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do Sujeito Unidades de Significação Asserções Articuladas Unidades de Significado

1) “Vamos fazer a lista de brinquedos, vamos fazer o nosso livro, então vamos escrever brinquedo e o aluno escreveu “toy”... era mais fácil

escrever “toy”... brinquedo é

enorme; o resto da lista foi em Português na fase do pré- silábico, silábico alfabético.”

1) A aprendizagem se dá de um modo consequente ao ensino. A criança se apropria daquilo que acha que é conveniente, dentro da sua particularidade. Não se identifica como ela ocorre. (2,10)

1) A aprendizagem em situação bilíngue evolui conforme a particularidade do sujeito. Ela é natural, o visual e o concreto fazem a alfabetização acontecer. A aprendizagem do Inglês é favorecida pela do Português. O aluno aplica o conhecimento fonético da leitura Português e do Inglês. Esse conhecimento se impõe de modo natural. As crianças se ajustam à escrita criando estratégias pessoais de reprodução sonora ortográfica da escrita, até reconhecerem essa razão.

1, 2, 5, 6, 8, 13

2) “O que acontece dentro da cabeça deles, a gente não sabe , a gente dá o subsídio, joga as informações, a criança se apropria daquilo que ela acha que é conveniente no momento dela.”

2) A aprendizagem é natural. Nela o visual e o concreto fazem a alfabetização acontecer. (9)

2) O ensino de Inglês baseia-se inicialmente na linguagem oral, associa-se a seguir à figura do nome, prossegue-se com a escrita de palavras de poucas sílabas, e então fonetizam-se as relações individuais dos grafemas nas palavras selecionadas.

A

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3) “...tinha tudo no ambiente que motivava a criança à escrita das duas línguas ...não existia o compromisso com a alfabetização.”

3) O sujeito do ensino têm características especiais, seu desenvolvimento é rápido e seu momento é diário. (18; 20)

3) O ensino de Português acompanha o procedimento do Inglês, prevalecendo o modelo de ensino fonético. O ensino não fonético para o Português provoca confusões sonoro- ortográficas no uso dos idiomas.

11, 12

4) “A criança não escreve em Inglês, apenas há linguagem oral.”

4) A linguagem oral para o Inglês das crianças em educação infantil, é muito facilitada pelas condições de seus “tempos” do desenvolvimento; há diferença nessa aprendizagem entre as crianças. (12; 13)

4) O sujeito do ensino evolui rapidamente; o desenvolvimento da linguagem oral para o Inglês é muito facilitada pelas condições do seu tempo de desenvolvimento.

3, 4

5) “Dá-se uma palavra, uma figura, “dog” e então a escrita

com “sílabas pequenas”, na educação infantil a criança se apropria da fala e então o fonético.”

5) A aprendizagem da leitura e da escrita em Inglês é favorecida pela do Português.

O aluno aplica o conhecimento fonético da leitura em Português ao Inglês. É uma aprendizagem mágica. (11)

5) Os contextos do ensino com estímulos identificáveis, reconhecidos pelos sujeitos, motivam para a aprendizagem dos idiomas.

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6) “A alfabetização em Português também tinha que ser fonética, porque se fizesse o “ba, be, bi, bo, bu” estava indo contra a proposta do Inglês que é fonético, e assim eles falavam qual era a letra, porque se eu fizesse silabado, isso ia dar um choque entre as duas idéias.”

6) A aprendizagem da leitura em Português, como o apoio da escrita, e logo da visualização é favorecida pela familiaridade às letras, que vai se impondo, não é forçada é natural.

(16)

7) “Confundiam quando era “house”,

porque ensina-se o rrr... o som do H em inglês, e como já tinha ensinado o “R” rrr... então era simples.”

7) O contexto do ensino com estímulo identificáveis pelos seus sujeitos, favorece à aprendizagem. O ambiente motivador favorece a aprendizagem dos idiomas. (3, 14,

17)

8) “O silabado era melhor... se a professora dá o fonético, a criança fica completamente perdida...”

8) Um bom desenvolvimento em Português em geral vem acompanhado da boa aprendizagem em Inglês, o contrário também é verdadeiro. (19)

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9) “Sempre ficava escrito no objeto qual era o seu nome, tinha sempre o visual; o visual o mais importante, o visual e o concreto e a partir daí vão trabalhando e fazendo a alfabetização acontecer, era uma coisa tão natural...”

9) O ensino inicialmente baseia-se, somente, na linguagem oral. (4)

10) “Era uma coisa tão natural, que eu não sei lhe dizer em que parte, em que momento, eles começaram a aprender, porque era natural.”

10) O ensino parte da linguagem oral, apresenta-se a figura e a seguir a escrita, com sílabas pequenas e então o fonético. (5, 15) 11) “Escrevia-se na lousa em Inglês e

o aluno estava lendo, porque já tinha se apropriado da leitura em Português, e então ele passou para o Inglês e a professora só corrigiu a pronúncia.... é uma coisa mágica...”

11) A alfabetização no Português acompanha o procedimento do Inglês, ou seja, prevalece o fonético, para não provocar choques de aprendizagem para a leitura e a escrita. (6, 8)

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12) “Existe também a facilidade da língua, há crianças que têm facilidade para aprender a segunda língua, tem outras com um pouco mais de dificuldade, essas aprenderão com mais calma...”

12) O ensino não fonético para o Português provoca confusões sonoro- ortográficas no uso dos idiomas. (7)

13) “É muito rico que eles saiam com uma pronúncia boa, que nós adquirimos com o passar dos anos.”

13) As crianças se ajustam à escrita criando estratégias pessoais de reprodução escrita sonoro-ortográfica, até reconhecerem essa razão. (1) 14) “Na introdução da escrita em

Português trabalha-se o nome, é o mais concreto, ...o nome dela, o nome do colega, o nome da coisa e que os nomes podem ser escritos através das letras e não só falado.” 15) “Há uma descoberta fantástica, quando a criança percebe que a música pode ser escrita...”

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16) “As crianças passavam o dedinho embaixo de cada palavra da música e cantavam o que estava escrito, e iam identificando com o acompanhamento do dedinho a palavra cantada, ...ela vai entendendo, vai visualizando a palavra, familiarizando com as letras, vai entendendo, é uma coisa natural, nada forçado.”

17) “No pré, para trabalhar a escrita, trabalha- se com nomes próprios, histórias, músicas, tudo que tem a ver com a realidade deles, ...houve um aluno que trouxe um experimento, um foguete...ele trouxe bicarbonato...então trabalhamos com o homem na lua e astronauta.”

18) “Na criança, na educação infantil, você pode contar os meses, tem muita diferença, porque o desenvolvimento é muito rápido.”

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19) “A criança que não tem bom desempenho em Inglês, também não tem em Português; a criança que tem certa dificuldade apresenta nas duas áreas.”

20) “A criança é o momento diário.”