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Para avaliar a compatibilidade dos grupos quanto à proporção dos gêneros foi aplicado o teste do Qui-Quadrado e para a comparação das idades nos três estágios de avaliação (IDADE1, IDADE 2 e IDADE3), bem como os valores dos índices PAR

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e IPT nesses estágios (PAR1, PAR2 e PAR3, IPT1, IPT2 e IPT3), os tempos de tratamento (TT) e de observação pós-tratamento (TO) entre os dois grupos foi aplicado o teste t independente. Também por meio do teste t independente, comparou-se os grupos quanto às alterações do tratamento (PAR2-PAR1 e IPT2- ITP1) e pós-tratamento (PAR3-PAR2 e IPT3-IPT2). Da mesma maneira, procedeu- se a comparação dos percentuais de melhora (PMPAR e PMIPT) e de recidiva (PRPAR e PRIPT) entre os grupos.

Já que os valores finais dos índices PAR e IPT são obtidos por meio da soma dos escores atribuídos às características da oclusão avaliadas, fica inviabilizada a avaliação de cada característica oclusal isoladamente. Como os pesos aplicados aos componentes do índice PAR estão evidentemente descritos na tabela utilizada para o cálculo deste índice, a remoção deles é mais facilmente realizada do que no IPT. Desta forma, o índice PAR foi desmembrado para se proceder a análise do comportamento de cada um de seus componentes (oclusão posterior, sobressaliência, sobremordida, deslocamento e linha média) isoladamente, nos estágios e períodos estudados.

Ao se desmembrar o índice PAR, os seus componentes não apresentaram uma distribuição normal e por isso, para comparar os grupos quanto aos valores de cada um dos seus componentes nos três estágios e às alterações do tratamento e pós-tratamento foi utilizado o teste de Mann-Whitney, que é um teste não- paramétrico para comparação de dois grupos distintos.

Com o objetivo de comparar os valores dos componentes desmembrados do índice PAR nos estágios pós-tratamento e de observação pós-tratamento intragrupos foi aplicado o teste de Wilcoxon, que é um teste não-paramétrico para dados pareados. Também foi realizada uma análise descritiva das alterações do tratamento e pós-tratamento nos grupos.

Como os dois grupos possuíam pacientes com e sem contenção fixa inferior do tipo 3x3 no estágio de observação pós-tratamento, o teste t independente foi utilizado para comparar os subgrupos com e sem 3x3 quanto aos valores dos índices nos estágios pós-tratamento e de observação pós-tratamento, às alterações pós-tratamento e aos percentuais de recidiva. Além disso, comparou-se as

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alterações pós-tratamento dos componentes do índice PAR entre estes subgrupos, com e sem contenção, por meio do teste de Mann-Whitney.

Para averiguar a presença de correlação entre as alterações ocorridas durante e após o tratamento, pelos dois índices estudados, foi realizado o teste de correlação de Pearson, que é um teste de correlação paramétrico. O teste de correlação de Spearman, que é um teste de correção não-paramétrico, foi utilizado para avaliar se as alterações dos componentes do índice PAR no período pós- tratamento apresentavam correlação com as alterações do tratamento.

Todos os testes foram realizados com o programa Statistica (Release 7; StatSoft, Inc.,Tulsa, OK, USA) e adotando-se um nível de significância de 5%.

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5 RESULTADOS

Os resultados estão dispostos em tabelas numeradas de 3 a 12 e estão agrupados em:

5.1. Erro intra-examinador.

5.2. Comparação entre os grupos. 5.3. Comparação intragrupo.

5.4. Influência da contenção do tipo 3x3.

5.5. Correlação das alterações do tratamento e pós-tratamento.

A Tabela 3 apresenta os resultados da avaliação dos erros sistemáticos e casuais, aplicados às variáveis PAR1, PAR2, PAR3, IPT1, IPT2 e IPT3, calculados pelo teste t pareado (HOUSTON, 1983) e pela fórmula de Dahlberg (DAHLBERG, 1940), respectivamente.

Na Tabela 4 verifica-se o resultado da comparação entre os grupos quanto à distribuição dos gêneros, que foi feita por meio do teste Qui-Quadrado.

Os resultados do teste t independente aplicado às idades e aos valores dos índices nos estágios pré-tratamento, pós-tratamento e de observação pós- tratamento, bem como aos tempos de tratamento e de observação pós-tratamento estão dispostos na Tabela 5. Nesta mesma tabela, verificam-se os resultados da comparação entre os grupos das alterações do tratamento, das alterações pós- tratamento, dos percentuais de melhora e de recidiva, considerando-se os dois índices aplicados.

A Tabela 6 apresenta os resultados do teste de Mann-Whitney aplicado para comparar os grupos quanto aos valores dos componentes do índice PAR nos três estágios de avaliação e às alterações do tratamento e pós-tratamento.

Os resultados da comparação intragrupo, realizada pelo teste de Wilcoxon aplicado aos componentes do índice PAR nos estágios pós-tratamento e de observação pós-tratamento, no grupo 1 estão descritos na Tabela 7. Na Tabela 7

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também está apresentada uma análise descritiva das alterações do tratamento e pós-tratamento de cada um dos componentes do índice PAR.

Similarmente, os resultados da comparação intragrupo realizada pelo teste de Wilcoxon aplicado aos componentes do índice PAR nos estágios pós-tratamento e de observação pós-tratamento, no grupo 2 estão descritos na Tabela 8, bem como a análise descritiva das alterações do tratamento e pós-tratamento de cada um dos componentes do índice PAR.

Na Tabela 9 estão apresentados os resultados do teste t independente aplicado aos valores de PAR e IPT pós-tratamento e de observação pós-tratamento, às alterações pós-tratamento e aos percentuais de recidiva em pacientes com e sem contenção do tipo 3x3 no estágio de observação pós-tratamento, nos grupos 1 e 2 e na tabela 10 estão os resultados do teste de Mann-Whitney aplicado para comparar as alterações pós-tratamento dos componentes do PAR entre estes subgrupos, com e sem contenção.

Os resultados dos testes de correlação de Pearson entre as alterações do tratamento e pós-tratamento estão ilustrados na Tabela 11 e na Tabela 12 estão apresentados os resultados do teste de correlação de Spearman aplicado aos componentes do índice PAR para verificar a ocorrência de correlação entre as alterações do tratamento e pós-tratamento.

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