• No results found

4.2 Data Collection

4.3.2 The Interviewee

Apesar desses estudantes não acessarem muito os meios de comunicação da UFC, visto anteriormente, há uma forte ligação com os meios de uma forma geral, principalmente, por serem imigrantes, pois, através dos meios de comunicação, eles conseguem ter informações e estabelecer uma boa relação com o país de nascimento. Como expressa Stephanie: “Eu amo minha terra, eu amo Cabo Verde como um todo! É o meu desejo maior me formar, fazer a minha especialidade e voltar para minha terra e ajudar o meu país a se desenvolver, a melhorar a saúde do meu país.” Para a estudante, a comunicação com as pessoas que estão no país de nascimento é a melhor forma de se sentir mais perto e, por isso, os meios de comunicação desempenham um papel importante.

Se alguém me pergunta sobre Cabo Verde e se eu tiver a oportunidade de ter um computador perto, eu entro logo, mostro imagens, fotos, eu tento mostrar o que é o país, eu falo um pouco da história do país, eu já estou há 6 anos aqui, mas cada vez que eu conheço uma pessoa pela primeira vez, elas sempre me fazem as mesmas perguntas, e eu falo com o maior prazer. (Entrevista com a Stephanie Monteiro, 24 anos, curso de Medicina, realizada no dia 01/08/12).

Passar alguns anos fora da terra natal não significa sentir-se completamente longe. Nas palavras de Andy: “Bom, eu passei quatro anos sem ir para Cabo Verde, mas durante esse tempo de ausência, o meu contato foi sempre a internet, pra saber das coisas.” Outros reconhecem terem fortalecido os laços depois de saírem do país de nascimento, aprendendo a valorizar o que tinham antes e, hoje, não é possível ter:

[...] normalmente, quando a gente viaja e está distante, a gente cria aquele vínculo de mais amor a terra. Sente aquela falta que a gente não sentia antes e aquela importância também que a gente não dava antes. O relacionamento hoje é muito mais meigo, é muito mais, digamos que, profundo, muito mais amoroso. (Entrevista

com o Danilson Varela, 25 anos, curso de Administração, realizada no dia 08/08/12).

O imigrante passa a ver o país com outros olhos, há aquela vontade de regressar as origens, rever a família e as pessoas conhecidas que, no momento, a distância não permite. A estudante Melissa costuma passar suas férias em Cabo Verde, mas quando não é possível, o jeito mesmo é acessar os meios de comunicação. O coração dela fica apertado ao escutar uma música, ver fotos ou as notícias das ilhas. Nas palavras da estudante:

Você acaba por entender, eu acabei por entender muito melhor depois que eu vim estudar a música da Cesária Évora24Sodad [saudades], é muita saudade! Toda vida que eu vou de férias, eu renovo as energias pra poder terminar essa faculdade [risos], pra terminar logo pra poder voltar. (Entrevista com Melissa Costa, 23 anos, curso de Farmácia, realizada no dia 26/07/12).

Nas entrevistas, foi possível constatar que os entrevistados tentam viver com as lembranças, memórias e com a saudade do país de nascimento. A Melissa convive com os brasileiros, tentando aprender novas formas de viver, pensar e estar, pois com os brasileiros ela se sente também brasileira. O contato que a Stephanie demostrou ter com os brasileiros é quando ela fala sobre Cabo Verde, recordando as experiências vividas lá:

Morando com estudantes de lá, você já está em casa, você está sempre falando o crioulo né, que é a nossa língua materna, porque eu fico pensando se eu morasse com brasileiros eu não estaria muito praticando o crioulo, eu acho que eu estaria muito mais longe da minha terra, entendeu? A língua já aproxima você do país, por isso que brasileiros quando imigram, eles sempre, sempre procuram fazer grupos de brasileiros, exemplo: brasileiros na China pra poder se comunicar. A comunicação aproxima, aprendi no ensino médio. (Entrevista com Melissa Costa, 23 anos, curso de Farmácia, realizada no dia 26/07/12).

Na hora da migração, o indivíduo escolhe por sair do seu país e, muitas vezes, essas escolhas trazem dificuldades a depender de como cada estudante vive a mudança escolhida, como vive com as escolhas que faz, mesmo que circunstancias. O que observamos é que entre os entrevistados, dois parecem terem vindo somente para estudar e não para viver no Brasil, ou seja, afirmam um desejo de retornar ao país de nascimento. E, no caso dos outros dois, não pronunciaram o desejo de voltar e nem a possibilidade de ficar no Brasil. Os estudantes africanos acabam agregando novas experiências de vida, devido ao contato com o lugar de destino, mas para alguns deles, após alguns anos, vai chegar o momento de regressar

24

ao país de nascimento, e é essa a esperança que os motiva a prosseguirem em terra distante.

“Si ka badu ka ta biradu25”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Com o título Arelação entre Universidade, Migração e Comunicação: Um estudo com histórias de vida midiática de estudantes cabo-verdianos na Universidade Federal do Ceará, a pesquisa apresenta-se como um exercício de aproximação entre alguns conceitos, experiências e modos de narrá-la, chegando a encontrar algumas pistas e, ao mesmo tempo, deixando algumas recomendações.

Primeiramente, gostaria de retomar as palavras-chave que impulsionaram à pesquisa: comunicação, universidade, meios de comunicação, imigração e estudantes cabo- verdianos na Universidade Federal do Ceará (UFC). Os meios de comunicação possibilitam, aos imigrantes, uma forma única de estarem atualizados e se comunicarem com as pessoas no local de migração e com as que ficaram no país de nascimento, em outros lugares, entre outras experiências. Esse modo de analisar a relação com os meios de comunicação, em particular, a ênfase dada aos usos da internet e as condições de acesso, são aspectos vistos como uma das oportunidades desfrutadas pelos estudantes cabo-verdianos na UFC. A universidade proporciona o acesso aos meios de comunicação, porém há pouco interesse por parte dos estudantes em acessar e usar os meios de comunicação da universidade.

No decorrer da pesquisa, ao realizar as entrevistas com os estudantes cabo- verdianos, foi possível uma aproximação com as histórias de vida e as experiências com os meios de comunicação e suas interferências nas decisões de migrar para realizar estudos, escolhendo a universidade brasileira, em particular, a UFC, em Fortaleza, encontrando pistas que respondem a problemática da pesquisa.

No primeiro momento da pesquisa, no processo de revisão da bibliografia e nas conversas iniciais com os estudantes, foi possível saber que eles acabam saindo do país de nascimento, portanto, de Cabo Verde, por não existirem os cursos que eles desejam, como por exemplo: os cursos de Medicina e Farmácia. A pesquisa apontou algumas pistas e lançou algumas recomendações, pensando nas experiências que os estudantes seguem realizando aqui, na UFC, e em outras universidades brasileiras.

A relação com os meios foi de suma importância antes de migrarem, pois, puderam estabelecer contato com o país de migração e com as pessoas que ali estavam, podendo “conhecer” Fortaleza, mesmo antes de chegarem no território brasileiro. Através dos meios de comunicação, eles puderam ter acesso ao resultado de que foram aprovados para estudar no Brasil, trazendo consigo afetos, memórias e marcas das experiências e histórias de vida em Cabo Verde.

Nas conversas e análises das narrativas dos estudantes cabo-verdianos, foi possível perceber a força da relação com o país de nascimento. Nesse sentido, o conceito de “identidade cultural”, abordado por Tavares e Rosa (2011), contribuiu para compreender como os estudantes cabo-verdianos reconhecem e vivem as diferenças culturais. Entre os entrevistados, a maioria não demonstra ter um relacionamento próximo com a cultura brasileira, mesmo vivendo no Brasil. Esses estudantes acabam convivendo pouco com os brasileiros, priorizando a relação entre os cabo-verdianos. No entanto, também foi possível encontrar uma estudante que mantém o convívio e relacionamento muito próximo com os brasileiros, aprendendo novas formas de viver, se portar e estar na sociedade. Nas conversas com essa estudante, chamou a atenção o fato de afirmar se sentir uma brasileira.

Na pesquisa, podemos constatar que seria necessário maior abertura dos estudantes às oportunidades de relações com os brasileiros, para poderem saber como é a experiência de ter contato com uma cultura diferente, sem deixar de lado as experiências que eles trazem da cultura cabo-verdiana. Como Tavares e Rosa (2011) dizem, agregando as novas experiências ao que eles já dispõem, sem se distanciarem da realidade social em que vivem, tornando assim suas vivências como grandes experiências.

Como vimos, anteriormente, o contato desses estudantes migrantes cabo- verdianos mudou muito em relação aos meios de comunicação, falando da internet, particularmente, visto que, antes da migração, eles não tinham contato muito próximo com a internet. Em relação aos outros meios de comunicação, eles tinham um contato maior com o rádio, a televisão e osjornais quando viviam em Cabo Verde. Hoje, esse contato centraliza-se muito e somente na internet, levando a considerar e, inclusive, a problematizar o conceito de “convergência midiática” na pesquisa.

Os meios de comunicação contribuem e muito na vida desses jovens, quer para estudar, conhecer o lugar de migração, manter contato com os familiares e amigos e estarem informados dos acontecimentos e notícias de Cabo Verde, assim como de outros países do mundo. Eles afirmam usar, pontualmente, os meios de comunicação da UFC, mais precisamente, procurando informações específicas e alguns acessam buscando estudos necessários para a formação acadêmica, mas utilizam os meios de comunicação de uma forma geral para estarem informados em relação ao que acontece no Brasil e em Cabo Verde, estabelecer contato com outras pessoas, entre outras coisas.

De acordo com as narrativas dos estudantes, concluímos que os meios de comunicação interferem tanto na vida pessoal, como nas experiências acadêmicas. O acesso à internet, em especial, contribui na atualização e formação dos estudantes, e esse é um meio

considerado vital, no sentido de aproximar, unir e fortalecer laços entre os estudantes e também destes com seus familiares e amigos. Os migrantes afirmam que, mesmo espalhados por diversos lugares, a possibilidade de acessar a internet vem quebrando as barreiras da distância, fazendo com que se sintam bem perto daqueles que estão, ao mesmo tempo, tão distantes.

Um fato importante, citado pelos estudantes, é a criação da página no facebook, fato que afirma ações de “cidadania comunicativa”, conceito apresentado na pesquisa. Eles também sugerem que a universidade deveria dar maior visibilidade aos meios de comunicação da instituição, divulgando suas mídias entre os estudantes, sendo essa uma forma de melhorar o contato entre a universidade e os estudantes da UFC. Assim, também qualificando a relação entre a instituição e os estudantes vindouros, mas não adianta somente a universidade ampliar a visibilidade dos meios de comunicação defendida pelos estudantes, eles também precisam tomar a iniciativa de sugestões, compartilhar notícias e propor programas relacionados às temas de interesse, bem como criar o hábito de acessar os meios de comunicação da universidade com certa assiduidade. Assim, além de estarem por dentro do que acontece na universidade, também poderão saber e participar de vários cursos, debates e eventos, como a Feira das Profissões, o Festival de Cultura, entre tantas outras atividades da universidade.

REFERÊNCIAS

ALENCAR, Aline Cristina Amaro de. Migração Internacional: Um Olhar Sobre Brasil e Portugal. 2010. Revista Eletrônica de Direito Internacional, vol. 6, 2010, pp. Disponível: http://www.cedin.com.br/revistaeletronica/volume6/arquivos_pdf/sumario/aline_alencar.pdf. Acessado no dia 03/03/13.

ALMEIDA, Cristóvão Domingos de; GUINDANI, Joel Felipe; SILVA, Jackson Ronie Sá-.

Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas; Ano I - Número I - Julho de 2009.

ANDIFES_FONAPRACE, Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e

Estudantis. Perfil Socioeconômico e cultural dos estudantes de graduação das universidades

federais brasileiras. Brasília, Julho de 2011. Disponível em:

http://www.prace.ufop.br/novo/pdfs/publicacoes/Relatorio%20Nacional.pdf. Acessado no dia 03/03/13.

ANJOS, José Carlos Gomes dos. Intelectuais, Leitura e Poder em Cabo Verde: Lutas de

definição da identidade nacional. Porto Alegre e Praia (Cabo Verde), 2002.

BAILÉN, Huertas Amparo; BRIGNOL, Liliane Dutra. Consumo y uso de los medios de

comunicación por parte de los migrantes. In: Migraciones Transnacionales y medios de

comunicación: relatos desde Barcelona y Porto Alegre. Editora Catarata, 2008. Segunda

parte, capítulo 4, p. 86-107.

BIANCHI, Graziela. “A história de vida midiática como método de investigação em processos comunicacionais.” In: Perspectivas metodológicas em comunicação: desafios na prática

investigativa. João Pessoa, Editora Universitária da UFPB. 2008. Parte II, p.153 – 164.

BONIN, Jiani Adriana; MALDONATO, Alberto Efendy; ROSÁRIO, Nísia Martins do; organizadores; Perspectivas metodológicas em comunicação: desafios na prática

investigativa. João Pessoa, Editora Universitária da UFPB; 2008.

BOSI, Ecléia. O tempo vivo da memoria: Ensaios de psicologia social. Atelie editorial, São Paulo, 2003.

Disponível: http://books.google.com.br/books?id=fml11kv9qVIC&printsec=frontcover&hl=pt- BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false. Acessado em 03/03/13. CALLON, Michel. “Por uma nova abordagem da ciência, da inovação e do mercado. O papel das redes sociotécnicas.” In: Tramas da rede: novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas da

comunicação. PARENTE, André (Org.) Porto Alegre. Editora Sulina. 2010. p. 64-79.

CÔCO, Valdete. O Programa de Educação Tutorial: conexões de saberes no diálogo com as trajetórias de estudantes de origem popular. Revista Brasileira Estudos Pedagógicos – RBEP. Brasília, v. 93, n. 233, p. 5-6, jan./abr. 2012.

Disponível em: http://rbep.inep.gov.br/index.php/RBEP/article/viewFile/2638/1854, Acessado em 04/03/13.

COGO, Denise; BRIGNOL, Liliane Dutra. Recepção midiática e cidadania das migrações

Disponível:

http://www.scielo.org.co/scielo.php?pid=S012048232010000100014&script=sci_arttext. Acessado em 21/02/13.

COGO, Denise; ELHAJJI, Mohammed; HUERTAS Amparo. Diásporas, migrações,

tecnologias da comunicação e identidades transnacionais. 2012. Disponível em:

http://incom.uab.cat/diasporas/download/diaporas_migraciones_tic_identidades_02.pdf. Acessado em 24/02/13.

COGO, Denise; GORCZEVSKI, Deisimer. Juventudes, subjetividades e intercessores, em

experiências migratórias transnacionais, volume 11, NO2, 2012. Disponível em:

http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/polemica/article/view/3088. Acessado em 03/03/13. COGO, Denise; GUTIÉRREZ, Maria y HUERTAS, Amparo (coords). Migraciones

Transnacionales y Medios de comunicación: relatos desde Barcelona y Porto Alegre. Editora

Catarata, 2008.

COGO, Denise; LOSA, Sara; WULFHORST, Cristina. Migraciones en los medios de

comunicación: percepciones y propuestas sobre la cuidadania de los migrantes. In: Migraciones

Transnacionales y medios de comunicación: relatos desde Barcelona y Porto Alegre. Editora

Catarata, 2008. Segunda parte, capítulo 5, p. 107-129.

DIAS,Wolliver Anderson; PEREIRA, Tiaro Katu; SOARES, Joélcio Gonçalves; Método da Observação: reflexões acerca de seu uso e formas de aplicação, 2011. In: ECO, Umberto. Como

se faz uma tese. Tradução Gilson Cesar Cardoso de Souza. 22 ed. São Paulo: Perspectiva, 2009.

FONAPRACE _ ANDIFES. Relatório do Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de

Graduação das Universidades Federais Brasileiras – 2011. Disponível em:

http://www.fonaprace.andifes.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=75:perfil- socioeconomico-e-cultural-dos-estudantes-de-graduacao-das-universidades-federais-

brasileiras&catid=35:nacional&Itemid=58. Acessado em 02/03/13.

FRANCO, Alexandre de Paula. Ensino Superior no Brasil: cenário, avanços e contradições.

JORNAL DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS. N° 4 | JULHO–DEZEMBRO DE 2008 | PP.

53–63. Disponível em: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/jpe/article/view/15028/10076. Acessado em 27/02/13.

GIBBS, Graham. Análise de Dados Qualitativos. Tradução Roberto Cataldo Costa. Artmed. 2009.

GORCZEVSKI, Deisimer. Micropolíticas da Juventude e Visibilidades Transversais: “In(ter)venções Audiovisuais na Restinga, em Porto Alegre”. São Leopoldo: UNISINOS, 2007. Tese (Doutorado em Comunicação), Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação. Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 2007.

GORCZEVSKI, Deisimer; KUHN JUNIOR, Norberto; SILVA, Denise Teresinha da. Trayectos migratorios: factores que influyen en la decisión. In: Migraciones Transnacionales y Medios de

comunicación: relatos desde Barcelona y Porto Alegre. Editora Catarata, 2008. Primeira parte,

http://www.partes.com.br/reflexao/metododaobservacao.asp. Acessado em 30/11/12.

JACINTO, Sandra e LUZ, Paulo. A imigração. 2009. Disponível em: https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:W5MrYPkAGcsJ:pradigital- sandrajacinto.wikispaces.com/file/view/A%2BImigra%25C3%25A7%25C3%25A3o.pdf+&hl =pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESh1hHRCwBgrrIysdN1rbS_n9ys_AXTvVZl9- jnC7m_VJlHzb8wG8Qdx6cT8CkO05gmRi9BoFAR7XL1pEZrLEYpSBkqwk29ipV8uqduDg P7tV5HeXoN- C3E55S8XcOGIqBWBnc7N&sig=AHIEtbRZJJu9BVSPwT1NfyjR2xpKbn072A. Acessado em 07/02/13.

JENKINS, Henry. Cultura da Convergência. São Paulo: Aleph, 2008. Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/87669678/jenkins-henry-cultura-da-convergencia, Acessado em 16/01/13.

MARCON, Telmo. “Políticas de ação afirmativa no contexto da sociedade brasileira.”

Revista Brasileira Estudos Pedagógicos – RBEP. Brasília, v. 93, n. 233, p. 5-6, jan./abr.

2012. Disponível em: http://rbep.inep.gov.br/index.php/RBEP/article/viewFile/2638/1854. Acessado em 04/03/13.

MARIN, Elizara Carolina; POZOBON, Rejane de Oliveira. “Reflexiones y perspectivas a partir de la migración vivida.” In: Migraciones Transnacionales y medios de

comunicación: relatos desde Barcelona y Porto Alegre. Editora Catarata, 2008. Primeira

parte, capítulo 3, p.65-81.

MEZZADRA, Sandro. “Multidão e Migrações: a autonomia dos migrantes.” Revista ECO-

PÓS. Rio de Janeiro, vol.15, nº 1, 2012. Disponível em: http://www.pos.eco.ufrj.br/ojs-

2.2.2/index.php?journal=revista&page=issue&op=current. Acessado em 24/12/13.

RUIVO, PEDRO. A imigração. Coimbra, Janeiro 2006. Disponível em: https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:Ppyta_UOw30J:www4.fe.uc.pt/fontes/trabalho s/2005022.pdf+&hl=pt- BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESgz0lyXVGlklxwqxPi57Mh_NNkAnjdzeK6m5Yi_7SBH pTQBH7szBNmzSomwOwgk2yWD6m-GVOYTwtuRlxYkvttDW79_7Sx02JDGvp4- k9I2rzRAFQZwTpZB7RiX7UoZO5TupBmt&sig=AHIEtbTJM4y16akIm3zmcRUgQfAgDjI FBg. Acessado em 07/02/13.

SANTOS, Boaventura de Sousa. A Universidade no Século XXI – Para uma reforma

democrática e emancipatória da universidade. Cortez Editora, 2004.

SANTOS, MariaEmília Madeira de (Coordenação). História Concisa de Cabo Verde. 1ª

Edição, Editores Instituto de Investigação Científica Tropical – Lisboa, e Instituto da

Investigação e do Património Culturais – Praia, Novembro de 2007.

TAVARES, Paulino Varela e ROSA, Rosane. “Diáspora e identidade cabo verdiana: reflexões sobre construções comunicacionais e transnacionais.” Revista Interin, 2011.

THOMPSON, Paul. “A voz do passado” – História oral. Rio de Janeiro, Editora Paz e Terra, 1992.

TRIGUEIRO, Osvaldo. O Estudo Científico da Comunicação: Avanços Teóricos e

Metodológicos Ensejados pela Escola Latino-Americana. PCLA - Volume 2 - Número 2:

janeiro/fevereiro/março 2001.

Disponível em: http://www2.metodista.br/unesco/PCLA/revista6/artigo%206-3.htm. Acessado em 27/02/13.