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Konsekvenser av transportvansker på ulike levekårsområder

Kapittel 10. Transport

10.5 Konsekvenser av transportvansker på ulike levekårsområder

(FICHA DE AVALIAÇÃO – 8.1 ANEXO A)

As questões 1, 4, 6 e 10 contidas na ficha de avaliação foram aplicadas aos alunos em 2 momentos: Antes da apresentação do kit e após a aplicação do mesmo. Após a aplicação do kit, as respostas produziram o seguinte resultado:

A diferença nas respostas das questões 1, 4, 6 e 10 antes e após a aplicação do kit foi analisada estatisticamente, através do teste de comparação de proporções, onde foi considerado satisfatória a nota igual ou superior a 6.

Ao analisar os resultados antes e depois da aplicação do kit com a análise estatística, devemos explicar que antes da aplicação dos kits, foi aplicado um questionário com as questões 1, 4, 6 e 10. E que após a aplicação dos kits, foi aplicado questionário completo, com 10 questões para avaliação do aproveitamento dos alunos.

A comparação entre as questões aplicadas antes e após a aplicação dos kits, utilizando o teste estatístico de comparação de proporções, mostrou que a diferença é estatisticamente significante, ou seja: estatisticamente, a visão do aluno sobre os temas questionados mudou.

Para a análise estatística, os dados foram divididos em 2 grupos. Aprovado, maior que 6 e reprovado menor que 6.

Mostrou-se que em todas as questões houve uma inflexão após a aplicação dos kits. Nas questões 1, 4 e 10 houve aumento de notas, e na questão 6 houve redução de notas.

Na primeira questão, sete alunos não acreditavam haver melhoria ao trabalhar em grupo. Após a aplicação do kit, todos acreditam que há melhoras com este método.

Na quarta questão, dezessete alunos acreditavam que a escola não realiza atividades que motivem o aprendizado. Após a aplicação do kit, 6 alunos passaram a acreditar que a escola motiva o aprendizado.

Na sexta questão, treze alunos não demonstravam ter interesse no uso do kit de química, acreditando não melhorar o ensino. Após a aplicação do kit, todos acreditam que há melhoras com o uso do kit.

Na décima questão, quinze alunos não desejavam expandir o uso do kit para outras disciplinas. Após a aplicação do kit, todos acreditam que é importante expandir esta metodologia para as demais disciplinas.

Os quesitos amostrados na aplicação do questionário após a atividade experimental com o uso do kit didático de química foi aplicado em sala de aula com a participação dos alunos do 3º ano “A” da escola pública EESG Dr. Alvaro Guião no dia 06 de Outubro de 2014, dentro do período de aula da Profa Ana Paula Melito Ruggiero. Participaram da atividade a Professora Maria Aparecida Paulucci Munhoz, e do Professor de química e coordenador pedagógico da escola Paulo Roberto Bueno. Além do mestrando, também fizeram parte das atividades, acompanhamento e aplicação prática dos kits didáticos aos alunos participantes da pesquisa, os seguintes monitores e pós graduando: Angelo Biasi Govone; Hilde Harb Buzza e Bruno Pereira de Oliveira. Todos os alunos participantes foram devidamente cadastrados em ficha própria, com os termos de assentimento e termo de consentimento livre e esclarecido devidamente assinados pelos alunos e genitores. Todo o desenvolvimento da pesquisa na escola teve a participação e o acompanhamento dos professores e do coordenador pedagógico da escola, desde as palestras esclarecedoras com alunos, pais, professores, direção e coordenação pedagógica. Estabelecido estes parâmetros, aplicamos os kits didáticos de química e coletados os dados, onde passamos a analisar e tratar, fundamentando-os em bases teóricas e de pesquisa.

Os resultados da aplicação e coleta de dados nos remetem a uma profunda e necessária reflexão, baseada em fundamentações teóricas e científicas, onde reforça a necessidade de entendimento a cerca da motivação do aluno para aprender, dentro do conceito de ensino aprendizagem.

Devemos assim refletir sobre o que está sendo escrito e pesquisado, onde a motivação para o aprendizado está sendo questionada, sendo um limitador importante na educação, onde a sua falta reflete fortemente na redução da qualidade da aprendizagem, principalmente no ambiente escolar. Os pesquisadores Boruchovitch; Bzneck (2001) abordoram as formas cognitivas da motivação, e o uso de formas de recompensas e metas para realização como fatores importantes o entendimento da motivação. O reforço, esforço, são considerados indicadores da motivação, devendo o aluno ser impulsionado a acreditar em sua capacidade individual e coletiva, onde a ferramenta de uma atividade educativa experimental cabe muito bem, reforçando o acreditar do aluno, o querer, e a auto superação e a vencer.

Aqui está uma das justificativas e importância de pesquisa desta natureza, pois o grande e atual desafio dos educadores se fundamenta em constantemente acompanhar e observar criticamente as formas e razões da falta de motivação em seus alunos para o querer aprender, para o ensino aprendizagem. Ao analisar os motivos, pesquisar formas eficientes para modificar este fator limitador e desagregador na educação. Embora com todo esforço para a formação do aluno ser capaz de entender a matéria, e construir o conhecimento de forma crítica e socialmente correta, nota-se que há alunos desmotivados.

A dinâmica social imprimi um ritmo de constantes adaptações e mudanças em todos os segmentos, onde a educação tem que acompanhar esse processo. Mas a desmotivação cria raízes e se fortalece quando o assunto motivação para o aprender não é debatido e pesquisado continuamente nas escolas; pois tudo muda inclusive a forma de aprendizagem, devendo então segundo Pozo (2002), evoluirmos neste importante segmento social com novas estratégias educacionais de acordo com a realidade, e assim devemos entender a motivação do aluno para o ensino-aprendizagem.

Como bem fundamentam Ramos; Galiazzi (1999), Galiazzi (2000). Reforçado por Maldaner (2000), que analisa a forma tradicional de ensinar, o conteúdo é mais valorizado que o aprender, deixando inclusive de questionar e entender a motivação do aluno nesta trajetória até a universidade.

Ao questionarmos, analisarmos e avaliar os resultados da aplicação, e realizarmos intensa revisão bibliográfica sobre o assunto; estamos realizando um trabalho de pesquisa que contribui para a motivação no processo de ensino aprendizagem do aluno, contribuindo inclusive para a análise crítica da formação do aluno e dos futuros professores.

3 - RESULTADOS

As Tabelas 1, 2 e 3 de resultados antes e depois do kit, apresentam os dados aferidos durante a pesquisa de forma a demonstrar a opinião dos participantes, e a análise estatística final.

Tabela 1( antes da aplicação do kit):

Perguntas

0 à 2

3 à 5

6 à 7

8 à 10

1

1

6

5

9

2

-

-

-

-

3

-

-

-

-

4

3

14

2

2

5

-

-

-

-

6

3

5

5

8

7

-

-

-

-

8

-

-

-

-

9

-

-

-

-

10

10

5

2

4

Após a aplicação do kit, todas as questões foram aplicadas, gerando o seguinte resultado:

A diferença nas respostas das questões 1, 4, 6 e 10 antes e após a aplicação do kit foi analisada estatisticamente, através do teste de comparação de proporções, onde foi considerado satisfatória a nota igual ou superior a 6, e neste caso temos na Tabela 2:

proporções de notas iguais ou maiores que 6

Tabela 3: Teste de comparação de proporções

Questão Antes Após

1 0,67 1 há diferença significativa entre antes e após

4 0,19 0,48 há diferença significativa entre antes e após

6 0,62 0 há diferença significativa entre antes e após

10 0,28 1 há diferença significativa entre antes e após

Perguntas

0 à 2

3 à 5

6 à 7

8 à 10

1

0

0

7

14

2

0

0

5

16

3

0

0

10

11

4

0

11

9

11

5

0

0

3

18

6

20

1

0

0

7

0

0

0

21

8

0

0

2

19

9

0

0

8

13

10

0

0

0

21

Avaliação Estatística dos resultados em porcentagem (tabela anterior) em relação as questões contidas no questionário aplicado após o uso do kit didático de química em relação a motivação para o ensino aprendizado dos alunos envolvidos na pesquisa, sendo:

Questão No 1: 33,33% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 6 à 7 , e 66,66% optaram pela nota na faixa de 8 à 10;

GRÁFICO 1: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Questão No 2: 23,81% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 6 à 7 , e 76,19% optaram pela nota na faixa de 8 à 10;

GRÁFICO 2: Apresentando os resultados do questionário aplicados na

Questão No 3: 47,62% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 6 à 7 , e 52,38% optaram pela nota na faixa de 8 à 10;

GRÁFICO 3: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Questão No 4: 52,38% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 3 à 5 ; 42,86% optaram pela nota na faixa de 6 à 7, e 4,76% optaram pela nota na faixa de 8 à 10;

GRÁFICO 4: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Questão No 5: 14,28% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 6 à 7 , e 85,71% optaram pela nota na faixa de 8 à 10;

GRÁFICO 5: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Questão No 6: 95,24% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 0 à 2 , e 4,76% optaram pela nota na faixa de 3 à 5;

GRÁFICO 6: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Questão No 7: 100% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram pela

nota na faixa de 8 à 10 ;

GRÁFICO 7: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Questão No 8: 9,52% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 6 à 7 , e 90,48% optaram pela nota na faixa de 8 à 10;

GRÁFICO 8: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após aplicação do kit

GRÁFICO 8: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após aplicação do kit

Questão No 9: 38,09% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 6 à 7 , e 61,90% optaram pela nota na faixa de 8 à 10;

GRÁFICO 9: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Questão No 10: 100% dos alunos envolvidos na pesquisa optaram

pela nota na faixa de 8 à 10 ;

GRÁFICO 10: Apresentando os resultados do questionário aplicados na questão em destaque na escala de 0 a 10 após a aplicação do kit

Ao analisar os dados, procuramos entender e ordenar os valores dados às perguntas de forma a extrair as impressões e opiniões dos alunos. Na legenda da ficha de avaliação, as notas de 0 à 2 demonstram, com o termo: não aceito nunca, as impressões, e o aspecto pessoal motivacional a cerca da questão. O que nos levou a uma profunda reflexão, referenciada pelos trabalhos acadêmicos e publicações, cuidadosamente revisado. As notas de 3 à 5, com o termo: tanto faz, retrata a neutralidade do aluno, sem apresentar profundas modificações a cerca de sua opinião. Nas notas de 6 à 7, com termo: aceito, retrata o seu estado de espírito e opinião a cerca da atividade experimental, e o sua motivação para trabalhos educativo desta natureza; embora nas notas de 8 à 10, com o termo: aceito totalmente, represente sua total aceitação e um alto grau motivacional para a realização da atividade proposta.

Um ponto a destacar é que a pesquisa fez vir a tona, a análise dos objetivos de se manter e motivar os alunos para atividades experimentais complementares em sala de aula, no ensino médio de escola pública, evidenciado na coleta de dados. Embora durante a coleta, os alunos investigados, demonstraram em suas respostas, as suas opiniões e vivencias nas aulas de química, e também as suas impressões a cerca da forma de ensinar que vem recebendo, somado aos estado motivacional para o ensino aprendizagem; evidencia e nos fornece uma forte indicação que nos faz refletir sobre o que queremos do ensino, e a importância do aluno motivado a aprender.

A pontuação máxima que receberam as perguntas envolvendo: gostar da atividade, ajudar nos relacionamentos, fácil entendimento, interesse e motivação para aprender química, trabalhar em grupo; ajudam a demonstram o estado motivacional para atividades experimentais. Reforçam também a defesa de que alunos de química e professores limitam-se, ou pouco colocam em pauta para discussão, a necessidade de se levar em consideração os aspectos motivacionais ao ensinar e aprender.

Devemos considerar e fundamentar, que a pesquisa em sala de aula pode vir a ser uma saída para alguns problemas encontrados nos cursos de licenciaturas, destacados por Moraes e Ramos (1988), Galiazzi (2000), ao procurar entender a teoria e a prática no processo de ensino aprendizagem. Por meio da experiência podemos tornar os fenômenos mais reais, e assim motivar o aluno a aprender.

As atividades experimentais são evidenciadas nas respostas como motivadoras e necessária dentro do processo de ensino, e assim muito valorizadas pelos alunos pesquisados, que normalmente são pouco questionadas. Foi significativa a diferença entre as questões de número 6, e a questão de número 10, onde a nota máxima para o motivar e gostar da atividade experimental em outras disciplinas obteve 100% de aprovação, e 95,24% para a resposta para o desinteresse pelas aulas experimentais, e a motivação para aprender química, sendo atribuído a nota Zero a terminologia: “ não é do meu interesse, e pouco me motiva a aprender química”, demonstrando total interesse e motivação pelas aulas experimentais. Sendo que 4,76 % dos entrevistados, ao responderem a questão de número 6, se posicionaram como neutros. Embora totalmente favoráveis na aprovação de querer e gostar que a atividade experimental fosse utilizada em outras disciplinas, quando interrogados na questão de número 10, retratando que algumas questões fossem antagônicas, provocando o aluno a pensar e a compará-las.

A motivação para o aprender é amplamente valorizada, e ao analisar os resultados, percebemos esta tendência. Embora haja uma diferença nas respostas da questão de número 4, que chega a dividir opiniões dos alunos, e assim dividindo a sala de aula entre 52,38% ( tanto faz), 42,86% (aceito) e 4,76% ( aceito totalmente), procuramos entender os alunos individualmente, e chegamos a conclusão nesta questão, ele entendem em sua maioria que a escola deveria promover atividades experimentais como forma de motiva-los a aprender a disciplina de química. Na questão de número 9, que aborda a motivação e o relacionamento interpessoal em atividades experimentais motivadoras, nota-se com as respostas que 61,90% dos alunos entrevistados aceitam totalmente que a atividades experimentais em grupo motivam o aprender, e provocam os questionamentos a cerca do assunto, ajudando no processo de ensino aprendizagem. Embora a maioria, aceita totalmente que este tipo de atividade motivadora e experimental , seja realizada em outras disciplina, nesta questão de número 6 aferimos que 38,09% aceita, o que permite concluir que a atividade motiva inclusive para o relacionamento interpessoal, e o aprender em grupo. Reforçado pelo questão de número 7 e 8 , que demonstram a motivação do aluno e o gostar para este tipo de atividade experimental, com 100% que aceitam totalmente a questão de número 7 que aborda o gostar desse tipo de atividade. E 9,52% de aceitação e 90,48 de aceitação total no fácil entendimento na atividade experimental e uso da ferramental

didática utilizando o kit de química, onde o quesito aprender e entender a matéria de química são abordado na questão de número 5, com 14,28 % aceitando e 85,71% aceitando totalmente, o que reforça as argumentações e análises apresentadas. Enquanto as perguntas de número 1 e 2 apresentam os quesitos aceitar e aceitar totalmente, reforçando a tese da motivação enquanto ferramenta de trabalho para o ensino aprendizado, da valorização da atividade experimental, sendo que na questão de número 1 respectivamente tivemos 33,33% de aceito e 66,66% de aceito totalmente, e na questão de número 2 obtivemos 23,81% de aceitação e 76,19% de aceito totalmente.

Na pergunta de número 3 , onde a atividade experimental em grupo, ajudou a tirar dúvida, tivemos quase um empate técnico, com uma diferença percentual de 4,76%, embora o termo aceitar e o aceitar totalmente, somados aos questionamentos pessoais, deixou claro que a atividade experimental motiva os alunos a tirarem dúvidas de química, bem como, a querer dar continuidade ao aprendizado, refletindo a necessidade de se motivar e manter o aluno motivado no querer constantemente aprender, e assim reter a informação para usar e pensar, dentro da proposta multidisciplinar do ensino.

Além disso, a análise estatística dos grupos anterior e posterior a aplicação do kit permitiu constatar que o a aceitação do aluno em relação a atividade prática é muito grande, sendo possível observar uma grande inflexão de suas opiniões sobre atividades práticas e sobre a aceitação e entendimento do conteúdo estudado. Foi possível observar que o entendimento do conteúdo abordado e a motivação do aluno para o ensino-aprendizagem aumentaram significativamente após a utilização do kit, comprovando a altíssima eficiência desta metodologia.

GRÁFICO 11: Resultados do questionário aplicado antes da aplicação do kit

GRÁFICO 12: Resultados do questionário aplicado na escala de 0 a 10 nas avaliações pontuadas positivamente após a aplicação do kit

4 - DISCUSSÃO

Para Chiavenato (1995), as pessoas são diferentes quando o assunto é motivação, pois suas necessidades variam de uma para outra, e assim terão padrões de comportamento diferentes; o que poderia interferir nos resultados dos estímulos motivacionais proporcionados e defendidos como necessários para o ensino-aprendizagem dos alunos. Dentro das atividades experimentais, o tema estudado nessa pesquisa em sala de aula propõe, a utilização de um o kit experimental de química como uma ferramenta motivacional em atividade experimental.

Poderíamos entender que as diferenças motivacionais baseadas nas ponderações de que as necessidades e comportamentos variam e se diferenciam de pessoa para pessoa, interferindo nos resultados dos estímulos motivacionais, e assim, limitariam o uso de kits nas atividades experimental em sala de aula .

Embora exista esta limitação e diferença a ser considerada, entende-se também que o processo de ensino-aprendizagem é dinâmico, e segundo Chiavenato (1995), o processo que envolve e impulsiona o comportamento se semelham para todas as pessoas envolvidas, embora os padrões de comportamento variem, mas o processo em si, do qual se obtém os resultados, é o mesmo para todos.

Nas afirmações de Marras (2000), o campo motivacional contempla dois principais tipos de fatores, ou seja, os que produzem satisfação ou insatisfação. E ao analisarmos o grau de satisfação dos alunos participantes da pesquisa, notamos com a análise dos dados coletados,que há uma satisfação evidente em suas respostas. Isso nos leva a acreditar que as atividades experimentais motivadoras são complementares e necessárias, afim promover a satisfação dos alunos para o ensino-aprendizagem.

A motivação humana, motivo desta pesquisa para o ensino- aprendizagem de química, vem sendo descrita e observada desde muito tempo, pelos pensadores e filósofos, como bem afirmou Bergamini(2006). E assim, podemos discutir e considerar a sua importância, como ponto fundamental no momento de ensinar e aprender.

Para Marras (2007), a motivação passou a ser estudada no início do século XX, e assim justifica-se ampliar os estudos e pesquisas sobre este importante

campo do conhecimento humano, principalmente no campo da educação. Mas foi Taylor(1915) que deu início a discussões sobre o assunto, e que levou a outros pesquisadores estudarem o assunto , a qual procuramos dar a nossa contribuição .

Já nas afirmações de Vergara(2005), onde diz que a motivação é intrínseca, e que não podemos afirmar que motivamos os outros a algo, passamos a refletir sobre a forma como aplicar as atividades experimentais motivadoras, sendo tema para continuidade em outros trabalhos.Chegou-se inclusive a afirmar que, ninguém motiva ninguém, e que somos nós que nos motivamos, ou deixamos de nos motivar. Assim, estimulou e problematizou a questão, aquecendo a discução a cerca do assunto de motivar para o ensino-aprendizagem, com o uso de kit didático em atividades experimentais. Diz ainda, que tudo o que do lado de fora poderia fazer seria o de incentivar , estimular e provocar a motivação.

E neste caso, procurando discutir as afirmações, podemos dizer que as atividades experimentais com o uso do kit didático de química, seria uma ferramenta adequada, afim de provocar e estimular a motivação do aluno para o ensino- aprendizagem de química. No entendimento de suas afirmativas, a motivação se encontra presente do lado interno da pessoa, e o estímulo do lado externo; o que de nada interfere no processo de ensinar e aprender. E assim, do lado externo, com a ação do professor e das atividades experimentais, estimula-se e provoca-se o aluno a motivar-se para o querer aprender.

A pesquisa elevou o nosso estado de reflexão e discução a cerca da importância de se entender e estudar a motivação para e ensino aprendizagem, e assim poder provocar os professores e dirigentes educacionais a ficarem atentos ao tema. Onde a pesquisa coletiva desenvolvida em sala de aula, ajuda na discução inicial, de que aprender os conceitos na prática sobre química, com atenção ao comportamento e motivação do aluno durante as aulas, fortalece as bases teóricas sobre o ensino aprendizagem nas escolas. Respeitando o método científico, e a dedicação no desenvolvimento do trabalho, chegamos a discutir a importância das atividades experimentais práticas e complementares em sala de aula, no desenvolvimento e motivação dos alunos. Os estímulos motivacionais com o uso de ferramentas didáticas, como o kit de química, pode despertar o interesse do querer entender, saber mais, do motivar-se ao descobrir e ter interesse sobre o conteúdo ensinado. Assim podemos discutir que não basta somente ensinar por ensinar, ou simplesmente dar uma aula e dominar o que está sendo ensinado. Mas entender o