5 Forslag til rammelovgivning for Den norske kirke
9.4 Kirkemøtets myndighet og soknets private autonomi
As amostras para a determinação de arsénio foram recolhidas em frascos de plástico com tampa azul de 500 mL. Este material, antes de ser colocado a uso, é descontaminado com uma solução de ácido nítrico 10 % (v/v). O material permanece em contacto com o ácido durante pelo menos 24 horas, sendo depois enxaguado com água ultrapura [165, 166].
Para o armazenamento, é adicionado a cada amostra 2,5 mL de ácido nítrico suprapur à chegada ao laboratório.
3.6.2. Descontaminação de material
Todo o material de vidro, graduado e volumétrico, foi descontaminado com uma solução de ácido nítrico 10 %, estando mergulhado nesta solução pelo menos 24 horas. Após este período, foi enxaguado com água ultrapura. Os copos de reagentes e amostras para o injetor automático do espetrómetro de absorção atómica, bem como as pontas de micropipetas, foram descontaminados seguindo o mesmo procedimento [165, 166].
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3.6.3. Preparação de soluções
Todas as soluções foram preparadas seguindo um procedimento interno adotado pela empresa Águas do Noroeste, S. A [166].
Solução comercial de nitrato de níquel
A solução de nitrato de níquel, utilizada como modificador de matriz, foi preparada por diluição de uma solução comercial de nitrato de níquel.
Para se preparar esta solução mediu-se com uma micropipeta (2,0 ± 0,6) mL da solução comercial para um balão volumétrico de (100,0 ± 0,1) mL. O volume do balão foi perfeito com água ultrapura acidificada com 0,1 % de ácido nítrico.
Solução padrão mãe de arsénio para curva de calibração
A solução padrão de arsénio utilizada para a elaboração da curva de calibração (CC), com concentração (1000 ± 1) µg/L, foi preparada por diluição de uma solução padrão comercial com concentração (1000 ± 1) mg/L.
Para isso mediu-se, com uma micropipeta, (1,0000 ± 0,0006) mL da solução padrão comercial para um balão volumétrico de (1000,0 ± 0,4) mL. O volume foi perfeito com água ultrapura acidificada com 0,1 % de ácido nítrico.
Solução padrão de arsénio para CC
A solução padrão mãe de arsénio utilizada para a elaboração da curva de calibração, com concentração (15,00 ± 0,03) µg/L, foi preparada por diluição da solução padrão de arsénio para a curva de calibração.
Para isso, mediu-se com uma micropipeta (750,0 ± 0,6) µL da solução padrão mãe de arsénio para CC para um balão volumétrico de (50,00 ± 0,06) mL. O volume foi perfeito com água ultrapura acidificada com 0,1 % de ácido nítrico.
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Solução padrão mãe de arsénio para controlo de qualidade
A solução padrão de arsénio utilizada para o controlo de qualidade (CQ), com concentração (1000 ± 1) µg/L, foi preparada seguindo o mesmo procedimento da preparação da solução padrão mãe de arsénio para a curva de calibração.
Soluções padrão de arsénio para CQ
Foram preparadas 3 soluções padrão de arsénio para CQ, todas por diluição da solução preparada no ponto anterior.
Para a solução com concentração (3,000 ± 0,008) µg/L mediu-se, com uma micropipeta, (300,0 ± 0,7) µL da solução mãe para um balão de (100,0 ± 0,1) mL. Para a solução com concentração (9,00 ± 0,01) µg/L mediu-se (900,0 ± 0,6) µL também para um balão de (100,0 ± 0,1) mL. Para a solução com concentração (15,00 ± 0,03) µg/L mediu-se (750,0 ± 0,6) µL para um balão volumétrico de (50,00 ± 0,06) mL. Em todos os casos descritos, o volume do balão foi perfeito com água ultrapura acidificada com 0,1 % de ácido nítrico.
Solução de arsénio para ensaio de recuperação
A solução de arsénio preparada para o ensaio de recuperação foi preparada utilizando uma amostra, com concentração desconhecida. Para isso adicionou-se (600,0 ± 0,7) µL da solução padrão mãe de arsénio para CQ a um volume final de (100,0 ± 0,1) mL de uma amostra aleatória.
3.6.4. Espetroscopia de absorção atómica – forno de grafite
A concentração de iões de arsénio, em solução aquosa, foi determinada por espetroscopia de absorção atómica com forno de grafite (EAAFG).
Esta é uma técnica de análise bastante utilizada para determinar qualitativa e quantitativamente a presença de metais em soluções, especialmente quando estes estão presentes em pequenas concentrações. Confere limites de deteção extremamente reduzidos (na ordem do ppb) utilizando volumes de amostra pequenos (entre 5 e 50 µL). No entanto, é uma técnica muito sujeita a contaminações e interferências de matriz e de background, a sua gama de trabalho é muito restrita.
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O princípio do método baseia-se em determinar a presença e quantidade de um determinado metal presente numa solução aquosa, recorrendo à absorção de radiação eletromagnética por parte dos eletrões. Consequentemente, estes eletrões sofrem um salto quântico ao serem excitados por uma fonte de energia, como o forno de grafite no caso desta técnica. Depois do salto quântico, os eletrões têm tendência a voltar ao seu estado fundamental, libertando energia na forma de fotão. Por sua vez, o fotão absorve radiação ultravioleta emitida pela fonte específica, o cátodo oco, do elemento metálico. Por este método eliminam-se possíveis interferências, já que eletrões de outros átomos que também sofram um salto quântico não absorverão radiação no seu regresso ao estado fundamental, pois apenas absorvem radiação com comprimentos de onda específicos do seu próprio metal [167].
No entanto, este método pode apresentar algumas limitações relativas a interferências, podendo estas resultar de absorção molecular ou de efeitos de matriz. O primeiro caso acontece quando componentes da matriz da amostra se volatilizam durante a atomização, resultando numa absorção de banda larga.
Para o segundo caso, a utilização de modificadores de matriz pode ser útil na minimização de interferências e no aumento da sensibilidade analítica. A sua utilidade pode ser determinada através da avaliação da recuperação de uma amostra com uma adição conhecida de padrão do analito a determinar. Se a taxa de recuperação for próxima de 100 %, então a matriz da amostra não afeta a análise. Alguns modificadores realçam a remoção de matriz, isolando o metal, enquanto outros inibem a volatilização do metal, permitindo a utilização de temperaturas mais elevadas e o aumento da eficiência da remoção da matriz.
Normalmente, as determinações são feitas através do aquecimento da amostra em três ou mais etapas. Na primeira, uma corrente de baixa intensidade aquece o tubo de grafite de modo a secar a amostra. Na segunda etapa, o tubo de grafite é levado a uma temperatura intermédia, que destrói a matéria orgânica e volatiliza outros componentes da matriz. Finalmente, uma corrente de elevada intensidade aquece o tubo a uma temperatura que atomiza o elemento a ser determinado. Todo este processo ocorre em atmosfera inerte. Entre as atomizações consecutivas há uma fase de arrefecimento e limpeza do tubo de grafite. Depois da atomização, quando se dá o retorno ao estado fundamental, o vapor atómico resultante absorve radiação monocromática proveniente da fonte, seno depois medida a intensidade da radiação
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