2 Aksjonsforskning – før aksjonen
2.9 Kvalitativ metode
2.9.1 Intervju som kvalitativ metode
O ambiente de redes ad ho sem o é omposto por dispositivos om apa idades muito
distintas,quevãode elulares ( ompou a apa idade omputa ional)anotebooks( ompro-
essadoresdemúltiplosnú leos). Paraaproveitaressaheterogeneidadedarede,oidealéqueo
métododesegurançaaserutilizado nastransmissõesleveem onsideraçãoa apa idade om-
puta ional de ada dispositivo. Assim,épossívelutilizar algoritmosmaisfortesde segurança
nas omuni açõesentre dispositivos ommaior apa idade, e algoritmos mais fra osquando
dispositivosmais limitados estão envolvidos. Além disso, as redes móveis estão sus etíveis a
diversas variações externas, omo interferên ias, mobilidade, variação da largura de banda,
et . Umasoluçãode segurança maissosti ada develevarem onsideração essasvariáveisdo
ambiente emqueestá inserido.
Nestetrabalho,omiddlewaredesegurançaASe Mid foies olhidoexatamenteporpossuir
a ara terísti a de se adaptar ao ontexto da rede. Desenvolvido por [32 ℄, o ASe Mid é um
middleware de segurança adaptativo que utiliza me anismos de segurança diferentes depen-
dendo da apa idade dosdispositivosenvolvidos e dasvariáveis do meio omo interferên ias,
mobilidade, et .
OASe Mid foiutilizado omobase paraa implementação domódulode omuni ação da
amada de segurança proposta neste trabalho. Originalmente, esse middleware onsidera os
parâmetros de segurança omo uma onguração estáti a,realizada uma úni avez noiní io
da exe ução pelo administrador. Ou seja, a apli ação apenas denia o nível de segurança
de suas transmissões durante a instalação, e esse nível era onsiderado para todas as suas
transmissões. Paraadaptá-loaestetrabalho,oASe Mid foimodi adoeintegradoaomódulo
de onguraçãopara onsiderar osparâmetrosde onguração desegurança omodinâmi os.
Ouseja,a adatransmissão,omiddlewaresoli itaaoMódulodeConguraçãoa onguração
3.3.1.1 Con eitos Bási os
Antes deaprofundar nosdetalhes sobreo módulode omuni ação, é pre isoentender adife-
rençaentreumalgoritmodesegurança eumproto olode segurança. Emboraesses on eitos
possam ser interpretados da mesma forma em alguns ontextos, a partir deste momento
faremos distinção entre ostermos, onforme asdeniçõesem [32℄.
Denição9. Umalgoritmodesegurançaéumpro esso omputa ionalquerepresentauma
operação atmi a de segurança sobre um blo o de dado, om um úni o objetivo riptográ o.
Por exemplo, odi ar oude odi ar um dado, gerar um ódigo hash,ou tro ar uma ou mais
haves riptográ as.
Denição 10. Um proto olo de segurança é um onjunto de um ou mais algoritmos
de segurança que são apli ados entre blo os de dados em omum a ordo entre as entidades
omuni antes, que, juntas, podem forne er um oumais serviços desegurança.
Alémdostermosa ima,é pre isoentender tambéma diferençaentreparâmetros emétri-
as. O primeiro termo trata de uma informação do ontexto ao qual o middleware está
inserido, omoinformaçõessobremobilidade,níveldabateria,nívelde interferên ia do anal,
et . As métri assão medidasatravésdas quaisos algoritmos de segurança são omparados:
nível de onden ialidade, integridade, autenti idade, e utilização de re ursos de memória,
pro essamento e rede.
Para o middleware, ada algoritmo está asso iado a seis métri as: três rela ionadas a
segurança ( onden ialidade, integridadeeautenti idade), etrês rela ionadosàutilizaçãode
re ursos(memória,tempodepro essamentoeoverheadderede). Asmétri asdesegurançasão
representadaspor númerosinteiros de 0 a 100 e devemser determinadas pelo administrador
do sistema durante a instalação do middleware para ada algoritmo de segurança utilizado
pelo middleware. Por exemplo, o algoritmo AES [38 ℄ deve possuir um valor mais alto de
onden ialidade do queo algoritmo DES [31 ℄, por ser on eitualmente mais forte e seguro.
As demais métri as são armazenadas em tabelas om valores diferentes para entradas de
tamanhos diferentes. Maioresdetalhes serãoabordados napróxima seção.
Alémdealterarosvaloresdasmétri asdesegurançapara adaalgoritmo,oadministrador
do sistema também pode ongurar o ASe Mid para não utilizar algum algoritmo que não
seja desua onança.
Outro on eitoimportanteé ode ForçaCriptográ a.
Denição 11. Força Criptográ a representa a segurança de um algoritmo ou proto olo
de segurança, e é al ulado omo a soma dos três valores das métri as de segurança: on-
den ialidade, integridade e autenti ação.
QuantomaioraForçaCriptográ a,maisseguroéoalgoritmoouproto olodesegurança.
Pordenição,aForçaCriptográ adependedasmétri asdesegurançaeseuvalorvariade0a
3.3.1.2 Es olha do Proto olo de Segurança
O pro esso ompleto de es olha do proto olo de segurança será detalhado, a seguir. Para
fa ilitaroentendimento,oalgoritmoserádivididoemquatroetapas: instalação,ini ialização,
onexão e transmissão.
Primeira etapa - Instalação
Essaetapao orreapenasumavezeéafase omputa ionalmentemaispesada. Nela, ada
algoritmodesegurançaétestado om ombinaçõesdiferentesdedadosetamanhosde haves,
a m de al ular a quantidade média de utilização da memória, tempo de pro essamento e
overhead debyteporpa otede adaalgoritmo. Osresultadossãoarmazenadosemumarquivo
para que esse pro esso não pre ise ser repetido. As métri as de utilização são armazenadas
em um arquivo na forma de tabelas om os valores médios para ada tamanho da entrada
utilizado.
Segunda etapa - Ini ialização
Nessafase, oarquivode onguração geradonaetapaanteriorélido eo middleware gera
um onjunto om todos proto olos de segurança possíveis através da ombinação dos algo-
ritmos de segurança suportados pela apli ação. Conforme men ionado anteriormente, neste
trabalho onsideramos um proto olo de segurança omo um onjunto de algoritmos de se-
gurança. Um uidado espe ial é tomado nessa fase para não gerar proto olos que ontém
algoritmos om ara terísti as redundantes. As métri as asso iadas aos algoritmos de segu-
rança sãoagregadas parapossibilitara omparação entre osproto olos. Para asmétri asde
segurança ( onden ialidade, integridade, autenti idade) são onsideradas as maiores métri-
as de ada algoritmo, e as métri as de utilização de re ursos (memória, pro essamento e
rede) de ada algoritmosãosomadas.
Ter eita etapa - Conexão
Nessa fase, as entidades envolvidas na omuni ação tro am informações entre si para
determinar osproto olos eas haves queserãoutilizadas duranteastransmissões. Paraisso,
osseguintes passossãoexe utados:
1. Asentidadestro amosparâmetros de onguração xa(que nãovariam a ada trans-
missão) entresi, sendo es olhidososvalores maisrestritivosde ada onguração;
2. As entidades sele ionam um onjunto de proto olos que serão utilizados durante as
transmissões;
3. Asentidadessele ionam algoritmosparatro a de haves;
Nosegundopasso,oobjetivodomiddlewareéreduzironúmerodeproto olosdesegurança
disponíveis,amdediminuiro ustodees olherumproto oloem adatransmissão. Segundo
[32℄, o primeiro onjunto de proto olos (gerado durante a instalação)pode hegar a maisde
7.000 proto olos devido ao grandenúmero de ombinações dosalgoritmosde segurança. Por
isso, no segundo passo, para ada onguração de segurança denida no arquivo de ongu-
ração, o middlewaresele iona um onjunto de proto olos que melhor atendeà onguração.
Parasele ionar ada onjunto, oASe Mid exe uta osseguintes passos:
2.a Primeiramente, são eliminados os proto olos om métri as que não satisfazem as re-
strições estabele idas pelas ongurações. Por exemplo, são eliminados os proto olos
om tempo de pro essamento maior que o tempo delatên ia máxima denido na on-
guraçãodesegurança;osproto olosqueofere emserviçode onden ialidade, no aso
da onguração de segurança estabele er onívelde onden ialidadedesabilitado, et .
2.b Apósaeliminaçãoa ima,omiddlewareexe utaumalgoritmogulosoparareduzir ainda
mais o onjunto de proto olos possíveis. Para isso sãosele ionados osseguintes proto-
olos:
•
OsN1
proto olos ommaioresvaloresde adamétri ade segurança ( onden ial- idade, integridade eautenti idade);•
OsN2
proto olos quegastammenos memória;•
OsN3
proto olos om menor tempo de pro essamento e menor overhead de rede para pequenastransmissões(10bytes);•
OsN4
proto olos om menor tempo de pro essamento e menor overhead de rede para grandes transmissões(128KBytes);•
OsN5
proto olos ommaiorsoma dastrês métri asdesegurança;•
OsN6
proto olos ommenor somadas trêsmétri asde segurança.O valor das onstantes a ima são onguráveis pelo administrador do sistema durante
a instalação domiddleware.
Em asos extremos, é possível que o passo 2.a elimine todos os proto olos disponíveis.
Nesse aso,osrequisitosmenosprioritários ( omprioridadebaixaoumédia)sãodes artados,
no intuito de aumentar a lista de proto olos disponíveis. Se, ainda assim,todos osproto o-
los forem eliminados, o módulo de omuni ação lança uma ex eção informando que não foi
possívelen ontrarum proto oloadequado paraas onguraçõesestabele idas.
Osalgoritmosdetro ade havessãosele ionadosdea ordo omosproto olossele ionados
no passo 2. Os passos a ima são exe utados por apenas uma das entidades, que, no nal,
envia os algoritmos sele ionados para a outra entidade atribuindo númerosidenti adores a
ada umdeles. Maioresdetalhessobreoalgoritmo detro a de havesesobreasrestriçõesdo
Quarta etapa - Transmissão
A últimaetapa o orreno momento datransmissão, quando a amada de segurança sele-
iona o melhor proto olo de segurança (dentro do onjunto pré-sele ionado) para realizar a
transmissão. Apóses olheromelhorproto olodesegurança,o middleware envia seunúmero
identi ador e o tamanho de ada segmento on atenado ao pa ote, para que o outro lado
onsiga realizar a operaçãoreversa.
Antesde determinar o melhorproto olo, o ASe Mid elimina do onjunto pré-sele ionado
os proto olos queestiverem violando as ondições da onguração de segurança e qualidade
de serviço estabele idas para a transmissão orrente. Os métodos que ne essitam de mais
memória quea disponível, por exemplo,são eliminados, assim omo osmétodos ujo tempo
de pro essamento for maiorqueo tempo máximo delatên ia, eet .
Parasele ionaromelhorproto olode segurança,omiddlewaredetermina umapontuação
Xt
para ada proto olot
e es olhe o proto olo om a maior pontuação, de a ordo om a seguintefórmula:Xt= (c × Wc+ i × Wi+ a × Wa) − (p × Wp+ r × Wr+ m × Wm)
(3.1)onde
W
j
é opesoda métri aj
.O valor das métri as é linearizado de forma que seus valores estejam entre 0 e 100. As
métri as de segurança já possuem, por denição, o valor nessa faixa. O tempo de pro essa-
mento(
p
)é al ulado omoarazãoentreotempodenidonatabelado proto olo( al uladana etapade ini ialização)paraotamanho de dadotransmitido,dividido peladiferençaentre
alatên iamáxima ealatên iaderedenomomento. Ooverheadderede(
r
)é al ulado omoapor entagem dotamanhodamensagematual, eautilizaçãodememória (
m
) omoomenorvalor entre a por entagem da restrição de memória máxima e a por entagem da memória
disponívelnosistema.
Opeso
W
i
de ada métri ai
é al uladoatravés daseguinteequação:W
i
=
X
j
P
j
× KP
j,i
(3.2)onde
P
j
é o valor linearizadodo parâmetroj
eK
P
j,i
é o impa todo parâmetroj
sobrea métri ai
. Cadaparâmetroinuen iaumaou maismétri as, onformeexibidonaTabela3.1.Tantoovalordas onstantes
K
quantodas onstantesN
,são onguráveis. Comonãofazparte do es opo deste trabalho dis utir o impa to da variação dessas onstantes na es olha
do melhor proto olode segurança, foram utilizadosos mesmos valoresdenidos por [32℄ em
seu trabalho.