Os parâmetros físicos disponíveis para o maciço rochoso e descontinuidades são de fundamental importância na quantidade e confiabilidade dos resultados. Uma avaliação mais aprofundada da sensibilidade destes parâmetros permitirá eleger aqueles que mais influenciarão nas análises numéricas.
Considerando o fator tempo observa-se que o maciço rochoso apresenta um comportamento não uniforme e que pode sofrer constantes mudanças com o decorrer da lavra, sendo assim, a redução do grau de incertezas geradas por simplificações e estimativas também deve ser uma tarefa contínua a partir de calibrações e retro-análises sistemáticas.
A natureza descontínua do maciço rochoso exige um maior detalhamento de parâmetros e dos mecanismos de ruptura suscetíveis a este. Sendo assim, é sugerida que além da continuidade da coleta destes parâmetros em campo sejam conduzidos ensaios laboratoriais que permitam maior precisão na determinação da resistência ao cisalhamento e tração a partir destas juntas.
A grande variabilidade nos valores de K para determinação da relação entre as tensões vertical e horizontal na profundidade estudada sugerem estudos mais aprofundados ou a realização de ensaios de campo (fraturamento hidráulico, overcoring, etc.). visando estimar com maior precisão o estado de tensões in situ na região das minas.
Estudos relativos aos danos causados pelo desmonte em subsolo como a perda de coesão entre descontinuidades contribuirão no esclarecimento de várias questões não discutidas neste trabalho, porém de impacto direto na estabilidade do maciço rochoso. É também esperado que o aumento de conhecimento nesta etapa do ciclo permita otimizar o processo reduzindo a diluição e até mesmo o consumo de explosivos.
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ANEXO I - Classificação dos parâmetros para o índice Q (Barton, 1974).
DESCRIÇÃO VALOR NOTAS
1. ÍNDICE RQD RQD A. Muito Ruim 0-25 B. Ruim 25-50 C. Razoável 50-75 D. Bom 75-90 E. Ótimo 90-100 1. Se RQD é medido ≤10 (incluindo 0), assumir o valor nominal de 10 para calcular Q 2. Intervalos de 5 no valor de RQD são considerados com boa acurácia (p.ex. 95, 100).
2. NÚMERO DE FAMÍLIAS DE
DESCONTINUIDADES Jn
A. Descontinuidades esparsas ou ausentes 0,5-1 B. Uma família de descontinuidades 2 C. B mais descontinuidades esparsas 3 D. Duas famílias de descontinuidades 4 E. D mais descontinuidades esparsas 6 F. Três famílias de descontinuidades 9 G. F mais descontinuidades esparsas 12 H. Quatro ou mais famílias de
descontinuidades 15
I. Rocha extremamente fraturada (triturada)
20
1. Para interseções usar (3 x Jn) e para emboques usar (2 x Jn)
3. CONDIÇÃO DE RUGOSIDADE DAS
PAREDES Jr
a. Paredes das descontinuidades em contato
b. Paredes das descontinuidades em contato com deslocamentos diferenciais < 10 cm
A. Descontinuidades não persistentes 4 B. Descontinuidades rugosas ou
irregulares, onduladas
3 C. Descontinuidades lisas e onduladas 2 D. Descontinuidades polidas e onduladas 1,5 E. Descontinuidades rugosas ou
irregulares e planas
1,5 F. Descontinuidades lisas e planas 1 G. Descontinuidades polidas ou estriadas e planas
0,5 c. Sem contato entre as paredes das
descontinuidades quando cisalhadas H. Descontinuidades preenchidas com material argiloso
1 J. Descontinuidades preenchidas com
material granular
1
1. Acrescentar 1,0 ao valor de Jr se a separação representativa das descontinuidades for > 3 m. 2. Jr = 0,5 no caso de descontinuidades planas e estriadas e com orientação na direção da tensão mínima
4 CONDIÇÕES DE ALTERAÇÃO DAS
PAREDES Ja φr(
o) NOTAS
b. Descontinuidades com contato
rocha/rocha e com deslocamento relativo incipiente entre as paredes (deslocamento diferencial inferior a 10 cm)
F. Paredes com partículas arenosas, fragmentos de rocha etc.
4 25-30 G. Paredes com preenchimento contínuo
e poucos espessos (< 5 mm) de material argiloso fortemente sobreadensado
6 16-24
H. Paredes com preenchimento contínuo e pouco espesso (< 5 mm) de material argiloso pouco ou medianamente sobreadensado.
8 12-16
J. Paredes com preenchimento de materiais argilosos expansivos; valores variáveis com a porcentagem dos argilo