3.2 Infeksjonsintensitet og konsekvenser av infeksjonen på utvandrende
3.2.2 Konsekvenser av lakselusinfeksjon på utvandrende laksesmolt
A AEBVB tem seu escopo administrativo composto por líderes religio- sos protestantes, sociólogos, psicólogos e profissionais de diversas áreas. Atu- almente é organizada da seguinte forma.
1.4.1 Diretoria
Presidente: Pastor Silas Marchiori Tostes. Vice-presidente: Pastor Fernando Szymczak. Primeira secretária: Elaine Cristina Costa.
Segunda secretária: Rosimeire Alves de Oliveira. Primeiro tesoureiro: Roberto Antonio Sabiano. Segundo tesoureiro: José Paulo Charbel. Vogal: Pastor Eguinaldo Helio de Souza.
Diretores de programas sociais: Debora Lilian dos Santos Fahur e pas- tor Tercio Sá Freire de Oliveira.
1.4.2 Conselho Fiscal
Presidente: Silvia Oliveira França.
Membros: Elio Zarpelon e Maria Margarete Salgado. Suplentes: Cícero Rodrigues de Oliveira e Elza Janoni.
Esta administração possibilita e fomenta as ações da AEBVB, apresen- tadas a seguir.
1.5 Ações
1.5.1 Área religiosa
Por meio de uma equipe de voluntários e pastores ligados a diversas denominações, mantém uma capelania evangélica, dando apoio espiritual, sen- timental e religioso, buscando através da comunhão entre membros de igrejas e comunidades vivências para a socialização e recuperação do senso de família.
1.5.2 Área social
Uma equipe de psicólogos, pedagogos e educadores desenvolve proje- tos educacionais que abarcam a cosmovisão cristã no contexto de um Estado laico e no cotidiano das cidades.
1.5.3 Área de saúde
Psicólogos e enfermeiros acompanham diariamente as necessidades de crianças e adolescentes, monitorando o crescimento educacional, relacional e afetivo.
Contudo, para que AEBVB possa realizar seu trabalho, é necessário apresentar resultados e obter receita para os projetos, conforme os indicadores a seguir.
1.6 Indicadores 1.6.1 Atendimento
Segundo o Relatório Social de 2010, a AEBVB atendeu:
Crianças e adolescentes diretamente... 2.240 Famílias ... 938 Atendimento indireto ... 8.960 Intermediou durante seus vinte e cinco anos de existência junto às Va- ras da Infância e da Juventude a adoção e o retorno à família biológica de 832 crianças e adolescentes, segundo o relatório de atendimento de 2009/2010.
Casa Nova Vida e Cidade da Criança ... 144 Centro Comunitário Vou Vencer ... 600 Creche Gotinhas de Vida ... 115 LA São Paulo e Sorocaba ... 462 Colégio Vale da Bênção ... 170 Programa Ação Família ... 720
Em seguida podemos analisar o relatório de receitas.
1.6.2 Receita
Os recursos para manutenção do projeto são originários de três seg- mentos, sendo que os organismos públicos representam a maior parte, con- forme o gráfico abaixo:
33% 5% 6% 8% 21% 27%
AEBVB
AÇÃO FAMÍLIA GOTINHAS DE VIDA NOVA VIDA E CIDADE DA CRIANÇACOLÉGIO VALE DA BÊNÇÃO LA SÃO PAULO E SOROCABA VOU VENCER 49% 28% 23% 0%
AEBVB
PÚBLICOS DOAÇÕES PARCERIASRecursos Públicos ... 49% Doações ... 28% Parcerias Corporativas ... 23% Uma vez apresentados os resultados, verifica-se os reconhecimentos de órgãos públicos e privados.
1.7 Reconhecimento
No decorrer de seus 25 anos de existência, a AEBVB tem sido reco- nhecida como instituição de grande valor por várias esferas de governo, bem como no meio empresarial. Aqui são apontados alguns reconhecimentos obti- dos nas esferas federal, estadual, municipal e de entidades de classe, empre- sas e igrejas, dispostos no Relatório Social de 2010.
1.7.1 Inscrições e títulos
Utilidade pública federal – decreto de 16 de setembro de 1997, publi- cado no Diário Oficial da União, de 17 de setembro de 1997, seção 1, página 20.606, processo MJ 16.150/93-2.
Utilidade pública estadual, Estado de São Paulo, Lei 9.025, de 26 de setembro de 1994.
Utilidade pública municipal, Sorocaba, SP, Lei 5201, 16 de setembro de 1996.
Utilidade pública municipal, São Roque, SP, Lei 2.100 de 16 de setem- bro de 1996.
Utilidade pública municipal, Araçariguama, SP, Lei 371, de 27 de outu- bro de 2004.
Registro no CNAS, processo 44006.000426/97-85, resolução 173 de 22 de outubro de 1997.
SEADS/SP – inscrição 4302. SAS/SP – matricula 04/1063. CMDCA/SP – 1037/03.
CDMCA/Sorocaba – 47.
CDMCA/Araçariguama – 01/99.
COMAS/São Paulo – inscrição 897/2007. COMAS/Sorocaba – Inscrição 17.05.1999. COMAS/Araçariguama – inscrição 001/2000.
1.7.2 Prêmios e certificados
Prêmio Sorocaba Cidade Solidária –iniciativa da CPFL e do Jornal Cru- zeiro do Sul.
Prêmio Regional de Qualidade da Gestão – oferecido pelo Instituto de Excelência da Gestão (Ipeg).
Certificado de Entidade Cidadã – oferecido pela Câmara Municipal de Sorocaba.
Certificado Mude um Destino – oferecido pela Associação dos Magis- trados Brasileiros em favor das crianças e dos adolescentes que vivem em a- brigos.
Certificado Empresa que Educa – oferecido pelo SENAC, São Paulo.
1.7.3 Amigos e parceiros
A AEBVB é apoiada por 43 empresas e 22 igrejas que mensalmente contribuem com doações financeiras, materiais e alimentícias, que possibilitam o atendimento de qualidade juntamente com o apoio governamental, conforme verificamos no próximo tópico.
1.7.3.1 Governo
Governo do Estado de São Paulo. Prefeitura de Araçariguama, SP. Prefeitura de Lençóis Paulista, SP.
Prefeitura de São Paulo, SP. Prefeitura de São Roque, SP. Prefeitura de Sorocaba, SP. Fundação Casa.
Fundo Social de Araçariguama, SP.
Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fumcad). Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Dessa forma, o trabalho realizado pela AEBVB traz em seu escopo uma práxis cristã em um espaço público, fomentado pelo Estado. Neste primei- ro capítulo pode-se ver o reconhecimento e a aproximação de religião e Estado na causa social. De fato, as igrejas desfrutam de forte proximidade com a soci- edade, desburocratizando o sistema e permitindo uma resposta eficaz às ne- cessidades sociais, o que viabiliza ações públicas.
As instituições ligadas à religião merecem o reconhecimento, credibili- dade e prestigio perante o contexto das ONGs no Brasil como podemos verifi- car no quadro apresentando no início realizado pelo IBGE, coadunando com este quadro podemos verificar em Carvalho.
Segundo Carvalho (1997) “diante do contexto de precarização das polí- ticas públicas sociais, as entidades religiosas passam a se envolver no enfren- tamento da questão social, [...] compõem o projeto de reprodução social das famílias empobrecidas, [...] a igreja se faz presente no cotidiano de muitas fa- mílias e comunidades, sendo a instituição com maior credibilidade para a popu- lação fragilizada”.
Desta forma, se vê com objetividade a inferência da igreja em substitui- ção às ações do Estado que transfere suas obrigações através de parcerias e associação.
Enquanto a igreja faz expiação pelos necessitados suprindo suas ne- cessidades, o Estado entra em simbiose com a Igreja para suprir as necessi- dades assistenciais legitimando o trabalho da AEBVB, reforçando a necessida- de da presença da religião na construção educacional e social do cidadão.
No próximo capítulo, é apresentada a práxis da AEBVB, com ênfase na Cidade da Criança.
2 CIDADE DA CRIANÇA
Neste capítulo serão abordados alguns aspectos que envolvem a vi- vência e as experiências no trabalho desenvolvido pela AEBVB, especificamen- te na Cidade da Criança, objeto de nossa pesquisa. Através de entrevistas a funcionários, colaboradores, voluntários, dados estatísticos, reconhecimento da sociedade e governos, refletiremos sua visão, missão e valores.
2.1 Propostas de Trabalho
Durante o período de pesquisa foram realizadas entrevistas com o pas- tor Jonathan Ferreira, fundador do Vale da Bênção, diretoria, funcionários e abrigados. Essas entrevistas somadas a depoimentos e publicações internas permitem uma análise da proposta de trabalho
2.1.1 Visão
A visão da AEBVB no trabalho aplicado na Cidade da Criança é aco- lher crianças e adolescentes de 0 a 18 anos destituídos temporariamente de suas famílias por ordem judicial ou por meio dos Conselhos Tutelares, abrigan- do-os em nove casas-lares. Desenvolvendo atividades orientadas por pedago- gas e oferecendo assistência psicológica, médica, odontológica e apoio espiri- tual, dispõe ainda de escolas, cursos profissionalizantes, oficinas temáticas e grupos terapêuticos, buscando atender em um ambiente familiar as crianças e adolescentes abrigadas até decisão judicial.
Ana Silvia, bacharel em psicologia e administradora da Cidade da Cri- ança, relata:
A Cidade da Criança é um abrigo [para crianças e adolescen- tes] de 0 a 18 anos que abriga aqueles que chegam através do Judiciário e [do] Conselho Tutelar. [O interno] somente sai se a família estiver estruturada, retornando por ordem judicial ao
seio [da] família, ou se for destituído em definitivo, adotado ou completando 18 anos de idade [sic].
2.1.2 Missão
A AEBVB, entidade assistencial, filantrópica, sem fins lucrativos, tem por finalidade estatutária assistir e garantir direitos às crianças, adolescentes e familiares em situação de risco social, capacitando-os para o exercício da cida- dania, tendo como base uma referência cristã, visando à transformação inte- gral, preparando-os para a volta ao convívio familiar e social.
2.1.3 Valores
Para que possa cumprir a visão e concretizar sua missão, a AEBVB, por meio da Cidade da Criança, tem certos princípios e valores em seu escopo:
2.1.3.1 Espiritual
A oração é o combustível que motiva o trabalho na Cidade da Criança, e o projeto exerce sua espiritualidade cristã. Jonathan Ferreira afirma que a oração é um dos pilares da instituição, que acredita na reconstrução familiar mediante a proclamação do evangelho de Jesus, respeitando a liberdade de religião dos abrigados: “Amamos a Deus sobre todas as coisas, temos a Bíblia como referência de fé e prática, valorizamos a prática da oração, respeitamos as pessoas” (AEBVB, 2010, p. 2).
Sobre a oração, Roger Bastide (2006, p.166), em sua obra O sagrado selvagem e outros ensaios, oferece a seguinte definição:
Ela é uma comunicação que pode se dar através de objetos, gestos, palavras, no mais das vezes por uma combinação dos três, entre os homens e as forças sobrenaturais, dentro de uma relação estabelecida como assimétrica (a assimetria manifes- tando-se no discurso, assim como nos gestos simbolizando a súplica ou os objetos que significam essa atitude).
Da mesma forma, Ana Silvia, administradora da Cidade da Criança, relata:
Através da Bíblia Sagrada se busca inserir a ética e a moral, fortalecendo a cooperação, [o] amor, [a] valorização do ser humano [e a] espiritualidade. Mesmo sabendo que a instituição é evangélica, não se obrigam os adolescentes a participar de cultos, ouvir música evangélica ou qualquer outra forma obriga- tória que possa ser considerada proselitismo [sic].
Como instituição evangélica, fundamenta a crença de que crianças e adolescentes em situação de risco social devem ser assistidas pela igreja no cumprimento da missão social de assistir os órfãos e necessitados. O contato com o sagrado, ou seja, uma intimidade com Deus, agregado aos serviços dis- postos gera transformação ética, moral e espiritual, conduzindo-os à valoriza- ção da vida e da cidadania. Dessa forma não se está afirmando meramente uma perspectiva transcendente, mas uma práxis aliada com a fé.
2.1.3.2 Ética e transparência
Percebe-se uma preocupação com divulgação e transparência aos man- tenedores e pretensos mantenedores, bem como diante da opinião pública e do governo quanto ao uso dos recursos destinados à instituição, seja pelo Estado, seja pela iniciativa privada. “Agimos com ética, administramos com responsabili- dade, exercemos liderança compartilhada. Construímos parcerias, preservamos e respeitamos o meio ambiente onde convivemos” (AEBVB, 2010, p. 2).
Sendo uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, se mantém por meio de contribuições de pessoas jurídicas e físicas, de igrejas mediante doa- ções voluntárias, feitas por meio de depósitos bancários e ainda verbas gover- namentais, por meio de convênios. Constantemente veicula-se o trabalho em mídia impressa e audiovisual, em igrejas, empresas e reuniões particulares, no intuito de levantar fundos para sustento e ampliação de sua ação social. Vale
ressaltar que conquistou o direito de receber como doação créditos da Nota Fiscal Paulista.10
A diretora dos programas sociais da instituição, Débora Lília dos Santos Fahur, diz:
Através deste relatório Anual 2010, reconhecemos o quanto fomos abençoados pelo Deus que ama crianças, e transforma para melhor os seus caminhos. Reconhecemos também o es- forço dos nossos colaboradores, que dia a dia se dedicam para educar e ensinar crianças e adolescentes. E a participação efe- tiva dos doadores e parceiros que têm estado presente através de suas contribuições tão significativas. Nossa expectativa é que ao ler este relatório de atividades, você possa conhecer melhor nossas atividades. Que possa também estar sensível a prosseguir nessa caminhada, apoiando e abençoando crianças e famílias [sic] (AEBVB, 2010, p. 4).
Percebe-se nessa declaração a relação da instituição com o sagrado. Para exemplificar a declaração de Débora Lília dos Santos Fahur, toma-se co- mo base o texto de Mateus 18.1-14, onde se apresenta a referência a criança. Nesse texto Jesus Cristo é indagado por seus discípulos sobre quem era o maior no reino dos céus.
Jesus Cristo então chama um menino e coloca-o como exemplo em meio aos discípulos, afirmando que aquele que se tornasse humilde como a- quele menino seria o maior no reino dos céus. Afirma ainda que aquele que recebe um menino em seu nome também o receberia e que se algum dos seus discípulos fizesse mal a alguma criança melhor seria pendurar um peso ao pescoço e se jogar ao mar. Ainda afirma que não é da vontade de Deus que nenhum dos pequeninos se perca. Dessa forma, a Cidade da Criança exerce seu papel de alcance integral da igreja, acolhendo crianças e adolescentes em situação de risco social, intervindo em conjunto com autoridades para que suas dores sejam amenizadas.
Percebe-se nestes depoimentos a vivência do sagrado na instituição. Peter Berger (2004, p.39) em O dossel sagrado comenta:
10 O Programa Nota Fiscal Paulista devolve 30% do ICMS efetivamente recolhido pelo
estabelecimento a seus consumidores. Ele é um incentivo para que os cidadãos que adquirem mercadorias exijam do estabelecimento comercial o documento fiscal. Os consumidores que informarem o seu CPF ou CNPJ no momento da compra poderão escolher como receber os créditos e ainda concorrerão a prêmios em dinheiro. (http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/).
O sagrado é apreendido como algo que “salta para fora” das rotinas normais do dia a dia, como algo de extraordinário e potencialmente perigoso, embora seus perigos possam ser domesticados e sua força aproveitada para as necessidades cotidianas”.
2.1.3.3 Humano
Uma vez que a figura do sagrado está presente nas vivências da insti- tuição, é compreensível que haja também a valorização do indivíduo. Geral- mente pessoas em situação de risco social são estigmatizadas e, nesse senti- do, os abrigados da instituição são conhecidos como as crianças do Vale da Bênção. Dessa forma, a valorização do indivíduo se faz necessária para que sejam respeitadas e aceitas na reintegração à sociedade.
Para que o indivíduo se sinta acolhido, a instituição oferece condições para que tenham experiências reais com Deus, valorizem o trabalho, a família e a comunidade, de forma a descobrir o valor pessoal e se preparar para ter uma vida digna, independentemente do fato gerador de sua estada na instituição. Nesse sentido, o valor da vida para o ser humano pode ser vivenciado por meio do amor de Deus.
Peter Berger (2004, p. 29) diz: “O indivíduo é socializado para ser uma determinada pessoa e habitar um determinado mundo”. Sendo assim, se pro- cura a valorização do indivíduo, com o entendimento de que todo ser humano é imagem e semelhança de Deus.
2.1.3.4 Excelência
Uma vez que se classifica como instituição sem fins lucrativos e não governamental, com o objetivo de apoiar serviço de caráter público, é funda- mental a integridade para se adquirir excelência. Nessa dialética, adquire-se credibilidade pela excelência do serviço a que se presta, esperando-se gerar nas crianças a formação de um cidadão autônomo e independente.
O Pastor Jonathan Ferreira declara: “Temos recebido centenas de cri- anças e adolescentes na Cidade da Criança. Temos tido a felicidade de acom-
panhar o desenvolvimento de centenas deles. Alguns já terminaram faculda- des, outros estão casados e têm filhos, foram amparados na hora certa” (AEBVB, 2010, p. 3).
Da mesma forma, Debora Lilia, diretora de programas sociais, declara: Presenciamos a chegada de muitas crianças para serem atendi- das em nossas casas-lares, vivenciamos a saída de muitos jo- vens ao completarem seus 18 anos. E, especialmente em 2010, pudemos de forma graciosa reencontrar jovens que compuse- ram suas próprias famílias, que têm seus próprios filhos. Muito deles, com um bom emprego, convivendo com as responsabili- dades de pais e mães de família (AEBVB, 2010, p. 4).
2.1.3.5 Educação
A educação da criança e do adolescente tem seu valor especial no processo de socialização no Vale da Bênção. Geralmente as crianças e ado- lescentes atendidos vêm de lares cuja estrutura familiar não foi capaz de pro- porcionar uma educação eficaz através da rede de ensino. Nesse sentido é comum que esse indivíduo tenha problemas para se submeter a regras, obedi- ência e uma escala de valores da sociedade, o que justifica a valorização da educação pela instituição.
A administradora da Cidade da Criança, Ana Silvia, questionada sobre a educação, relata: “Todas as crianças estudam, fazem oficinas, [participam de] coral, cursos junto à comunidade. Alguns estudam no colégio do Vale da Bênção e os demais na rede pública de ensino municipal e estadual [sic]”.