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2 Pasientbehandling med fokus på pasientsikkerhet og samhandling
2.6 Klage og tilsynssaker om forsvarlighet i pasientbehandlingen
O superendividamento dos consumidores de crédito vem se tornando uma preocu- pação central em quase todas as sociedades nas quais o crédito ofertado às pessoas físicas tornou-se amplamente disponível e democratizado. Nesse contexto de ampliação e de complexização das relações de crédito, novas práticas e estratégias econômicas surgem, estimulando o debate acerca de novos mecanismos de regulação do sistema bancário, além de suscitar medidas para prevenir e aliviar processos de endividamento excessivo das pessoas físicas.
Esta obra oferece, a partir de uma base de dados de abrangência nacional, diferentes perspectivas e problemáticas em torno do superendividamento do consumidor de cré- dito no Brasil, procurando revelar e relacionar as suas causas, extensões e repercussões na economia doméstica dos brasileiros.
Os resultados empíricos e conceituais apresentados fornecerão importantes bases para o enfrentamento do tema por pesquisadores, advogados, magistrados, enfim, por operadores do Direito, influenciando, direta e indiretamente, na construção de políticas públicas de prevenção e de regulação em torno do acesso ao crédito.
PORTO, A. C. Maristrello; BORGES, D.; LUKIC, M. S. R.; SAMPAIO, P. R. P. (Orgs.). Superendividamento no Brasil. v. 2. Curitiba: Juruá, 2016.
FGV DIREITO RIO 66
O superendividamento dos consumidores de crédito vem se tornando uma preocu- pação central em quase todas as sociedades nas quais o crédito ofertado às pessoas físicas tornou-se amplamente disponível e democratizado. Nesse contexto de ampliação e de complexização das relações de crédito, novas práticas e estratégias econômicas surgem, estimulando o debate acerca de novos mecanismos de regulação do sistema bancário, além de suscitar medidas para prevenir e aliviar processos de endividamento excessivo das pessoas físicas.
Esta obra oferece, a partir de uma base de dados de abrangência nacional, diferentes perspectivas e problemáticas em torno do superendividamento do consumidor de cré- dito no Brasil, procurando revelar e relacionar as suas causas, extensões e repercussões na economia doméstica dos brasileiros.
Os resultados empíricos e conceituais apresentados fornecerão importantes bases para o enfrentamento do tema por pesquisadores, advogados, magistrados, enfim, por operadores do Direito, influenciando, direta e indiretamente, na construção de políticas públicas de prevenção e de regulação em torno do acesso ao crédito.
PORTO, A. C. Maristrello; BORGES, D.; LUKIC, M. S. R.; SAMPAIO, P. R. P. (Orgs.). Superendividamento no Brasil. v. 2. Lisboa: Juruá, 2016.
O artigo apresenta um panorama das reformas regulatórias vivenciadas pelo país desde o processo de desestatização dos anos 1990 até o advento da Medida Provisória 579/2012. Sustenta-se que o setor elétrico brasileiro necessita de aprimoramentos regu- latórios que sejam capazes de levar o país a um equilíbrio entre objetivos de curto prazo, geralmente associados à modicidade tarifária, e de longo prazo, garantindo-se seguran- ça do suprimento e remuneração adequada aos investidores.
DUTRA, J. C.; LOPES, E. D. G.; SAMPAIO, P. R. P. Twenty Years of Regulation in the Brazilian Electricity Sector. In: FAN, Yongming; PAN, Zhongqi; PEREIRA, Lia Baker Valls; VELOSO, Fernando (Orgs.). Infrastructure — Perspecti- ves of Brazil and China (original title in Chinese). Shangai: Ewen, 2016. p. 360-379.
FGV DIREITO RIO 68
O superendividamento dos consumidores de crédito vem se tornando uma preocu- pação central em quase todas as sociedades nas quais o crédito ofertado às pessoas físicas tornou-se amplamente disponível e democratizado. Nesse contexto de ampliação e de complexização das relações de crédito, novas práticas e estratégias econômicas surgem, estimulando o debate acerca de novos mecanismos de regulação do sistema bancário, além de suscitar medidas para prevenir e aliviar processos de endividamento excessivo das pessoas físicas.
Esta obra oferece, a partir de uma base de dados de abrangência nacional, diferentes perspectivas e problemáticas em torno do superendividamento do consumidor de cré- dito no Brasil, procurando revelar e relacionar as suas causas, extensões e repercussões na economia doméstica dos brasileiros.
Os resultados empíricos e conceituais apresentados fornecerão importantes bases para o enfrentamento do tema por pesquisadores, advogados, magistrados, enfim, por operadores do Direito, influenciando, direta e indiretamente, na construção de políticas públicas de prevenção e de regulação em torno do acesso ao crédito.
SAMPAIO, P. R. P.; PORTO, A. C. Maristrello. Perfil do supe- rendividado brasileiro: uma pesquisa empírica. In: PORTO, A; BORGES, D; LUKIC, M; SAMPAIO, P. (Orgs.). Superen- dividamento no Brasil. v. 2. Curitiba: Juruá, 2016. p. 35-67.
O direito da energia é um processo de construção de um conhecimento jurídico pragmá- tico. Ao longo dos últimos anos, vem sendo produzida no Brasil uma regulação legislativa e infralegislativa muito ampla no setor da energia elétrica. Como resultado, a sociedade brasi- leira passou a conviver com uma extensa regulação, sobre temas muito diversos, mas sem uma meditação sistêmica e organizada sobre esses temas. O resultado tem sido dramático. Não apenas para os próprios operadores do direito, mas para a sociedade em seu conjunto. A ausência de meditação doutrinária acarreta a inexistência de discussões científicas e, mes- mo, políticas sobre o conteúdo da regulação existente. Os dois primeiros volumes da série “Temas Relevantes no Direito de Energia Elétrica” propiciaram a sistematização de questões essenciais e relevantes. Mas há muito ainda por ser discutido, desenvolvido e analisado. Daí a importância desse terceiro volume. Nele, são examinados temas de direito constitucional, relacionados com os limites da competência da ANEEL. Há, também, questões de Direito Ad- ministrativo especial, tal como a disciplina dos contratos de concessão, revisões e segurança jurídica, além de matéria de direito tributário, envolvendo a tributação da comercialização da energia elétrica. Há abordagens de direito econômico, versando sobre a análise de impacto regulatório e da renovação das concessões no setor elétrico, e de direito ambiental, versando sobre licenciamento. São trabalhos essenciais para o progresso do Direito de Energia Elétri- ca. Fábio Amorim da Rocha, exímio especialista no setor, que abrilhanta a coordenação da
DUTRA, J. C.; SAMPAIO, P. R. P.; KAIRO, M. A jurisprudên- cia do TCU sobre o setor elétrico — uma análise da juris- prudência do Tribunal sobre as políticas públicas setoriais nos últimos cinco anos (2012-2016). In: DA ROCHA, Fábio Amorim (Org.). Temas relevantes no direito de energia elétrica. Rio de Janeiro: Synergia, 2016. p. 405-432.
FGV DIREITO RIO 70
A (ausência de) efetiva autonomia financeira tem sido um dos mais polêmicos temas envolvendo as agências reguladoras no país. Os artigos que compõem esta obra são re- sultantes de pesquisa realizada em 2016 no âmbito do Mestrado em Direito da Regulação da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito Rio). A proposta iniciou-se a partir de constatação de que a autonomia financeira constitui (ou deveria constituir) uma dimensão relevante da autonomia reforçada das agências reguladoras, caracteriza- das, em suas respectivas leis de criação, como “autarquias em regime especial”. A hipó- tese sobre a qual se debruçou o grupo de pesquisa consistia em que referida autonomia reforçada, embora legalmente prevista, seria significativamente restringida em decorrên- cia de normas de natureza financeira e orçamentária. A relevância e a atualidade do tema são ilustradas por decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) que, ao menos em duas oportunidades, sublinharam a ausência de autonomia financeira das agências regu- ladoras federais. A oportunidade da realização deste livro decorreu da pouca literatura nacional dedicada especificamente ao tema. Com a publicação deste livro, o Programa de Mestrado em Direito da Regulação da FGV Direito Rio dá continuidade à sua missão de contribuir para o pensamento crítico em torno da regulação da atividade econômica. Certamente, as controvérsias acerca da extensão e dos limites da autonomia financeira das agências reguladoras não se esgotam com esta obra, mas entendemos que os arti- gos que se seguem compõem um rico conjunto de diferentes dimensões do problema que deverão ser consideradas no seu enfrentamento, podendo, inclusive, contribuir para os debates parlamentares relativamente às propostas legislativas ora em tramitação.
SAMPAIO, Patrícia; GUERRA, Sérgio (Orgs.). Autonomia financeira das agências reguladoras. Curitiba: Juruá, 2016. 230 pp.
This book provides an up-to-date and comprehensive analysis of Latin American ca- ses brought before the International Court of Justice, demonstrating state practices and litigation at the international level. It does so by providing summaries of all contentious cases submitted by or against Latin American states before the Court in order to illustra- te case law, and is organized according to specific subjects to highlight the contribution of Latin American states to the peaceful settlement of disputes and to international law in general. Furthermore, the book is enhanced by informative tables and graphs detai- ling the participation of Latin American states and judges in cases presented before the International Court of Justice, and includes a general and specific bibliography devoted to all the cases evaluated.
The chapters presented here fill existing gaps in the literature and will be of use to an international audience, including academic libraries, the judiciary (both national and international), practitioners of international law, government institutions, academics, and students alike. It will also be of interest to anyone investigating international dispute re- solution, particularly Latin American academics and practitioners.
ALMEIDA, Paula Wojcikiewicz; BRANDÃO, Júlia; WEIN- GARTNER, A. A Latin American Guide to the Internatio- nal Court of Justice Case Law. Cambridge: Cambridge Scholars, 2016.