testes FitEscola, houve melhorias nas variáveis de força, porém nem sempre se mostraram visíveis no rendimento de cada aluno. A variável de força Flexões de Braços foi aquela que melhor evidenciou os efeitos da intervenção, apresentando resultados estatisticamente significativos.
Tal como já foi referido, anteriormente, em todas as aulas os alunos eram organizados em 3 grupos, com vista a evitar haver alunos em momento de espera para participar nos jogos propostos, dois grupos participavam no jogo (parte fundamental da aula) e outro realizava um circuito que contava com o apoio de uma imagem para que todos os exercícios fossem realizados com a correta postura durante doze minutos. Era tarefa do professor gerir a aula de forma que todos passassem pela estação de exercícios de força com a mesma duração.
Na fase em que se procedeu ao tratamento estatístico surgiu um fator que poderá ter sido uma limitação a este tipo de estudo, considerando que o número de alunos do grupo de controlo era bastante inferior ao número de alunos do grupo de intervenção. Um outro fator que poderá ter condicionado este estudo, foi a falta de regularidade da intervenção (com duração de 3 meses), que coincidiu com a entrada dos alunos em período de férias escolares, sendo que nesse período não era possível controlar o empenhamento individual de cada um na realização dos exercícios.
Por outro lado, foi interessante observar que durante o tempo de aula a vontade de cada aluno se superar, procurando atingir metas por eles propostas, e despontando um tipo de competição saudável entre eles os levou, apesar de todos os fatores limitativos, a apresentar melhorias de forma geral.
35
9. Reflexão Final
O estágio assumiu grande importância para a futura carreira docente, uma vez que proporcionou uma visão mais ampla da realidade, assim como uma previsão da necessidade de uma atitude profissional mais adequada em relação ao processo educativo em geral, e da disciplina de Educação Física, em particular. Deste modo, posso considerar este ano de estágio como o final de um sonho e o início da realidade.
O início do meu estágio caracterizou-se pelo sentimento de alguma preocupação e ansiedade, porém com a passagem do primeiro mês a confiança nas minhas capacidades aumentou tendo dado o máximo de mim até ao fim deste trabalhoso ano.
De realçar também a ação preponderante da Professora Mestre Isabel Machado, pela sua amizade, disponibilidade e empenho, além do sentido crítico da Professora Doutora Beatriz Pereira, que foram fundamentais no ultrapassar das adversidades. Foi um ano durante o qual aprendi muito, e certamente alguma coisa ficou por aprender mas ficou o despertar para ser um professor reflexivo e com capacidade de aprender em cada momento. No entanto, a experiência adquirida permite-me agora enfrentar o futuro com mais confiança e otimismo.
Com a certeza de que um professor não pode ficar pela formação adquirida na universidade e ao longo de um estágio, estou consciente de que devo continuar a procurar conhecimento e enquanto profissional adaptar-me às mudanças para poder agir de forma consciente, no meu local de trabalho.
Por fim, e não menos importante, destaco a relação de amizade, respeito e trabalho com os meus colegas de estágio que fez com que a tarefa fosse superada mais facilmente. Por entre brincadeiras e preocupações, conseguimos levar os nossos objetivos a bom caminho!
36
10. Referências bibliográficas
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37
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39
ANEXOS
40 Ilustração 1 – Pavilhão
Ilustração 2 – Auditório
41 Ilustração 4 – Exterior
42
Objetivos Gerais:
Exercitação dos conteúdos. Estimulação da aprendizagem e partilha de informação acerca das regras do voleibol. Desenvolver a aptidão muscular. Consolidar todos os gestos técnicos e táticos do voleibol.
Parte Conteúdos Objetivos Específicos Descrição e organização
didático -metodológica
Estratégia F.D Critérios de êxito
Unidade Didática: Voleibol
Conteúdos: Jogo reduzido 4x4. Posição Base, Deslocamentos, Passe de
frente, de costas, manchete, Serviço por baixo e por cima, Remate, Bloco, Amorti
Período: 2º Data: 08/03/18
Nº da aula da U.D: 19 e 20 de 24 Ano: 11º Turma:
Função Didática: Consolidação Material: Bolas Voleibol; Sinalizadores; Rede/Elástico Hora: 10h10m Duração: 90
min.
Local: P3 Nº de alunos: 20
43 I N I C I A L 5’ 5’ 10’ 15’ 20’ - Chamada e Instrução inicial. - Ativação Corrida ligeira a volta do espaço de aula - Ativação Específica - Relação com a bola - Jogo - Verificar as presenças.
- Predispor o organismo para a realização de atividade física.
- Estimular o sistema cardiorrespiratório e as estruturas musculares.
- Realizar exercícios sem bola, inerentes ao jogo do voleibol.
Estimular a aprendizagem através do jogo reduzido.
- Alunos sentados ouvem a explicação dos conteúdos a abordar durante a aula.
- Os alunos correm ordenadamente a volta do espaço de aula
- Deslocamentos laterais, frontais, à rede. Salto na rede (bloco). Simulação de Remate.
Gestos técnicos fundamentais:
Os alunos, em pares, realizam exercícios de relação com a bola, um de cada lado da rede:
- Lançar a bola por cima da cabeça e da
rede;
- Auto - passe + passe;
- Auto - passe + manchete + passe; - Manchetes consecutivas;
- Serviço por baixo e Serviço por cima.
Jogo 4x4
Os alunos realizam jogo 4x4. As equipas
- Professor organiza a turma em forma de “U” em que este se encontra no centro, no foco de visão.
T/E C - Permanecem em silêncio e atentos. - Preparação física e psicológica para a aula. - Controlo de respiração e Frequência cardíaca. Passe: - Deslocamento para a bola - Dedos afastados, com o polegar e o indicador a formarem um triângulo. - Contactar a bola à frente da testa. - Colocar os polegares sempre debaixo da bola e cotovelos orientados para a frente. Manchete:
- Flexão dos M.I (C.G. baixo);
- Ligeira inclinação do tronco à frente; - Membros superiores em extensão;
44 F U N D A M E N T A L F I N A L (20’) 5’ Reduzido - Alongamentos
Nível 1: aumentar o contacto
com a bola e proporcionar vivências técnicas e táticas enriquecedoras.
Nível 2: aumentar o contacto
com a bola através da regra dos 3 toques; estimular a organização defensiva; Nível 3: Exercitar e aperfeiçoar os gestos técnicos aprendidos, aumentando o grau de complexidade; Aproximar as regras ao jogo formal.
- Retorno à calma.
estão previamente definidas.
Alunos nível 1:
- Serviço por baixo
- Tentar colocar a bola em jogo.
Alunos nível 2:
- O serviço é exclusivamente por cima; - Os alunos têm que realizar os 3 toques.
Alunos nível 3:
- Aplicar todos com conteúdos; - Contagens dos pontos
Circuito de treino funcional
- Os alunos que ficam em espera durante o Jogo, realizam na zona lateral ao campo exercícios de treino funcional.
- Executar corretamente os exercícios propostos pelo professor.
- Alunos em frente ao professor realizam um balanço participado da aula enquanto fazem alongamentos. C - A zona de contato com a bola é a superfície formada pelos dois antebraços, que se encontra entre os apoios;
Serviço por Baixo:
- A bola deve estar colocada no prolongamento do braço livre; - O braço de batimento deve manter-se em extensão durante o movimento de trás para a frente; - A zona de contacto com a bola é a palma da mão (mão rígida e dedos fechados);
Serviço por Cima:
- O braço de batimento realiza um movimento de frente para trás e para cima de modo a preparar o batimento (armar braço);
- O batimento da bola