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Kollektive eller institusjonsbestemte mål?

6.2 Kommunikasjon

6.3.3 Kollektive eller institusjonsbestemte mål?

O applet desenvolvido na linguagem JavaTM tem como função proporcionar ao

usuário a visualização dos elementos que serão alocados sobre o espaço do canteiro de obras, tendo estes as dimensões de acordo com as ações anteriores no uso da ferramenta, em cada fase.

Após o usuário ter carregado os arquivos na tela de upload, definir os recebimentos de materiais e, consequentemente, os estoques com dimensões e formas de estocagem, ao visitar o a tela “Visualização”, o sistema gera automaticamente um arquivo em formato texto (txt) que alimenta o applet. A cada visualização do usuário o sistema gera um nome diferente para o arquivo txt, possibilitando uso simultâneo em máquinas diferentes, formado pelo nome do projeto atual e números aleatórios que fazem essa distinção. Um problema nesse caso é que ainda não é feito um controle das versões do leiaute salvo, ou seja, sempre que o último usuário gravar o resultado de sua interação com o sistema, essa versão sobreporá à anterior. Isso exige um controle em caso de equipe de trabalho, por exemplo.

A Figura 29 traz a descrição dos campos encontrados na tela do applet, onde o usuário interage durante a elaboração do leiaute.

Figura 29: Interface do applet JavaTM com os campos que a compõem. Onde:

• 1 – listagem dos recursos presentes, por onde podem ser acessados; • 2 – largura do espaço para armazenamento do recurso;

• 3 – profundidade do espaço para o estoque; • 4 – altura do espaço de estocagem;

• 5 – quantidade do material, a qual deverá ser mantida a mesma quando o usuário alterar as outras dimensões do espaço reservado para o estoque; • 6 – controle deslizante para definição do ângulo de rotação para o elemento; • 7 – campo onde o usuário escolhe mostrar ou não o nome do recurso (ou

“rótulo”) no leiaute;

• 8 – recurso para auxiliar o usuário a alocar os elementos no canteiro calculando as distâncias x quantidade de material (explicação na seqüência do texto);

• 9 – botão para que o leiaute atual seja salvo; • 10 – botão de impressão do leiaute;

• 11 – seleção para mover os elementos ou medir distâncias sobre a imagem; • 12 – seleção para traçado de linhas sobre a imagem;

• 13 – botão para apagar linhas;

• 14 – botão para ajuste da escala dos elementos em relação à imagem de fundo;

• 15 – botão para zoom in (aproxima) e out (afasta), para visualização de detalhes;

• 16 – botão para movimentação da área visualizada na tela que, em caso de zoom, pode já não caber completa na janela de visualização;

• 17 – botão para que o leiaute da fase imediatamente anterior seja mostrado (em modo esmaecido) junto com o da fase selecionada;

• 18 – abas contendo as fases com seus rótulos mostrando a data de início, por onde são acessadas;

• 19 – listagem das imagens carregadas no servidor, disponíveis para serem usadas como planos de fundo das fases;

• 20 – imagem de fundo;

• 21 – linha para tomada de distâncias;

• 22 – representação da grua com o raio de ação; • 23 – linha tracejada desenhada pelo usuário;

• 24 – elementos já alocados com um texto descritivo e com uma cor ou textura para distinção;

• 25 – local onde ficam todos os elementos pertencentes à determinada fase ainda a serem alocados pelo usuário.

Com relação às alterações das dimensões dos elementos dispostos sobre a tela, o usuário pode fazê-lo digitando novos valores na caixa de texto referente à dimensão que deseja ser mudada até que encontre o tamanho conveniente, agora visualizando o recurso dentro do espaço disponível para o terreno. A quantidade total de material deverá ser mantida. Para tanto há que se fazer a proporção entre as outras dimensões para que sejam ajustadas a partir de um fator k, conforme a equação 1 abaixo:

Além disso, uma seqüência para a compensação de parâmetros é mantida: Largura Profundidade Altura . Assim, se o usuário aumentar a altura, o sistema modificará a largura, mantendo constante o valor quantidade*k. Alterando a largura, a compensação será aplicada à profundidade e assim por diante. Dessa maneira, o usuário pode definir como desejar quaisquer duas das três dimensões e o sistema recalculará a terceira para manter a quantidade de armazenagem necessária constante, estabelecida previamente.

Esse aspecto se aplica aos estoques de recursos e não para as instalações temporárias, podendo, neste caso, o usuário definir as três dimensões como lhe convier. No caso da grua, o terceiro parâmetro define seu raio de alcance (comprimento da lança), representado como um círculo translúcido no leiaute.

A escala na imagem de fundo e dos elementos do canteiro deve ser ajustada para que seja a mesma. Para isso, após ativar-se a opção “Escala”, pode-se medir qualquer dimensão conhecida (basta clicar e arrastar entre os dois pontos a medir) representada na imagem de fundo do leiaute e informar o valor real, em metros, da medida recém tomada. Imediatamente os elementos do canteiro serão escalados para a mesma escala da imagem de fundo.

Para cada fase, o usuário pode escolher uma imagem de fundo, que ficará registrada no banco de dados para resgate posterior do leiaute já criado e salvo, junto com a respectiva escala.

Para a alocação dos elementos, o profissional conta com um recurso para auxiliá-lo, além dos conhecimentos adquiridos a respeito de como gerar um arranjo mais viável para o canteiro. Trata-se de um método para localização dos elementos chamado modelo do centro de gravidade, como apresentado em Ferreira (1998), onde se calcula a posição com base na distância, no custo e na quantidade transportada, determinando as coordenadas do centro de gravidade (relativas à posição atual do elemento) através do produto desses fatores, como mostram as equações 2 e 3. Cada elemento tem sua localização definida, individualmente, de acordo com exigência de produção e fatores considerados importantes.

∗ ∗ ∗ = i i i i xi x C P C P dir G (2) e ∗ ∗ ∗ = i i i i i y y C P C P dir G (3) Onde:

Gx, Gy são as coordenadas do centro de gravidade;

dir (x,y) é a distância horizontal ou vertical da movimentação da localidade (i);

Pi é o volume ou quantidade transportada da localidade (i);

Ci é o custo de transporte na direção especificada, da localidade (i).

Usando esse recurso, o sistema posiciona automaticamente um elemento no centro de gravidade, em função da definição de duas ou mais localidades com suas respectivas quantidades e custos de deslocamentos. Com isso, o usuário pode fazer uso de uma técnica de otimização que, se realizada manualmente, seria muito trabalhosa e, por isso mesmo, raramente executada. Para usar este recurso o usuário, estando com um recurso selecionado na tela, marca a opção “G” na interface do applet e passa a fazer a escolha de pontos ou “pólos” clicando sobre a imagem. Quando escolhe uma posição para um “pólo” este fica marcado como um círculo e um painel de diálogo é aberto contendo os campos “Quantidade” e “Custo”. Junto à “Quantidade” o usuário digita a quantidade máxima para aquele “pólo” e determina se é um ponto de entrada (pode ser entendido como ponto de descarregamento, por exemplo, portão de acesso) ou saída, diferenciando pontos de origem e destino bem como a quantidade do material em cada local. Dessa forma um material pode ser descarregado em um ponto inicial (“pólo” de entrada) e levado para outros destinos (“pólos” de saída) diferentes (frentes de trabalho ou pontos de uso ou manipulação do recurso, por exemplo). Com a criação dos “pólos” pelo usuário o sistema mostra as linhas ou ligações entre eles, podendo vê-las ou deixá- las invisíveis. Com os pontos posicionados, o usuário pode atuar sobre eles modificando o posicionamento de acordo com a necessidade vista no canteiro,

enquanto visualiza a movimentação do retângulo (“boxe”) representativo do elemento sobre a imagem até um local que encontre o equilíbrio mediante a posição dos “pólos” e o cálculo feito nas equações 2 e 3. Considerando o produto quantidade x custo para cada “pólo”, nota-se que quanto maior o valor mais próximo deste pontoo elemento será posicionado. Como o posicionamento é feito pelo sistema, situações inviáveis podem ocorrer, tais como um elemento ser posicionado em local indevido como uma passagem ou impedindo a entrada, entre outras. Nesse caso o usuário poderá agir sobre o elemento e reposicioná-lo em algum local mais próximo possível daquele calculado pelo sistema, evitando interferências.

Depois de chegar ao leiaute do canteiro considerado mais adequado, o usuário deve salvá-lo para uso posterior. Sempre que o usuário clica no botão “Salvar” para guardar o leiaute pronto, o applet envia os dados de volta ao servidor que atualiza o banco de dados com as alterações de dimensões feitas para o arranjo definido. É também possível imprimir o leiaute criado para fazer parte da documentação da obra e para consultas direto “in loco”, já que poderá estar sempre atualizado devido à facilidade de fazer alterações e novas impressões.

Outra possibilidade de uso da ferramenta, através do applet, é o desenho de linhas tracejadas para representação, por exemplo, do caminhamento para o fluxo de algum material até um equipamento, do espaço a ser liberado abaixo das bandejas de proteção, presentes logo após o início dos trabalhos na primeira laje, evitando alocar algum elemento sob elas, entre outras situações onde seja necessário representar através de linhas, marcação de linhas de tubulação de água e esgoto etc.