C.1 Original Inventory for Electrolysis by Lundberg 2019
4.3 Production Phase
4.3.2 Interior and Exterior
Os corpos de prova foram avaliados sob várias condições de carregamento, conforme descrito na metodologia. As figuras 5.1 à 5.24 mostram as imagens do comportamento das franjas nas regiões: cervical da raiz mesial; apical da raiz mesial; cervical da raiz distal e apical da raiz distal, quando o modelo fotoelástico sofreu a aplicação de 50gf, 100gf, 150gf, 200gf, 250gf e 300gf de carga.
5.1.1 Corpo de prova utilizando mecânica com mini-implante:
• Força de 50 gf (Figura 5.1):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0. o Cervical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 100gf (Figura 5.2):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: apresentou uma alteração de coloração muito sutil na região – Ordem de franjas 0,28.
o Cervical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 150gf (Figura 5.3):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: apresentou uma alteração de coloração muito discreta na região – Ordem de franjas 0,45.
o Cervical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 200gf (Figura 5.4):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: similar a força de 150gf – Ordem de franjas 0,45.
o Cervical da raiz distal: surgiu uma discreta área de tensão – Ordem de franjas 0,45.
o Apical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 250gf (Figura 5.5):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: houve um aumento de tensão, porém não alcançou uma sequência de cores – Ordem de franjas 0,6.
o Cervical da raiz distal: há um aumento de intensidade nas franjas, que confundem-se com as franjas oriundas do mini-implante – Ordem de franjas 1.
o Apical da raiz distal: houve um aumento de tensão, porém não alcançou uma sequência de cores – Ordem de franjas 0,6.
• Força de 300gf (Figura 5.6):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: houve um aumento de tensão localizada muito próxima ao ápice, alcançando uma sequência de cores – Ordem de franjas 1.
o Cervical da raiz distal: há um aumento de intensidade e extensão da área ocupada pelas franjas, possibilitando visualizar uma sequência de cores e diferenciá-las com as franjas oriundas do mini-implante – Ordem de franjas 2.
o Apical da raiz distal: houve um aumento de tensão na ponta do ápice radicular e mais em direção à borda mandibular, acabaram unindo-se com as franjas do mini-implante – Ordem de franjas 0,79.
5.1.2 Corpo de prova utilizando mecânica com cantiléver
• Força de 50gf (Figura 5.7):
o Cervical da raiz mesial: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: houve alteração de cor bem sutil – Ordem de franjas 0,28.
o Cervical da raiz distal: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz distal: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
• Força de 100gf (Figura 5.8):
o Cervical da raiz mesial: discreta aparição de tensões, não apresentando sequência de cores – Ordem de franjas 0,6.
o Apical da raiz mesial: aparição de tensões mais concentradas – Ordem de franjas 0,9.
o Cervical da raiz distal: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz distal: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
• Força de 150gf (Figura 5.9):
o Cervical da raiz mesial: aumento considerável de número de franjas que se estendem até a região do primeiro molar ausente e extendendo- se nas direções da crista do rebordo para mesial e até o terço médio da raiz – Ordem de franjas 1,82.
o Apical da raiz mesial: aumento de tensões muito concentradas no ápice, dirigindo-se em direção ao terço cervical, ocupando todo o terço cervical desta raiz, tanto na face mesial quanto na face distal – Ordem de franjas 2.
o Cervical da raiz distal: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz distal: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
• Força de 200gf (Figura 5.10):
o Cervical da raiz mesial: apresentou aumento e grande concentração de tensões, se estendendo ao espaço do primeiro molar ausente, sendo mais concentradas próximo ao dente, ficando mais espaçadas ao se aproximar do segundo premolar – Ordem de franjas 2,5.
o Apical da raiz mesial: franjas muito concentradas nesta região, sendo que a sequência de cores sugeriu classificá-las como ordem maior que 2, e se distribuíram em direção à apical envolvendo o terço apical, tanto pela mesial quanto pela distal da raiz – Ordem de franjas 2,33.
o Cervical da raiz distal: não houve tensões quando utilizada esta magnitude de força – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz distal: houve uma sutil aparição de cores não sendo possível classificá-la como uma área de grandes tensões – Ordem de franjas 0,28.
• Força de 250gf (Figura 5.11):
o Cervical da raiz mesial: comportou-se de maneira muito semelhante à magnitude de força de 200gf – Ordem de franjas 2,5.
o Apical da raiz mesial: franjas muito concentradas, porém com surgimento de mais cores e ocupam maior área do que quando utilizada a força anterior, com sequência de cores – Ordem de franjas 2,67.
o Cervical da raiz distal: houve uma sutil aparição de cor cinza – Ordem de franjas 0,28.
o Apical da raiz distal: comportou-se da mesma maneira do que na força de 200gf – Ordem de franjas 0,28.
• Força de 300gf (Figura 5.12):
o Cervical da raiz mesial: as cores das franjas ficaram mais intensas, e se alastraram praticamente por todo o espaço do primeiro molar ausente, ficando bem próximas à distal da raiz do segundo premolar – Ordem de franjas 2,67.
o Apical da raiz mesial: apresentou-se da mesma maneira que quando utilizada a força de 250gf, porém na face distal dessa raiz, as franjas alcançaram o terço médio e aparentemente tem uma sutil diminuição de tensão na referida região – Ordem de franjas 2,5.
o Cervical da raiz distal: bem próximo ao dente, foi detectado aumento de tensões – Ordem de franjas 0,9.
o Apical da raiz distal: sutil aumento de tensão na região – Ordem de franjas 0,45.
5.1.3 Corpo de prova utilizando mecânica com mola “T”
• Força 50gf (Figura 5.13):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: apresentou discreta área de tensões – Ordem de franjas 0,45.
o Cervical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 100gf (Figura 5.14):
o Cervical da raiz mesial: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
o Apical da raiz mesial: apresentou-se da mesma maneira do que com força de 50gf – Ordem de força de 0,45.
o Cervical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: não apresentou tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 150gf (Figura 5.15):
o Cervical da raiz mesial: apresentou tensões nesta região, bem concentradas no terço cervical – Ordem de franjas 0,9.
o Apical da raiz mesial: as tensões aumentaram e caminharam para a região cervical, ocupando praticamente todo o terço apical – Ordem de franjas 1,63.
o Cervical da raiz distal: apresentou sutil área de tensão – Ordem de franjas 0,28.
o Apical da raiz distal: nesta magnitude de força foi possível perceber área de tensão ao redor do ápice radicular – Ordem de franjas 0,79.
• Força de 200gf (Figura 5.16):
o Cervical da raiz mesial: apresentou tensões nesta região bem concentradas no terço cervical, muito similar à força utilizada anteriormente de 150gf – Ordem de franjas 0,9.
o Apical da raiz mesial: com esta magnitude de força, as tensões aumentaram consideravelmente e continuaram caminhando para a região cervical, ocupando todo o terço apical e médio na face distal da raiz mesial e apresentou maior número de franjas do que nas forças anteriores – Ordem de franjas 2.
o Cervical da raiz distal: apresentou discreta área de tensão, não formando uma sequência de cores e ficando similar à força de 150gf, porém ocupando uma maior área, caminhando para o ramo mandibular – Ordem de franjas 0,28.
o Apical da raiz distal: apresentou-se de maneira similar à força de 150gf – Ordem de franjas 0,79.
• Força de 250gf (Figura 5.17):
o Cervical da raiz mesial: apresentou-se de maneira similar com as forças de 150gf e 200gf, porém mais distribuídas, pelo espaço do primeiro molar ausente, unindo-se às franjas oriundas do segundo premolar – Ordem de franjas 0,9.
o Apical da raiz mesial: as tensões aumentaram e continuaram caminhando para a região cervical, ocupando todo o terço apical e médio na face distal da raiz mesial, ocupando todo o terço apical nesta região – Ordem de franjas 2,33.
o Cervical da raiz distal: apresentou discreta área de tensão – Ordem da franjas 0,28.
o Apical da raiz distal: apresentou ordem de franjas similar às forças de 150gf e 200gf, porém exclusivamente ligado ao ápice radicular – Ordem de franjas 0,79.
• Força de 300gf (Figura 5.18):
o Cervical da raiz mesial: comportou-se da mesma maneira que nas forças de 150gf, 200gf – Ordem de franjas 0,9.
o Apical da raiz mesial: região onde houve maior concentração de tensões, aumentado a sequência de cores – Ordem de franjas 2,5. o Cervical da raiz distal: houve maior concentração de tensões nessa
região com essa magnitude de força do que nas demais forças utilizadas – Ordem de franjas 1.
o Apical da raiz distal: houve aumento na concentração de tensões na referida região – Ordem de franjas 1,22.
5.1.4 Corpo de prova utilizando mecânica com mola aberta
• Força de 50gf (Figura 5.19):
o Cervical da raiz mesial: apresentou sutil área de tensão nesta região concentrada no terço cervical – Ordem de franjas 0,28.
o Apical da raiz mesial: discreta área de tensão concentrada no ápice – Ordem de franjas 0,45.
o Cervical da raiz distal: ausência de tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: ausência de tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 100gf (Figura 5.20):
o Cervical da raiz mesial: aumento discreto de tensões – Ordem de franjas 0,45.
o Apical da raiz mesial: aumento da área de tensão concentrada no ápice – Ordem de franjas 0,6.
o Cervical da raiz distal: ausência de tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: ausência de tensões – Ordem de franjas 0.
• Força de 150gf (Figura 5.21):
o Cervical da raiz mesial: aumento no número de franjas e área de tensões, caminhando até o terço médio da raiz – Ordem de franjas 0,79.
o Apical da raiz mesial: não houve alteração em comparação com a força de 100gf – Ordem de franjas 0,6.
o Cervical da raiz distal: ausência de tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: surgimento discreto de área de tensões – Ordem
de franjas 0,45.
• Força de 200gf (Figura 5.22):
o Cervical da raiz mesial: comportou-se da mesma maneira do que na força de 150gf – Ordem de franjas 0,79.
o Apical da raiz mesial: não houve alteração em comparação à força de 100gf, porém com um leve aumento em extensão da área de tensões em direção à borda mandibular – Ordem de franjas 0,6.
o Cervical da raiz distal: ausência de tensões – Ordem de franjas 0. o Apical da raiz distal: comportou-se da mesma maneira do que na força
de 150gf – Ordem de franjas 0,45.
• Força de 250gf (Figura 5.23):
o Cervical da raiz mesial: comportou-se da mesma maneira do que nas forças de 150gf e 200gf – Ordem de franjas 0,79.
o Apical da raiz mesial: apresentou aumento de tensão, demonstrado por uma nova franja na sequência de cores – Ordem de franjas 0,79. o Cervical da raiz distal: aparição de uma sutil área de tensão – Ordem
de franjas 0,28.
o Apical da raiz distal: comportou-se da mesma maneira do que nas forças de 150gf e 200gf – Ordem de franjas 0,28.
• Força de 300gf (Figura 5.24):
o Cervical da raiz mesial: aumento de tensões demonstrado pelo surgimento de nova franja na sequência de cores – Ordem de franjas 0,9.
o Apical da raiz mesial: apresentou aumento de tensão, demonstrado por uma novas franjas na sequência de cores e extensão da área de tensão em direção à borda mandibular – Ordem de franjas 1,22.
o Cervical da raiz distal: aparição de uma área de tensão bem limitada, intimamente ligada ao dente na referida região – Ordem de franjas 0,9. o Apical da raiz distal: comportou-se da mesma maneira do que nas
forças de 150gf e 200gf e 250gf – Ordem de franjas 0,28.